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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 07/20/2018 in all areas

  1. 10 points
    Ao contrário do passado com as guias de transporte e faturas, quem precisar de exemplo e implementação da Fatura Eletrónica XML em UBL que diga. Com validador incluído.
  2. 8 points
    OK malta, ainda pensei que isto ia lá depois de esfumarem um pouco, mas estou a ver que não... Daqui a tempos, alguém, quem sabe um de vocês, vai precisar pesquisar uma cena qualquer no tópico, e o que vai ver é lixo, com fartura. O meu ponto de vista é: O @brunotoira indicou num tópico onde anda malta a precisar que poderia partilhar a solução. Não disse em que termos, remetendo mais explicações para uma comunicação privada. A questão se o deveria fazer ou não no tópico é interessante, sem dúvida, e não totalmente definida. Por um lado, não disse especificamente que está a vender o código, pelo que não é uma venda. Por outro, indicou que desta vez não vai simplesmente colocar o código público, o que para bom entendedor, meia palavra basta. Qualquer membro pode concordar ou discordar desta posição. Se concordar, e lhe interessar, fala com ele. Se não concordar, está à vontade para denunciar a mensagem para ser alvo de análise posterior pelo staff do forum O que não pode, garantidamente, é começar uma troca de galhardetes sem ponta de sentido, ainda mais depois de eu avisar aqui em letra bem visível que qualquer assunto relacionado a isso seria para ser tratado por PM. Andamos todos a brincar? Somos crianças agora, num recreio onde só se pode jogar se todos jogarem pelas nossas regras? Que eu saiba, aqui não há crianças. Seria bom que todos se lembrassem disso. Quantas mais páginas vamos encher com lixo num tópico que trata de um assunto que claramente interessa a todos os que cá andam? Qualquer um daqui está à vontade para fazer o código que quiser, e partilhar ou não esse código. E se partilhar, as condições em que o faz são também suas. Se é preferível do ponto de vista da comunidade que o código seja partilhado gratuitamente? Claro. Eu próprio já o fiz várias vezes como disse o @CrominhO, e também já adaptei para mim código feito por outros, inclusivamente do @brunotoira. É por isso que isto se chama Comunidade. Mas exigir isso é que não podemos fazer. Acham que ele, ou qualquer outro, deve partilhar de borla? Escrevam-lhe em privado e tentem convencê-lo disso, com boa educação e, sim, bom senso. Se ele recusar, está no seu direito. E se não partilhar, não significa que não possa ajudar pontualmente uma ou outra dúvida que alguém exponha no tópico, como de resto é costume e já tem feito. Vamos por favor acabar com as birras, que já todos temos idade para isso.
  3. 5 points
    Foi hoje publicada a Portaria 126/2019 que vem alterar o formato do ficheiro de inventários que é obrigatório comunicar anualmente à AT. A grande alteração passa pela obrigatoriedade de indicar o "valor da existência final relativa ao período a que reporta (valor total relativo à quantidade indicada)" (campo ClosingStockValue). Isto entra em vigor a 1 de Janeiro de 2020 mas já tem de ser usado para comunicar os inventários de 2019.
  4. 5 points
    Entrei isto na net Gostava de saber a vossa opinião https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/v1.6.7_Manual_Fornecedores_1.6_Doc_Eletronicos.pdf Se alguem souber do schema xsd... xD
  5. 5 points
    Voltamos a misturar assuntos! FACTURA ELECTRÓNICA continua a ter a mesma definição! Tem de ser AUTENTICADA e o recebimento tem de ser assegurado (bem como o arquivo). Existe legislação própria para o efeito. Aqui está em debate a FACTURA electrónica da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA! Vou tentar responder a isto de forma clara: Como podem verificar, é uma ESPIRAL de decretos leis, e este resumo que fiz esclarece perfeitamente o que é uma FACTURA ELECTRÓNICA de acordo com a legislação em vigor, e CONTINUARÁ A SER, até que as leis sejam revogadas / alteradas.
  6. 4 points
    Olá, A Autoridade Tributária agora já me deu uma resposta mais concreta sobre a pergunta efectuada, pelo que cito para futuras dúvidas: Obrigado, abraço.
  7. 4 points
    Eu também estou á espera do código do @derrerter Caro colega de profissão, deduzo eu. O senhor desculpe mas faz-me lembrar um tal Joe Berar** que manda nesta mer** toda, em tudo e todos, ainda por cima anda no "gozo" comigo... menos mal o Joe é com nós todos... Ora bem... lamento informar, mas não será com estas atitudes rudes da sua parte que lhe vou dar um único minuto da minha vida para o ajudar seja no que for. Por ultimo, registe isto: Eu nunca, nem a si nem a ninguem, lhe faltei uma unica vez ao respeito. Se é um voyer/cusco/copy-paste/programador de codigo alheio e nem referencia nada, a quem lhe deu de mão beijada esse código, que anda aqui a copiar código e vender á grande e á francesa aos seus clientes... lamento mas a mama acabou (pelo menos da minha parte) Quanto ao Juizo, vou deixar ao critério de um dos administradores atribuir o "juizo" a quem acharem que falta. Sinceramente, vou gostar mesmo de ver você a perder meses a desenvolver isto, e no fim QUERO VER o seu código fonte aqui no site. Nem que seja em MS-DOS. Volto a frisar, você é um bom colaborador deste site, todos aguardamos ansiosamente pelo código e brokers e gateways. Ah, quanto ao seu código, só mais uma coisinha..... Eu nao preciso de nem uma unica linha do seu source-code, ao contrário de si 😉caso contrário não me tinha pedido para lhe enviar. Vou sair um bocado deste site. Pá desculpem o desabafo, mas quem me conhece sabe que nao ando aqui a brincar, quanto mais para aturar malucos.
