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A mostrar o conteúdo com mais reputação desde 20-08-2017 em todas as áreas

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    Permite-me discordar com a questão do TEM e do DEVE. Em português (e sobretudo em juridiquês), DEVE é uma obrigação. Para que fosse facultativo ou indicativo, a palavra seria PODE. A legislação fiscal está repleta de deveres que são criados com a palavra DEVE. A título de exemplo (relacionado com esta área) temos o artigo 29.º do CIVA cuja epígrafe é "Obrigações em geral"
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    Não sei se ainda há alguém a usar o meu projecto WS-DLL para a comunicação de guias de transporte por webservice, mas se houver, este post é para esses: Dado os recentes desenvolvimentos, especialmente tendo em conta a falta de confiança que o status Obsoleto da CapiCOM apresenta, resolvi fazer um update ao projecto, aproveitando para pôr em prática algumas alterações há muito necessárias a nível de estrutura do código. O projecto mudou de nome, chamando-se agora AtWS, e pode ser encontrado no meu repositório GitHub, aqui: https://github.com/nunopicado/AtWS As mudanças passaram pela já mencionada CapiCOM, que deixou de ser necessária, pela opcionalidade de existir o ficheiro ChavePublicAT.pem (se não for fornecido, será usada a versão hardcoded), pelo fim de algumas dependências de código de terceiros, como DelphiOnRails, SuperObject e UIB, e pelo uso de interfaces na estrutura, facilitando a alteração de uma qualquer implementação por quem achar que o deva fazer. A própria chamada à DLL passa por um interface, que será retornado pela chamada e a partir do qual se poderá fazer o envio dos documentos. Nunca tentei fazer o envio de uma fatura para o WS da AT, apenas documentos de transporte. Não estou certo que funcione, mas é uma possibilidade. De qualquer forma, só documentos de transporte foram testados aqui.
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    Sim, é possível. No início do e-Fatura não era possível, mas já assim é há algum tempo. É o que consta nesta FAQ:
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    Fonte: https://arstechnica.com/gadgets/2017/09/devops-and-data-science-are-the-big-software-dev-money-makers/
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    é preciso usar divs como colunas <!DOCTYPE html> <html lang="pt-pt"> <head> <link rel="stylesheet" href="style.css" media="all"/> <title>Rodrigo Espada</title> <center><p1>Site Pessoal</p1></center> <h1>Rodrigo Espada</h1> <style> .col-25 { float: left; width: 25%; } </style> </head> <body> <center><img src="eu.jpg"/></center> <div class="col-25"> <h2>Informaçoes basicas</h2> <p>Estudante do Colégio Atlântico com o 9ºAno de Escolaridade<br /> completo , finalizado com media de 14 valores. Com forte aptênçia <br />para a área de Ciençias , especificamente nas áreas de novas<br /> tecnologias e informática. Totalmente compremetido na realização<br /> de tarefas e desafios apresentados, participativo e promovendo o<br /> trabalho em equipa, disto resulta alta eficácia nas soluções e resuldados finais.</p> </div> <div class="col-25"> <!-- Este de baixo foi so para demonstar --> <h2>Informaçoes basicas</h2> <p>Estudante do Colégio Atlântico com o 9ºAno de Escolaridade<br /> completo , finalizado com media de 14 valores. Com forte aptênçia <br />para a área de Ciençias , especificamente nas áreas de novas<br /> tecnologias e informática. Totalmente compremetido na realização<br /> de tarefas e desafios apresentados, participativo e promovendo o<br /> trabalho em equipa, disto resulta alta eficácia nas soluções e resuldados finais.</p> </div> </body> </html>
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    Acima de tudo o acesso deve ser condicionado, tanto em termos de saber se determinado utilizador deve ter acesso a que informação como à informação que é necessária para cada tipo de operação. Encriptar a informação é uma forma, mas lembro que o GDPR não é uma norma para IT, é para proteção de dados. Alguém está a ver a documentação em papel a ser encriptada? Parece-me claro que uma listagem de clientes onde conste o nome, nif, moradas, etc. não viola o GDPR a menos que a mesma seja usada fora da empresa ou para fins inapropriados (mas isso já acontece hoje em dia). Uma coisa é uma listagem dessas de clientes com pagamentos atrazados que toda a gente no departamento financeiro tem acesso, outra coisa é essa mesma listagem nas mãos do serviço de apoio ao cliente. O caso do esquecimento é um dos mais bicudos de todos e onde há menos certezas. Já ouvi dizer que tem de se fazer "delete" da base de dados, ao que eu perguntei o que é que eu faço com a integridade referencial e, pior, com a informação em backup! O cliente ser "esquecido" pode muito bem passar por colocar "XXXXX" no nome do mesmo, "000000000" no NIF, eliminar o mesmo logicamente com um "D" no campo "estado", etc.. Temos de ter em atenção questões legais, como por exemplo, um cliente não pode ser realmente "esquecido" durante 10 anos pois a informação dele é necessária para o negócio e como tal há responsabilidades legais para com as finanças. Não sei se isto que coloca todos dados do cliente como dados não pessoais uma vez que são dados fiscais. Outra situação interessante é uma pessoa pedir a um jornal para ser esquecido. As notícias vão desaparecer? Não me parece. Aliás, a própria história desapareceria a partir de determinado momento se tal acontecesse. Parece-me de bom senso ter apoio legal/juridico especializado nesta matéria dada a sua complexidade.
