Jump to content

KTachyon

Moderator
  • Posts

    4,015
  • Joined

  • Last visited

KTachyon's Achievements

unsigned user

unsigned user (4/5)

  • 10 Years
  • Solver Bronze
  • 1 Year
  • Voter Bronze
  • Author Silver

Recent Badges

279

Reputation

28

Community Answers

  1. Não foi a primeira. Antes da Microsoft foi a Apple, entre Agosto e Outubro de 2018. Antes da Apple foi a Petrochina em 2007, se bem que essa normalmente não é considerada, porque o valor nunca chegou a ser fixado acima desse valor, apenas houve uma transacção que causou esse trigger. Diga-se de passagem que a Microsoft tem um P/E maior que a Apple (28 vs 16). No entanto, a Microsoft está com o mesmo P/E que a Google/Alphabet, mostrando o quão forte a Microsoft tem estado em relação à Google. Fontes: Petrochina — http://www.nbcnews.com/id/21635325/ns/business-world_business/t/petrochina-worth-trillion-briefly/ Apple — https://www.businessinsider.com/apple-1-trillion-company-stock-2018-8
  2. O PHP é executado no servidor. O JS é executado no browser. Não existe contacto directo entre as duas. O PHP apenas escreve aquilo que é enviado para o browser. O JS executa depois de o browser carregar a página (aquilo que o PHP escreveu). Para teres interacção entre o PHP e o JS, precisas de realizar chamadas ao servidor com, por exemplo, AJAX. E o teu PHP tem que estar preparado para responder de forma apropriada, em vez de despejar uma página web.
  3. Depende. Se estiveres a falar da linguagem de programação para o browser, a vantagem é ser a única linguagem disponível. Não há desvantagens porque não há concorrência nesse aspecto. Se estiveres a falar como linguagem de servidor (Node.js), já depende. O JavaScript é uma linguagem que não utiliza threads, logo não tens situações de concorrência directas. Funciona por eventos, onde não há utilização de recursos quando não existem eventos para processar. A desvantagem é que, se pretendes utilizar grandes máquinas, provavelmente não vais utilizar todos os recursos. Mas se fores utilizar muitas máquinas pequenas (ou lambdas), muitas vezes consegues ter mais performance. Outra desvantagem é que a linguagem é interpretada, como muitas outras linguagens web, e, apesar das optimizações que podem ir aparecendo, nunca conseguirás obter a performance de uma linguagem compilada. Mas essa desvantagem é facilmente combatida com utilização de dependências compiladas para as partes da tua plataforma que necessitem de alta eficiência.
  4. Aquilo que dizes que é "Arranque do servidor informação" é, na realidade, o local onde tratas os pedidos. O código que tens a partir de onde declaras o caminho deve estar dentro desse bloco: //Início do código para o servidor var http = require('http') var url = require('url') var fs = require('fs') var path = require('path') http.createServer(function (pedido, resposta) { var caminho = url.parse(pedido.url).pathname; if (caminho==='/') { var ficheiro = path.join(__dirname, 'public', caminho, 'index.html'); } else { var ficheiro = path.join(__dirname, 'public', caminho); } }).listen(80, 'localhost', function () { console.log('--- O servidor arrancou –--'); }); No entanto, se queres mesmo fazer isto, o melhor é utilizares uma framework tipo express, que te permite organizar melhor as rotas. Se fizeres assim vais ficar com um if/else if gigante. Eu normalmente só uso node para criar APIs e não servidores de html estático. Para isso nginx e apache funcionam muito bem.
  5. Uma coisa é certa. Se um empregador pedir experiência em Linux e tu lhe disseres que tens experiência em Slackware, ele te diz que trabalha com Fedora e tu rejeitas ou dizes que não sabes trabalhar com Fedora, então, nesse case é provável que o empregador não te queira contratar. Tu podes dizer que trabalhas com Slackware, o empregador vai assumir que tens experiência com Linux, independentemente da distro. Agora se tu afirmas que não sabes trabalhar com Fedora, nesse caso o empregador considera que os teus skills são limitados porque não mostras confiança em que consegues fazer uma pequena adaptação.
  6. Eu acho que estás a confundir um bocado. Eu não estou a discordar daquilo que o Rui Carlos, o pwseo ou o M6 disseram. Só estou a expor aquilo que podes contar no mercado de trabalho e que muito do que podes contar só depende da tua capacidade. Por exemplo, podes ser o maior do mundo a usar Slackware, mas se só estiveres à procura de trabalho em Portugal (porque, por exemplo, não dominas a língua inglesa), então a resposta à pergunta do emprego pode passar de “É possível” para “É como encontrar uma agulha num palheiro”.
  7. Eu posso dizer-te a minha carreira. Comecei como um programador, passei por arquitecto de software, CTO e agora sou Team Lead numa empresa internacional. Sou Fullstack. Mal toquei em Slackware, mas já trabalhei com algumas distribuições de Linux, a minha máquina de desenvolvimento sempre foi um Mac (com Mac OS). EDIT: A minha opinião é apenas que não precisas de estudar o Windows para teres emprego. Linux, sim, mas a distro é completamente indiferente.