  8. 4 points
    @marioverdini, o @M6 mesmo repreendendo-te, e com toda a razão, não te deixou sem uma indicação relativa ao teu problema. O @M6 não necessita que o defendam, mas posso dizer que o vejo como uma pessoa correta e que procura ajudar o outras pessoas, já tu.... Assim, não tendo eu peso algum neste forum, ainda assim, proponho aos administradores removerem, bloquearem o @marioverdini para o bem estar deste forum. A resposta é completamente inadmissível!
  9. 4 points
    Tendo em conta que a menção da retenção na fatura é meramente informativa e que a competência de reter é de quem paga, deve fazer o recibo de acordo com o que lhe pagaram. Se, quem lhe paga sabe o que está a fazer, deve fazer os pagamentos da seguinte forma: 266.68 - 66.68 = 200 , para o primeiro pagamento 433.32 - 108.32 = 325 , para o segundo pagamento Os valores das retenções têm de vir mencionados nos pagamentos e ser entregues pelo seu cliente na AT até ao dia 20 do mês seguinte. Esse seu cliente que lhe fez esses pagamentos, é obrigado a enviar-lhe uma declaração em Janeiro do ano seguinte onde deve constar: rendimento: 700 retenção: 175 Esses 175€ devem aparecer pré-preenchidos no seu IRS Modelo 3 no valor das retenções que lhe foram efetuadas. No meu programa, controlo a conta-corrente pelo valor total da fatura. Faço isto por 2 motivos: - a retenção é feita no momento do pagamento, à taxa em vigor no momento do pagamento, e pode ser diferente da taxa usada para informação na fatura. Por exemplo, a taxa era 25% em Dezembro do ano N, mas aumentou para 26% no ano N+1, se o pagamento (ou parte) for efetuado em N+1 já terá de reter 26%. - o cliente pode até não estar obrigado a fazer retenção, por exemplo, por não ter contabilidade organizada e que não se sabia ao fazer a fatura. No recibo, o valor que abate na conta-corrente é o valor recebido + retenção.
  10. 4 points
    Já foi publicado o decreto-lei com as novas regras de faturação. DL 28/2019. https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/119622094/details/maximized Boas leituras
  11. 4 points
    Relativamente a este assunto, ontem tivemos uma reunião com DIgitalSign ( empresa emissora de Certificados Digitais ), pois a Faturação Eletrónica vai obrigar a um Certificado por cada utilizador ( 125 € por ano e por cliente ) Na reunião informaram-nos que também estão com reuniões agendadas com as grandes Softwares-Houses pois na verdade ainda ninguém tem o sistema a funcionar ( muito embora algumas publicitem que sim ) Também nos informaram que a informação que tinha chegado até eles é de que seria utilizado o UBL 2.1 e não o UBL 2.0 como se tem falado aqui no Forum, mas também não tinham certezas de nada Como tal, a situação é: A Portaria que vai regular ainda não saiu …... A data de inicio já vai em Abril de 2019 …... As Empresas do Estado ainda não tem Software preparado para recolha das Faturas Eletrónicas …. e por ai fora ….. Vamos aguardando e juntando toda a informação que vai saindo, mas com toda a certeza a menos fiável é a publicada pelos jornalista, e que devemos descartar pois tem objetivos sensacionalistas e não profissionais
  12. 4 points
    Derrerter, também recebi esse exemplo acompanhado da seguinte comunicação Cá está. É obrigatório mas não foi apresentada nenhuma informação, decreto lei ou portaria, sobre o assunto. Típico.
