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  1. 3 points
    Boa tarde, Andei ocupado até agora. Tive reuniões na eSPap e já tenho a solução praticamente pronta. Funcionará da seguinte forma: Quem quiser, pode-se tornar "utente" do serviço, para já em testes. Irá comunicar um XML á eSPap com a possibilidade de envio de um anexo (fatura, nota de encomenda, etc). A eSPap guardará os documentos pelo periodo de 20 anos. Mesmo que se perca o PDF, será possivel retornar o pdf armazenado na saphety. Mesmo um pequeno fornecedor de maças, que vende 1 cesto de maças a um centro de saúde, terá OBRIGATORIAMENTE que aderir ao serviço, em qualquer broker. Como já vos tinha dito anteriormente, desenvolvi uma plataforma de envio, onde basta "despejar" o XML num FTP e o mesmo será enviado. Funciona assim: Multi-Empresa e Multi utilizador. Possibilidade de "drag&drop" do XML e é processado automaticamente o envio. Possibilidade de ver o status de cada documento (estão já implementados vários webservices de comunicação) Podem "criar" manualmente o documento e fica pronto a ser enviado. A consulta de documentos pode ser feita a qualquer hora. Estou a desenvolver forma de usar o XML do SAFT (Comunicação de Faturas) para preencher os campos obrigatórios do UBL. Ou seja: Só será preciso exportar o XML da fatura, como fazem agora com o SAFT, e este website será "inteligente" para converter as coisas para UBL. - em desenvolvimento - Após a submissão do documento, a transmissão do mesmo é assegurada. O tempo não chega para tudo, e peço desculpa aos que me pedem ajuda. Funciona em qualquer browser e/ou equipamento. Desenvolvido em AJAX + extJS e mais outras cenas maradas... 😀 Quem estiver interessado que diga alguma coisa. Ecrã de Login: Entidades: Ecrã Principal Criação de Documento:
  2. 2 points
    Pelo que entendi, o como o Bruno explicou e bem, ele criou um sistema como o da Saphety ( brocker ) onde quem fizer contrato com ele utiliza os seus serviços tendo o mínimo de trabalho e custo pois o Portal dele irá fazer tudo ( desde receber o XML, transformar em UBL, enviar o Documento por e-invoicing e ainda com acompanhamento via Site/Portal ) Os nossos clientes sempre terão de fazer contrato com algumas destas empresas, como é o caso do Bruno, e nós não teremos qualquer custo apenas temos de preparar o nosso software para enviar o XML ( por FTP era ótimo ) com todos os dados e a partir dai podemos "lavar as mãos" Ao fim e ao cabo o Bruno passa a ter uma empresa que será um Brocker em todo este sistema. É isto, não é Bruno ?
  3. 2 points
    Mas afinal isso é para comunicar á eSPap ou à saphety? Fizeste teste com a eSPap ou com a saphety? Não entendi.
  4. 2 points
    Já agora, saliento no final da página 9 do referido Oficio Circulado nº 30213: "23 - Durante o ano de 2019, a comunicação dos elementos das faturas pode ser efetuada até ao dia 15 do mês seguinte ao da emissão da fatura (conforme Despacho n.º 411/2019.XXI, de 24 de setembro, do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, sobre a norma transitória prevista no artigo 43.º, n.º 8 do Decreto-Lei). A partir de 1 de janeiro de 2020, deve ser efetuada até ao dia 12 do mês seguinte ao da emissão da fatura (ver alteração ao n.º 2 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 198/2012 introduzida pelo artigo 16.º da Lei n.º 119/2019, de 18 de setembro)."
  5. 2 points
    "Baralha e torna a dar ...". Ok. Agora já percebi. Afinal vai ser publicado um Despacho que já foi sancionado pelo SEAF, mas que a esta hora ainda não foi publicado, com o nº 411/2019, contendo a respetiva interpretação pela AT. Assim, de acordo com a interpretação do SEAF, a norma transitória do DL 28/2019 mantem-se em vigor até ao fim do ano. Por isso, a alteração feita pela Lei 119/2019 só produz efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2020. Conclusão: faturas emitidas durante 2019 têm de ser comunicadas até ao dia 15 do mês seguinte e faturas emitidas a partir do dia 1 de Janeiro de 2020 têm de ser comunicadas até ao dia 12 do mês seguinte. Ou seja, só as faturas de Janeiro de 2020 têm de ser comunicadas até ao dia 12 de Fevereiro de 2020.