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    Olá a todos, Abro este tópico para discutir com a comunidade quais os impactos e estratégias que vão implementar nos diversos softwares para cumprir com o GRDR? Para os menos atentos, O GDPR é um regulamento da UE para a proteção de dados e entra em vigor em 25 de maio de 2018. Mais info em: http://www.eugdpr.org/ De forma resumida, o GDRP foi criado para proteger os dados pessoais dos individuos que os sistemas de informação armazenam, como o Nome, NIF, Morada, E-mail etc Existem 5 áreas onde as empresas devem trabalhar para cumprir o GDPR e evitar as multas pesadas do não cumprimento: Política de acesso aos dados Identificar onde estão os vários atributos e os dados Política de governação Proteção de dados Auditorias internas de avaliação As áreas que têm impactos diretos no software e sistemas de informação são a 1, 2 e 4. Pegando num exemplo simplificado de um software de faturação, normalmente existem tabelas de clientes e empregados. Essas tabelas contêm atributos para armazenar os dados pessoais dos clientes e empregados. O GDPR obriga a que os dados pessoais devem estar protegidos na base de dados e a sua consulta seja controlada. Visto que a legislação fiscal em vigor em Portugal, em alguns cenários, obriga a identificar os clientes (Nome, NIF e Domicilio fiscal) na emissão de documentos fiscais e esses mesmos dados são exportados no SAF-T, que é um ficheiro aberto, como cumprir com o GDPR neste caso?
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    Se há coisa que não tenho dúvidas... é isso
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    Cheira-me que estamos seguros por agora... Mesmo que seja para entrar em vigor em Janeiro, a lei só sai lá pra 15 de Dezembro!
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    o erro é bem claro se tirares o código que não interessa ao problema public class ConceptController implements Initializable { //... private void drag() { //... allbase.setOnMouseClicked(me -> { try { YouTubeChannel youTubeChannel = getDataFor("andreplays15"); System.out.println("Canal:" + youTubeChannel.getChannelName()); //... } catch (Exception exce) { //... } }); } //... public YouTubeChannel getDataFor(String channelId) throws IOException { //... List<Channel> channelsList = channelResult.getItems(); if (channelsList.isEmpty()) { return null; } //... } //... }
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    Boas O codigo correcto segue em baixo, verifique nao testei ___________ Erros 1) No select faltava o stamp (bi.bistamp) da linha a fazer o update 2) No update : para utilizar o comando update pelo SQL, deveria controlar se o ecra não esta em modo de edição ou introdução, se estiver a browlist nao deveria abrir se o ecra estiver em modo de edição ou introdução deveria ser corrigido atravès do replace _______ Possivel melhoria: Na BI existe o campo peso, que preenche o peso existente na ficha do produto, e este sim utilizado para actualizar, mas este campo nao fica visivel nas linhas ao utilizar a campo u_pesogr, este pode ficar disponivel nas linhas e editavel, e desta forma nao necessita da browlist, pode apresentar uma mensagem ao gravar a indicar que faltam pesos. _______ select bi u_sqlexec([SELECT bi.bistamp, bi.bostamp, ref,design, qtt, peso, u_pesogr, u_pesogr as u_pesogr2 FROM bi where bi.bostamp=']+alltrim(bi.bostamp)+['],[PESOS]) Declare list_tit(4),list_cam(4),list_pic(4),list_tam(4),list_tag(4),list_ronly(4) list_tit(1) = 'Ref' list_tit(2) = 'Desginação' list_tit(3) = 'Qtt' list_tit(4) = 'Peso' List_cam(1) = 'PESOS.ref' List_cam(2) = 'PESOS.design' List_cam(3) = 'PESOS.qtt' List_cam(4) = 'PESOS.u_pesogr' list_pic(1) = '' list_pic(2) = '' list_pic(3) = '' list_pic(4) = '' list_tam(1) = 100 list_tam(2) = 300 list_tam(3) = 100 list_tam(4) = 100 list_ronly(1) = .t. list_ronly(2) = .t. list_ronly(3) = .t. list_ronly(4) = .f. m.escolheu=.f. browlist('Correção de Pesos','PESOS','Browlist1',.t.,.F.,.F.,.F.,.F.,'',.t.) IF m.escolheu=.t. go top select PESOS scan x1 = [ update bi set peso=']+StrTran(astr(PESOS.u_pesogr, 10, 3), ',', '.')+[' where bi.bistamp=']+alltrim(pesos.bistamp)+[' ] u_sqlexec(x1) endscan endif