  13. 4 points
    Se alguém usar .NET, o seguinte link poderá ter interesse: https://github.com/UblSharp/UblSharp
  14. 4 points
    Eis as informações que conseguir reunir: ASSOFT: https://www.assoft.org/pt/noticias/78/norma-europeia-de-fatura-eletronica http://vexillum.pt/fatura-eletronica/ The eInvoicing Workshop https://www.cen.eu/work/areas/ICT/eBusiness/Pages/eInvoicing.aspx Um site holandês dedicado ao E-Invoicing, onde encontrei documentos e informação técnica valiosa: https://eeiplatform.com/category/standards/ LINKS: (NOTA: estas informações são MAIS DETALHADAS do que a treta do DVD vendido pelo IPQ) http://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?uri=COM:2017:590:FIN http://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/ALL/?uri=CELEX%3A32014L0055 https://standards.cen.eu/dyn/www/f?p=204:7:0::::FSP_ORG_ID:1883209&cs=1E81C9C833655EEDC7010C8D0A2FB786C https://github.com/CenPC434 http://docs.oasis-open.org/ubl/os-UBL-2.1/UBL-2.1.html http://docs.oasis-open.org/ubl/os-UBL-2.1/UBL-2.1.zip http://www.unece.org/cefact/xml_schemas/index http://www.unece.org/fileadmin/DAM/cefact/xml_schemas/D16B_SCRDM__Subset__CII.zip https://github.com/phax/peppol-validation-engine/ GLOSSARY Term Description CEN = Comité Européen de Normalisation – European Committee for Standardization CEN/TC = CEN Technical Committee – working group CII = UN/CEFACT Cross Industry Invoice – XML representation of an invoice CIUS = Core Invoice User Specification – A specification based on EN 16931-1:2017 that defines certain elements more narrow EN = European Norm – has tighter binding than TR and TS EN 16931 = European Norm instance with ID 16931 – this is the EN that contains the semantic data model for electronic invoices in Europe TR = Technical Recommendation – has lower binding than EN and TS TS = Technical Specification – binding between EN and TR
  15. 3 points
    @CrominhO mas esse é o âmbito deste fórum! não? Mais uma vez, nada contra, desde que ninguém seja induzido em erro...
  16. 3 points
    Saiu a portaria que regulamenta a dispensa da emissão de faturas em papel. https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122305210/details/maximized
  17. 3 points
    Deve ser mais ou menos isso A meu ver é assim... Como é que faço para não pagar faturas? (Pensamento do estado) - Bem digo que só passo a receber faturas de uma determinada maneira. Ficheiros UBL 2.1 e forneço pouca informação sobre os mesmos. -Se ainda assim, existirem malucos que consigam ou tentem fazer os bem ditos ficheiros, não lhes digo como é enviam, nem para onde enviam. Resultado Se não me enviarem faturas, não as tenho de pagar 😂🤣😂🤣
  18. 3 points
    Resposta da ilink: Boa tarde, Seguem os acessos e a documentação necessária da API para a integração com o iLINK: O iLink dispõem de uma API que permite a integração com diferentes ERP's e softwares de faturação. A API tem métodos HTTP para enviar e/ou obter documentos de faturação do iLink. Os acessos, a documentação da API e o ambiente de testes do iLink, são os seguintes: Informação da API do iLINK: URL API: https://ilink.acin.pt/ilinktests-api/api/ URL documentação API: https://ilink.acin.pt/ilinktests-api/apidoc/ Authorization (Token): 7ZyvFkgw5URLnKW4kijDSYpkoUJdaBHOCQeSHH3M2YLSmvXFHIK586TZEr3P3NRjVHiDWqLNywAM2RJbmljypywEK5xH5VTlc02VzaW89v7VHsm5s76CyOtJ Informação da entidade de testes: Entity key: vnM77KuciahPXTs7XEHsdS0Xy5wpJdRyDm5Pqrl55AEtOvX2BHYKKQjUz00Fhb1I2ibLnKHXvCDaqYY2 Entity NIF: 508448263 Informação da plataforma de testes do iLINK: URL: https://ilink.acin.pt/ilinktests/pt/#/main Email: userctg@teste.com Password: ilink2018 Segue-se em anexo o manual de funcionamento do iLink e um exemplo de integração entre o iLink e um software de faturacão. NOTA IMPORTANTE: Todos os acessos disponibilizados anteriormente são de testes. Só serão facultados os acessos de produção mediante uma validação e aprovação por parte do nosso departamento de desenvolvimento de software. Após terminados os desenvolvimentos para a integração do vosso software com a plataforma iLink, e para que seja feita uma validação e aprovação, deverão ser disponibilizados acessos do vosso ambiente de testes. Por favor, não hesite em contactar-nos se necessitar de ajuda em mais alguma questão. Filipa Câmara ACIN iCloud Solutions Lda
  19. 3 points
    Acabei de receber a resposta a ilink: O seu pedido foi recebido e analisado atentamente. Ticket ID: 2018121788260 Assunto: e-Invoicing Boa tarde Exmo. Sr. Vítor Pereira, Informamos que a integração com o nosso software iLink é gratuito. Assim sendo, de forma a podermos disponibilizar a documentação e proceder à criação dos acessos, deverão ,apenas, indicar-nos o nome do Vosso ERP. Por favor, não hesite em contactar-nos se necessitar de ajuda em mais alguma questão. Filipa Câmara ACIN iCloud Solutions Lda
