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AT - questões legais


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americob
44 minutos atrás, CrominhO disse:

Pois, já tinha mandado para trás e até agora ainda não obtive resposta. Um amigo nosso em comum (guess who :D ) , além de ficar com os "olhos em bico", disse-me a mesma coisa, mas eu não queria a responsabilidade de alterar um SAFT que não é meu, porque depois na Contabilidade ficava com menos um documento que no Software se eles não fizerem o mesmo no Software. E também, como sei que houve colegas aqui no forum que fizeram SAFT Contabilidade e consequentemente importadores, se nao estão a apanhar situações destas. Até porque, se num dos softwares eu tenho a certeza que está mal desenvolvido, nos outros, com Certifcação 9XX, já devia estar mais do que testado. Não sei se não será alguma treta tipo DropBox ou OneDrive, que os clientes instalem lá softwares para simular SaaS e depois dê raia.. É que agora quando receber o SAFT, vou receber só o ficheiro sem saber como resolveram e qual a questão, daí também ficar com curiosidade 😄

O meu programa de Contabilidade integra SAFTs de Faturação. Ultimamente, não tenho tido queixas dos utilizadores, a maioria gabinetes de contabilidade, com SAFTs de muitos produtores. Em tempos tive problemas, por exemplo, com o SAFT de uma das "grandes" que usava DebitAmount nas FT e CreditAmount nas NC, mas depois alguem resolveu.

Por acaso não faço testes aos documentos para ver se estão todos ou se há duplicados. Quanto aos documentos anulados, simplesmente são descartados porque não têm de ser tratados em termos de contabilidade. Podia fazer testes a ver se estão todos os números, se viesse de uma faturação minha até podia verificar as assinaturas, mas acho que não me compete.

Se alguem deveria fazer esse tipo de testes é a AT, nomeadamente, o verificar a validade das assinaturas. Foi para isso que fomos obrigados a enviar-lhes a nossa Chave Pública.

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Boa noite pessoal... Esta mensagem é para todos em geral, e para ninguém em particular. Andamos todos stressados, e é compreensível. Não tem sido um ano fácil para ninguém, seja pela pandemia e

a comunicação das séries foi adiada para o próximo ano, qrcode mantem-se em janeiro. - ATCUD a 01/01/2022 - Comunicação das séries a 01/07/2021 https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/

Das propostas de alteração ao Orçamento de Estado 2021 que tinha colocado ha alguns dias... parece que a do PCP foi "aprovada em comissão". Proposta 1406C Aprovado(a) em Comissão EMPRES

americob

Quanto a um software permitir fazer 2 documentos com o mesmo invoiceno, lembro-me que aqui há uns anos tinha um cliente que criava um artigo num computador da rede e depois ia a outro e o artigo ainda não existia, só aparecia passado um bom quarto de hora. Depois de muito procurar, descobrimos que ele estava a permitir a utilização de ficheiros em "offline" para poder consultar em casa.

Já nos tem acontecido várias vezes é, clientes que de repente perdem vários dias de informação, porque têm as bases de dados num disco virtual (serviços gratuitos) e porventura eles repõem cópias sem avisarem os utilizadores.

 

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1 hora atrás, CrominhO disse:

Pois, já tinha mandado para trás e até agora ainda não obtive resposta. Um amigo nosso em comum (guess who :D ) , além de ficar com os "olhos em bico", disse-me a mesma coisa, mas eu não queria a responsabilidade de alterar um SAFT que não é meu, porque depois na Contabilidade ficava com menos um documento que no Software se eles não fizerem o mesmo no Software. E também, como sei que houve colegas aqui no forum que fizeram SAFT Contabilidade e consequentemente importadores, se nao estão a apanhar situações destas. Até porque, se num dos softwares eu tenho a certeza que está mal desenvolvido, nos outros, com Certifcação 9XX, já devia estar mais do que testado. Não sei se não será alguma treta tipo DropBox ou OneDrive, que os clientes instalem lá softwares para simular SaaS e depois dê raia.. É que agora quando receber o SAFT, vou receber só o ficheiro sem saber como resolveram e qual a questão, daí também ficar com curiosidade 😄

Pérolas com o SAFT existem, acho que podiamos criar um tópico só com estas histórias, aqui vai a última que me apareceu.

Na semana passada estive a falar com uma contabilista de um cliente meu que não conseguia importar um SAFT do meu software para o programa de contabilidade dela, o erro indicava que tinha produtos duplicados.

Impossível disse eu, e depois de ver o SAFT nada de produtos duplicados.

