Jump to content

Knitter

Member
  • Posts

    4,794
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by Knitter

  1. Boa tarde, Supondo que quero eu criar uma Encomenda Fornecedor (dossier interno), faço inserção dos dados diretamente na tabela (ou tabelas) correspondentes? Se sim, como é que sei que campos são necessários preencher e com que regras? Eu tenho acesso ao menu de supervisor e tenho explorador algumas dessas alterações mas ainda não explorei o suficiente do sistema para perceber como posso inserir dados. Obter posso sempre fazer consultadas à BD mas criar ainda não sei se é só insert na BD ou se tenho métodos, ou stored procedures, para usar e não os vejo nesse menu. Uma das coisas que quero experimentar é começar eu a desenvolver um serviço (Java/Spring) que receba pedidos com dados em JSON ou XML e depois os converta para objetos do PHC (apenas nos dossiers internos). Obrigado.
  2. Bom dia, Acho que estamos ligeiramente desencontrados 🙂 Eu não queria que o PHC tivesse webservices, eu queria que durante e execução do código de tecla de operador, fosse feito um acesso a uma API que eu ia desenvolver em vez de ser feito o acesso à base de dados (neste caso a um stored procedure). Não há nada no PHC que faça chamadas a webservices? É fazer um pedido GET/POST por HTTP. Não consigo imaginar dificuldade no acesso a documentação do PostgreSQL, a documentação oficial é pública, livre, e é só mais um sistema de gestão de bases de dados relacionais. Tem drivers como todos os outros, aceita ligações por ODBC como a maioria, etc. Neste caso particular acabei por criar um Linked Server no MS SQL para não me chatear mais, assim já é "SQL" para quem estava a fazer a integração/código no PHC. É a melhor forma? Há outras suportadas pelo PHC? Não sei, não tenho um manual do PHC para confirmar, até pode ser a forma certa mas decidi pelo Linked Server por não haver mais informação. O que gostava de ter acesso por parte da PHC ( e posso estar a ser afetado por ter apenas experiência com Oracle e com SAP B1 e não saber nada de PHC): Lista técnica de produtos para perceber que soluções de integração existe (se existem), esquemas de licenciamento, etc. (eg. para integração com SAP tenho DI API e B1 Integration Framework, e tenho acesso a toda a documentação para decidir); Documentação de todas as tabelas com, pelo menos, objeto a que a tabela corresponde, tipos de dados e regras que não estejam no SQL (regras de negócio não expressas pela estrutura das tabelas) Documentação da API de programação existente (funções da framework, etc.) Knowledge base com problemas e soluções comuns Exemplos do que tenho que fazer: quero criar uma encomenda a fornecedor, depois quero receber a encomenda a fornecedor (parcial ou total) a partir de um sistema externo, o utilizador não tem de abrir o PHC nem de o ter instalado (está relacionado com um processo produtivo que é gerido por sistema externo). devo fazer por insert/update nas tabelas (não são documentos que tenham de ser assinados)?, ou existem bibliotecas do PHC que possa usar (ex. dll para .Net) que me permita fazer uma camada de abstração onde as bibliotecas implementam as regras todas (eu só ter de dar os dados e a biblioteca criar o que tem de criar em todas as tabelas envolvidas)?, ou existe algum framework de integração para este caso de uso? preciso aceder aos dados de trabalhadores no módulo de RH, quero inserir trabalhadores, atualizar e obter dados, eventualmente marcar como inativos. Tenho as mesmas questões do caso acima. No fundo, queria acesso a documentação que me permitisse implementar os casos de uso acima e decidir, com base no que existe no PHC, como melhor os implementar de acordo com a minha realidade. A resposta oficial da PHC é que não posso fazer nada disto sem o parceiro e só o parceiro tem acesso à documentação e só ele pode fazer estas implementações. O que é ótimo para quem não sabe ou não quer fazer, mas não para quem tem a capacidade técnica e não quer depender de uma entidade externa. Bem, descrever mais que isto já entra na parte de consultoria e não pretendo consultoria à borla 😄
