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  1. 4 points
    Contactei a AT a propósito da questão da indisponbilidade do ambiente de testes que conduz a haver apenas o ambiente de produção quando pretendemos validar alguma coisa, permito-me partilhar a resposta: "A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto. De acordo com as regras estabelecidas, não é possível utilizar o ambiente de produção para efetuar testes de submissão de guias de transporte. Para isso existe o ambiente de testes. Efetivamente esse ambiente não se encontra totalmente operacional mas esperamos ser breves a resolver este constrangimento."
  2. 2 points
    Isto continua uma grande trapalhada. Pelo manual que o brunotoira enviou parece que ainda está muita coisa "em atualização" ou "a desenvolver". Além da utilização de um broker, que por sua vez comunica com a Espap, também vão existir webservices de comunicação directa com a Espap (ponto 2.2 - Web services (SOAP) - A serem disponibilizados pela ESPAP para consumo por parte das Entidades da Administração Pública". Suponho que são estes que nós, produtores de software, iremos utilizar. Claro que nós não somos mencionados em lado nenhum... Mas estes serviços disponibilizados pela ESPAP têm depois a seguinte redacção: Agora as minhas duvidas são, - Como aceder a esses ambientes? Aparentemente não estão ainda em funcionamento (eu não consegui aceder a eles (não respondem). - Quando vão estar em funcionamento e quando vamos ter informação (não teórica) sobre os mesmos? - Aparentemente não será necessário o recurso a brokers. Ou é? - Não era já tempo de isto estar desenvolvido e divulgado? Começo a ficar preocupado...
  3. 2 points
    A valorização deve ser feita, como sempre foi, pelos métodos contabilísticos aceites pelo Código do IRC (artigo 26º) e pelas NCRF, ou seja, PMC, FIFO, LIFO, custo padrão, etc. A única diferença é que passa a ser calculada e comunicada até 31 de Janeiro, quando antes podia ser calculada mais tarde pois só ia o valor final na IES em 15 de Julho. Claro que tinha que ser calculado pelo menos até 31 de Maio porque é um valor usado para calcular o Lucro que é declarado da M22. O maior problema é calcular os valores dos produtos em curso de fabrico. Por exemplo, um construtor que tem em curso a construção de X apartamentos, antes bastava colocar no inventário "X apartamentos" e agora tem de colocar "X apartamentos com o valor de Y em 31/12/N". Se entre 31/1/N+1 e 31/3/N+1 detetar que faltam atribuir Z de custos aos apartamentos, como faz? substitui o inventário? haverá penalizações? Legalmente, pelo Código das Sociedades Comerciais, as contas podem ser apresentadas aos sócios até 31 de Março.
  4. 1 point
    De forma a adiantar serviço e até recebermos qual a informação a enviar para o QrCode, já aplicamos o referido QrCode em todos os Documentos enviando como conteúdo o LInk do Site do Cliente, ou em caso de inexistência deste enviamos o Link do E-Fatura. No dia 17 de Outubro questionamos a AT sobre quando sairia manual técnico sobre o assunto e abaixo segue a resposta recebida a 18 de Outubro: A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto. Informamos que ainda não foi publicada a portaria, pelo membro do Governo responsável pela área das finanças, que define a informação a constar na mensagem e as especificações técnicas para a geração do Código de Barras Bidimensional (Código QR), para cumprimento do disposto no nº3, do artº 7 do Decreto-Lei n.º28/2019. Oportunamente será anunciada a publicação da portaria, no Portal das Finanças. Com os melhores cumprimentos AT- Autoridade Tributária e Aduaneira Continuamos então a aguardar, parece que eles continuam entretidos com a tal nova "máquina" que custou 100 milhões e analisa 600.000 Faturas por hora, 24 horas por dia !!!
  5. 1 point
    Pois, ultimamente parece que OCC está mais actualizada ou vem cá para fora dizer o que se passou nas reuniões ainda antes de ser lei. Bom ou mau não sei, no entanto aqui fica a informação da OCC sobre o assunto e vale o que vale.... https://www.occ.pt/fotos/editor2/prazosaplregrasfaturacaoa.pdf Julgo ser o resultado de ter havido eleições ........
  6. 1 point
    Bom dia. Obrigado pela resposta. Entretanto encontrei o problema que percebi ser um pouco periférico. O linker precisava de um ficheiro assembly que não estava a ser bem compilado com as flags corretas. Entretanto o seguinte comando resolveu o problema: set_source_files_properties(${SDK_DIR}/modules/nrfx/mdk/gcc_startup_nrf52.S PROPERTIES COMPILE_FLAGS "-x assembler-with-cpp" ) Obrigado!
  7. 1 point
    Boa Tarde, Antes de mais quero pedir desculpas estar a incomodar-vos. Mas o meu nome é João Filipe Costa e neste momento estou a recrutar um Full Stack JavaScript Developer no Porto. Não sei se é permitido no Forúm colocar ofertas de trabalho, mas espero que ninguém leve a mal a minha iniciativa. O meu trabalho consiste em busca de talento na área de IT, de forma a pessoa fazer contrato direto com o cliente final. Caso gostes de desenvolver com tecnologias como, Node.js, React acredito que posso ter uma vaga interessante para cliente final. Mais uma vez peço desculpa incomodar-vos, mas caso alguém esteja interessado, poderá entrar em contato comigo por linkedin ou joao.costa@elevus.pt para saber mais informações. Com os melhores cumprimentos, João Filipe Costa | joao.costa@elevus.pt
  8. 1 point
  9. 1 point
    Parece que o SEAF do novo governo que é o mesmo do anterior mudou de ideias em relação ao que tinha acordado com a OCC e reduziu 1 ano ao prazo. Triste é que estes Despachos não públicos. O novo governo tomou posse no sábado, este já é o nº 4, e não aparecem em lado nenhum.
  10. 1 point
    E estamos a falar de uma simples alteração a um ficheiro xsd que, em princípio, se faria com relativa facilidade e rapidez, certo. Sendo que essa portaria já foi publicada a 2 de Maio. Mas há outras coisas bem mais complicadas e cujo prazo está a terminar e que, até ver, não há nenhuma novidade: - Já alguém sabe como se vai fazer a tal comunicação relativa aos estabelecimentos, equipamentos, ..., prevista no artigo 34.º do Decreto-Lei 28/2019? Inicialmente era obrigatório fazer a comunicação até 30 de Junho de 2019. Posteriormente, de acordo com o Despacho 254/2019 do SEAF, passou para 31 de Outubro. Ou seja, estamos a uma semana do prazo terminar. - Já há informação concreta quanto ao QR code a inserir nas facturas? E quanto ao código único do documento e à obrigatoriedade de comunicar as novas séries de documentos à AT? Tudo isto faz parte do Decreto-Lei 28/2019, publicado no dia 15 de Fevereiro, ou seja, há mais de 8 meses e ainda não há nada para trabalharmos. E como tem de estar a funcionar a partir de 1 de Janeiro, já só temos 1 semana e 1 mês para implementarmos isto (seja lá o que for e como for) em todos os nossos clientes. Entretanto, a AT publicou um Ofício Circulado a 1 de Outubro que nada acrescenta em concreto. Aliás, esse Ofício Circulado surge no dia 1 de Outubro, porque a AT tinha de publicar qualquer coisa até essa data (estava obrigada pelo ponto 3 do Despacho 254/2019 do SEAF).
  11. 1 point
    Fonte: https://multun.net/obscure-c-features.html
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