  8. Faço do primeiro parágrafo do M6 as minhas palavras, pois foi isso que me pareceu ao ler os primeiros posts do OP. Não me vou restringir a Portugal, visto que os skills de que se falam neste fórum são aplicáveis a nível global. Muitos empregadores por esse mundo fora não se interessam pelas preferências de SO dos funcionários. Desses empregadores, um subset não restringe o SO que o funcionário opta por utilizar, desde que seja eficiente no seu trabalho. Ou seja, se consegues arranjar emprego que te permite utilizar Slackware? Definitivamente. Se tens que procurar muito? É possível. Se vais ser eficiente a realizar o teu trabalho? Cabe-te a ti mostrar que consegues fazê-lo. Isto depois de conseguires arranjar emprego. Acho que não há muito mais a dizer sobre isto 🙂
  9. Acho que muita gente vai discordar de que os empregadores não têm razão para usar ou ter alguém com capacidade de utilizar Linux. Repara, hoje em dia quase tudo implica servidores web, quase todos utilizam uma distribuição Linux ou UNIX. Mesmo que te vires para providers como Google, Amazon, Microsoft, IBM, Digital Ocean, Heroku,... todos eles utilizam Linux e UNIX. A própria Microsoft não só fornece o suporte para Linux no Azure, como a sua utilização no Azure está, cada vez mais, a ganhar terreno em relação ao SO da própria empresa. Não só isso, como a própria empresa utiliza o sistema operativo para muitas das componentes críticas da sua plataforma. A aposta da Microsoft no Linux não é uma questão de aproveitamento de tecnologia, mas sim uma questão de sobrevivência. Tendo isto em conta, um empregador que rejeita isto está no mau caminho (estou a generalizar um bocado, mas a longo prazo será sempre inevitável). Agora, relativamente à tua questão, se te deves ambientar com o Linux se queres seguir está carreira? Definitivamente. Se interessa a distribuição que se deve usar? Na minha opinião, não. Qualquer coisa que seja Linux ou UNIX-based irá dar-te a base que precisas. Só tens que escolher aquilo com que conseguires ser eficiente. E não tem que ser uma escolha fixa para todos os sistemas que corres. Podes desenvolver num Mac uma plataforma que vai ser deployed num Docker com Ubuntu como base numa máquina que corre Debian. Os entraves são mínimos.
  10. O problema não é que, na altura do PowerPC não tinhas outras foundries que os pudessem produzir. Estavam presos às decisões, tecnologia e preços que a IBM impusesse. Agora já tens foundries independentes que são capazes de acompanhar e até ultrapassar a Intel no processo de fabrico. Não é como se a Apple não tivesse décadas de experiência no desenho de processadores. Os PowerPC foram desenhamos em conjunto com a Motorola e a IBM, com muitas componentes adicionais como o AltiVec desenhados pela Apple. A ARM foi uma joint venture da Apple com a Acorn e a VLSI. Todos os SoCs de dispositivos móveis, desde o primeiro iPod, foram desenhados pela Apple. Nas últimas iterações desses SoCs tens CPU, GPU e Motion processor tudo desenhado pela Apple. Combinado com a capacidade de integração da Apple, parece-me que só trás vantagens que o desenho dos processadores passe para a Apple. Pelo histórico da empresa, não me parece que apenas faça sentido, mas que sempre foi o plano desde início.
  11. Esse rumor já anda por aí há algum tempo, mas a Bloomberg deve ter tido pistas mais credíveis para ter feito a notícia. Mas eles apontam para 2020, por isso ainda é distante. A Apple já demonstrou que tem talento in-house para desenhar processadores, e não é exactamente uma aventura nova para a Apple, uma vez que já tiveram uma aventura em conjunto com a IBM e a Motorola no desenvolvimento dos PowerPC nos anos 90. Tendo em conta aquilo que tem conseguido com os SoCs dos dispositivos móveis em relação à concorrência, não me parece que fazer isto seja muito surpreendente. Só trás vantagens à empresa, uma vez que passa a ser a Apple a ditar a direcção do desenvolvimento do processador em vez de ter que aguardar que a Intel se queira mexer na mesma direcção.
  12. Não é isso que a notícia diz. As agências e ramos do governo não podem adquirir dispositivos nem utilizar serviços de fornecedores cujo equipamento seja dessas marcas.
  13. A partir do momento em que tu enfraqueces uma feature de segurança para uma entidade, enfraqueces para todos. Não só é um facto, como já está bastante demonstrado em vários casos que já aconteceram no passado. Acabas por não estar a expor a informação de uma má pessoa a uma entidade com autoridade, mas potencialmente colocar a informação de todos nas mãos de pessoas que a vão utilizar com más intenções.
  14. Eu até percebia se fossem "agentes" do Trump, mas como isto já vem desde antes do Trump... E ainda mais ridículo é personalidades como o Peter Thiel e o Bill Gates estarem a favor disto. Ninguém se lembra do fiasco que foi o Clipper chip...
  15. Espero que não tenhas colocado esta notícia porque concordas com o FBI, só porque é a Apple...
×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site you accept our Terms of Use and Privacy Policy. We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.