  6. 2 points
    Não é essa a minha interpretação, nem tem sido até aqui a interpretação da AT. Basta ver o que aconteceu nas mudanças anteriores, por exemplo, com o DL 28/2019. Por outro lado, também não é assim tão significativo já que o dia 12 de Outubro é um Sabado e, por essa interpretação, o último dia seria Segunda-feira dia 14. Quem quiser, por precaução, que use o dia 14 de Outubro como limite para as faturas de Setembro.
  7. 2 points
    Viva, Nestas notas da OCC "https://www.occ.pt/fotos/editor2/ccc.pdf" dizem "As alterações referidas entram em vigor em 1 de outubro de 2019, pelo que já serão aplicáveis aos documentos emitidos no mês de setembro de 2019." É um pau de dois bicos a interpretação da lei... é no momento da emissão dos documentos que estipula o prazo de comunicação [lei ainda em vigor]? ou será no momento do envio (mês seguinte) que temos de ver qual o prazo em vigor para comunicação [nova lei]?
  8. 2 points
    Vamos lá a ver, O DL 28/2019 estabeleceu o dia 10 como prazo de entrega, com o período transitório até ao fim do ano com o prazo até ao dia 15. Agora a Lei 119/2019 vem estabelecer o dia 12 em definitivo com efeitos a partir de 1 de Outubro. Quando as leis são contraditórias, vale a mais recente. Por isso, as faturas emitidas a partir do dia 1 de Outubro têm de ser comunicadas até ao dia 12 do mês seguinte. E isto manter-se-á até que nova legislação venha dispor em contrário.
  9. 2 points
    A partir de Fevereiro de 2019 que a data limite de entrega do SAF-T passou a ser o dia 15 de cada mês, Importa referir que em janeiro de 2020 o limite passa a ser o dia 10 ( com certeza sairá nova legislação neste sentido ). Esta nova medida do Governo - e-fatura 2.0 - encurtará o prazo de entrega em 10 dias (anteriormente o ficheiro SAF-T tinha de ser entregue até ao dia 20).
  10. 1 point
    Os emails não devem ter o Content-Type certo no cabeçalho. Pelo aspecto o Outlook espera caracteres codificados em ISO-8859-1 e o teu código está a enviar caracteres codificados em Unicode. Vê esta página para uma solução para PHP.
  11. 1 point
    Consegues compreender o que quer dizer "os meses têm 31 dias se forem ímpares e menores ou iguais a 7, ou se forem pares e maiores ou iguais a 8."?
  12. 1 point
    Boas pessoal, Bem concordo um bocadinho com todos lol 🙂 Antes demais, Parabéns pela APP que parece estar brutal @brunotoira 🙂 e também pela ideia, não foi nada que não me passasse pela ideia desde o inicio criar um Broker. Mas desisti quando comecei a ver o trabalho que ia dar lol. 🙂 Agora estou com o @marcolopes, @Vitor Pereira e os restantes em alguns pontos. O que me parece é que há um pouco de falta de "definição de negócio", e não é só contigo, é mesmo com todos os Brokers com quem já falei. Ora na Saphety os clientes contratam directamente com eles e as SH não têm custos, mas por outro lado, têm de assegurar o RGPD, as ISOs e a proteção dos dados dos clientes, bem como o funcionamento do sistema, updates e afins, e ainda a comunicação com a EsPap. Ora eu falando por mim, não estou interessado em fazer e manter tudo isso com a Espap. E mesmo que eu quisesse, como aqui já foi dito, a Espap parece que dá prioridade aos Brokers. No entanto os Brokers, têm portais, APPs e afins, destinados aos nossos clientes e dizem que nós(SHs) não temos de nos preocupar, mas enquanto SH tal como não me apetece ir desenvolver na Espap, também não é muito normal, ter APPs e portais dos vários Brokers. O ideal, seria um dos Brokers pensar nas SHs, afinal, será garantidamente através de nós que irão "ganhar" com os certificados dos nossos clientes, assim se um dos brokers tivesse algo como e aí já era possível as SHs aderirem, integrarem com os Softwares, mandar para FTP e tal, Mas depois como cobram? cobram à SH? cobram ao Cliente? ou cobrariam a ambos??? -> é isto que falta, em todos os brokers, definição de negócio, talvez por ser uma área nova. Nós falamos com um Broker que tem um Portal e depois têm uma API para trabalhar com os softwares, sendo que para as SHs é grátis... Mas para desenvolver na API deles, é mais fácil desenvolver na Espap e não ficamos "presos" a um só Broker. Dos Brokers todos que falei, nenhum se preocupou com a SHs, sendo que só têm clientes através das mesmas. Têm uma API que é grátis e tal, mas isso implica desenvolver em APIs diferentes para "vender" o serviço deles. Com a agravante do pessoal poder desenvolver na Espap, Sendo que se se preocupassem em desenvolver uma coisa simples e transparente de meter em qualquer um dos nossos Softwares, mesmo que cobrando algo, teriam muito mais facilidade.
