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  1. Foi hoje publicado o Orçamento de Estado 2021, QR code suspenso e com incentivos. Artigo 404.º: Apoio extraordinário à implementação do ficheiro SAF -T (PT) e código QR b) Em 2021, é suspensa a obrigatoriedade do disposto no n.º 3 do artigo 7.º e no artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15 de fevereiro, sendo a aposição em todas as faturas e outros documentos fiscalmente relevantes do código de barras bidimensional (código QR) e do código único de documento (ATCUD) considerada facultativa. Documento: Lei nº 75-B/2020 Dre
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  2. Eu fiz uma alteração a um cliente que comercializa combustíveis. Tenho alguma informação que podes consultar aqui Informação combustíveis . Há um quadro com informação fixa sobre as % que é fixo e meramente informativo. Depois tens que fazer alguns cálculos baseados nas quantidades dos produtos constantes nas facturas de acordo com uma tabela onde consta o imposto aplicado a cada unidade que tens que multiplicar pela quantidade. O que eu fiz foi criar uma tabela, neste caso para o ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos) com o valor do imposto. Na ficha do produto indico-
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  3. Coloquei uma questão no e-balcão para perceber como preencher o campo Q (4 caracteres da hash) do QR Code dos Recibos. Partilho a resposta que recebi:
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  4. Não precisas de ter "todas as bases" antes de entrar no curso: é precisamente para isso que serve o curso Podes sem dúvida começar a aprender por ti mesmo, mas não é absolutamente necessário nem essencial para o curso. Se te quiseres iniciar agora, concordo com o @AshKetshup na sua recomendação da linguagem C. Contudo, não é propriamente a linguagem mais intuitiva em vários aspectos, havendo outras linguagens de programação igualmente boas para te introduzires nos conceitos fundamentais (e.g. Python). Algo a ter em conta é que, independentemente da linguagem com que te inicies,
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  5. Claro que todas as faturas têm de constar do SAFT, senão nem sequer dava para conferir as assinaturas. Duvido que a AT o esteja a fazer, pelo menos por agora. Mas, um dia destes vão se lembrar e vai por o pessoal todo a bulir.
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  6. Boas dicas! Não obstante, tenho um reparo a fazer. Só há 2 protótipos da função main() reconhecidos pelos standards mais recentes da linguagem C, sendo eles: int main(void) { } int main(int argc, char **argv) { } É importante referir que funções sem argumentos devem ter explicitado void. Isto deve-se ao facto do gcc (compilador de C da GNU) ser altamente permissivo (e não sei se este comportamento está devidamente documentado no standard, terei de ler). Ou seja, se não indicarmos o void, podemos fazer pérolas destas sem que o gcc se queixe de nada: int soma() { return 42; }
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  7. Não esquecer que uma coisa é a software house disponibilizar os meios para o cumprimento, outra são os vários intervenientes no processo e meios para o fazer. Nesse caso, e caso de, por exemplo, a impressora ter uma resolução diferente daquela adequada poderá afectar a qualidade e até o tamanho. Ao agente instalador/configurador cabe também essa inspecção e verificação.
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  8. Eu estou a usar a decrição da linha que está no documento, ou seja, ignoro a decrição que está na tabela de produtos, mesmo que a descrição do campo possa levantar duvidas de interpretação: "Descrição da linha da fatura, ligada à tabela de produtos e serviços." A não ser assim, a impressão do Documento de Transporte pelo programa poderia ser diferente da impressão obtida no Portal eFatura, o que não faria qualquer qualquer sentido.
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  9. Aqui tens uma ferramenta que podes usar para fazer a validação do xml com os ficheiros schematron. É apenas uma versão trial, mas dá para fazer debug. Eles têm ainda uma lib java, open source, que permite fazer as validações.
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  10. O CIUS-PT utiliza o XSD genérico do UBL 2.1 . O que pode ser utilizado para validar de forma programática são os ficheiros schematron que têm as regras inerentes ao CIUS-PT . https://www.espap.gov.pt/Documents/servicos/sp_fin/urn_feap.gov.pt_CIUS-PT_2.0.0_schematron.zip O problema é que não se encontram libarias atualizadas para processar diretamente schematron. Uma solução é converter os ficheiros schematron para ficheiros XSLT 2. https://github.com/schematron/schematron (testei com esta no final de 2019 usando a versão free do saxon em java - www.saxonica.com
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  11. Ok muito obrigado , sinto mais aliviado sabendo isso, irei certamente dar uma vista na linguagem no mínimo. Comprimentos, obrigado pela ajuda
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  12. Boa noite Francisco. Estou no 3º ano do curso de Engenharia Informática na UBI. Com base na minha experiência, não precisas de te preocupar muito com bases vindas do secundário, no meu ano de caloiro fui introduzido a programação como se fosse a minha primeira vez na área. Visto que há muita gente que não vem com quaisquer bases. No entanto se quiseres ir com algum avanço, aconselho a veres algumas de C é uma das linguagem mais completas e consegues aprender bastante com ela, also foi a linguagem com que no meu curso me "introduziram" à programação. Espero que te tenha ajudado.
