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A mostrar o conteúdo com mais reputação desde 10-11-2018 em todas as áreas

  1. 4 pontos
    Derrerter, também recebi esse exemplo acompanhado da seguinte comunicação Cá está. É obrigatório mas não foi apresentada nenhuma informação, decreto lei ou portaria, sobre o assunto. Típico.
  2. 4 pontos
    Se alguém usar .NET, o seguinte link poderá ter interesse: https://github.com/UblSharp/UblSharp
  3. 3 pontos
    É mesmo de ficar sem palavras. Situando um pouco toda esta história, com base numa formação em que estive, a Diretiva europeia de 2014 não era vinculativa, seria mais uma base de trabalho para os países. O nosso antecipou-se no ano passado quando publicou o DL 111-B/2017 (Agosto 2017) à Decisão de Execução 2017/1870 (Outubro 2017) da Comunidade Europeia. Explicando, em Portugal, o bendito Decreto-Lei obrigou a que toda a fatura passada ao Estado tivesse de obedecer aos requisitos da Faturação Eletrónica ( como o exemplo dado antes do talho que vende uns bifes para a escola ), enquanto que a 2017/870 apenas confirmava a obrigatoriedade de faturação eletrónica nas obras de construção civil acima dos 5 milhões de euros ou fornecimento de bens e serviços acima dos 200.000 euros. E não falo aqui também do facto do n/ governo ter antecipado para 1 de Janeiro esta obrigação quando a CE tinha estabelecido como deadline o mês de Abril. Como se isso não chegasse, o n/ país era obrigado a publicar até ontem a Portaria / documento que regulasse esta questão cá em Portugal, coisa que não aconteceu ( liguei hoje para a AT e não me conseguiram dar uma previsão para a sua publicação ). Podíamos pelo menos ter um rascunho do que poderá ser publicado, para todos nos orientarmos. Em face desta incerteza e desta indefinição que todos sentimos, parece-me que está aberto o espaço para que alguns brokers venham a beneficiar desta situação. Teria toda a lógica que a AT criasse algo idêntico à comunicação das faturas ou dos documentos de transporte. Mas não me parece, acho que tudo isto é uma forma de gerar dinheiro pelo lado da obrigação, desde nós que temos de comprar a norma e as especificações técnicas até ao talho que tem de gastar não sei quanto para vender uns bifitos ou o café que provavelmente vai recusar-se a servir pequenos-almoços a funcionários públicos... Aqui fica uma reflexão, 2 dias depois de nada ter sido publicado.
  4. 3 pontos
    Afinal nada disto é novo para o fisco!!! Veja-se a implementação do MESMO sistema para a Faturação Electrónica de Medicamentos e Cuidados Farmacêuticos: https://www.ccf.min-saude.pt/portal/page/portal/estrutura/documentacaoPublica/ACSS/ACSS_AF_Facturacao_Electronica_Medicamentos_Main_v20180606.pdf UBL 2.0, com extensões específicas, com assinatura do XML, e envio através de WEBSERVICE!
  5. 2 pontos
    Ah! E esqueci-me de referir o mais importante que vinha no e-mail, a cereja em cima do bolo,
  6. 2 pontos
    Boas, Aqui está um exemplo enviado pela Infraestruturas de Portugal, para os seus fornecedores. https://www.dropbox.com/s/mnoayplcdr10tmc/exemplo_ubl2.1.xml?dl=0
  7. 2 pontos
    MarcoLopes, essas referencias que apresentas são situações especificas aplicadas exclusivamente ao sector da saúde. Sim, o CCF que é o centro de conferência de facturas passou a receber a relação de facturas de cuidados de saude prestados por empresas privadas ao SNS através de ficheiros XML com uma estrutura "básica" do standard UBL. A prescrição de receitas electrónicas também já é uma realidade no SNS e a utilização de webservices nos cuidados respiratórios, por exemplo, é uma realidade. Mas isso aplica-se apenas ao sector da saúde. E a instituição que "lida" com estes sistemas é o SPMS (Serviços partilhados do Ministério da Saúde). Eu sei porque já desenvolvi alguns sistemas específicos de ligação aos sistemas deles. Mas no caso da factura electrónica obrigatória por norma europeia penso que não terá nada a ver com o caso da saúde. Eventualmente o standard a adoptar será o mesmo (UBL) mas nem isso é garantido. Acho que vamos ter que aguardar por publicação de legislação. E pelo "andar da carruagem" tenho sérias duvidas que seja aplicado já a partir de Janeiro/2019. PS: Se for igual ao do CCF posso adiantar já que é bastante complexo envolvendo inclusive, além da assinatura digital do XML, conversões para Base64String e comunicação com webservices com autenticação através de tokens. Parece o "Fort Knox" americano :D...