  3. Eu sei que a framework está lá, não me deixa confortável é não ter acesso a documentação da mesma. Como dizes, é necessário saber o que se pode mexer e o que não se pode, e isso não está disponível, numa base de dados de mais de 5000 tabelas não é fácil saber o que mexer e o que não mexer 🙂. Compreendo a formação dos técnicos, as certificações, tudo isso é modelo de negócio e consigo perceber, mas não posso concordar nem deixar de ter a opinião de que sem o parceiro estamos entalados. Trabalhei algum tempo com SAP B1, o cliente tem a documentação toda, se tem a licença tem a documentação e as capacidades de integração que licenciou. Tenho uma tecla de operador programada com um acesso a uma base de dados externa ao MS SQL Server, é uma base de dados PostgreSQL, foi um filme, tive de ser eu a fazer o trabalho, o parceiro cobrou na mesma e eu fiz a ligação às cegas; pedi para trabalhar com webservices porque não quero que o PHC aceda diretamente à BD e a resposta do parceiro é que o PHC não trabalha bem com webservices.... enfim são duas situações que me deixariam bem mais confortável se a documentação estivesse disponível. De qualquer modo, já sou eu a queixar-me do PHC :), e o parceiro já foi trocado, pode ser que com o novo se tenha mais sorte 🙂
  4. E já tenho resposta oficial: Só através de parceiro certificado. Portanto, como cliente, estamos entalados, ou pagamos a um parceiro PHC para fazer o que teríamos competências para fazer internamente a uma fração do preço e à velocidade que precisamos, ou não temos qualquer apoio/suporte. Obrigado.
  5. Essa é a minha suspeita, quer pelos tópicos no fórum, quer pelo que o nosso fornecedor me diz. Ver se a PHC confirma. Ao menos que me ofereçam uma solução para ter formação, mesmo que paga extra (ao que já pagamentos em licenciamento e suporte 😞 ) Obrigado.
  6. Bom dia, Estou à espera de resposta deles. Cheguei a encontrar informação de formação para parceiros, onde eventualmente como independente poderia ter acesso, mas já não encontro no site deles. O nosso fornecedor diz que não há nada para clientes, preciso de uma segunda opinião 🙂 Obrigado.
  7. Boa noite, O grupo empresarial para o qual trabalho é cliente PHC há vários anos mas tem usado apenas a componente de faturação/financeira e processamento salarial; atualmente numa das empresas do grupo estamos a alterar o ERP desenvolvido internamente por PHC (com desenvolvimento pelo fornecedor/parceiro PHC). No entanto o grupo tem departamento de desenvolvimento de software e nem todas as empresas vão usar PHC da mesma forma, além de existirem requisitos de desenvolvimento para os quais o parceiro teria dificuldade em responder (sem colocar um programador a tempo inteiro no nosso departamento). Posto isto, como cliente, há alguma forma de ter acesso a informação técnica de funcionamento do PHC, e das ferramentas de desenvolvimento que este possa ter, e ser autónomo na sua personalização? Tenho poucos conhecimentos no PHC, apenas fiz correções a código de teclas de operador que o parceiro anterior desenvolveu e integrações foi sempre com indicação de que tabelas tinha e preencher. Preciso fazer coisas relativamente simples no início, ex., quero criar um serviço para poder aceder aos dados para consulta sem que as aplicações tenham de aceder à BD; mas no futuro pretendo criar alguns registos (dossier interno, eventualmente algum form personalizado). Temos PHC CS 2024 (última versão). Tenho a esperança (pouca confesso) que a situação seja diferente do que os tópicos mais antigos do fórum indicam e que possa haver alguma coisa disponível ao cliente, afinal somos nós que pagamos as licenças e não os parceiros. Obrigado.
