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A mostrar o conteúdo com mais reputação desde 21-02-2019 em Mensagens

  1. 3 pontos
    Tendo em conta que a menção da retenção na fatura é meramente informativa e que a competência de reter é de quem paga, deve fazer o recibo de acordo com o que lhe pagaram. Se, quem lhe paga sabe o que está a fazer, deve fazer os pagamentos da seguinte forma: 266.68 - 66.68 = 200 , para o primeiro pagamento 433.32 - 108.32 = 325 , para o segundo pagamento Os valores das retenções têm de vir mencionados nos pagamentos e ser entregues pelo seu cliente na AT até ao dia 20 do mês seguinte. Esse seu cliente que lhe fez esses pagamentos, é obrigado a enviar-lhe uma declaração em Janeiro do ano seguinte onde deve constar: rendimento: 700 retenção: 175 Esses 175€ devem aparecer pré-preenchidos no seu IRS Modelo 3 no valor das retenções que lhe foram efetuadas. No meu programa, controlo a conta-corrente pelo valor total da fatura. Faço isto por 2 motivos: - a retenção é feita no momento do pagamento, à taxa em vigor no momento do pagamento, e pode ser diferente da taxa usada para informação na fatura. Por exemplo, a taxa era 25% em Dezembro do ano N, mas aumentou para 26% no ano N+1, se o pagamento (ou parte) for efetuado em N+1 já terá de reter 26%. - o cliente pode até não estar obrigado a fazer retenção, por exemplo, por não ter contabilidade organizada e que não se sabia ao fazer a fatura. No recibo, o valor que abate na conta-corrente é o valor recebido + retenção.
  2. 2 pontos
    Uma coisa é ir por exemplo ao médico e depois estar a espera uns 5 minutos até emitirem por exemplo um recibo-verde no portal da AT. (Já vi noutros consultórios a levar o mesmo tempo em Software desktop de "grandes" software houses no mercado). É um tipo de actividade onde emitem uma fatura de 30 em 30 minutos e entre conversa vai e conversa vem há tempo para tudo. Para o tipo de actividade de pequenas e médias empresas, pelos vistos alvo da tal aplicação gratuita da AT, estamos a falar de operações muito mais ágeis e portanto o comentário "...um software capaz de substituir os programas certificados de faturação..." a ser verdade, faz todo o sentido e não poderia ser de outra forma. Se vão sub-contratar uma software house já conhecida? ou se por exemplo fazem tipo um "grupo de contabilistas" (para não entrar em detalhes) que salvo erro (posso estar errado) há uns anos atrás sub-contratou na altura outra empresa para desenvolver a sua solução de SW de faturação, contabilidade e outros, recebeu o SW, distribuiu o SW e apesar de a sua actividade principal ser outra não haviam problemas de maior no seu helpdesk. Havendo $ (dos contribuintes) para pagar o desenvolvimento e o suporte "cloud" (que nestes casos é bem mais reduzido) a ideia não é de toda descabida! A parte "injusta" é: - qualquer um de nós com a mesma ideia de investir $ num desenvolvimento de raiz, cairia por terra uma vez que o "outro" é e será sempre gratuito !? - o que teria de fazer um novo software (ou já existente), para o cliente optar pelo software pago em vez do software gratuito !? - a aplicação da AT ficará na V1? ou a pouco e pouco vão incrementando opções para ganhar mais "mercado" !? - quem já investiu $$$ nos últimos anos no seu software !? Faz-me lembrar por alto a questão da UBER, na qual sempre defendi os taxistas no que diz respeito a que investiram num alvará $$$, viatura com N requisitos, com N seguros, com N inspeções + amiúde [está na lei do serviço de transporte de passageiros] e depois num belo dia "de sol para uns e chuva para outros" aparecem uns tipos com uma App, com menos requisitos, com menos investimento inicial a praticar o mesmo serviço, WTF!. A resposta de muitos (não a minha) foi azar o deles... tinham $ investido, temos pena... roubam no preço (quantos SW não são acusados do mesmo)... mal educados (quantos SW não tiveram alguns desentendimentos)... é o futuro... o cliente é quem escolhe o melhor e mais barato... e por fim sempre a mesma frase (infeliz) que muitos gostam de usar nestas situações "as bibliotecárias nunca se queixaram do google" !? ao menos, para eles "taxistas" (não sabem a sorte que tem) a UBER não faz o transporte gratuito! Vamos indo e vamos vendo, mas a "opinião pública" ou muito me engano, nunca ficará ao lado das Software Houses... sejam elas pequenas ou grandes. Cada um só olha para si e os outros azar... temos pena... é o futuro... e outras comparações e comentários depreciativos que ninguém quer ouvir. Teríamos força se todos tivessem o SW na cloud e por descontentamento desligássemos os nossos servidores a mesma hora e por tempo indeterminado como forma de protesto. cps,
  3. 2 pontos
    https://ec.europa.eu/cefdigital/wiki/display/CEFDIGITAL/eInvoicing+in+Portugal https://groupseres.com/pt/noticias-eventos/710-o-nome-do-formato-em-portugal-sera-cius-pt https://www.oasis-open.org/committees/download.php/57887/UBL and CEFACT update - 20160407.pdf
  4. 1 ponto
    É o SAF-T. A Portaria 321-A/2007 (a que criou o SAF-T) regulamenta o dito n.º 8 do artigo 123.º do CIRC (na altura era o 115.º).