  20. 3 points
    Estou em estado de choque! 😱💥🤑 Já tinha estado no site do ESPAP há algumas semanas, mas não encontrei info relevante... falhou-me algo... VEJA-SE!!!! https://www.espap.gov.pt/spfin/Paginas/spfin.aspx#maintab5 https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/v1.6.7_Manual_Fornecedores_1.6_Doc_Eletronicos.pdf https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/V1.6.7_Manual_Fornecedores_1.6_Doc_Eletronicos_ANEXOS.zip https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/v1.6.7_Manual_Fornecedores_1.0_Comunicacoes.pdf Guia de Comunicações para a Transmissão de Faturas Eletrónicas para a FE-AP Formato UBL 2.1 Programa de Implementação de Faturação Eletrónica na Administração Pública Referência: FE-AP | UBL 2.1 Data: 2018-12-10 Versão: 1.0 Versão 1.0 Data 2018-12-10 Descrição Versão Inicial Revisto por: Saphety/eSPap TUDO EXPLICADO no documento Guia de Comunicações para a Transmissão de Faturas Eletrónicas para a FE-AP E JÁ agora, uma pequena investigação!!! http://www.base.gov.pt/Base/pt/ResultadosPesquisa?type=contratos&query=texto%3DSaphety%2BLevel%26tipo%3D0%26tipocontrato%3D0%26cpv%3D%26numeroanuncio%3D%26aqinfo%3D%26adjudicante%3D%26adjudicataria%3D%26desdeprecocontrato_false%3D%26desdeprecocontrato%3D%26ateprecocontrato_false%3D%26ateprecocontrato%3D%26desdedatacontrato%3D%26atedatacontrato%3D%26desdedatapublicacao%3D%26atedatapublicacao%3D%26desdeprazoexecucao%3D%26ateprazoexecucao%3D%26desdedatafecho%3D%26atedatafecho%3D%26desdeprecoefectivo_false%3D%26desdeprecoefectivo%3D%26ateprecoefectivo_false%3D%26ateprecoefectivo%3D%26pais%3D0%26distrito%3D0%26concelho%3D0 CONTRATO PÚBLICO: http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=4835561 PROJECTOS DE FE-AP VENDIDOS PELA SAPHETY A OUTRAS ENTIDADES! (então não vai existir um PORTAL CENTRAL da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA? Ou é cada um por si????)
  21. 3 points
    Resposta da ADP, sobre a forma como o ficheiro deve transitar para eles: "O ficheiro dever-nos-á ser enviado para o email: e-fatura.adta@ADP.PT" Estou incredulo com a inovação tecnologica, eu nao faria melhor! Eu passaria a chamar a isto: "Facturação manual em XML para as administrativas/os terem mais tempo para o facebook"
  22. 3 points
    É mesmo de ficar sem palavras. Situando um pouco toda esta história, com base numa formação em que estive, a Diretiva europeia de 2014 não era vinculativa, seria mais uma base de trabalho para os países. O nosso antecipou-se no ano passado quando publicou o DL 111-B/2017 (Agosto 2017) à Decisão de Execução 2017/1870 (Outubro 2017) da Comunidade Europeia. Explicando, em Portugal, o bendito Decreto-Lei obrigou a que toda a fatura passada ao Estado tivesse de obedecer aos requisitos da Faturação Eletrónica ( como o exemplo dado antes do talho que vende uns bifes para a escola ), enquanto que a 2017/870 apenas confirmava a obrigatoriedade de faturação eletrónica nas obras de construção civil acima dos 5 milhões de euros ou fornecimento de bens e serviços acima dos 200.000 euros. E não falo aqui também do facto do n/ governo ter antecipado para 1 de Janeiro esta obrigação quando a CE tinha estabelecido como deadline o mês de Abril. Como se isso não chegasse, o n/ país era obrigado a publicar até ontem a Portaria / documento que regulasse esta questão cá em Portugal, coisa que não aconteceu ( liguei hoje para a AT e não me conseguiram dar uma previsão para a sua publicação ). Podíamos pelo menos ter um rascunho do que poderá ser publicado, para todos nos orientarmos. Em face desta incerteza e desta indefinição que todos sentimos, parece-me que está aberto o espaço para que alguns brokers venham a beneficiar desta situação. Teria toda a lógica que a AT criasse algo idêntico à comunicação das faturas ou dos documentos de transporte. Mas não me parece, acho que tudo isto é uma forma de gerar dinheiro pelo lado da obrigação, desde nós que temos de comprar a norma e as especificações técnicas até ao talho que tem de gastar não sei quanto para vender uns bifitos ou o café que provavelmente vai recusar-se a servir pequenos-almoços a funcionários públicos... Aqui fica uma reflexão, 2 dias depois de nada ter sido publicado.
  23. 3 points
    Afinal nada disto é novo para o fisco!!! Veja-se a implementação do MESMO sistema para a Faturação Electrónica de Medicamentos e Cuidados Farmacêuticos: https://www.ccf.min-saude.pt/portal/page/portal/estrutura/documentacaoPublica/ACSS/ACSS_AF_Facturacao_Electronica_Medicamentos_Main_v20180606.pdf UBL 2.0, com extensões específicas, com assinatura do XML, e envio através de WEBSERVICE!