  13. 1 point
    Alguém me sabe dizer onde um produtor de software pode pedir para fazer testes com a eSPap? Já enviamos pedido de informação para lá mas até hoje ninguém respondeu. Eles têm lá um registo para fornecedores da AP mas nós não somos fornecedores da AP. É por ai que temos que ir? Nós iniciamos o processo de entrega de documentos com a Saphety mas esta tem custos para os clientes (não para nós) enquanto que aparentemente a eSPap não. Gostava de começar os trabalhos com o portal FE-AP mas não consigo encontrar informação para isso. Aparentemente o brunotoira já o fez. Podes-me dizer como o fizeste? E não me refiro á parte técnica mas sim quem contactaste e como?
  14. 1 point
    Antes de mais, parabéns pelo excelente trabalho! Deve ter sido um bico d'obra!... :\ "Quem estiver interessado que diga alguma coisa." Interessado em quê especificamente? Aderir ao teu serviço? Consultar o código fonte? Partilhar ideias de programação em privado?? Sejamos realistas: para além da "propaganda" ao teu serviço (nada a reclamar, note-se!), em que é que estas informações ajudam a comunidade que quer IMPLEMENTAR este serviço? (que como sabes, são na prática todos os utilizadores que seguem este tópico!)
  15. 1 point
    Viva. A questão que colocas é uma daquelas para a qual não existe uma resposta certa, o que há é uma decisão a tomar. O C# é altamente difundido. Se vens de Java a passagem não é complexa como já deves ter comprovado. Estando mais difundido, vais-te deparar com mais ofertas de trabalho, mas também com mais concorrência. Neste momento vejo (e é uma visão pessoal/profissional) o C# como parte do "canivete suiço", ou seja, é uma linguagem que qualquer um deve ter no bolso e, caso não conheça, aprende rapidamente. O Ruby é, pelo menos à data, de nicho que tem vindo a crescer. Há menos oferta e, consequentemente, menos concorrência dado que há muito menos pessoas que usam. Em termos de carreira, a escolha que fizeres não terá de ser para sempre, mas, tipicamente, é o que acontece. Por um lado tens mais oferta e concorrência, por outro lado tens um nicho ainda com bastante espaço para crescer.
  16. 1 point
    Obrigado americob. O problema é que o Ofício Circulado remete, na página 9, para o tal Despacho n.º 411/2019.XXI, de 24 de setembro, do SEAF, mas depois tentamos encontrar o que lá está escrito e, simplesmente, não aparece em lado nenhum. A questão da comunicação das facturas continuar, em 2019, a poder ser feita até 15 do mês seguinte, está esclarecida. Fica a dúvida se o tal Despacho não tem mais nada que possa ter interesse para nós.
  17. 1 point
    Segundo o ponto 1.2 do Ofício Circulado n. 30213:
  18. 1 point
    Pois, eu também não tenho certezas. Mas, pelo texto das duas primeiras FAQ's, parece que só os Recibos sem fatura (recibos de médicos, clinicas, IPSS's, etc.) que identificam o serviço prestado e os do Regime do IVA de Caixa é que são «Documentos fiscalmente relevantes».
  19. 1 point
    Ainda sobre o Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15 de Fevereiro, a AT disponibilizou ontem, 1 de Outubro, o Ofício Circulado nº 30213 que pretende clarificar as alterações mais relevantes e as novas obrigações impostas por este Decreto-Lei. Vale também a pena referir que há agora um link específico para questões relacionadas com o Decreto-Lei n.º 28/2019. Daqui destaco as FAQ disponibilizadas, que já contém respostas a diversas questões entretanto colocadas à AT.
  20. 1 point
    Não se lembrou de ligar para a PRIMAVERA e pedir o apoio necessário ???