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    usa o fscanf com o format " %d\n"
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    tanto a variável str como o parametro titulo e resumo da estrutura são arrays. assin sendo, a maneira de leitura para a estrutura é a mesma que estas a usar de ler para str. struct doc documento; if (fgets(documento.titulo, 50, fp) != NULL && fgets(documento.resumo, 500, fp) != NULL) { printf("titulo : %s\nresumo : %s\n", documento.titulo, documento.resumo); }
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    Bootstrap é o mais popular framework HTML, CSS, e JS para desenvolvimento de projetos responsivo e focado para dispositivos móveis na web.
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    foi referenciado que foi puxado o jquey para resolver o problema, no entanto nao diz que o bootstrap também foi
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    Na minha opinião, neste caso aplica-se o ponto 2.2.7 do Despacho:
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    Já consegui! Afinal era mais simples do que pensava! <?php // Initialize the session session_start(); // If session variable is not set it will redirect to login page if(!isset($_SESSION['LoginUtilizador']) || empty($_SESSION['PasswordUtilizador'])){ header("location: login.php"); exit; } ?> Onde está PasswordUtilizador, deve estar LoginUtilizador. Só isso. Agora já está a funcionar. Como faço para fazer um echo do campo "NomeUtilizador" na BD associada à sessão da conta?
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    então vamos virar ao contrário : porque achas que estás a guardar o nome do utilizador numa variável/array tão estranho ? agora uma dica de caras : porque raio estás a validar a existência da password num local/array que nunca fizeste referência anteriormente ?
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    Esta vai ser interessante... Fulano tem o direito de exigir que os seus dados sejam apagados da DB do programa, mas a AT exige que tais dados nunca sejam apagados... Lá virá a história do "public interest".
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    @adec_12, presumo que seja uma app comercial. Se assim for: Terás de estar, tu ou uma empresa tua, de ter atividade comercial de forma a poderes emitir faturas. Não tenho a certeza de como funciona se for ENI no caso de emissão de eFaturas para o estrangeiro. É bom ter o apoio de um contabilista experiente uma vez que tens de fazer um procedimento qualquer para estares listado como empresa que trabalha inter-UE (não sei como se chama, nem sei o procedimento, sei apenas há um procedimento destes que se faz uma vez). Não. Mas creio que caso seja uma app comercial, poderás ter benefícios. Tens de clarificar isso com a Google, mas creio que se responsabiliza por qualquer venda.
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    Isto devia estar escrito em pequenos azulejos, em cima de cada secretária!
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    sim, existem muitas pessoas aqui que te poderam ajudar
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    Isso é outro caso... Nós não podemos controlar o que os outros fazem, e se de lá falhar, não podemos fazer nada... O mais que podemos é permitir que o nosso software envie em qualquer das versões suportadas pelo E-Fatura, mas a partir daí, o cliente tem de ter noção do que faz, em conjunto com o seu contabilista. Claro que haverá aqueles que, ao ver um erro no envio, vão atribuir a culpa ao software, e não à AT (porque para o cliente, logicamente, a AT nunca tem culpa). Por isto recomendo que, sempre que se note um erro que comprovadamente seja culpa da AT, se faça uma circular aos clientes potencialmente afectados a informar do problema, e remeter para eles a decisão do que fazer. Se começamos a puxar para nós responsabilidades que não são nossas eles habituam-se mal!