  8. Entidade: Lusoparticipações Avalibérica, S.A. Descrição do emprego: A Lusoparticipações Avalibérica, S.A. procura programador para integrar o Departamento de Informática no sentido de dar continuidade ao desenvolvimento das soluções de software existentes, suportar a rede e parque informáticos da empresa e desenvolver novos projectos que ajudem os modelos de negócio em curso. O candidato deverá ter sólidos conhecimentos de planeamento, organização e desenvolvimento de software e disponibilidade imediata. Posteriormente ficará responsável por todo o desenvolvimento e manutenção dos sistemas e infraestruturas existentes. Habilitação académica: Licenciatura Competências: Os elementos seguintes são factores preferenciais, derivados do conjunto de tecnologias em uso, mas serão considerados candidatos com competências em tecnologias equivalentes. GNU Linux (particularmente Debian sou derivados); MySQL/MariaDB; PHP 7 e framework Yii2; Javascript/HTML5/CSS3 básicos; Git; Swift/Objective-C/Java p/ Android; Sistemas de Continous Integration como Jenkins; Condições oferecidas: Tempo inteiro, salário a negociar, integração nos quadros da empresa. Local de trabalho: Leiria, Zona Industrial Casal do Cego (perto da Decathlon) Elementos a entregar e forma de contacto: CV, a enviar para sergio.lopes@avaliberica.pt; podem também usar o 244 835 882 para quaisquer questões sobre a proposta. Data Limite: 10/07/2017, embora possam ser aceites propostas fora da data o objetivo é preencher a posição com a maior brevidade possível.
  9. Passou em todas as peças de notícias que vi, se bem que devem ser todas baseadas no mesmo comunicado de empresa. Quando contacto o suporte empresarial, mesmo depois de escolher as opções para serviços Cloud, sou brindado com a informação que o ataque não afectou os meus serviços de televisão (sério, tipo... PT Empresas, Serviço Cloud e avisam-me que o meu serviço de televisão não vai ser afectado... ok, vou respirar mais fundo 🙂 ). Não tenho recebido qualquer aviso, não consigo contactar o suporte técnico desde a passada sexta-feira, não sei que coisas foram feitas e sinceramente não me interessa, sei que não será fácil estar no papel da PT. O que me chateia num serviço destes é a falta de comunicação com o cliente. Eu sei o que se passa, sei quais são os processos para mitigação do problema e não estou à espera que os serviços sejam invulneráveis, mas deixa-me seriamente incomodado não ter, por parte dos serviços técnicos ou de contacto com o cliente, informação sobre ponto de situação, previsão de resolução/reactivação dos serviços, enfim, comunicação com o cliente. Sou contactado para toda a campanha de marketing/publicidade, muitas vezes a roçar o insultuoso quando comparado com a concorrência, mas quando há um problema não sou contactado com informação útil. Hoje tenho e-mail em baixo, e não tenho o que dizer ou justificar, não posso sequer confirmar à administração da empresa que se está a tratar do assunto, isto numa empresa que faz do e-mail a forma principal de comunicação... vai ser um dia complicado 😄 Afinal a surpresa não foi agradável 🙂
  10. A password no Wordpress é uma hash, não é password cifrada, logo não é reversível, não há "decrifrar". Deves usar as API de comunicação com o Wordpress, e se necessário acrescentar a tua API própria, embora as fornecidas sejam mais que suficientes.
  11. Há imenso software livre usado em Windows, desde jogos a aplicações de produtividade, edição de vídeo/imagem, etc. Assim por alto o que uso diariamente é, sem contar com jogos, passa por: LibreOffice, Notepad++, VLC, SharpDevelop, Firefox, 7zip, Blender, Git, GIMP, HeidiSQL, Inkscape, Krita, NetBeans IDE, Vivaldi, WinSCP, Hyper, Dia. Qualquer pesquisa por software livre para MS Windows te dará uma lista enorme de software.
  12. Acho piada a PT vir dizer que nenhum cliente foi afectado, estando a empresa onde trabalho sem e-mail desde meio do dia de sexta-feira. Quando telefono para o suporte a resposta seca que recebo é que "estamos a ser atacados e tivemos de desligar os servidores".... espero que para mim a surpresa seja agradável e chegue amanhã ao escritório para ver tudo a funcionar como é suposto 🙂
  13. Isso é uma descrição muito, muito genérica. Access não é feito para multi-utilizador, isso pode ser um problema se quiseres duas pessoas a mexer nos mesmos dados ao mesmo tempo, por outro lado folhas de excel também não 🙂. Dependendo das funcionalidades, pode demorar um dia ou uma semana de trabalho, a ideia é só gerir essa informação que indicaste, sem outros dados? E que funcionalidades extra se esperam vir a ter, alguma coisa de relatórios?