  21. 1 point
    Na altura em que falamos a ordem ainda não se tinha pronunciado sobre isso, apenas lançou uma nota com 2 linhas :-\ em todo o caso, de facto eles dizem Mas é a interpretação da ordem. Como dizes e bem, na Lei diz que entra em vigor a 1 de Outubro e que a comunicação é referente ao mês seguinte. Até porque existem sistemas normalizados que têm de ser alterados. Parece-me um bocadinho em cima. Em todo o caso, não me parece que seja aplicada coima a quem em Outubro comunicar até dia 15 nem me parece difícil comunicar até ao dia 12 em vez de o dia 15 de Outubro :-) Acho que mais vale prevenir :-)
  22. 1 point
    CrominhO isto apenas diz respeito ao SAF-T da contabilidade. Como o Vitor Pereira disse antes, a partir de 2020 a data de entrega do SAF-T mensal será (se não houver nada dito em contrário) até ao dia 10. Podes encontrar a legislação sobre isto no Decreto-Lei 28/2019, de 15 de Fevereiro. Por sua vez nas normas transitórias, artigo 43.º, temos
  23. 1 point
    Relativamente ao SAF-T de contabilidade, a Lei 119/2019 (de 18 de Setembro) diz o seguinte:
  24. 1 point
    Primeiro importa dizer que gravar/exportar um documento para pdf não é o mesmo que estar a falar de facturação electrónica, que tem legislação específica (ver Decreto-Lei n. 28/2019, secção II do Capítulo III). Alterar o layout do pdf parece-me completamente incorrecto/ilegal. O documento tem de ser criado a partir do software certificado e não pode ser alterado (se fosse possível acrescentar/alterar/eliminar informação de que valia estar a usar-se um software certificado). Aliás, o Despacho n. 8632/2014, é muito claro quanto a isto: A solução parece-me relativamente fácil, pelo menos para a maioria do software de facturação que conheço (e, claro, desde que o cliente tenha contrato/garantia que permita este tipo de operação): os produtores do software criam um novo relatório de impressão de acordo com as necessidades do cliente e que respeite todas as exigências legais. Desta forma, o documento será gerado pelo programa conforme pretendido, sem haver necessidade de qualquer tipo de alteração.
  25. 1 point
    Viva, Sim deve emitir manualmente em pré-impressos (tipografias autorizadas) e depois mais tarde recolher (recuperar) os mesmos em séries próprias do software para mais tarde serem devidamente exportados no SAFT com indicação de serem "manuais" seguindo as respectivas regras de exportação. Sobre a parte legal, podes ler a lei mais recente Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15/02, onde no Artigo 4.º, Ponto 4, dizem: "4 - Em caso de inoperacionalidade do programa de faturação, os sujeitos passivos referidos no n.º 1 devem emitir faturas ou documentos fiscalmente relevantes pré-impressos em tipografias autorizadas, os quais devem posteriormente ser recuperados para o programa." cps
  26. 1 point
    Boa noite, Se é muito noob nestas coisas de faturação eu não te aconselho a usar um programa de faturação gratuito, ter suporte professional para mim é fundamental quando se trata de faturação. O melhor conselho que te posso dar é pede assistência ao produtor do software que estás a usar.
  27. 1 point
    Boa noite, Antes de mais agradeço antecipadamente qualquer ajuda que me possam dar. Tenho instalado o software de faturação Primavera Express V7.6 (gratuito). Como sou muito noob nestas coisas de faturação estou a ter muita dificuldade em extrair e lançar o ficheiro saft (o meu primeiro). Vou tentar explicar passo por passo qual o problema. 1- Extraio o saft selecionando o da Portaria 302/2016 https://uploaddeimagens.com.br/imagens/1-png-5f892190-d23e-48d2-b71a-4ed734b953a4 2- Seleciono Dados parciais (Faturação) https://uploaddeimagens.com.br/imagens/2-png-bab5664c-a58a-45b0-85bf-86375e363548 3- Escolho o período pretendido https://uploaddeimagens.com.br/imagens/3-png-7af2b01b-5fb1-45d2-a735-bd5af895ed0e 4- Aí aparece o primeiro erro, "A coluna TipoTaxa não existe na base de dados" https://uploaddeimagens.com.br/imagens/4-png-a9a75478-965c-4ee6-89ed-7aa68ae0428a independentemente deste erro, deixa-me avançar e cria o ficheiro saft. 5- Ao carregar o saft no site das finanças aparece o segundo erro, dando indicação do "erro: linha 302; coluna 19 XML document structures must start and end within the same entity" https://uploaddeimagens.com.br/imagens/5-png-f93839f7-6558-4250-8399-19730a772ae6 Já aconteceu o mesmo a alguém? Conseguem-me dar uma ajuda para desbloquear a situação? Obrigado.