  8. 2 pontos
    Parece que começa a haver mais alguma informação. Segundo a itinsight vamos adoptar o formato UBL 2.1 https://www.itinsight.pt/news/inovacao/ministerio-das-financas-adota-formato-ubl-21-para-contratos-publicos Agora é esperar pela publicação oficial e ir preparando o jarro do café ...
  9. 2 pontos
    Vê como tens definida a função: void mediaVetores (int *vetor3, int tamanho, float total = 0) Vê bem como tens os parâmetros. E depois vê como a chamas na função main(). Só mais uma nota: Tens que rever como se preenchem vectores e como se acede aos valores neles contidos. Deves também rever o que é o scope das variáveis e saber depois declarar as variáveis nos sítios certos de acordo com a finalidade dela. Vejo que declaraste variáveis globais mas isso é má prática. Se eu percebi o código, é suposto pedir valores ao user e preencher dois vectores e depois somar os valores de cada vector e apresentar a média dessa soma, certo? Pelas razões que apresentei anteriormente, o teu programa vai dar erros sem fim. Assim que corrigires um, aparecem mais 10.
  10. 2 pontos
    Quebras as palavras pelo espaço e usas os operadores like e or e fazes um distinct para eliminar resultados duplicados. select distinct * from tabela where descritivo like '%cobre%' or descrivito like '%22%' Tem atenção que esta estratégia está longe de ser a que tem a melhor performance, mas se não tiveres muito registos pode ser perfeitamente viável.
  11. 2 pontos
    Tens várias dúvidas, vou tentar ajudar ponto a ponto: Não podes ligar um equipamento RS232 a outro em RS485, têm características completamente diferentes, Tens que ligar RS232 a RS232 ou RS485 a RS485 Uma vez que a decisão tem que ser tomada pelo PLC, eu ligava o PLC ao medidor de pH, o HMI, por norma é só para mostrar e/ou editar valores, É um Interface, só. Se Usares o HMI ele tem que comunicar com o medidor de pH e depois enviar o valor para o PLC, trabalho desnecessário, Se usares o PLC é direto. Tens que configurar o PLC e o medidor de pH para o mesmo tipo de comunicação (RS232 OU RS485) tens que configurar as características da comunicação, tanto num lado como no outro, o baudrate, data bits, stop bits, etc... têm que ser iguais, caso contrário não comunica corretamente. Também tens que configurar o endereço (modbus) do slave, caso contrário quando o PLC tentar comunicar com ele, ele não responde (numa rede modbus podes ter até 31 slaves, e os endereços podem ir desde 0 até 254). Depois de configurares as portas de comunicação corretamente, tens que configurar o protocolo de comunicação. Em princípio o deves usar o Modbus-RTU, do lado do PLC é mais fácil. o Modbus é um dos protocolos de comunicação mais usados no mundo e há muita informação na net sobre isso e como é que funciona. Resumidamente: Do lado do Slave (medidor de pH) tens uma tabela de endereços das variáveis, por exemplo: 40001 = pH 40002 = Temperatura 40003 = .... Do lado do Master (PLC), só tens que pedir ao "Endereço Modbus do Medidor de pH" Dá-me 2 valores a começar no 40001 Quando o Slave recebe o pedido a cima, responde, com os valores Depois é só fazer o código do lado do PLC para comunicar com o medidor de pH (deve ser só 1 bloco que será chamado de X em X tempo) e o restante código para controlar o pH Ou seja, resumidamente: Escolhes o protocolo RS232 ou RS485 Configuras as portas de comunicação dos 2 equipamentos Configuras o protocolo nos 2 equipamentos Fazes software (chamas os blocos) de comunicação
  12. 2 pontos
    A melhor coisa que podes fazer é esquecer o goto e o label. Mal usados (o que é muito comum), só te vão criar problemas. Usa ciclos, que é a forma correcta de repetir comandos. Dito isto, a mensagem de erro dá-te uma dica... Tens de configurar o compilador para usar o switch Sg. Tens de ver nesse compilador onde é que o podes configurar, e adicionar lá essa opção.
