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A mostrar o conteúdo com mais reputação desde 03-12-2018 em Mensagens

  1. 4 pontos
    Relativamente a este assunto, ontem tivemos uma reunião com DIgitalSign ( empresa emissora de Certificados Digitais ), pois a Faturação Eletrónica vai obrigar a um Certificado por cada utilizador ( 125 € por ano e por cliente ) Na reunião informaram-nos que também estão com reuniões agendadas com as grandes Softwares-Houses pois na verdade ainda ninguém tem o sistema a funcionar ( muito embora algumas publicitem que sim ) Também nos informaram que a informação que tinha chegado até eles é de que seria utilizado o UBL 2.1 e não o UBL 2.0 como se tem falado aqui no Forum, mas também não tinham certezas de nada Como tal, a situação é: A Portaria que vai regular ainda não saiu …... A data de inicio já vai em Abril de 2019 …... As Empresas do Estado ainda não tem Software preparado para recolha das Faturas Eletrónicas …. e por ai fora ….. Vamos aguardando e juntando toda a informação que vai saindo, mas com toda a certeza a menos fiável é a publicada pelos jornalista, e que devemos descartar pois tem objetivos sensacionalistas e não profissionais
  2. 2 pontos
    No meu entendimento, e pelo que podemos ver pelo formato da Factura Electrónica da área da saúde, tem de haver uma assinatura do XML (seja ele enviado em envelope SOAP ou não).
  3. 2 pontos
    A informação da DigitalSign é que muito embora seja a Software-House a pedir os Certificados, cada utilizador tem de ter um Certificado pessoal ( onde vão digitalmente os dados da sua Empresa ) para comunicar com os seus Fornecedores ( envio das Faturas assinadas pelo emissor das mesmas ) De qualquer das formas, também deixamos no ar a mesma dúvida ( se será possível o Certificado ser da Software-House e não do cliente utilizador do Software ), mas ainda existe muita falta de informação sobre o assunto
  4. 2 pontos
    Terá de ser, porque a informação do XML terá de ser assinada para garantir autenticidade, seja qual for o canal utilizado (se for Webservice, haverá ainda outro certificado para autenticação, mas será da responsabilidade da empresa receptora) Eu começo a ver tudo isto como um AUMENTO de custo e não uma redução! (então se colocarmos "empresas intermediárias" no cenário...)
  5. 2 pontos
    Podes ver aqui um simples crd.xml Só lhe retirei a tag Extension no inicio para não confundir mais. E está em UBL 2.0 mas as diferenças não são significativas para o caso. Esta factura não tem descritivos e na tag ITEM tem conteúdos específicos diferentes dos pedidos pela infraestruturas de portugal que diga-se de passagem também não é standard.
  6. 1 ponto
    Tanto quanto sei, a ideia original do governo era que em vez de se dar uma factura em papel ao cliente, era enviada a fatura (com o nível de detalhe equivalente às actuais facturas em papel) directamente para as finanças (que depois tornaria a factura disponível ao cliente online, assumo). Por isso acho muito bem que a CNPD tenha metido um travão nisto (pessoalmente já me incomoda a informação que as finanças recebem actualmente, razão pela qual raramente dou o meu número de contribuinte).
  7. 1 ponto
    Aí é que está... Quando enviadas por WS, não há detalhes das compras, apenas valores. Os campos das linhas de faturas enviadas por WS são: DebitAmount CreditAmount TaxType TaxCountryRegion TaxPercentage TaxExemptionReason Isto é menos que até o SAFT mensal, que leva por exemplo quantidades...
  8. 1 ponto
    a CNPD é uma anedota nacional, então o RGPD... juntando os dois, dá uma coisa fabulastica!
  9. 1 ponto
    Essa notícia tem mais a ver com a medida do Simplex+2018 que se prevê para o 2º trimestre de 2019 (e não 1 de Janeiro como alguns outlets estão a divulgar). É independente da situação da norma europeia de eInvoicing. Mas não deixa de ser divertido saber que a AT está a 'reformular' algo que ainda nem sequer foi formulado! E ainda gostaria de saber qual o problema da CNPD... Quê que vai a mais por WS que não vá já no SAF-T? Acho que até vai menos!
  10. 1 ponto
    Vi agora a notícia no Observador: https://observador.pt/2018/12/05/faturas-em-papel-vao-acabar-ja-em-janeiro/ Bem, trabalho não nos vai faltar...
