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A mostrar o conteúdo com mais reputação desde 13-05-2018 em Mensagens

  1. 3 pontos
    Realmente, o Portal da AT está tão modificado que não se consegue encontrar nada à primeira. Aqui vai o link: https://www.acesso.gov.pt/gestaoDeUtilizadores/consulta?partID=PFAP
  2. 2 pontos
    Não... o ENDEREÇO (ENDPOINT) de testes é que é diferente... o utilizador é o que tu quiseres, e pelos vistos, a AT revogou o acesso do utilizador "universal" que tinha criado para testes... Resta a cada empresa que quiser testar CRIAR um SUB-utilizador no portal das finanças relativo aos webservices e usar essas credenciais...
  3. 2 pontos
    Acabei de testar, tanto na pagina dos Produtores de Software, como no meu software em ambiente de testes e está tudo a funcionar normalmente. No meu software faço o envio de teste com o NIF/0001 e a respetiva senha que foi dada ao sub-utilizador 1, até para confirmar que o utilizador digitou a senha corretamente.
  4. 2 pontos
    Sim, existe um documento que te indica quais os requisitos de um software certificado. É o despacho 8632/2014 (https://dre.pt/application/dir/pdf2s/2014/07/126000000/1725517261.pdf), e é o teu ponto de partida para isso. Nota que não é só disso que precisas. Vais precisar conhecer alguns artigos do CIVA, à portaria 302/2016 (https://dre.pt/application/conteudo/105300290), e estar atento a toda a legislação emitida pelo ministério das finanças, porque não raras vezes te obriga a alterar o programa. Quando tiveres tudo pronto, vais ao portal das finanças e preenches o Modelo 24, que é o pedido de certificação. Quando eles te chamarem, levas lá o programa e cumpres o que te pedirem para fazer. Se eles acharem que algo não está bem, dizem-te o que é, e terás de alterar e voltar a ir lá. Em alguns casos, se for coisa rápida, podes até alterar lá na hora (depende dos inspectores), e noutros ainda, se for coisa pouco grave, certificam-te o programa com indicação que terás de o corrigir antes de o usar.
  5. 1 ponto
    Boas. Desde o início desta comunicação, as credenciais que uso são as mesmas de produção, ou seja, NIF/Subutilizador válido no Portal da AT. No meu caso, com o meu NIF (pessoa singular) criei um subutilizador com as devidas permissões e sempre foi este que utilizei. As diferenças entre produção e testes são o certificado a utilizar (cert. produtor software / cert. testes) e o endereço do endpoint, tudo o resto é igual. Espero que isto ajude...
  6. 1 ponto
    Acho que não expliquei bem... não existe um SUB-utilizador de TESTES! O SUB-utilizador a usar é o mesmo da produção! Talvez eles queiram saber quem anda a fazer testes Experimentem com o SUB-user de produção e digam qq coisa. O problema desta abordagem é que, caso o programador por lapso esteja no ambiente de produção... está a comunicar documentos 😕 NOTA: Gosto muito!!! da inconsistência de descrições nesta tabela da AT... ARW - Arrendamento Webservice DA - Decl. Anual DMR - Declaração Mensal de Remunerações IMV - Imposto Municipal sobre Veículos IRC - Imp. Rendimento Colectivo M10 - Mod. 10
  7. 1 ponto
    O python antes de correr algum ficheiro define algumas variáveis especiais, uma delas é __name__. Quando corres um modulo como programa principal essa variável é atribuída o valor de __main__ porque está a correr nela, mas se for importada como uma biblioteca esta terá o nome do ficheiro. if __name__ == "__main__": não tenho 100% certeza mas é a forma como "defines" (no python não existe tal) a função main() Eu normalmente uso a linha (if __name__ == "__main__":) quando estou a definir classes ou um ficheiro de funções auxiliares, e quero escrever testes ou pequenos pedaços de código para debug. Exemplo para ajudar a compreender: module.py frase = "module.__name__ == {0:s}" print(frase.format(__name__)) if __name__ == '__main__': print("Sou o programa principal") else: print("Fui importado por outro ficheiro") main.py import module frase = "quando importo module: {0:s}" print(frase.format(module.__name__)) frase2 = "main.__name__:{0:s}" print(frase2.format(__name__)) quando corres na linha de comandos: >>> python3 module.py module.__name__: __main__ Sou o programa principal >>> python3 main.py module.__name__: module Fui importado por outro ficheiro quando importo module: module main.__name__:__main__