  13. 1 ponto
    Em relação as números primos, em primeiro lugar é necessário saber o que são números primos e como se detectam. Números primos são números que apenas se dividem por 1 e por eles próprios. Como passar isto para código???? Então quando se diz que um número é divisível por outro, significa que o resto da divisão é 0, certo? Pronto, este é o truque para detectar números primos. O resto penso que será mais fácil, não? Edited; Acho que o que tu estás a fazer é detectar números pares. Não é isso que se pretende! Só reparei no resto do código depois! Depois também tens que declarar um vector de tamanho suficiente para guardar todos os valores gerados! De seguida, percorres o vector, verificas se o valor é primo, se for, adicionas a uma variável previamente definida e imprimes essa variável. Guarda também a quantidade de números primos encontrados! Finalmente, imprime a média da soma dos números primos presentes no vector, usando a variável que contém a quantidade de números primos encontrados!
  14. 1 ponto
    Eu espero que sim, mas vamos com calma porque já não é a primeira vez nem será a ultima que lançam as coisas "em cima" do acontecimento lol... 2012/13, 2 semanas antes com a Venda a dinheiro para FS e depois mais 2 semanas para a FR lol... Espero que sim, que pelo menos nos seja dado algum tempo para debater e implementar 🙂
  15. 1 ponto
    E esse código funciona, dá erros ou onde tens dúvidas? Ou não funciona? Nota: O forum permite inserir código com syntax highllight. Exemplo: int pede_peso(void){ float peso = 0; scanf(" %d", &peso); printf("Peso: %d\n", peso); }
  16. 1 ponto
    Sem dúvida. O que eu quis dizer (e disse) é que a Factura da administração pública não deve andar longe de tudo o que está descrito nesse documento... tanto a nível de assinatura digital, comunicação webservices, etc... Quanto ao prazo, está fora de questão entrar em vigor em Janeiro! Irá para o prazo alargado de Abril (?) provavelmente. No entanto contava com a Portaria já este mês para debate o assunto...
  17. 1 ponto
    Sempre que existe um transporte em veículos da empresa e é emitido uma guia para acompanhar esse transporte, essa guia tem de ser comunicada. Operações internas como transferências de armazém (em que o armazém origem e destino se encontram no mesmo local) não comunico.
  18. 1 ponto
    Uma Guia de Devolução é um documento de transporte emitido pela empresa para efetuar um transporte para o fornecedor, logo terá o SupplierID.
  19. 1 ponto
    olá, se ainda tiveres este problema, tens que gerar o par .po/.mo. depois tens que confimar que o tema está a carregar os ficheiros de traducao (mo/po) na directoria certa. ( ou melhor ainda, carregar as traducoes ,deixando o wp tratar da localizacao
  20. 1 ponto
    Não existe qualquer problema legal em emitir Faturas a ZERO. Apenas é aconselhável que o Software tenha um Parametro para o Cliente poder ativar esta função, de forma a que não aconteça por engano mas sim quando o pretende ( exemplo das Operadoras de Telecomunicações que fazem desconto de 100% na aquisição de certos produtos com fidelização )
  21. 1 ponto
    Espero que não levar "porrada" por "desenterrar" este tópico 🙂 ... Mas como já disse anteriormente, acho que tópicos "desenterrados" é melhor do que informação desactualizada 🙂 Anyway, Lei da cópia privada registo Mundial, 9,6 mil milhões de euros em 2017, Lei da cópia privada registo Português, 44 Milhões de Euros em 2017. Só faltava saber agora, a que artistas e como, vão distribuir esses 44 milhões do ano transacto 😂😂 ou será que nunca vamos saber lool 😂😂
  22. 1 ponto
    Não. Mas quem vem aqui, vem para ajudar e não para trabalhar de borla. Nota que tu não pediste ajuda, pediste para alguém te resolver o problema.
  23. 1 ponto
    Pelo que percebi o absolute, coloca-te numa determinada linha do resultSet. Quando fazes o rs.next() faz algo parecido. Este ciclo faz com que percorra todas as linhas que obteve. Em vez de usares o absolute, utiliza o rs e vai buscar os valores utilizando o getInt(), getString(), ... em que passas por parâmetro o nome da coluna da tabela na base de dados ou então o indice onde está. Exemplo do link que dei: ResultSet rs = stmt.executeQuery(query); while (rs.next()) { String coffeeName = rs.getString(1); int supplierID = rs.getInt(2); float price = rs.getFloat(3); int sales = rs.getInt(4); int total = rs.getInt(5); System.out.println(coffeeName + "\t" + supplierID + "\t" + price + "\t" + sales + "\t" + total); } Caso não resolva, podes colocar aqui o troço do código de onde fazes o pedido à base de dados e utilizas o absolute?
  24. 1 ponto
    Acho que isto te deve ajudar: https://docs.oracle.com/javase/tutorial/jdbc/basics/retrieving.html
  25. 1 ponto
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