  24. 3 points
    Aparentemente a letra da lei permite essa interpretação. Para a AT isso não deve ter problema nenhum porque a chave primária deles não deve ser o InvoiceNo, mas sim o IdDocumento. Além disso, cada SAFT só pode ter documentos de 1 ano, seja o ano completo ou seja parcial. No meu caso não dá porque a chave primária que uso é "Tipo+Serie+Numero", mas para dar bastaria alterar para "year(data)+Tipo+Serie+Numero". Por outro lado, para o utilizador, não vejo qualquer vantagem nisso, pois só iria dar confusão com os respetivos clientes. Para identificar uma fatura, além de dar o numero e a série também iria ter de dar a data. Quando a AT diz "... por um período não inferior a um ano fiscal …" o que quer dizer é que uma série criada no início do ano deve ser, por regra, utilizada pelo menos até ao fim do ano, em vez de serem, por exemplo, mensais. Por exemplo, na contabilidade é comum criarem-se diários (pastas) em que se separam documentos por tipo do género "vendas", "compras", "bancos", etc. Dentro de cada um desses diários a numeração é também sequencial. O problema é que muitas vezes os documentos chegam muito tarde á mão do contabilista, especialmente faturas e notas de crédito de fornecedores que, não sendo emitidas pela empresa, não se consegue controlar. A forma de dar a volta a isso é reiniciar a numeração todos os meses. Assim, ainda que já estejam lançados documentos de Setembro, podes sempre acrescentar mais um lançamento em Julho de uma fatura que o empresário se esqueceu de entregar. Ou se estiveres a conferir um extrato bancário de Janeiro e verificares que te esqueceste de lançar um documento que até tinhas de ir buscar ao homebanking, nunca terás o problema de falta de numero para inseri-lo no respetivo mês.
  25. 3 points
    Dá uma olhada no TIdleTimer, um irmão do TTimer sugerido pelo @thoga31 específico para lidar com inactividade. http://lazarus-ccr.sourceforge.net/docs/lcl/extctrls/tidletimer.html Assim não tens de te preocupar com multi-threading nem verificação dos inicios e fins de processos, pois o componente trata disso por ti.
  26. 3 points
    Estou até meio que sem saber o que responder a essa história do professor, pelo que vou deixar para último... 😕 Isso é outra coisa... Ninguém nasce ensinado, e o paradigma OOP é radicalmente diferente do Imperativo. Muitas pessoas (sim, programadores de Java também) não fazem a mais pálida ideia de como se programa realmente em OOP. Acham que programar orientado a objectos é... fazer objectos. É muito mais. Todo o conceito muda, a forma de pensar tem de mudar também, ou apenas terão objectos a fazer o papel de armazéns de código. Recomendo, para entender o conceito OOP, o livro Object Thinking (David West). Não tem nada a ver com Pascal, Java, etc. É um livro para expandir um conceito. Alguns exemplos usados estão em SmallTalk, mas poderiam estar em qualquer outra, visto que são só exemplos para entender o conceito. Já programei muito em Imperativo, e programei muito mais em 'Imperativo com Objectos' - e pensava como os outros que estava a fazer OOP. Actualmente prefiro programar em "OOP a sério", e com anos disto considero que ainda tenho muito para aprender. É uma evolução constante para quem quer realmente aprender, mas dependendo do tipo de software que se quer criar, vale a pena o esforço. As Units do Pascal, que depois chamas na secção Uses, são apenas uma das formas de reutilizar código. Um simples procedimento é uma forma de reutilizar. Um objecto, uma framework - há várias formas de reutilizar código, e podem e devem ser usadas em Pascal (ou qualquer outra LP). Sempre que no teu código usares copy/paste, quase de certeza estás na presença de uma situação onde um qualquer método de reutilização de código se faz necessário. Isso já virou piada entre os programadores de Pascal... Pessoas que nunca tocaram no Pascal a reclamarem dele é motivo para rir. Pessoas que tentam comparar o Standard Pascal - uma LP de 1974 formalizada em 1983, com um conjunto limitado de funcionalidades visto que era uma linguagem pensada para uso académico - com LPs actuais com funcionalidades actuais. Obviamente, nesta comparação, Pascal perde. O que falta a essa malta é aprender a não comparar alhos com bugalhos. Querem comprar com uma LP actual? Então comparem com Delphi actual. E mesmo quando comparam o Pascal 'actual', em vez de compararem linguagens, comparam compiladores - e geralmente acham boa ideia comparar com PascalZIM, que, sem desprimor ao seu criador, é muito fraquinho, tendo apenas uma pequena parte das funcionalidades do Pascal. Bem... Tem de ser, vamos a isto: Se ele disse mesmo isto, podes por favor dizer-lhe que ele é burro que nem uma porta, que não tem competência para ser professor de informática, muito menos de programação, e muito provavelmente não devia ser autorizado nem a operar uma calculadora de bolso... Podes dizer que fui eu que disse! A divisão do código em segmentos menores - sejam métodos, funções, procedimentos, rotinas, units, módulos, ou o que quiseres chamar-lhe - não é 'típico de programadores de Delphi'. É típico de quem sabe programar, seja em que linguagem for. Colocar todo o código no bloco principal? A sério? Até o Basic evoluiu para além disso. Imagina criar um projecto com milhões de linhas de código, todas no bloco principal. Ui, que lindo seria. Se esse é o teu professor, a minha sugestão é fazeres tudo ao contrário do que ele mandar. Aprendes mais a limpar o pó a livros de lógica e algoritmia do que a ser ensinado por quem quer que seja que te diga isso.
