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  1. 3 pontos
    Para tornar este tópico menos político e mais prático, vou responder a esta questão: Por experiência própria, ainda tem tem bastante impacto. Qualquer software que trate/processe dados pessoais pode implementar estes pontos para ajudar o utilizador a cumprir com o regulamento: - impressão de pedidos de autorização para armazenamento de dados pessoais das diversas entidades; - direito a ser esquecido a pedido das entidades; - pseudonimizar dados pessoais (esconder dados pessoais a utilizadores que não necessitam de vê-los. Ex: mostrar apenas o código ou o primeiro nome ao utilizador que está a processar salários); - eliminar dados pessoais que já não são necessários (rotinas automáticas ou a pedido); - direito ao acesso e portabilidade dos dados (por exemplo exportar a ficha do cliente para um ficheiro); - proteção de dados pessoais (acessos condicionados na aplicação, boas práticas na política de passwords) - registo de acesso e tratamento de dados pessoais (por exemplo um log) Gostava que partilhassem outras experiências práticas de implementação do GDPR nas aplicações que desenvolvem.
  2. 1 ponto
    Supostamente, a CNPD responde a dúvidas através do formulário que disponibilizam no site, aqui.
  3. 1 ponto
    O problema não é que, na altura do PowerPC não tinhas outras foundries que os pudessem produzir. Estavam presos às decisões, tecnologia e preços que a IBM impusesse. Agora já tens foundries independentes que são capazes de acompanhar e até ultrapassar a Intel no processo de fabrico. Não é como se a Apple não tivesse décadas de experiência no desenho de processadores. Os PowerPC foram desenhamos em conjunto com a Motorola e a IBM, com muitas componentes adicionais como o AltiVec desenhados pela Apple. A ARM foi uma joint venture da Apple com a Acorn e a VLSI. Todos os SoCs de dispositivos móveis, desde o primeiro iPod, foram desenhados pela Apple. Nas últimas iterações desses SoCs tens CPU, GPU e Motion processor tudo desenhado pela Apple. Combinado com a capacidade de integração da Apple, parece-me que só trás vantagens que o desenho dos processadores passe para a Apple. Pelo histórico da empresa, não me parece que apenas faça sentido, mas que sempre foi o plano desde início.
  4. 1 ponto
    Olá pessoal! Se estivesses num curso de desenho digital 3d o que fariam na Prova de Aptidão Final ? Quero ideias!!! Obrigada!!!
  5. 1 ponto
    Esse rumor já anda por aí há algum tempo, mas a Bloomberg deve ter tido pistas mais credíveis para ter feito a notícia. Mas eles apontam para 2020, por isso ainda é distante. A Apple já demonstrou que tem talento in-house para desenhar processadores, e não é exactamente uma aventura nova para a Apple, uma vez que já tiveram uma aventura em conjunto com a IBM e a Motorola no desenvolvimento dos PowerPC nos anos 90. Tendo em conta aquilo que tem conseguido com os SoCs dos dispositivos móveis em relação à concorrência, não me parece que fazer isto seja muito surpreendente. Só trás vantagens à empresa, uma vez que passa a ser a Apple a ditar a direcção do desenvolvimento do processador em vez de ter que aguardar que a Intel se queira mexer na mesma direcção.
  6. 1 ponto
    Parece que é (ou vai ser?) mais do que isso: https://www.windowscentral.com/who-are-windows-10-arm-powered-devices
  7. 1 ponto
    Boas... fica aqui outra ideia... var f = MeuFavorito.FirstOrDefault(t => t.Nome == Titulo.Text); if (f != null) { MeuFavorito.Remove(f); } else { MeuFavorito.Add(new Favoritos() { Nome = Titulo.Text, Valor = ContaArtigos}); } Já agora, faz mais sentido teres o nome da classe no singular (Favoritos), e o nome da colecção no plurar (MeuFavorito)
  8. 1 ponto
    boa tarde, obrigado pela resposta. já resolvi, e fica aqui a resolução. é estranho o que acontecia ou ainda acontece, se carregar os ficheiros do dompdf, mesmo sendo no final do ficheiro e depois de carregar a variável do HTML, elimina a session login, resolvi, recarregando a session login nesse ficheiro. cumpts acao
  9. 1 ponto