  5. 1 ponto
    Sem saires do mundo Microsoft, a melhor opção creio que recai em SQL Server (com Report Services, que parece que já vem incluído nas versões mais recentes) e C#/ASPX.
  6. 1 ponto
    Podes usar ArrayList nesse exercício. Qual é a tua dúvida concretamente?
  7. 1 ponto
    Não vejo as coisas dessa forma... ninguém irá dar suporte (digo eu!). Ou melhor, o suporte será o mesmo que é dado a quem emite um RECIBO VERDE (Factura-recibo) no portal da AT... O que o governo quer é implementar uma ferramenta por forma a que exista a possibilidade de emissão de documentos exigidos à empresas, sem que estas sejam obrigadas a adquirir um software a terceiros... tão simples quanto isso. A existir uma APP irá comunicar os documentos imediatamente através de webservices, logo, sem bases de dados, e sem complicações. Um pouco como o programa do IRS (caso seja desktop)
  8. 1 ponto
    Ainda não recebi qualquer comunicado... vou tentar saber.
  9. 1 ponto
    Obrigado pela resposta @chesser, Em relação a isto, e se olharmos para o passado, eles subcontrataram e ironicamente foi uma empresa que Não vende softwares, mas já sabemos o que a casa gasta. O que me assusta aqui, é a questão das Decisões de secretária porque fica bem e dá mais uns votos, sem pensar nas consequências. Claro que poderão melhorar o Portal, claro que não irão ter um ERP como os nossos, mesmo subcontratando, claro que irá haver problemas em Formação, apoio e afins, mas quantas vezes já vimos decisões iguais a serem tomadas e depois "o resto logo se vê" ? 🙂 Em relação à função Publica já tivemos mais longe ... Então toda a gente quer aumentos e quer tudo, e os privados é que se aguentam à bomboca... qualquer dia vamos todos para o estado, e depois veremos de onde vem o dinheiro para sustentar o estado lol.
  10. 1 ponto
    É por isso e porque não está integrado com nada. É como se fizéssemos o documento num processador de texto.
  11. 1 ponto
    Vamos ter de aguardar para ver o que aí vem, mas tenho sérias dúvidas quanto ao sucesso disto. Para pequenas empresas (mesmo pequenas) isto até poderá ser solução, mas se as empresas quiserem as coisas minimamente integradas... aí já não me parece. Um software de facturação actualmente é muito mais que uma aplicação que emite documentos certificados. Mas, enfim, eles lá sabem. Seja como for, não deixa de ser engraçado ver estes senhores tão preocupados com o que as empresas gastam com o software. Mas não se preocupam com a grande carga de impostos que essas mesmas empresas têm de suportar ou com o valor da factura energética ou com o que deixam nos postos de combustíveis. O grande problema são mesmo os produtores de software, esses gatunos, que andam por aí a extorquir as pobres empresas. Os clientes já acham que nós somos todos um bando de ladrões e que estamos sempre a aproveitar as alterações impostas pelo estado para os obrigar a actualizar programas. Pelos vistos o estado acha o mesmo. Vai-se a ver devíamos todos trabalhar de borla. Por outro lado, podemos ver isto como uma oportunidade de negócio para uma qualquer grande software house do mercado. Será que a AT não vai subcontratar? Mais, eles vão ter capacidade para dar formação? E quem vai estar no helpdesk (ou os utilizadores vão colocar dúvidas no e-balcão)? Ou seja, talvez haja por aí novas oportunidades de emprego: fechamos as nossas "tasquinhas" e vamos todos para funcionários públicos! 😀
  12. 1 ponto
    Essa informação (relativa ao artigo 34º) terá de ser comunicada até ao dia 30 de Junho, como é referido na norma transitória (artigo 43º):
  13. 1 ponto
    Não colocaste a parte mais interessante! Eu leio "vamos primeiro refazer a emissão de FACTURAS-RECIBO para depois podermos implementar a emissão de FACTURAS, GUIAS? NOTAS? num interface (leia-se PORTAL ONLINE!) que faça sentido e que possa ser usado por qualquer empresa (até mesmo se o sistema informático estiver com problemas!) Fizemos a previsão disto há alguns anos... seria inevitável que o fisco não implementasse a possibilidade de qualquer empresa / trabalhador independente poder emitir documentos legalmente exigidos... Até que ponto é que isto vai afectar as empresas de software?... só vendo as funcionalidades, a quantidade de documentos suportados, os modelos / formas de impressão / exportação de dados / comunicação com outros serviços (ex: função pública!)
