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americob

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  1. É fornecedor, logo é ele que emite as faturas, certo? É ele que emite o SAF-T, certo? Como disse o @kalin o SAF-T tem que ter todos os documentos emitidos a clientes, sejam eles portugueses, sejam eles espanhois. Mas, o SAF-T só tem documentos emitidos a clientes! Onde é que ele colocou o país Espanha? Na ficha da empresa (Header)? Ou na ficha de cada cliente (Customer)? Os clientes dele estão a queixar-se que as faturas não aparecem no e-fatura? De certeza que ele está a comunicar o SAF-T? Só nos últimos 2 ou 3 anos é que esses emitentes Estrangeiros (NIFs começados por 980) passaram a ser obrigados a comunicar o SAF-T. Ainda se encontra por aí muitos que não comunicam nada, não se aperceberam da alteração da lei.
  2. Afinal é cliente ou fornecedor? Quem é que emitiu as faturas? Quem é que entregou o SAF-T?
  3. Sim, essa era a antiga que acho que já foi descontinuada à cerca de 1 ano.
  4. Se estás a usar versão atual na port 723 não devia dar erro. Podes testar nesta página: https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/testarLigacaoWebService.action
  5. Sim, ontem foi um dia especial. O pessoal teve um ano para validar faturas e deixou para as últimas horas para fazer tudo!
  6. Existe sim SAF-T para estas situações, tens é de criar um SAF-T "normal" para cada contibuinte de quem fizeste autofaturas, mesmo que sejam sem acordo, colocando no cabeçalho o campo 1.4 com "S" Autofaturação e em cada fatura o campo 4.1.4.3.1 com o "S" também. Lembra-te que em cada SAF-T destes, o "fornecedor" vai no cabeçalho e tem um único cliente que é o emitente da autofaturação. Estes ficheiros são enviados na opção AUTOFATURAÇÃO -> Enviar Ficheiro, que está no Portal e-fatura, mas a opção só aparece depois de fazer Login. Também os podes enviar pelo utilitário FACTEMICLI... com os parametros -af --autofaturacao e -ea --emitenteAutofaturacao.
  7. Se esse é o objetivo da AT, porque é que só deixa registar 1 documento de cada vez? <element name="RegisterInvoiceRequest"> <complexType> <sequence> <element name="eFaturaMDVersion" type="tns:eFaturaMDVersion"/> <element ref="tns:AuditFileVersion"/> <element ref="tns:TaxRegistrationNumber"/> <element ref="tns:TaxEntity"/> <element ref="tns:SoftwareCertificateNumber"/> <element name="InvoiceData" type="tns:InvoiceDataType"/> <element maxOccurs="1" minOccurs="0" name="CanalRegisto" type="tns:ChannelType"/> </sequence> </complexType> </element> Normalmente, é o Contabilista que faz a comunicação do SAFT uma vez por mês, depois da dar uma vista de olhos, pelo menos nos totais. Já não é a primeira vez que colocam o código de barras na quantidade ou no preço, deixam cair qualquer coisa em cima do teclado, etc., e faturam milhões sem saber. Há muitos utilizadores que só fazem m...., não sabem, nem querem saber. Por outro lado, há locais onde não há internet, logo, é preciso gerar o SAFT (ou outra coisa qualquer) e ir a outra localização enviar.
  8. Não! O WebService só dá para mandar um documento de cada vez. Para mandar um SAFT completo, tem de usar o utilitário https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Faturacao/Paginas/aplicacao-para-envio-de-ficheiro-saf-t-pt-por-linh-5630.aspx
  9. Ainda não existe WebService para comunicação de séries de autofaturação sem acordo, o que existe é só com acordo. Essa série, que é só uma por empresa (anual ou "para sempre" conforme a estrutura usada pelo próprio software), tem de ser comunicada manualmente e inserida diretamente no programa. Não sei como fazes, mas nós deixamos aberta a possibilidade de introduzir manualmente as séries, uma vez que ainda temos clientes que não têm internet nalguns pontos de faturação. Naturalmente, aconselhamos sempre que possível a deixar o software criar automáticamente, mesmo que tenham que deslocar o computador para outro local só para criar as séries. Mas, não sendo possível, devem levar os códigos numa pen e inseri-los por copy-paste para evitar erros.
  10. Por acaso esse também já implementei esse para substituir o antigo que só funcionava para o enquadramento REGE - Regime Geral. Basicamente, é muito parecido com o antigo, acrescentando o parametro enquadramento. O que noto é que nos novos métodos, os parametros não podem ir num XML, obriga a usar json, mas de resto é igual. A documentação diz que podem ir num dos dois formatos mas não é verdade. No meu caso, que uso objetos da Chilkat, em vez de usar o PostXML, uso o PostJson e funciona.