  11. 1 ponto
    #include <stdio.h> #define MAX(a,b) ((a) > (b) ? (a) : (b)) int main() { int hit = 0; for (int i = 999; i > 0; i--) { int j = 999, mul, copy, rev; do { rev = 0; mul = copy = i * j; while (copy) { rev = rev * 10 + copy % 10; copy /= 10; } j--; } while (j > 0 && mul != rev && hit < mul); hit = MAX(mul, hit); } printf("maior numero capicua e: %d\n", hit); return 0; }
  12. 1 ponto
    FONTE? Eu acredito que SIM, porque é essa a nomenclatura do eTaxFree... Retirado dos documentos técnicos:
  13. 1 ponto
    O ATCUD entra em vigor em 2020 juntamente com um QR-Code impresso na Fatura
  14. 1 ponto
    Obrigado pela resposta CrominhO. Realmente espero que, qualquer que seja a opção adoptada, não traga custos para os clientes, caso contrário vamos ter que ouvir reclamar muito. Penso que a ideia deveria ser simplificar processos, não aumentar os custos. Mas vamos ver a surpresa que o Pai Natal nos irá trazer... Também fiquei com essa ideia. Tal como dizes, quem estiver a comunicar as facturas por web service poderá, se quiser (e se o cliente não exigir a factura em papel), não imprimir. Também não vejo nenhuma obrigatoriedade nisto. Quanto ao prazo, pelo que se pode ver em https://www.simplex.gov.pt/medidas em Fatura sem Papel, esta medida tem o prazo de implementação previsto de "2.º Trimestre 2019". Quanto à descrição da medida diz: "Regulamentar a possibilidade de dispensa do impressão de faturas." Ou seja, fala-se em possibilidade de não ser preciso imprimir. Seja como for, só falta mesmo o tal regulamento.
  15. 1 ponto
    Pois, os jornalistas pega na noticia de outro jornalista, adaptam à sua maneira e siga O que parece que está previsto para o dia 1 de Janeiro ao abrigo do Simplex-2018, é a possibilidade nas Vendas a Publico ( POS ), não se entregar a Fatura ( a não ser que seja pedida ), mas nestes casos o Software tem de enviar de imediato todas as Faturas para a AT via Webservice Como tal será uma opção e não uma obrigação para todos
  16. 1 ponto
    Antes demais quero agradecer a todos a partilha, se isto já é um CAOS imaginem se cada um de nós ficasse com o bocadinho de informação que possui e não partilhássemos... Era a loucura total :-\ @chesser antigamente, back in 2012 se a memória não me falha, o certificado era para os teus Clientes e para os clientes deles, para que ninguém pudesse interferir nessa comunicação. E deveria ser emitido por uma terceira entidade independente e imparcial. Essa entidade garantia o recebimento e a entrega do documento, que na altura nos "levava" ~€0.70 por documento :-\ ... Ora isto num software Vertical, é facil de perceber que até poderá trazer vantagens, já num Horizontal é surreal, imagina a "loja da esquina" a pagar 70 centimos por documento... Não quer dizer, (e espero bem que não seja) que desta vez seja assim :-\
  17. 1 ponto
    https://www.simplex.gov.pt/medidas Fatura sem papel Ministério responsável: M. das Finanças Descrição da medida: Regulamentar a possibilidade de dispensa do impressão de faturas. Prazo de implementação previsto: 2.º Trimestre 2019 Principais destinatários da medida: Cidadãos | Empresas Fonte da medida: Processo participativo interno à Administração Pública Etapa de vida: Empresa
  18. 1 ponto
    Falei ontem com a ASSOFT (com o responsável por esta matéria, que está em contacto DIRECTO com o grupo de trabalho nomeado para portugal) Concretamente, o GRUPO de trabalho nomeado para analisar a transposição da directiva da U.E. está completamente isolado de qualquer departamento do governo responsável pela legislação, planificação, possível implementação do que quer que seja! Estão a ser feitas tentativas para agendamento de reuniões, mas até agora nada foi conseguido. Por outras palavras: uma completa descoordenação. Não se sabe quando, nem o que vai ser feito, à excepção que as empresas públicas serão obrigadas a aceitar, directamente ou através de intermediários, os formatos técnicos já estabelecidos pela U.E. como obrigatórios (isto a nível de CORE, porque depois cada país ou entidade pública? terá as suas extensões... e forma de comunicar!)