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    Concordo plenamente Nuno !! Não tenho dado o meu parecer sobre o assunto, pois como sou novo por aqui não quis ir contra alguma "regra do politicamente-correto" neste Grupo A nova Portaria saiu a 2 de Dezembro de 2016 data em que foi comunicada publicamente no Diário da Republica!!! Só entrou em vigor a 1 de Julho, com efeitos práticos a 1 de Agosto ( altura que se começa a enviar o SAFT de Julho ) Ao fim de 8 Meses ainda andam a discutir se devemos ou podemos enviar pela versão 1.03 ou 1.04 ???? !!!!! ........ alguém esteve distraído !!!! E claro, concordo que só em produção se testa a fundo as novas aplicações, mas isso tem de ser a exceção e não a regra A nós programadores cabe ter o nosso Software pronto a tempo e horas e 6 a 8 Meses para alterar algumas linhas e parâmetros de um SAF-T anterior ( 1.03 ) quase igual ao atual, parece-me mais que suficiente, e claro, depois é o cliente final que decide se compra versões de software já com o novo SAFT 1.04 ou se pretende continuar a enviar numas das versões anteriores. Se vai ser multado, qual o valor da Coima, como a mesma é processada, já nada tem a ver com nós Técnicos Acho este Grupo fantástico para as entre ajudas que a todos em algum momento sempre dão jeito, e não para discutir assuntos que a nós não dizem respeito ou para colocar as culpas sempre na AT Como é obvio, na AT ( Software ) trabalham pessoas como nós, trabalham para ter o seu Ordenado Mensal e como humanos que são estão sujeitos a erros como todos nós, e venha o primeiro atirar a pedra que nunca se enganou a escrever código no seu Software Para mim, a grande falha da AT ( que já comuniquei á mesma por escrito ) é não ter um Canal aberto apenas para as Empresas ou pessoas com Software Certificado pela mesma, enviando Mails com todas as alterações que vão sendo publicadas na Lei, correções a alterações da AT, duvidas que a Lei deixa na sua leitura e que são questionadas pela maioria dos programadores, etc, etc, tudo apenas com o intuito de não falharmos em nada com aquilo que a AT no exige Continuação de boas férias para todo o grupo
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    https://theconversation.com/written-in-stone-the-worlds-first-trigonometry-revealed-in-an-ancient-babylonian-tablet-81472
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    De acordo com o facto de termos de fazer os possíveis e impossíveis para enviar a 1.04 a tempo. Mas obviamente nem tudo correu bem do lado da AT (como se pode ver pelas páginas anteriores deste tópico) e parece-me que um período de transição não faria mal a ninguém, já que muitas vezes só em produção se encontram alguns erros. De qualquer forma, já vi ficheiros saf-t enviados em agosto com a versão 1.03 relativos a dados de julho dados como 'integrados com sucesso' e os respectivos documentos registados pela AT. No fundo tudo isto se mantém inalterado: grandes novelos legislativos seja qual for a área em questão. E nós sabemos bem quem fica sempre para lidar com clientes, respectivos contabilistas e as queridas finanças Cumps
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    responde somente a esta questão: - sabendo que o atributo id de uma tag html deverá ser por definição único, quantas tags no teu html tem o atributo id com o valor "salvar" ?
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    Eu sei que sim, e nada contra! Só acho estranho andarem há dias a debater se dá ou não para enviar na 1.03, baseado nas palavras usadas aqui ou ali, quando a nossa obrigação é somente fazer os updates, na medida do possível, a tempo da entrada em vigor da lei. Se depois os users fazem ou não, problema deles, como dizes e bem! Antes serem eles a falhar do que nós!
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    bom dia, Transcrição de uma resposta recebida da AT: As coimas previstas para os sujeitos passivos que não cumpram esta lei vão de 200.00€ a 10.000€.
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    O Problema é ser um botão onde a função é o keyboard, que é um objecto que nao existe no novo ecra/dossier que está a criar experimente copiar e colar no ecra do dossier que pretende abrir.. nao foi testado, normalmente coloco em texto para correr a função via teclado...
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    O meu português, diz-me que se fosse como interpreta, diria TEM e não DEVE. Por outro lado, acho que se fosse assim, fariam como quando descontinuaram a versão 1.01. Avisam e deixam de receber. Por fim, não lhes custava nada manter os formatos anteriores e não aceitar com data igual ou superior a Julho/2017. Para terminar, a legislação prevê coimas para quem não enviar, mas ainda não vi, para quem enviar na versão anterior. Até ver as coimas ....
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    A propósito do erro na validação dos Saf-T's quanto têm isenções nos documentos de transporte e nos workingdocuments, partilho convosco a resposta que obtive hoje a uma questão colocada no e-balcao no início de Julho:
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    Creio que a melhor forma de o fazeres é através de uma invocação Ajax.