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  13. Viva, Está a iniciar em AngularJS por força/obrigação de algum curso que está a fazer ou por iniciativa própria de aprender "Angular"? Se é por iniciativa própria... esqueça o AngularJS e aceda ao "Angular" (https://angular.io/) este sim interessa (desde Angular 2) aprender nos dias de hoje (já vai na v11 e já trabalho com ele desde a v6). Para aprender Angular recomendo este curso (aproveite as promoções para comprar a 9,99 ou a 14,99) "Angular - The Complete Guide (2021 Edition)" em "https://www.udemy.com/course/the-complete-guide-to-angular-2/" Fiz o curso (versão Angula
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  14. Olá alphasil, Secalhar para a próxima será melhor partilhares as estruturas utilizadas e descreveres a estrutura da informação no ficheiro. Pelo que percebi o ficheiro contêm em cada linha um id(inteiro), nome(string) e um numero variavel de inteiros. Tudo delimitado por espaços. E a partir de um id introduzido pelo utilizador queres procurar por esse id e mostrar o respetivo nome. Caso não encontre mostra erro. Caso seja isto o pretendido, os maiores problemas são: quando fazes fscanf não estás a ler a linha completa do ficheiro, o que vai fazer com que os seguin
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  15. Desculpem estar a comentar coisas antigas, mas já nao vinha ao forúm a algum tempo lol Como o @desconfiadojá explicou lá atrás e bem, são recibos diferentes. Ainda assim, volto a frisar uma coisa que já tinha dito, e que me foi dito pelo AT. O Saft em Si não é lei, ou melhor é lei no sentido em que temos de aplicar determinada estrutura para determinados fins, e isso está legislado, mas não se sobrepõe aos códigos em vigor. Já por diversas vezes a Lei diz uma coisa e no SAFT está outra, e a resposta da AT é que os colegas que fazem o SAFT têm de o ajustar de acordo com a Lei ... Isto,
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  16. Há uma forma mais simples, ordenas cada um dos arrays, vê o método sort(), e depois tiras a primeira posição, ou última, dependendo de como fizeste a ordenação.
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  17. Obrigado amigo pela ajuda.. Para os próximos que tiverem a mesma duvida eu fiz da seguinte forma! #criando uma variavel de arquivo e abrindo ele para escrita cookiefile = open('./cookie.txt', 'w') #variavel fazia para receber o resultado cookie_string = '' #varrendo todos os cookies do meu accesso com o mechanize for c in br._ua_handlers['_cookies'].cookiejar: #buscando pelo cookie que eu precisava e se for a linha dele gravar no arquivo if 'Cookie que preciso' in c.name: cookiestr += c.name + '=' + c.value cookiefile.write(cookiestr)
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  18. Isso não faz sentido nenhum! Nem sei se isso não dá direito a uma investigação por parte da AT. Se não dá então estamos mal...
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  19. A tua variável pocoes está a ser declarada dentro da função e começa sempre por 2, mesmo que chames isso 5000 vezes o que ele vai fazer é, criar a variável pocoes, meter o valor 2 lá dentro e depois subtrair um. Tens várias formas de fazer isso, em vez de ser uma variável dentro da função, usares uma variável global, em que a metes fora da função e já a consegues mudar sempre que chamas a função pocoes. Podes possivelmente depois brincar um bocado com apontadores e receber um apontador de um inteiro como argumento da função e alteras o valor lá dentro (em C é essencial entender esta mecan
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  20. Segundo a interpretação do Cfreitas, e eu tendo a concordar, os campos Country e Prefixo VAT são coisas diferentes e não devem ser confundidas. Quer no SAFT quer no QRCode é sempre pedido o Country, pelo que Grécia é sempre "GR". Apenas na VIES e nas Declarações Recapitulativas é pedido o prefixo VAT que para a Grécia é "EL". Nas Faturas, deve ser impresso EL, GR ou as duas coisas? Não tenho a certerza. Mas, como nas declarações aduaneiras, deve-se usar "EL", e como eu incentivo os clientes a consultar a VIES através do programa de faturação para ficarem com o comprovativo
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  21. Link do validador CIUS-PT, baseado no XSD do UBL 2.1 e pela norma CIUS-PT https://svc.feap.gov.pt/Doc.Client/public/CIUSvalidation/PT?language=pt
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  22. Tenho visto algumas facturas impressas (e PDFs) com o código QR com dimensões reduzidas. De acordo com a portaria a dimensão mínima é de 30x30mm. Isto afinal é para cumprir ou é só para alguns? PS: Um do exemplos foi uma factura do InvoiceXpress.