  19. 1 ponto
    Faz por partes. Primeiro: escrever código que faz a tal multiplicação de todos os números de 3 dígitos. Algo como: for(int i=0.......) for(int j =0........) produto = //multiplicação aqui usando o 100 e o i é o j dos loops for Não posso dizer muito mais senão faço tudo. É isto leva ao pequeno problema que falei. Vai acontecer que o loop exterior vai acabar por repetir valores do loop interior. Mas como para já não tenho outra solução, esta deve servir para tentares resolver o problema. Depois mais logo ou durante o dia, certamente alguém te encaminhará para uma solução mais optimizada e robusta.
  20. 1 ponto
    Boas, Parece-me interessante: https://github.com/Gammern/ubllarsen
  21. 1 ponto
    Obrigado pelo exemplo. No meu caso estou a construir e a validar num validador http://13.80.11.48:8000/invoice/upload , depois a ideia é ir retirando os erros .... Por exemplo ele obriga a ter dentro do TaxSubtotal um TaxCategory que indique depois o tipo de IVA, equivalente ao TN, RED, mas já encontrei uma equivalência (não muito equivalente) http://docs.peppol.eu/pracc/catalogue/1.0/codelist/UNCL5305/ , mas que depois a códigos que o validador não reconhece.. Mas no caso do exemplo não tem essa informação, agora não sei se foi adicionado ao 2.1 Mais uma vez Obrigado, dá para ter uma ideia.
  22. 1 ponto
    Eu espero que sim, mas vamos com calma porque já não é a primeira vez nem será a ultima que lançam as coisas "em cima" do acontecimento lol... 2012/13, 2 semanas antes com a Venda a dinheiro para FS e depois mais 2 semanas para a FR lol... Espero que sim, que pelo menos nos seja dado algum tempo para debater e implementar 🙂
  23. 1 ponto
    Bom dia Fabio, posso tentar ajudar nas tuas duvidas, mas convém consultares a documentação oficial da AT: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Pages/certificacao-de-software.aspx http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/SAFT_PT/Paginas/news-saf-t-pt.aspx 1. a) A melhor forma de teres a certeza do formato é analisares o ficheiro de validação do SAF-T para o campo DocumentNumber. Mas basicamente a série é uma forma de identificar unicamente a numeração. Por exemplo podes ter a série por posto e juntas o ano, ficando P12018 (ex: FR P12018/1). Não podes ter o caracter de espaço na série. b) O código hash é gerado com a chave privada, usando alguns campos do documento (dataemissão;datahorasistema;numero;total;hashdocanterior). No caso do primeiro documento, como não tens documento anterior, omites esse conteúdo. Essa parte de extrair 4 caracteres do hash será apenas na impressão do documento para entregar ao cliente. c) Não entendi a duvida mas os documentos fechados e assinados não podem ser alterados. d) Todos os documentos que possam ser entregues a clientes têm de ser assinados (faturas, contas, etc). O prazo de envio do SAF-T é atualmente até ao dia 20 do mês seguinte. e) Para cancelamento de algum produto, deve ser feita uma nota de crédito. A anulação julgo que só em casos extremos (por exemplo, engano no NIF) 2. Esse erro indica que estás a exportar um produto (com o código MO) na parte dos documentos, que não referenciaste no inicio do SAF-T, na parte dos produtos 3. Não tenho conhecimento se existe alguma API que facilite, mas tenta ver o tópico SAFT-PT: debate de dúvidas e ideias no forum, tem lá bastante informação que ajudou-me na altura que fiz. Espero que ajude, nelsonr
  24. 1 ponto
    Pelo que percebi o absolute, coloca-te numa determinada linha do resultSet. Quando fazes o rs.next() faz algo parecido. Este ciclo faz com que percorra todas as linhas que obteve. Em vez de usares o absolute, utiliza o rs e vai buscar os valores utilizando o getInt(), getString(), ... em que passas por parâmetro o nome da coluna da tabela na base de dados ou então o indice onde está. Exemplo do link que dei: ResultSet rs = stmt.executeQuery(query); while (rs.next()) { String coffeeName = rs.getString(1); int supplierID = rs.getInt(2); float price = rs.getFloat(3); int sales = rs.getInt(4); int total = rs.getInt(5); System.out.println(coffeeName + "\t" + supplierID + "\t" + price + "\t" + sales + "\t" + total); } Caso não resolva, podes colocar aqui o troço do código de onde fazes o pedido à base de dados e utilizas o absolute?
  25. 1 ponto
    Acho que isto te deve ajudar: https://docs.oracle.com/javase/tutorial/jdbc/basics/retrieving.html
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