    Boas. A tua iniciativa é interessante, tem alguns conceitos giros mas tens de ter a noção de que não apresenta propriamente nada de novo no mundo das frameworks PHP. Tens de ter em mente que és um developer sozinho a competir contra equipas de profissionais que têm anos de desenvolvimento metidos na sua framework. Chegar, ver e vencer não vai acontecer do dia para a noite. Para teres uma ideia, uso Yii2 há alguns anos (comecei na versão 1) e a tua framework tem alguns conceitos muito parecidos (mas com nomes diferentes) mas acontece que te faltam dezenas de funcionalidades que já tenho de raiz da Yii2, como por exemplo: Segurança Modelo MVC (não vi isso de forma clara na tua framework) Geração automática de código a partir de uma tabela: ORM, controlador, GUI. Bootstrap incluido Sistema de plugins Internacionalização Mecanismo de testes Mecanismo de validação de dados Documentação e tutoriais Isto para dizer apenas algumas. Para teres noção da questão do composer, é imprescindível no meu dia-a-dia quando trabalho com Yii2. Atualização da framework, instalação de plugin, etc. é tudo feito com o composer. Basicamente acabou-se o download e o copy-paste manuais, tudo integra direitinho e com gestão de dependências. No caso particular da Yii2, existem componentes/plugins que são simplesmente brutais, que demorariam várias semanas se eu tivesse de implementar algo assim, e existem centenas de extensões para a Yii2. A questão do github como repositório já foi explicado, neste momento não vejo outra opção melhor. O que eu referi para a Yii2, aplica-se, de forma lata, às outras frameworks mais conhecidas (e já aqui referidas). Assim, para que a tua framework tenha adoção, vais ter de convencer pessoal a utiliza-la e isso, tipicamente, acontece provando aos developers que a tua framework é superior às outras (pelo menos em alguns pontos que te distingam da concorrência. Boa sorte
  10. 1 ponto
    desde a última vez que vi, podes configurar par aa porta que imaginares desde que seja entre o 1 e o 2^16-1 ... desde que não haja conflito
  11. 1 ponto
  12. 1 ponto
    a forma mais rápida será apresentar-la de forma comparativa às mais famosas frameworks e demonstrar o que ela faz que as outras não fazem
  13. 1 ponto
    deves ter configuração de redireccionamento para a porta 8888 depois é problemas normais de quem actualiza a versão do PHP para uma versão mais recente ... actualiza o código
  14. 1 ponto
    Isso não é erro, é o servidor que não está a interpretar o ficheiro como php e está a servi-lo directamente. Solução? Só analisando as configuração do servidor. Podes as colocar aqui?
  15. 1 ponto
    Respondento a mim mesmo. Documentos MOSS não devem ser incluídos no SAFT. Isto porque como são declarados à parte, excluí-los do SAFT previne que sejam declarados duas vezes. Mais informação aqui: https://invoicexpress.com/blog/vatmoss-facturacao-servicos-digitais-ue "Estas facturas não podem ser incluídas no ficheiro SAF-T, têm de ser criadas à parte"
  16. 1 ponto
    https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/114937034/details/maximized Ver anexo para medidas concretas.
  17. 1 ponto
    Eh pá, vocês estão a ligar o "complicómetro" e a arranjar cenários para justificar ou encontrar buracos que além de não existirem, não fazem qualquer sentido. Vamos lá ver. Como já expliquei acima, a questão da legalidade justifica, só por si, a existência e manutenção dos dados dos clientes num sistema. A sua descaracterização não é necessária dado que nem sequer é possível ser esquecido como estão a pensar: uma empresa tem de guardar papelada durante 10 anos, por isso esqueçam pedir para o vosso NIF ser esquecido 2 dias depois de uma compra. Se vos pedirem um contacto, vocês só o dão se quiserem, não são obrigados e isso sim, podem pedir para ser eliminado, mas isso não tem qualquer impacto. Portanto essa situação da fiscalização dos softwares de faturação para verificação de cumprimento do RGPD não faz qualquer sentido! As garantias do equipamento é outra situação que não tem qualquer sentido. Eu chego à marca para arranjar e mostro a fatura de compra que até pode nem ter NIF, pode se ao consumidor final, e até pode nem ser minha, posso ter comprado algo usado no OLX mas ainda estar sob garantia. Quando se deixa algo a reparar fica-se com uma "ficha de obra", e basta que o cliente assine a dar consentimento para ser usado o teu telefone na situação de reparação ou, se não quiser, telefone todos os dias para saber se já está reparado. As aplicações não têm de "separar o armazenamento/tratamento de dados fiscais dos restantes dados pessoais". As empresas é que têm de identificar quais os dados pessoais que possuem, como os mesmos são usados e por quem. É só isso.
  18. 1 ponto
    Esta situação pode ser um pouco mais complicada: vamos imaginar que eu vou a uma loja fazer compras, pedi fatura com NIF, nome e morada, mas também dei o meu e-mail e telefone para receber campanhas (tudo devidamente autorizado). Passado algum tempo peço para ser esquecido. A aplicação deve descaracterizar todos os meus dados, mas internamente deve manter os dados estritamente necessários para emitir o SAF-T ou reimprimir a fatura (mas não devem ser mostrados no interface da aplicação) Na prática as aplicações devem separar o armazenamento/tratamento de dados fiscais dos restantes dados pessoais.