  11. De que método estás a falar, eles são vários ... Em testes, acho que não funciona nenhum. Eu fiz os testes em Produção e já estou a usar o de fazer o pedido de referência MB e o de obter a referência MB, os outros acho que ainda não funcionam ...
  12. Já há muito tempo que deixei de fazer testes em testes por causa desse erro 99 que dá práticamente em todos os serviços. A solução ideal é precisar de entregar e experimentar em produção.
  13. Sim, funciona com subutilizadores. Normalmente uso o mesmo que manda os DT's. Eu costumo configurar um subutilizador específico para o(s) nosso(s) programa(s) e vou atribuindo permissões conforme as necessidades: WVA, WDT, DMR, WSE, M10, WMG, WFA, IVA, IES, WTX, etc.
  14. Sim, esse utilitário da AT permite a entrega de SAFTs. Tens de ter cuidado com o controlo das versões, já que a AT altera a versão a seu belo prazer, sem avisar ninguém. O utilitário, quando fica desatualizado, em vez de validar/entregar, devolve a versão do novo utilitário. Podes usar essa mensagem de retorno para o atualizar automáticamente. Podes ainda usar o link https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/versionChecker.action para saber qual é a versão em vigor, embora este link, por vezes, fica meses desatualizado. Por isso uso uma combinação dos dois. Podes ainda usar o parâmetro -c que faz o download do novo jar, mas, além de ires ficando com lixo (versões antigas), não podes deixar o utilizador colocar espaços no nome/caminho do SAFT porque eles são removidos na passagem enter jar's.
  15. https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Faturacao/Documents/TesteWebservices.zip
  16. Deves estar com dificulade em interpretar os YAML. Vê este site: https://editor.swagger.io/ e carrega para lá o YAML. Ou este link que já tem o YAML lá carregado: https://editor.swagger.io/?_gl=1*13ag9vi*_gcl_au*MjA1NDczOTI5Mi4xNzAyOTA5ODU1 Já ficas com uma ideia de como usar os novos serviços.
  17. Eu estou a usar. Qual é a tua dificuldade? Já tens acesso ao servidor de pré-produção?
  18. Pode pedir novo certificado em: https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/painelInicialProdSoftware.action Em baixo do lado esquerdo, adesão ao serviço.
  19. Acabei de usar o Serviço, nomeadamente o "/ws/idq/WsIdqQualificacoesTrabalhadoresVinculadosEE_Request" e obtive uma resposta correta!
  20. Que eu conheça não existe. De qualquer das formas, se existisse, teria de estar na página de Apoio ao Contribuinte.
  21. Obviamente que não permitem. Mas, se as sources do software existem e o grupo tem programadores que o conhecem e que estão aptos a fazerem a respetiva manutenção e atualização, é só perder algum tempo e ir lá certificá-lo outra vez. Se as sources do software já não existem, ou se ninguém no grupo tem conhecimentos suficientes para fazer a respetiva manutenção e atualização, o melhor é optarem por adquirir licenças doutro qualquer no mercado.
  22. E esta também está no OE2024, só mudaram de sítio, relativo à FE-AP:
  23. Concordo com a interpretação. Só se é gerado um movimento automático com base no documento emitido é que vais conseguir relacionar o registo feito na Contabilidade com o registo feito na Faturação para ambos apresentarem o mesmo TransactionID. Repara nesta FAQ relativa ao SVAT (certificação de programas de contabilidade):
  24. Parece-me que estás a misturar conceitos, a obrigatoriedade de emitir documento com a obrigatoriedade de comunicar documento. Sempre que emitires um documento, tens de o incluir no SAFT, independentemente de o comunicares ou não. Neste caso, leia-se SAFT de inspeção e não o parcial que se entrega mensalmente na AT. Quanto à obrigatoriedade de emitir documento, existem um conjunto de excepções no RBC, nomeadamente, transporte com início ou fim no estrangeiro (normalmente existe um DMR), transporte de bens do ativo fixo da empresa (ferramentas), etc. Quanto a excepções à obrigatoriedade de comunicar documentos (não dispensando a sua emissão), existem várias. Por exemplo: o destinatário ser um Consumidor Final, a empresa emitente faturar menos de 100.000 Eur por ano, etc.
  25. A questão que o @lesiano colocou a início, tal como eu interpretei e ele confirmou, foi que queria recolher as faturas de compra no software dele e que queria usar o ATCUD como chave primária da respetiva base de dados ... Daí ele querer ter algum controlo sobre o tamanho do ATCUD e poder validar, no mínimo, se ele era possível.
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