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    podes recriar o número binário que existe no vector e fazer a comparação normal int valor = 0; for (int i = 0; i < 4; ++i) valor = valor << 1 + vector[i];
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    Não. É isso que tentei esclarecer. O validador da versão 1.04_01 utiliza a versão 1.1 da linguagem XSD. O XML é 1.0. <?xml version="1.0" encoding="Windows-1252"?> <!-- Estrutura do ficheiro SAFT-PT--> <AuditFile xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="urn:OECD:StandardAuditFile-Tax:PT_1.04_01 .\SAFTPT1.04_01.xsd" xmlns="urn:OECD:StandardAuditFile-Tax:PT_1.04_01"> Se reparares, o próprio ficheiro XSD da versão 1.04_01 do SAF-T, que foi escrito usando a versão 1.1 da linguagem XSD usa a versão 1.0 do XML. <?xml version="1.0" (aqui é definida a versão do XML) encoding="Windows-1252"?> <xs:schema xmlns:ns="urn:OECD:StandardAuditFile-Tax:PT_1.04_01" xmlns:vc="http://www.w3.org/2007/XMLSchema-versioning" xmlns:doc="urn:schemas-basda-org:schema-extensions:documentation" xmlns="urn:OECD:StandardAuditFile-Tax:PT_1.04_01" attributeFormDefault="unqualified" elementFormDefault="qualified" id="SAF-T_PT" targetNamespace="urn:OECD:StandardAuditFile-Tax:PT_1.04_01" version="1.04_01" vc:minVersion="1.1" (aqui é definida a versão do XSD) xmlns:xs="http://www.w3.org/2001/XMLSchema">
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    Depois de muitas horas a ouvir de ROCs e contabilistas, o que "fui obrigado" a permitir é introdução de quantidades a negativo sempre relacionadas com linhas do mesmo documento, preços a negativo NUNCA, e valor sujeitos a negativo NUNCA (isto é importante; não permitir que a linha com quantidades negativas tenha um IVA diferente, o que daria um valor sujeito a negativo). De resto é comprir com o que o SAFT diz, exportar os valores sempre positivos quer como DEBITAMOUNT ou CREDITAMOUNT e quantidades sempre positivas.
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    Só a AT é que sabe! Deve ser tipo: Só naquelas cabecinhas...
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    Até era, que isto de encriptação para mim é chinês medieval... Mas deste-me uns ponteiros importantes para as pesquisas! Obrigado! CapiCOM, bon voyage!
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    Obrigado! Entretanto, já o tenho a bombar sem CapiCOM!
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    Boas a todos. Abri este tópico porque tenho andado na net há procura de informação sobre programação para pessoal que esteja a entrar na pré-adolescência, pois tenho cá em casa um rebento de 11 anos que tem passado as ferias agarrado ao portátil, e como tal tenho estado a alicia-lo a entrar no mundo da programação, situação que veio a acontecer. O problema estava em arranjar algo que desse para ele, depois de muito navegar na net achei isto: http://www.briggs.net.nz/log/writing/snake-wrangling-for-kids/ Como a minha criança não está muito há vontade com o inglês propus-lhe fazer a tradução do dito livro. os 10 capítulos já estão traduzidos faltando-me traduzir os apêndices, tarefa que já começei. Agora gostaria de saber se há pessoal interessado em ler o livro para corrigir possíveis arestas vivas que lá (de certeza) existam. Em caso afirmativo onde disponibilizo a informação? Posso informar, que para quem se esteja a iniciar no mundo da programação, e mais precisamente no Python, não está nada mau, até pelo contrario.
  42. 1 voto
    tendo em conta alguns post teus que já vi, penso que sabes o que é o lambda-calculos (que é a base do Haskell, como já referi). o Haskell não é eficiente pela forma como a funções são executadas, não sei exactamente como funciona o GHC, mas o HUGS penso que calcula os resultados através de reduções dos lambda-termos, que normalmente é algo não muito eficiente, para além de que para calcular o resultado de uma simples função são necessárias várias reduções (por exemplo para fazer soma 2 4, o HUGS faz 29 reduções, coisa que em Assembly se faz com meia dúzia de instruções, algo muito mais rápido do que fazer um redução). mas afirmações que fiz foram sobretudo baseadas na teoria do lambda-calculus, e na forma como calculamos o resultado das funções manualmente, não sei exactamente como funcionam os compiladores. Percebo. Não conheço o Haskell mas isso não será um falso problema, ou seja, isso não será apenas uma questão de optimização da implementação do próprio interpretador/compilador? Não faltam casos de sucesso de empresas que usaram, por exemplo, Lisp, por isso é que fiquei curioso em saber porque não é eficiente.
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