  28. 1 point
    Viva, Todas as Software Houses, tem esse problema de X em X tempo quando um cliente tem instalações do mesmo software independentes/isoladas para o mesmo contribuinte. A primeira coisa (que já o deve ter feito) é PARAR de imediato a série de um dos locais (POS) e criar uma nova série específica para esse local (POS), distinta do outro. [Se quiser também pode parar nos dois - a tal série problemática - e de seguida abrir duas novas DISTINTAS em cada POS livre de erros : conforme achar melhor] A segunda coisa, salvo erro é contactar a AT, dizer que, são instalações independentes (isoladas), que o cliente (distribuidor) por lapso não teve o cuidado de criar séries distintas, só agora deram com o erro, já criaram uma nova série para evitar futuros duplicados e que solicitam informação /ajuda da parte deles para "aceitarem" os duplicados e/ou darem instruções do que fazer. Penso que respondem a dar solução (só não me recordo se acabam por aceitar [+provável], ou se pedem algo, ou se pedem uma declaração de que tal aconteceu e porque (escrever o que está acima)]. cps,
  29. 1 point
    Boa tarde, A mim também acontece o mesmo, mas reparei que em máquinas de 32 bits isso não acontece. Se compilar a minha aplicação como x64 o erro também não acontece infelizmente tenho que a compilar com x86 e é nessa altura que dá erro se a máquina for de 64bis
  30. 1 point
    Ao ler o enunciado do problema, tenho uma leitura completamente diferente (provavelmente ainda o vai desenvolver), nomeadamente: - não vejo em lado algum que deve ignorar os espaços (para mim é um carácter normal) - diz caracteres distintos, portanto também não é para contar os outros (diferentes de espaços) mas sim os DISTINTOS Até fui procurar um calculo online, para demonstrar o que "leio" e encontrei este (https://www.somacon.com/p525.php) onde a string "Portugal a Programar" tem os seguintes caracteres DISTINTOS: Code: 32 0x20 ' ' Count: 2 Code: 80 0x50 'P' Count: 2 Code: 97 0x61 'a' Count: 4 Code: 103 0x67 'g' Count: 2 Code: 108 0x6C 'l' Count: 1 Code: 109 0x6D 'm' Count: 1 Code: 111 0x6F 'o' Count: 2 Code: 114 0x72 'r' Count: 4 Code: 116 0x74 't' Count: 1 Code: 117 0x75 'u' Count: 1 -----TOTAL CHARACTERS: 20 Não será uma aplicação com este tipo de resultado que deves desenvolver?
  31. 1 point
    Olá. Permite-me primeiro fazer alguns reparos ao código em si. É boa prática que os #defines sejam em letra maiúscula. Depois, é bom também utiliza-los coerentemente, ou seja, fgets(nome, N, stdin); em vez do valor hardcoded. Depois, for (i=0; i < strlen(nome) != '\0'; i++) { count++; } isto é redundante. Faz exatamente o mesmo do que o strlen(). " i < strlen(nome) != '\0' " Acho que devias rever isto. Não sei se percebes muito bem o que é que a função strlen() faz, e o significado do '\0'. No entanto, aproveitando esse teu pedaço de código, deixo uma dica para os espaços: for (i=0; i < strlen(nome) != '\0'; i++) { if (nome[i] != ' ') count++; } A tua solução está a dar um caracater a mais. Mas deixo isso para resolveres, que também é preciso estudar um bocadinho
  32. 1 point
    Viva, Tens 2 problemas: 1) estas a calcular os "juros" com as variáveis "capital", "taxa" e "dias" ANTES de perguntar o valor das mesmas ao operador. (a primeira vez que corre os juros são ZERO, na segunda e seguintes vais ver os juros do cálculo anterior) 2) ao contrário do que dizes o programa termina com -1, mas como fazes sempre as 3 (tres) perguntas "capital?", "taxa?", "dias?" independentemente de o operador introduzir -1 no capital, "dá a impressão" de que o programa continua a correr até ao fim das 3 perguntas. aconselhava a reveres o fluxo do programa, para o cálculo ser correcto e a experiência com o operador ser a mais natural possível. cps,
  33. 1 point
    Fonte: https://arstechnica.com/information-technology/2019/07/dataspii-inside-the-debacle-that-dished-private-data-from-apple-tesla-blue-origin-and-4m-people/ Desde há algum tempo que temos regras CSP definidas aqui no fórum, e temos uma quantidade significativa de erros por conteúdos que foram bloqueados mas que não estão nas nossas páginas. Alguns parecem inócuos, mas também há vários casos de imagens/scripts para tracking e ads. Enfim, o panorama das extensões para browsers não inspira muita confiança.
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