  19. 1 ponto
    Bom dia, O processo para renovação do certificado é o mesmo do pedido inicial, descrito no documento da AT sobre a comunicação de documentos de transporte. O pedido tem que ser registado na página de produtores de software no e-fatura. Eu fiz um pedido de renovação em Janeiro deste ano e obtive resposta em pouco mais de uma hora.
  20. 1 ponto
    @Rui Carlos, @apocsantos, efetivamente há questões que teimam em não mudar, a mediocridade e incompetência política é uma delas... @knightcoder, tenho cifrado dados pessoais na base de dados de forma a que só fiquem acessíveis (como referiste) na altura certa e a quem de direito. Isto permite reduzir situações de consulta a dados pessoais por, por exemplo, um DBA que faça uma query a uma base de dados. Outra coisa é manter um log temporal dos pedidos de esquecimento na situação em que se tenha de repor um backup antigo de forma a que se possa replicar os pedidos de esquecimento.
  21. 1 ponto
    Só agora é que vi que o código que apresentei não estava a dar.. É o que dá mandar uma solução martelada nesta caixinha do fórum Se tens uma solução deverias apresentar para referência futura
  22. 1 ponto
    Alguém anda a copiar mal o enunciado... https://brainly.com.br/tarefa/10055933
  23. 1 ponto
    E se eu achava que o GDPR já dava demasiada margem ao estado para continuar a não proteger devidamente os dados pessoais dos cidadãos, o governo ainda vai fazer o favor de facilitar mais as coisas, ao isentar o estado de coimas: https://eco.pt/2018/03/22/estado-isento-de-coimas-na-protecao-de-dados-por-tres-anos/ Gostei particularmente desta parte: Não sei se é ignorância ou gozar com quem tem que cumprir o regulamento, mas em qualquer dos casos isto diz muito sobre quem nos governa.
  24. 1 ponto
    Acho que o melhor é pensares num preço por hora, e depois orçamentares em função do tempo que costumas perder com o serviço. Se tiveres outras despesas para além do tempo (deslocações, material, etc.), também devem ser adicionados ao preço. É claro que depois temos então a questão de qual é o preço razoável por hora. Isto depende de muita coisa, por exemplo, complexidade do serviço, urgência, concorrência que tens, o teu interesse em ficar com o serviço, os impostos que pagas, as provas de experiência que tens... Pessoalmente, dificilmente pagaria mais de 25€/hora por serviços do género de migração de domínios (ou até de setup de um website num CMS qualquer) a alguém que está a fazer isto como extra. E para pagar isso, já teria que ser alguém com provas de saber fazer as coisas muito bem. Mas em último caso fazia eu o serviço, e não ganho 25€/hora líquidos, por isso ainda ficava a ganhar. Se tens um cliente que não sabe fazer as coisas, que precisa urgentemente do serviço, e as alternativas que ele tem forem empresas que cobram >50€/hora, podes conseguir cobrar mais do que os 25€/hora. Por outro lado, eu nem por 30€/hora faria serviços extra. É que por 30€/hora, depois de retirados os impostos, e tendo em conta as chatices que posso ter com burocracias (essencialmente Finanças), mais vale estar quieto, sobretudo se forem serviços pequenos. Estas considerações são para o caso de serviços com recibo (potencialmente acresce IVA aos preços dados). Caso contrário acho que os valores podem descer bastante (quer com o que poupas em impostos, sobretudo se estiveres já num escalão elevado, quer por não teres que perder tempo com burocracias). EDIT: Tens aqui um tópico antigo bastante detalhado sobre o assunto: https://www.portugal-a-programar.pt/forums/topic/4489-gestão-de-projectos-orçamentos/ (diria que o preços por hora apresentados estão desactualizados, contudo).
  25. 1 ponto
    Estão aqui duas maneiras. Espero que ajude! namespace WindowsFormsApplication1 { public partial class Form1 : Form { int frmEstado = 0; public Form1() { InitializeComponent(); this.button1.Text = "Maximizar"; this.button2.Text = ((Estado)2).ToString(); } // metodo 1 private void button1_Click(object sender, EventArgs e) { if (this.button1.Text == "Maximizar") { this.WindowState = FormWindowState.Maximized; this.button1.Text = "Normal"; } else { this.WindowState = FormWindowState.Normal; this.button1.Text = "Maximizar"; } } // metodo 2 private void button2_Click(object sender, EventArgs e) { this.button2.Text = ((Estado)frmEstado).ToString(); // vai alternando entre o 0 e o 2 frmEstado ^= 2; this.WindowState = (FormWindowState)frmEstado; } } enum Estado { Normal = 0, Maximizar = 2 } }
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