  14. Não sei se ajuda, e passando um pouco a publicidade, eu colaborei com a http://www.kiosystem.pt/website/index.php no desenvolvimento de quiosques multimédia que envolvem muito do que as máquinas de vending de comida têm, a nível de software eram até mais complexos, eventualmente poderão dar-te uma ideia dos custos, talvez negociar um projecto. Pelo que conheço da empresa, são bons no desenvolvimento de soluções específicas para o cliente, na altura só não faziam a parte de desenvolvimento de software no caso de algo mais complicado (ex.: integração com serviços do cliente, bases de dados e sistemas de encomendas... o que não fosse apenas UI com pouca programação), mas desenhavam e construíam as máquinas conforme o pedido do cliente. Não sei se te poderão ajudar, mas pode ser um ponto de partida. Como o @M6 diz, uma dessas máquinas não é complicada, já foram equipamentos bem mais especializados, mas hoje é tudo modular e montar num chassi de acordo com o tipo de utilização (rua, interior, etc.), os moedeiros já vêm feitos, com boas instruções do fornecedor e são baratos, as fitas de sensores para queda de produtos e eventualmente o sensor de pressão no fundo são também baratos, e os motores só têm de ser calibrados de acordo com o tipo de mola/produto que vão conter, mas é tudo software. A parte mais cara é a caixa (chassi, pintura, acabamento com protecção, vidros resistentes, isolamento...).
  15. As minhas reservas tem origem, principalmente, na falta de explicação do modelo teórico para aquilo que é a realidade conhecida no envio de mensagens na rede (mesmo restringindo apenas à Internet), na falta de informação sobre questões de segurança/privacidade e em não encontrar, como utilizador de serviços de envio, vantagens que me façam mudar para um sistema diferente do que tenho. Após ler a patente e as descrições aqui apresentadas, fico com a sensação que há um foco muito grande em desenvolver um sistema cujo impacto seja forte para um spammer sem considerar os operadores de boa fé, que são a maioria e que serão também alvo de um grande impacto ou penalização. Sendo estes quem faz alterar o mercado, seria a estes que o modelo deveria cativar. Usando valores reais de um serviço que controlo, 51.758 e-mails num mês, num total de 45GB de informação. Considerando o funcionamento proposto, estamos a falar uma fila de envio de aproximadamente 52.000 emails, aos quais acrescem as suas 52.000 notificações (também elas podem ser vistas como e-mails). Não tenho qualquer razão para trocar para o modelo proposto com estes valores, a não ser que o modelo proposto me consiga oferecer um valor de 0.10$/1000 e-mails; e mesmo assim, teria de encontrar uma solução para alojar os GB de informação dos e-mails enquanto a fila não for processada, e se assumir que tenho mais e-mails para enviar do que aqueles que são processados, o espaço ocupado vai consumir o meu orçamento. Para uma empresa em que este volume de e-mail é um extra para o cliente e que ele não paga, porque os custos são baixos e a empresa assume, não vejo no modelo proposto uma vantagem. Como gestor de uma rede empresarial com muito e-mail e muito SPAM, a realidade é que os meus utilizadores não dão pelo SPAM, logo não têm qualquer motivação para mudar. Tenho problemas com filtros que bloqueiam ficheiros legítimos sem avisar, e clientes cujos filtros automáticos bloqueiam as nossas mensagens, em alguns casos já tenho destinatários em lista de não envio (ex.: xyz@portugalmail.pt), aí tenho de lidar com clientes que se queixam de não receber a informação e de os dirigir aos seus fornecedores de serviço de e-mail, mas não tenho, há bastante tempo, de lidar com problemas de SPAM a ser enviado as contas da empresa. Isto reduz a percepção de perigo (tal como é referido no relatório da CISCO) e é um problema (utilizadores menos informados/preocupados) mas dificulta a "venda" de uma solução à administração que apenas parece aumentar os custos e vem resolver um problema que "eles não têm". O SPAM é um problema, e os custos são elevados, é verdade; também é compreensível suspeitar de grupos com interesse em manter o estado actual ou até piorar, mas a verdade é que as soluções actuais oferecem um compromisso que compensa mais que a alternativa proposta. Ponho de parte o meu desdém por "ideias patenteadas" (acho que uma patente nunca devia ser dada a uma ideia sem que quem a teve tivesse também o trabalho da implementar), e por modelos de software fechado, e o facto da proposta incluir várias ideias que não são novas para mim (ouvi ideias semelhantes em conferências envolvendo SPAM e segurança de informação), mas no seu molde actual, o modelo parece incompleto. No entanto, se forem abordadas as questões mencionadas e encontradas soluções que possam trazer uma vantagens às empresas que, de boa fé, lidam com muito e-mail, o modelo teria mais hipótese de deslocar as soluções actuais. Espero que seja esse o caminho e boa sorte para a evolução da ideia. Só uma nota, achei curioso o uso da Wikipédia como referência; eu sugiro sempre como base para início de estudo mas como referência fiável deixa alguma coisa a desejar, ver isso numa aplicação de patente é inesperado; talvez seja a minha falta de experiência a ler propostas para patentes 🙂 /Knitter
  16. Se ajudar a ter uma base, embora seja numa vertente diferente, podes ver o que tinha para um projecto de gestão de oficinas de automóveis em https://github.com/Knitter/jautoinvoice/blob/master/documents/database/structure.mysql.sql O projecto não tem implementação que ajude, mas a estrutura da BD será semelhante (Não terá fornecedores nem tabelas de IVA nem coisas referentes a pagamentos e notificações).