  14. 1 ponto
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  15. 1 ponto
    O Despacho n.º 85/2019 - XXI SEAF, de 1 de Março veio alterar os prazos de vários pontos exigidos no Decreto-Lei nº28/2019. Nomeadamente, a obrigação de utilização de programas certificados, para quem ainda não estava obrigado, pode ser cumprida até 1 de Julho de 2019. A obrigação de cumprir os requisitos do artigo 11º (no que diz respeito à integridade operacional, integridade dos dados de suporte e à disponibilização de documentação técnica) também pode ser cumprida até 1 de Julho. Quanto à comunicação da localização do arquivo prevista no nº 5 do artigo 20º, o prazo só começará a contar depois de ser publicada uma portaria que altere os modelos das declarações de início e de alterações (artigos 31º e 32º de CIVA). PS: Eu até gostava de ter feito copy e paste do texto do despacho, mas a AT apenas disponibilizou uma digitalização (ainda por cima de fraca qualidade) do mesmo.
  16. 1 ponto
    @Gnrtuga, Podes começar por simplificar a tua função incomodam(), pois não precisas de um ramo do if para n == 1: def incomodam(n): if n < 1: return '' else: return 'incomodam ' + incomodam(n-1) Na função elefantes() temos que compreender que há um caso de base para n == 2, mas temos um requisito especial, para devolver '' (a string vazia) caso n < 2, por isso teremos algo deste género: def elefantes(n): if n < 2: # devolver '' elif n == 2: # caso base else: # caso recursivo Como chegámos a este caso base? De duas formas: a) o enunciado lê-se que o resultado deve ser '' se o número "não for maior que 1" e b) o próprio output acaba por nos indicar isso, uma vez que o mínimo que o programa emite é: Um elefante incomoda muita gente 2 elefantes incomodam incomodam muitos mais Este é o output de elefantes(2). No teu código assumiste erradamente que uma invocação de elefantes(1) poderia devolver a primeira frase, mas essa assunção é incorrecta, tal como indica o enunciado. Temos, portanto, o seguinte: def elefantes(n): if n < 2: return '' elif n == 2: return 'Um elefante incomoda muita gente\n' + str(n) + ' elefantes ' + incomodam(n) + 'muito mais\n' else: # caso recursivo E agora passamos ao caso recursivo. É preciso compreendermos cada caso é composto por 2 frases: uma onde dizemos que n-1 elefantes incomodam muita gente, e outra onde dizemos que n elefantes incomodam(n) muito mais. Neste caso cometeste dois erros: Utilizaste valor duas vezes no resultado, o que significa que cada caso teu vai iniciar duas chamadas recursivas, aumentando o output exponencialmente Estruturaste o código de modo a que seja devolvido que n-1 elefantes incomodam(n-1) muito mais, seguida de que n elefantes incomodam muita gente (o contrário do que eu disse acima) Se eliminarmos a inclusão desnecessária de valor (e substituirmos a própria variável valor por elefantes(n-1), que é o seu significado), e corrigirmos a ordem das frases, obtemos o seguinte: def elefantes(n): if n < 2: return '' elif n == 2: return 'Um elefante incomoda muita gente\n' + str(n) + ' elefantes ' + incomodam(n) + 'muito mais\n' else: return elefantes(n-1) + str(n-1) + ' elefantes incomodam muita gente\n' + str(n) + ' elefantes ' + incomodam(n) + 'muito mais\n' Podemos agora escrever um pequeno driver para testar elefantes(): for n in range(1, 5): print('Para n = {}'.format(n)) print(elefantes(n)) Obtém-se o seguinte output: Para n = 1 Para n = 2 Um elefante incomoda muita gente 2 elefantes incomodam incomodam muito mais Para n = 3 Um elefante incomoda muita gente 2 elefantes incomodam incomodam muito mais 2 elefantes incomodam muita gente 3 elefantes incomodam incomodam incomodam muito mais Para n = 4 Um elefante incomoda muita gente 2 elefantes incomodam incomodam muito mais 2 elefantes incomodam muita gente 3 elefantes incomodam incomodam incomodam muito mais 3 elefantes incomodam muita gente 4 elefantes incomodam incomodam incomodam incomodam muito mais Espero ter ajudado. P.S. Há formas mais idiomáticas de concatenar strings e incluir nelas valores numéricos; não as utilizei pois o enunciado referia explicitamente a utilização do operador + e da função str() para esse efeito (mas resulta em código mais longo, mais feio).