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  23. Na minha opinião sim. O campo Country é o código do país usando a norma ISO 3166-1-alpha-2. Os prefixos dos VAT number, embora maioritariamente coincidentes com esses códigos, não são a mesma coisa. Por exemplo, o código ISO da Grécia é "GR", mas o prefixo para os VAT numbers é "EL". Os prefixos são para usar onde forem devidos. Nas faturas e nas declarações fiscais.
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  24. Boa tarde caros! O Covid também está a causar chatices nas submissões IVA... Como o IVA foi prorrogado, em dezembro, todas as submissões que eram entregues no período de prorrogação devolviam o seguinte erro: "Indicou declaração dentro do prazo mas a declaração está fora do prazo ou vice-versa". Ou seja o WS erradamente achava que a declaração estava fora do prazo. O mais incrível foi que ao serem submetidas pelo site normal eram aceites. Dá a sensação que a AT se esqueceu de actualizar as políticas nos WS da mesma forma que fizeram com o Portal AT. (Nem sei como é possív
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  25. Do portal das finanças: A Irlanda do Norte, no que toca a prestações de serviços também é um país terceiro.
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  26. Parece-me que está aqui um imbroglio. As faturas emitidas a GB (mainland) serão sempre GB e deixam de ser Transmissões Intracomunitárias no Mercado Comum, ou seja, passam a ser Exportações e/ou prestações de serviços a Países Terceiros. As faturas de transmissões de bens para a Irlanda do Norte que tambem pertence ao Reino Unido, passam a usar o prefixo XI que já está previsto no VIES e deverão ir com este prefixo no SAFT no próximo dia 12 de Fevereiro e na Declaração Recapitulativa do IVA já no próximo dia 20 de Fevereiro. As faturas de prestações de serviços para a Irlanda do
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  27. A questão dos zeros está relacionada com o encoding; NÃO usar Auto, Numeric ou Alphanumeric. Um dos parâmetros da function GenerateQRCode é a taxa de recuperação de erro. E ainda é preciso forçar a versão minima = 9. Por exemplo, na function TVersion.ChooseVersion alterar esta linha for VersionNum := 0 to 40 do para for VersionNum := 9 to 40 do Na Internet existem muitas mutações desta unit que já incluem outras funções e properties para gerir estes parâmetros. Se quiser posso lhe enviar a que estou a utilizar. Não garanto que esteja perfeita, mas bateu certo com todos os exem
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  28. 1) A aceitação é um contrato em que o destinatário diz SIM (geralmente ao assinar um contrato de serviços... ou confirmar o mesmo através de formulário online... na falta, terá de assinar um PAPEL! 😕 ) 2) Sim, a assinatura do PDF com um certificado válido em nome da empresa é suficiente (aliás, estou a assinar os PDF's com o certificado do PRODUTOR do software... não é válido legalmente no que toca à facturação electrónica, mas pelo menos evita que o PDF seja ADULTERADO! Eu não me sentiria bem ao receber um PDF não assinado) 3) O arquivamento digital é um bico d'obra! Há quem contrat
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  29. Pessoal estou com várias dúvidas em relação à faturação eletrónica, só agora é que comecei a ver isto com mais atenção e li e reli a resposta que o @marcolopes me tinha dado na altura em que dizia que a faturação eletrónica deverá respeitar as seguintes condições: As minhas dúvidas são as seguintes: - No primeiro ponto a aceitação do destinatário, para isto basta o destinatário "dizer apenas" que sim? ou é necessário alguma espécie de documento a confirmar que o destinatário aceita receber as faturas eletronicamente? - Assinando as faturas (o pdf da mesma) isso já garante
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  30. Isso não tema ver com o cartão de cidadão ? Eu acho que sim, é tu poderes por um gerente a assinar com o seu cartão... Eu tenho tanta coisa para fazer que nem sei para que lado me virar, mas gostava de dar uma vista de olhos nisto...