  17. Mas apenas para utilização particular, para empresas a licença gratuita não serve.
  18. Então, pelo que entendo, funciona como se antes de enviar o e-mail completo enviasse um e-mail só com o assunto da mensagem. Neste caso: o servidor de envio envia um e-mail ao servidor onde estão as caixas do destinatário; o utilizador, usando um cliente de e-mail, acede ao seu servidor de correio, marca uma das mensagens como sendo uma mensagem a receber; o servidor com as caixas de correio do destinatário encaminha essa informação para o servidor de envio; o servidor de envio devolve o e-mail completo ao servidor do destinatário; o cliente de e-mail apresenta o e-mail completo ao utilizador. Sim, já entendi que o objetivo do sistema é aumentar os encargos para quem envia e-mail, a minha questão não se prende com o correio ilegítimo mas sim com o correio legítimo e com os encargos para quem o envia. Num dos meus sistemas existem e-mails de notificação importantes para os meus clientes, é um serviço sem custos para eles mas tem custos para mim, porque é que eu hei-de escolher uma tecnologia diferente com custos mais elevados? Ou passo o custo para o cliente, porque não tenho capacidade para manter um servidor com os recursos que se esperam, ou removo o serviço. A minha dúvida prende-se com que vantagens existem para quem envia os e-mails e que passará a pagar mais por isso? É claro que percebo que, se o ónus da infraestrutura está do lado de quem envia, existirá menos vantagens em abusar do serviço, mas ao mesmo tempo vejo as notificações de e-mail iguais ao e-mail, sendo que se pretendesse fazer SPAM podia usar essas notificações para isso mesmo. Claro que não existiram SPAM no corpo da notificação (é só o assunto) mas não é o que se passa hoje também? Ou os utilizadores além de lerem o assunto nas mensagens de SPAM vão abrir essas mensagens e ler o conteúdo? Bem, é mais um sistema, espero que tenhas sucesso na sua implementação, como utilizador gostava de ver uma redução de SPAM, como alguém que gere serviços que enviam muito e-mail (todo legítimo, mesmo as newslettes requerem inscrição explicita), gostava que uma tecnologia nova não aumentasse ainda mais os custos que este tipo de envios tem.
  19. Esta semana parece que é semana de testes práticos... eu já lancei o meu enunciado de projecto prático e daqui a um mês haverá teste prático, quero ver se também aqui aparecem alunos meus a fazer perguntas 🙂 No tópico... além de colocar as dúvidas de forma mais clara, seria bom manter a formatação 😉
  20. A notícia é muito vaga sobre o que foi feito exactamente. Sabotagem informática não é mais que um DDoS e que pode ser feito por qualquer pessoa que tenha um computador e 10 minutos para instalar um script, que os grupos já fornecem pronto a usar pelos membros. Acesso ilegítimo ao site na PJ não dá acesso a muita informação segura/privada, se a memória não me falha até é um dos sites que não é gerido pela PJ e não tem qualquer acesso à rede interna da PJ. Sem a informação do processo que indique quais os indícios e o teor da acusação não dá para saber o que realmente foi feito. A idade não deve ser algo estranho, há vários casos de jovens que simplesmente seguem uns tutoriais e fazem uns "ataques", alguns mais sérios que outros; agora com a notoriedade dos vários grupos "anonymous" e do 4chan é bastante comum ver isso nas aulas/formações que dou, e nem fazem ideia das consequências nem imaginam que podem ser acusados do que seja... vejo muito a ideia de que a "polícia não tem conhecimentos".