  27. 2 points
    Para SAFTs maiores criei um ficheiro batch para executar na mesma pasta do validador_v1_04.exe java.exe -Xms8184m -Xmx8184m -classpath "validador_v1_04.exe;xml-apis-1.4.01.jar;commons-csv-1.3.jar;commons-cli-1.3.1.jar;xercesImpl-xsd11-2.12-beta-r1667115.jar;org.eclipse.wst.xml.xpath2.processor-1.1.5-738bb7b85d.jar;java-cup-10k.jar;java-cup-0.11a.jar" com.saft.execution.Saft104ValidatorMinimum
  28. 2 points
    Boas pessoal, Houve alterações, https://www.occ.pt/pt/noticias/decreto-lei-n-28-2019-prorrogacao-de-prazos-para-cumprimento-de-obrigacoes/ http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/legislacao/Despachos_SEAF/Documents/Despacho_254_2019_XXI_SEAF.pdf
  29. 2 points
    Boas, Tanto quanto sei, e segundo a resposta da AT, ainda não existe nada no seu portal que permita essa comunicação, conforme transcrição da resposta da mesma "A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto. Nos termos do art.º 34 do DL 28/2019 de 15 de Fevereiro, a comunicação deverá ser efetuada através do Portal das Finanças. De acordo com o n.º 4 do art.º 43 do DL 28/2019, a comunicação a efetuar nos termos do art.º 34 do referido DL deve ser efetuada até ao dia 30 de Junho ou nos 30 dias posteriores ao inicio de actividade. Nesta data a aplicação no portal das finanças, ainda não está disponível. Deverá estar atento ao portal das finanças. Com os melhores cumprimentos AT- Autoridade Tributária e Aduaneira" Quanto ao resto das questões, também não tenho conhecimento que tenha saído alguma informação dos procedimentos, tirando o decreto-lei 28/2019. A única coisa que saiu, foi a portaria 144/2019, que define os procedimentos para a dispensa da emissão de faturas em papel. Vamos Aguardar
  30. 2 points
    Existem LICENÇAS para distribuição de código que podem ser usadas para qualquer caso: domínio público, apenas para software livre, pago em caso de uso comercial, etc. Se quem USA não cumpre, isso é outra história... eu uso software de outras pessoas, evidentemente! Não vou reinventar a roda! O projecto APACHE é um grande exemplo disso. Como tal, também dou em troca. Se não quero dar de borla, coloco uma licença que obriga quem usa a cumprir determinadas regras. O que impede, lá está, que alguém compre o código ao Bruno e e partilhe imediatamente como LIVRE??? Claro que cada um partilha o que quer e pode, voltamos ao mesmo! E já agora, como já o tinha feito ANTES, fica aqui a base para todo o desenvolvimento e testes de comunicação (não está a criar toda a estrutura porque só o irei fazer quando sair a "portaria" sobre o formato recomendado para a Norma Portuguesa – CIUS-PT). Classe de teste de comunicação (a ideia é criar os campos de acordo com a ordem da documentação técnica) https://github.com/marcolopes/dma/blob/master/org.dma.services.espap/src/org/dma/services/espap/test/CTMessageServiceTest.java Raíz do projecto (JAVA): https://github.com/marcolopes/dma/tree/master/org.dma.services.espap
  31. 2 points
    Desculpem! Talvez não tinha sido claro. Mas como todos nós, tenho casa para pagar e pôr comida na mesa para os meus filhos. Isto deve-se apenas a uma coisa: Quem me segue á algum tempo, sabe que partilho as cenas sem qualquer contra-partida. Mas, o código fonte que partilhei de Comunicação de Guias e de Faturas á AT (em VB6 FOX .NET C# PHP Phyton DELPHI e sei lá mais quantas, no dia seguinte a ter partilhado, foi imediatamente colocado Á VENDA na internet. Foi usado por centenas de pessoas, e obviamente cobraram os seus honorários aos seus clientes. E quem passou meses a descodificar aquela mer** fica a ver navios não é? Tive situações em que partilhei o código, dei ajuda na implementação, e se me atrasar meia hora porque estou a jantar ainda reclamam!!!!!! ERA O QUE FALTAVA!! Prefiro ir á praia beber uns finos. Desculpem o desabafo.