  8. 1 ponto
    @PSeg nas minhas notas antigas esse erro tem haver como estas a usar o certificado, instalado no OS ou exportado (Exportable) 2016-09-20 11:22:04,481 [DEBUG] ....financial.service.Objects.Utils : Error 200: [A ligação subjacente foi fechada: Erro inesperado ao enviar.] instalei o TesteWebService.pfx com a Password: "TESTEwebservice" no sistema operativo e ja deu!!! Sem o Certificado Instalado no meu caso o Truque era usar o X509KeyStorageFlags.Exportable Importing the Private Key from the .pfx file http://stackoverflow.com/questions/16260984/importing-the-private-key-from-the-pfx-file //From user installed Certificates - NO WORK AND GIVES YOU THE SAME ERROR > A ligação subjacente foi fechada: Erro inesperado ao enviar. //cert.Import(_pathCertificate, _passwordCertificate, X509KeyStorageFlags.DefaultKeySet); //From FileSystem - WORK cert.Import(_pathCertificate, _passwordCertificate, X509KeyStorageFlags.Exportable); tenta instalar o certificado no OS primeiro e se der, depois usas o file dentro da pasta do software, foi o q eu fiz
  9. 1 ponto
    Não tens que ler Read (r) e só depois dar Write(w)?
  10. 1 ponto
    Será que no ambiente de testes existem imóveis pré-definidos e como tal não usam os imóveis de produção?
  11. 1 ponto
    Tens de usar a propriedade SelectItem (ou algo assim, não sei de cor) para escolheres o item que deve ser selecionado.
  12. 1 ponto
    Bom dia João Creio que estás com uma noção errada da realidade da faturação em PT, o que é normal para quem está fora da área de software deste género, por isso permite-me identificar alguns pontos: Em tempos isto foi importante, sim. Até há alguns anos atrás, software produzido internamente na empresa não necessitava de ser certificado. Já não é assim. Todo e qualquer software que produza faturas em Portugal deve ser certificado. A excepção teórica é quem já usava antes software não certificado e não atinge os 100000€ anuais não precisa trocar por software certificado. No entanto é só mesmo teórica, porque actualmente já não é possível enviar o ficheiro SAF-T em nenhuma versão anterior à 1.04, o que torna o uso de software antigo, não certificado, impossível na prática. Sim, existe. A AT disponibiliza duas formas de enviar os documentos de faturação, via ficheiro normalizado SAF-T (actualmente na v1.04_01), ou via WebService SOAP, através de API própria da AT, cujo padrão está disponível na página do E-Fatura, na área de Produtores de Software. No entanto, como já deves ter percebido do ponto anterior, não, não elimina a necessidade de certificares o teu software. Se queres fazer faturas nele, tens de o certificar. Poderia quando muito haver um software que disponibilize ele proprio a sua API, e nesse caso tu farias apenas o Front-End na tua LP de eleição. Mas o programa usado no que toca à AT seria sempre esse, e não o teu. Isto significa que a DB usada seria também a desse programa, e não a tua. O ficheiro SAF-T não serve para gerar faturas, mas sim para enviar para a AT as faturas geradas no programa, quando não usado o webservice. Quem não faça o envio imediato por WS, deve até ao dia 20 do mês seguinte ao da emissão das faturas (dia 25 era antigamente, já foi alterado) enviar o ficheiro para a AT, ou manualmente no portal E-Fatura ou por via da aplicação Java de Linha de Comandos que a AT disponibiliza para o efeito. Se quiseres mesmo avançar com esse projecto, terás mesmo de certificar o software, com tudo o que isso significa. Significa que tens de o fazer por forma a cumprir toda a legislação relevante em vigor, e manter o programa actualizado sempre que alguma dessa legislação seja alterada. Significa que tens de ir à AT, em Lx, para uma certificação, após o envio do Mod. 24, apresentar o teu produto, e corrigir tudo o que os inspectores considerarem errado para que o software passe, independentemente de teres ou não intenção de o vender. Se pesando os contras achares que os pros ainda valem a pena, força nisso. Tens muita informação nos tópicos respectivos que mencionaste, e se alguns links podem já estar em baixo, a informação que por lá anda é na sua maior parte um bom ponto de partida. Mas lembra-te que um software de faturação, com tanta alteração que a AT faz à legislação, é quase um trabalho a tempo inteiro. Vale a pena?
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