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  1. 4 points
    @marioverdini, o @M6 mesmo repreendendo-te, e com toda a razão, não te deixou sem uma indicação relativa ao teu problema. O @M6 não necessita que o defendam, mas posso dizer que o vejo como uma pessoa correta e que procura ajudar o outras pessoas, já tu.... Assim, não tendo eu peso algum neste forum, ainda assim, proponho aos administradores removerem, bloquearem o @marioverdini para o bem estar deste forum. A resposta é completamente inadmissível!
  2. 4 points
    Tendo em conta que a menção da retenção na fatura é meramente informativa e que a competência de reter é de quem paga, deve fazer o recibo de acordo com o que lhe pagaram. Se, quem lhe paga sabe o que está a fazer, deve fazer os pagamentos da seguinte forma: 266.68 - 66.68 = 200 , para o primeiro pagamento 433.32 - 108.32 = 325 , para o segundo pagamento Os valores das retenções têm de vir mencionados nos pagamentos e ser entregues pelo seu cliente na AT até ao dia 20 do mês seguinte. Esse seu cliente que lhe fez esses pagamentos, é obrigado a enviar-lhe uma declaração em Janeiro do ano seguinte onde deve constar: rendimento: 700 retenção: 175 Esses 175€ devem aparecer pré-preenchidos no seu IRS Modelo 3 no valor das retenções que lhe foram efetuadas. No meu programa, controlo a conta-corrente pelo valor total da fatura. Faço isto por 2 motivos: - a retenção é feita no momento do pagamento, à taxa em vigor no momento do pagamento, e pode ser diferente da taxa usada para informação na fatura. Por exemplo, a taxa era 25% em Dezembro do ano N, mas aumentou para 26% no ano N+1, se o pagamento (ou parte) for efetuado em N+1 já terá de reter 26%. - o cliente pode até não estar obrigado a fazer retenção, por exemplo, por não ter contabilidade organizada e que não se sabia ao fazer a fatura. No recibo, o valor que abate na conta-corrente é o valor recebido + retenção.
  3. 2 points
    Desde quase do inicio da internet. Podes saber mais sobre "netiqueta" aqui: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/informatica/netiqueta.htm Facilmente comprovarás a questão das maiúsculas e da gritaria (é até comum essa ser logo a primeira regra). Espero que tenhas aprendido alguma coisa, se não de programação, pelo menos de educação.
  4. 1 point
    Na minha opinião, que já aqui dei anteriormente, esta norma é a mera transposição do que já constava (e vigorava) na portaria da certificação e só se aplica aos documentos de conferência. Se repararmos ainda na alínea b) do artigo 2.º do DL 28/2019, na definição de "documentos fiscalmente relevantes" : os documentos de transporte, recibos e quaisquer outros documentos emitidos, independentemente da sua designação, que sejam suscetíveis, nomeadamente, de apresentação ao cliente que possibilitem a conferência de mercadorias ou de prestação de serviços. Estando descritos em separado, penso que se pode concluir que documentos de transporte e documentos de conferência não são a mesma coisa. Acresce que os requisitos dos documentos de transporte estão descritos em legislação especial (n.º 2 do artigo 4.º do RBC criado pelo DL 147/2003), pelo que é essa que se aplica aos mesmos. Ou seja as faturas e os DTs, que são os documentos "oficiais", têm regras próprias. Toda a outra parafernália de documentos criados pelas necessidades e criatividade dos operadores ao longo dos anos (consultas de mesa, pró-formas, notas de honorários, etc, etc) têm de cumprir estes requisitos.
  5. 1 point
    guias de transporte/remessa são documentos que servem exactamente para a conferência de mercadorias . agora se os valores têm de ser impressos .... na comunicação das guias só vão quantidades sem valores.
  6. 1 point
  7. 1 point
    esses includes estão muito manhosos ... - o M.cpp deverá incluir somente o M.h - o M.h não deve incluir nada - o main.cpp deve incluir somente o M.h depois disso o que dá ?
  8. 1 point
    Bom dia. Antes de mais, agradecia que não "gritasses". Isso cheira a algo "pouco claro", mas dando o beneficio da dúvida, não temos aqui uma forma de adivinhar o Activation Id nem de saber como o descobrir. Eu diria para leres a documentação e seguires os passos indicados para obteres o Activation Id.
  9. 1 point
    É o SAF-T. A Portaria 321-A/2007 (a que criou o SAF-T) regulamenta o dito n.º 8 do artigo 123.º do CIRC (na altura era o 115.º).
  10. 1 point
    Sem saires do mundo Microsoft, a melhor opção creio que recai em SQL Server (com Report Services, que parece que já vem incluído nas versões mais recentes) e C#/ASPX.
  11. 1 point
    Acho que a primeira e a ultima versão que esteve disponível desse FACTEMICLI... foi quando o SAFT ainda estava na versão 1.02_01. Agora já vai na versão 1.04_01, pelo que o que existiu já não deve funcionar. Na altura, a AT foi questionada (procura lá para trás nesta pagina) e a resposta foi que não se justificava manter essa opção. A desculpa baseou-se em que a generalidade dos programas permitiam a comunicação dos DT's por Webservice, e que, em 99% dos casos, os DT's são feitos para serem utilizados na hora e por isso fazia pouco sentido o envio de conjuntos de DT's por ficheiro que só depois de processado devolvia os códigos AT. Na minha opinião, só não há mais programas a comunicar Faturas por Webservice porque ainda não está claro na Lei que todos os programas certificados o possam fazer. Uma leitura estrita da Lei dá a entender que só as Faturas Eletrónicas (cumprindo todos os requisitos de assinatura, integridade, etc.) podem ser comunicadas por esta via. As restantes Faturas continuam a ter de ser comunicadas por SAFT. Embora haja muitos programas no mercado a comunicar Faturas por Webservice sem que estas sejam Faturas Eletrónicas, programas a assinar as Faturas eletrónicas com assinaturas que nem sequer são da empresa emissora, etc.. A lei das Faturas Eletrónicas precisa de clarificação urgentemente. Aliás, pelo que tem saído nos jornais, estas mudanças devem estar para breve, com o QR code e a desmaterialização dos documentos.
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