  32. 2 points
    O post inicial não era claro e muita gente acreditou que poderia ser ajudada sem ter que pagar. O PaP tem realmente ajudado muita gente e sem qualquer contrapartida, espero que continue a fazê-lo.
  33. 2 points
    Como está escrita a lista no ficheiro? Pelo que percebi, deve estar [9,0,3,4,1,7,6,2,5,8], o que é incompatível com o método de parsing que estás a usar no map. Este foi o meu teste, compara com o que tens e verifica como tens os dados formatados e como estás a fazer o seu parsing: >>> s = "9,0,3,4,1,7,6,2,5,8" >>> a = list(map(int, s.split(","))) >>> a [9, 0, 3, 4, 1, 7, 6, 2, 5, 8] Cumprimentos.
  34. 2 points
    Tu e "toda" a gente... de nada adianta decretar que é obrigatório comunicar isto ou aquilo, se não existe definição técnica de como o fazer...
  35. 2 points
    Lendo assim na diagonal, aparentemente ainda não se sabe o que se vai colocar no QR code. Pelo que percebi, quanto ao número único do documento, sempre que se pretender criar uma nova série, vai ser necessário contactar a AT e eles atribuem um número a essa série. Parto do princípio que o número único começa a partir desse número atribuído pela AT. Não percebi é se vai haver algum web service para obter esse número da série ou se terá de ser o utilizador a colocá-lo à mão (o que não fazia grande sentido, acho eu). Tenho (temos) mesmo é de me debruçar sobre isto com muito mais atenção... mas não vai ser hoje que não tenho tempo. :) Seja como for, as facturas têm de ser comunicadas à AT até ao dia 15, em 2019. Daí para a frente terá de ser até ao dia 10.
  36. 2 points
    Pessoal, convém não esquecer que a partir do próximo ano os ficheiros SAF-T terão de ser submetidos até ao dia 15 do mês seguinte (redução de 5 dias em relação prazo actual).
  37. 2 points
    Uma coisa é certa, senhores programadores: PODEM começar a moer as vossas cabecinhas! O tiro de partida foi dado a nível de implementação... https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/v1.6.7_Manual_Fornecedores_1.0_Comunicacoes.pdf
  38. 2 points
    De facto, o formato é UBL 2.1, e já está definido à mais de um ano (o manual é de Abril de 2017). Manual fornecido pela eSPap sobre o formato. Oficialmente, temos a data de 1 de Janeiro 2019 para o kick-off, mas a eSPap não está a dar resposta aos fornecedores que se querem registar e iniciar o envio dos ficheiros, quer em testes quer em produção. Está tudo em alvoroço porque não sai nenhuma portaría ou informação oficial sobre o tema. Aparentemente, deveria ter saido comunicação a 28 de Novembro. Alguém têm alguma inside information sobre o adiamento da data?
  39. 2 points
    Atenção que os namespaces nas tags são obrigatórios. Existem vários schemas separados no UBL por isso cada tag tem que indicar a que namespace pertence senão torna-se impossível fazer a validação correcta do XML. Até porque existem tags com o mesmo nome em namespaces diferentes. Se ignorarem os namespaces nas tags a validação do ficheiro vai dar erro.
  40. 2 points
    se deveria ser o valor exacto de 887.58 ? não porquê ? ... isso é uma história bem comprida ... o que te posso dizer, e para não me estender muito é leres sobre o assunto : https://en.wikipedia.org/wiki/Floating-point_arithmetic
  41. 2 points
    A informação da DigitalSign é que muito embora seja a Software-House a pedir os Certificados, cada utilizador tem de ter um Certificado pessoal ( onde vão digitalmente os dados da sua Empresa ) para comunicar com os seus Fornecedores ( envio das Faturas assinadas pelo emissor das mesmas ) De qualquer das formas, também deixamos no ar a mesma dúvida ( se será possível o Certificado ser da Software-House e não do cliente utilizador do Software ), mas ainda existe muita falta de informação sobre o assunto
  42. 2 points
    Terá de ser, porque a informação do XML terá de ser assinada para garantir autenticidade, seja qual for o canal utilizado (se for Webservice, haverá ainda outro certificado para autenticação, mas será da responsabilidade da empresa receptora) Eu começo a ver tudo isto como um AUMENTO de custo e não uma redução! (então se colocarmos "empresas intermediárias" no cenário...)
  43. 2 points
    Teria um piadão os fornecedores terem de CONTRATAR as entidades INTERMEDIÁRIAS usadas pelas empresas públicas para gerir os seus documentos electrónicos! A obrigação de implementação do sistema é de todos, e se as empresas públicas, ao invés de pagarem pela sua implementação dentro de portas, quiserem pagar a uma empresas para lhes tratar da interoperabilidade, parece ser uma possibilidade, mas os fornecedores não são obrigados a PAGAR para aceder a um portal que é da responsabilidade da empresa pública!! (digo eu!!!). Este ponto iria por água abaixo! (e se calhar vai a longo prazo, pois quem ganha com isto são entidades privadas, de uma forma ou de outra!!!)