  17. 1 ponto
    Se queres ajuda tens de ser claro e concreto no problema que tens. Olhando para esse código, não vejo grande coerência em dizer que se fez isso tudo e depois não sabe fazer um ciclo de acordo com o número de tentativas que se podem usar...
  18. 1 ponto
    Então está tudo a funcionar como esperado. Simplesmente esquece o ID da linha que apagaste. Uma nova linha terá um ID gerado automaticamente que poderás depois usar para, por exemplo, relações entre com entidades/tabelas. Se de facto isto é um problema para o sistema (o que com a informação que tenho não me parece) então se calhar não deverias estar a apagar linhas e a criar novas, mas sim a actualizar as existentes. Sem mais detalhes e uma explicação do porquê de isto ser um problema...diria que está tudo ok.
  19. 1 ponto
    Não será por aí. O momento relevante da utilização da autorização legislativa é a sua aprovação em concelho de ministros e não a publicação. Acórdão n.º 206/94, de 2 de março do Tribunal Constitucional que a dado passo diz textualmente o seguinte: “O momento relevante para saber se foi utilizada uma autorização legislativa durante o prazo de vigência da mesma é o da aprovação em Conselho de Ministros do diploma autorizado". “III - O Tribunal Constitucional firmou já jurisprudência, em ambas as suas secções de forma unânime, sobre o momento relevante a que há-de atender-se para saber se o diploma autorizado foi elaborado durante o prazo de vigência da autorização legislativa correspondente. Sendo em abstracto sustentável que o momento relevante pudesse ser o de aprovação em Conselho de Ministros, o de envio ao Presidente da Republica para promulgação, o da promulgação, o de referenda ou o da publicação, o Tribunal considerou que o momento atendível havia de ser o de aprovação em Conselho de Ministros do diploma autorizado.” “O Tribunal Constitucional tem entendido, em jurisprudência constante, que o momento relevante é o da aprovação do diploma autorizado em Conselho de Ministros, sendo irrelevante a circunstância de a promulgação, referenda e subsequente publicação do diploma ocorrerem após a caducidade da autorização legislativa”.
  20. 1 ponto
    Acho que a primeira e a ultima versão que esteve disponível desse FACTEMICLI... foi quando o SAFT ainda estava na versão 1.02_01. Agora já vai na versão 1.04_01, pelo que o que existiu já não deve funcionar. Na altura, a AT foi questionada (procura lá para trás nesta pagina) e a resposta foi que não se justificava manter essa opção. A desculpa baseou-se em que a generalidade dos programas permitiam a comunicação dos DT's por Webservice, e que, em 99% dos casos, os DT's são feitos para serem utilizados na hora e por isso fazia pouco sentido o envio de conjuntos de DT's por ficheiro que só depois de processado devolvia os códigos AT. Na minha opinião, só não há mais programas a comunicar Faturas por Webservice porque ainda não está claro na Lei que todos os programas certificados o possam fazer. Uma leitura estrita da Lei dá a entender que só as Faturas Eletrónicas (cumprindo todos os requisitos de assinatura, integridade, etc.) podem ser comunicadas por esta via. As restantes Faturas continuam a ter de ser comunicadas por SAFT. Embora haja muitos programas no mercado a comunicar Faturas por Webservice sem que estas sejam Faturas Eletrónicas, programas a assinar as Faturas eletrónicas com assinaturas que nem sequer são da empresa emissora, etc.. A lei das Faturas Eletrónicas precisa de clarificação urgentemente. Aliás, pelo que tem saído nos jornais, estas mudanças devem estar para breve, com o QR code e a desmaterialização dos documentos.
  21. 1 ponto
    Bom dia, Estão a conseguir comunicar os documentos?
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