  21. Tenho estado a acompanhar as descrições mas ainda não consegui perceber a utilidade/diferença no modelo. Pelo que percebo, é sempre enviada uma mensagem ao destinatário com a indicação de que tem um e-mail para ler, não o e-mail todo mas uma informação enviada ao cliente a dizer que há um e-mail. De seguida, se o destinatário quiser abrir o e-mail dá essa instrução e a aplicação cliente vai ao servidor buscar o e-mail completo. Se o destinatário não quer ver o e-mail então não inicia a obtenção da mensagem completa. A fila de e-mail está no servidor de envio, as aplicações cliente apenas recebem uma notificação a dizer que há um e-mail para o destinatário. Se isto é assim, essa mensagem/notificação não é, ela mesma, um "e-mail"? Qual é a diferença ou como é que é feita a notificação dos destinatários? Se o cliente pede para fazer download da mensagem, como é que evito que todos os meus clientes tentem obter as mensagens ao mesmo tempo e rebentem com o meu servidor, já que o pico de acesso será enorme se considerarmos que a minha aplicação envia vários e-mails legítimos, de notificações que os meus utilizadores não querem perder? Se for eu a suportar os custos deste serviço terei de desligar as notificações porque o custo mensal para suporte de picos é grande. Acho que depende da nossa definição de SPAM, para mim é correio não solicitado, venha ele de um endereço que eu possa contactar ou não. E inúmeras são as vezes em que recebo SPAM de um endereço válido, peço para ser removido e volto a aparecer na lista uns meses depois. Ou passo a existir numa lista de uma empresa que nunca conheci mas que apanhou o meu e-mail.... esses são endereços válidos, mas que enviam SPAM. O mecanismo que sugeres resolve isso de que forma? Vou ter de reler o tópico todo com mais atenção mas não estou a ver de que forma as implicações técnicas do teu sistema compensam quer a nível de custo quer a nível de usabilidade. Talvez resolva o problema que muitos dos meus clientes têm das minhas notificações serem marcadas como SPAM mesmo quando pediram para as receber.
  22. Tenho usado o Comodo com bastante sucesso em alguns equipamentos antigos na empresa. A licença gratuita permite a utilização empresarial e até agora é o único software de oferta comercial que encontrei com esta permissão. Mas se pretendes um antivírus para uso na empresa não há vantagem em usar as versões gratuitas se não for apenas para casos pontuais, as funcionalidades extra das versões pagas são úteis (dentro da utilidade de um AV) e os preços não são tão elevados que uma empresa não possa pagar.
  23. E já encontrei outro problema, os portos Thunderbolt não funcionam com hot-plug, tenho de me lembrar de ter os cabos ligados antes de iniciar o Windows. No meu modelo, a detecção é feita apenas no boot, implicando ter de ter ligado o adaptador Thunderbolt/Ethernet e o Thunderbolt/VGA/HDMI antes de fazer (re)boot para Windows. Essa falha tem sido mais aborrecida que a questão da resolução... acho que vou procurar um adaptador HDMI/VGA só para evitar ter de fazer reboot sempre que me esqueço de ligar um dos portos Thunderbolt.
  24. Algumas aplicações ficam muito pequenas, tenho a opção de alterar tamanho do texto e das aplicações com escala a 200%, funciona bem para a maioria das aplicações mas algumas ficam tão pequenas que é difícil ver; principalmente os ícones nas barras de ferramentas.
  25. Bom dia, Já comprei a licença e fiz a instalação, um pouco mais demorado do que estava à espera mas até agora tem funcionado bem. Tenho dois inconvenientes: as ventoinhas trabalham mais e o ecrã retina é um desafio para alguns programas onde a funcionalidade de escala automática não é aplicada correctamente. Vamos ver como corre daqui para a frente 🙂
×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site you accept our Terms of Use and Privacy Policy. We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.