  44. 2 points
    Vê como tens definida a função: void mediaVetores (int *vetor3, int tamanho, float total = 0) Vê bem como tens os parâmetros. E depois vê como a chamas na função main(). Só mais uma nota: Tens que rever como se preenchem vectores e como se acede aos valores neles contidos. Deves também rever o que é o scope das variáveis e saber depois declarar as variáveis nos sítios certos de acordo com a finalidade dela. Vejo que declaraste variáveis globais mas isso é má prática. Se eu percebi o código, é suposto pedir valores ao user e preencher dois vectores e depois somar os valores de cada vector e apresentar a média dessa soma, certo? Pelas razões que apresentei anteriormente, o teu programa vai dar erros sem fim. Assim que corrigires um, aparecem mais 10.
  45. 2 points
    A melhor coisa que podes fazer é esquecer o goto e o label. Mal usados (o que é muito comum), só te vão criar problemas. Usa ciclos, que é a forma correcta de repetir comandos. Dito isto, a mensagem de erro dá-te uma dica... Tens de configurar o compilador para usar o switch Sg. Tens de ver nesse compilador onde é que o podes configurar, e adicionar lá essa opção.
  46. 2 points
    Boas! É melhor alterarem o NOME do TÓPICO para Factura Electrónica na Administração Pública (porque é um modelo completamente à parte!) A ASSOFT disponibilizou um suporte com os ficheiros técnicos fornecidos que estão na posse do IPQ. Eis o email enviado aos associados: Sobre o conteúdo técnico da informação VENDIDA!!!! pelo IPQ, posso dizer que, não serve de grande coisa!!!! É um TOTAL E COMPETO ENGODO. Nem sequer os formatos técnicos são disponibilizados em XSD e/ou WSDL. Estive a saltar de site em site, e existem países que fornecem informações muito detalhadas sobre o processo de adopção, documentação TÉCNICA RELEVANTE, etc, mas sobre PORTUGAL, não faço ideia como está a ser implementado o serviço! É inqualificável esta falta de clareza e informação sobre um assunto tão importante!
  47. 2 points
    Projecto: https://github.com/marcolopes/dma/tree/master/org.dma.services.vies Classe principal com exemplos: https://github.com/marcolopes/dma/blob/master/org.dma.services.vies/src/org/dma/services/vies/CheckVatHandler.java CheckVatHandler handler=new CheckVatHandler(COUNTRIES.ES); System.out.println(handler.query("A28250777")); System.out.println(handler.query("A39000013")); System.out.println(handler.query("B94123908")); System.out.println(handler.query("J98725286")); handler=new CheckVatHandler(COUNTRIES.DE); System.out.println(handler.query("115055014")); System.out.println(handler.query("129274202")); System.out.println(handler.query("136563568")); System.out.println(handler.query("258071573")); System.out.println(new CheckVatHandler("GR").query("064806395")); System.out.println(COUNTRIES.EL.query("094543092"));
  48. 2 points
    Eish, ainda levam os dois com a bengala... É 2018, não 1956! Poupem nos comandos, p.f. readln(linha); if UpCase(linha) = 'SIM' then begin // doçura de código end;
  49. 2 points
    Correcto, o Borland Pascal suporta objectos desde a versão Turbo Pascal 5.5, de 1989 (coisa recente, daí os teus colegas não saberem ainda ) Lógico que a linguagem foi evoluindo para lá da Borland, e os objectos que podes fazer num compilador recente como o FreePascal ou o Delphi estão a anos luz do que o TP5.5 permitia, mas isso é plenamente natural... Reutilização de código é sempre possível fazer, em qualquer LP digna do nome, e Pascal não é excepção. O meu projecto Reusable Objects é mesmo exemplo disso. São objectos, interfaces e respectivas implementações padrão, que uso e reuso em inúmeros projectos meus. Funcionam mais ou menos como peças de lego. Há lá uma série delas, e vamos usando as que nos dão jeito para criar o software. Havia no tempo dele um projecto associado ao TP chamado Turbo Vision, que era uma framework para criar um User Interface, com menus e tudo, feito com objectos em TP 5.5. Os TP's seguintes, como o TP 6.0, já tinham o seu IDE construído com recurso ao Turbo Vision, num exemplo de reutilização de código e objectos em TP 5.5.
  50. 2 points
    O findfirst procura o primeiro ficheiro, o findnext procura os seguintes. Em ambas as funções é devolvido um valor em que se for zero quer dizer que encontrou. Assim, um exemplo rápido e fácil será: Uses SysUtils; Var Info:TSearchRec; begin if findfirst('*.pas', AnyFile, Info)=0 then begin //procura o primeiro ficheiro e coloca a informação no record Info repeat writeln(info.name); until findnext(info)<>0; //procura o próximo ficheiro end; findclose(Info); //fecha find end. O registo Info tem "todas" as informações do ficheiro: Nome, data, tamanho, etc. Estrututa do TSearchRec: https://www.freepascal.org/docs-html/rtl/sysutils/trawbytesearchrec.html
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