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  31. Concordo e é assim que estou a fazer. A maior confusão é a questão de Isenção ou Não sujeição. Sinceramente, aqui acho que complicaram desnecessariamente.
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  32. Atenção que os certificados permitidos são realmente específicos para Facturação Electrónica, PDFs não XML, e tanto quanto sei, só duas entidades estão autorizadas a fornecer esses certificados em Portugal. E as duas comercializam os certificados na forma de webservices de assinatura. Não há cá Pens ou smartcards. Outra forma de assinar as facturas será através do sistema SAFE, que também utiliza webservices, e que provavelmente (ainda estou a analisar) usará um certificado emitido pela Multicert que é uma das empresas autorizadas em Portugal. Não é qualquer certificado ou chave priv
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  33. Se no documento de transporte for discriminado o IVA deverás colocar sim nos campos I,J,K se não aí sim preenches no campo L
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  34. É verdade que os certificados utilizados, os oficialmente permitidos, são agora muito mais caros. Pela informação que recebi os certificados, ou a assinatura de documentos. vai agora funcionar via webservices. E compram-se aos "pacotes", 500 assinaturas, 1000 assinaturas. O formato antigo de certificado através de ficheiros não é permitido. Pelo menos na questão da factura electrónica. Pelo menos é assim que vão funcionar a DigitalSign e a Multicert que são os dois fornecedores autorizados em Portugal para esse tipo de certificado.
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  35. Parece que as respostas estão no Serviço de Assinatura de Faturas Eletrónicas (SAFE) (autenticacao.gov.pt) em: https://www.autenticacao.gov.pt/serviço-de-assinatura-de-faturas-eletrónicas-safe-
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  36. Mais uma vez, uma publicação em cima da hora, com inferência já a partir de 1 de Janeiro. Lá diz o ditado, deixar tudo para a última. Enfim está nos genes dos nossos governantes... https://eco.sapo.pt/2020/12/29/empresas-poderao-assinar-faturas-eletronicas-com-cartao-do-cidadao-ou-chave-movel-digital/
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  37. Boas, tudo bem. Seguem alguns sites que eu utilizo: Em Português: PythonBrasil galirows Em Inglês: w3schools w3resource pynative practicepython
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  38. Este tipo de "Recibos" são diferentes dos recibos da facturação. As IPSS, e outros, usam muito esse tipo de recibos com linhas que representam serviços prestados. Nunca vou entender este tipo de designação. Esses documentos não deveriam existir. Todas as entidades, sejam elas isentas (ou não sujeitas) a IVA deveriam emitir FATURAS (ou FR) e depois um recibo na altura da liquidação. Mas infelizmente esta situação já vem de há muitos anos e continua a existir. Claro que esse tipo de recibos não encaixa na definição de recibo do SAF-T.
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  39. Pois, o grande problema é mesmo esse. É que estas "leis" são feitas por gente analfabeta em questões informáticas. Depois tem que dar estas confusões. E até digo mais, além de analfabetos são arrogantes e prepotentes. Acham que sabem tudo e não precisam, nem aceitam muitas vezes, opiniões de quem sabe, realmente, do assunto. Já tive algumas "reuniões" desse género com responsáveis de entidades publicas.
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  40. Boas. Tenho um código funcional em C# que faz o download das faturas. Se houver interesse me avisem. Basicamente precisa fazer um GET e dois POSTS para conseguir logar e fazer o parse do HTML depois. Meu e-mail thiagov@me.com
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  41. altera o teu código para usar a noção de owner do form e não parent. Alteras para: private void Form1_Load(object sender, EventArgs e) { this.Top = 0; this.Left = 0; this.Width = System.Windows.Forms.Screen.PrimaryScreen.Bounds.Width; this.Height = System.Windows.Forms.Screen.PrimaryScreen.Bounds.Height; Form2 fr2 = new Form2(); fr2.ShowDialog(this); } e private void button1_Click(object sender, EventArgs e) { ((Form1)this.Owner).btn_adicionar.Visible = true; this.Hide(); }
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  42. Boas, isso resolves se abrires o form de login como dialog. O problema é que se colocares o form de login a abrir no form load do principal, este fica escondido até fechares o form de login. Se não houver problema, podes fazer assim, no form principal: private void Form1_Load(object sender, EventArgs e) { frmLogin frmlogin = new frmLogin(); frmlogin.ShowDialog(); // if (!frmlogin.AutenticouCorrectamente) { // Login falhado frmlogin.Close(); Application.Exit(); return; } // Login ok } E no form de login, algo assim: public bool AutenticouCorrectamente = false; private void
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