Depois de ela falar com o suporte técnico do software que usa, que é de uma SH de alguma dimensão, foi-lhe dito que o importador ignorava alguns caracteres dos códigos, o exemplo do meu SAFT eram ',' e que eu podia ir a base de dados alterar todos os códigos que tinham estes caracteres e pedir ao cliente que não voltasse a criar códigos desta maneira.
O SAFT em causa era de Outubro, já tinham entrege 4 SAFT com aquele código na AT bem como o ficheiro das existências e queriam que eu fosse martelar os códigos na bd, corrigir o importador deles é que não.

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CrominhO
8 horas atrás, americob disse:

Quanto a um software permitir fazer 2 documentos com o mesmo invoiceno, lembro-me que aqui há uns anos tinha um cliente que criava um artigo num computador da rede e depois ia a outro e o artigo ainda não existia, só aparecia passado um bom quarto de hora. Depois de muito procurar, descobrimos que ele estava a permitir a utilização de ficheiros em "offline" para poder consultar em casa.

Já nos tem acontecido várias vezes é, clientes que de repente perdem vários dias de informação, porque têm as bases de dados num disco virtual (serviços gratuitos) e porventura eles repõem cópias sem avisarem os utilizadores.

 

Tava á espera da tua resposta, confesso lol 😄 ... Eu sabia que tinhas Contabilidade 😄 

Ora na primeira, eu percebo, e também sei que não nos compete. Mas a questão, é que se não validasse, porque não estava Anulado (eu falei nisso porque fui testar com a AT), ia-me gerar movimentos duplicados sem que eu desse por isso. E se for um cliente, que nos envie o SAFT para contabilidade e depois envie para o E-Factura, entrava no meu, esbarrava no E-Factura, mandava para a SH e voltava a submeter no E-Factura já sem o documento. No final do dia, ia-me dar valores diferentes no E-Factura e na contabilidade. 

 

No segundo post que fizeste, também vou por aí. Apesar de ser concorrência, tal como disse, se nuns "desconfio" da qualidade do desenvolvimento, noutros parece-me pouco provável, porque são softwares testados. Parece-me alguma questão de PC ou que o cliente tenha feito, que eles as vezes também inventam bastante. Mas a titulo de exemplo, a MS agora nas novas Builds do Win10 vem logo com o OneDrive, ora se um software estiver numa pasta do Onedrive, seja para Backup seja para transformar aquilo numa Especie de SaaS, fica logo dependente do tipo de Sincronização escolhido no OneDrive. E depois, se o software em causa usar uma BD com diversos ficheiros, só pode dar buraco. Ele vai sincronizando os ficheiros que sofrem alterações, ás vezes em ambos os sentidos, logo se o cliente lançar um Artigo, ele vai actualizar Online só os ficheiros que foram alterados, nao me parece coerente, para mais se usarem esse OneDrive em vários sitios. E nem sequer há sistema de "semáforos" como a AT obrigou que nos valha numa situação assim, porque o resultado final, será uma pasta com uma mistela de ficheiros de um lado e do outro... Eu acho que é algo do género, mas Olha, ainda não recebi nem resposta nem o SAFT lol... Devem andar à pesca para ver o que se passa. Neste caso, talvez o ATCUD ajude, não sei.

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As mentes humanas são realmente um local estranho!

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CrominhO
8 horas atrás, kalin disse:

Pérolas com o SAFT existem, acho que podiamos criar um tópico só com estas histórias, aqui vai a última que me apareceu.

Na semana passada estive a falar com uma contabilista de um cliente meu que não conseguia importar um SAFT do meu software para o programa de contabilidade dela, o erro indicava que tinha produtos duplicados.

Impossível disse eu, e depois de ver o SAFT nada de produtos duplicados.

Depois de ela falar com o suporte técnico do software que usa, que é de uma SH de alguma dimensão, foi-lhe dito que o importador ignorava alguns caracteres dos códigos, o exemplo do meu SAFT eram ',' e que eu podia ir a base de dados alterar todos os códigos que tinham estes caracteres e pedir ao cliente que não voltasse a criar códigos desta maneira.
O SAFT em causa era de Outubro, já tinham entrege 4 SAFT com aquele código na AT bem como o ficheiro das existências e queriam que eu fosse martelar os códigos na bd, corrigir o importador deles é que não.

lol  

Não quero, nem tenho de estar a defender ninguém, até porque não era software meu garantidamente 😄   ... Mas os importadores, foram criados recentemente face aos exportadores  , temos que dar o beneficio da dúvida. Já o facto de em vez de corrigirem o importador, pedirem-te para alterar na BD, não tem defesa possível  .... Percebo, ou melhor, imagino, o trabalhão que tiveram, para corrigir a situação (não o importador), ainda assim, não justifica alterar pedirem-te para alterar na BD. Até porque porque não tinhas de alterar só num sitio, tinhas de alterar em vários, nomeadamente nos documentos já emitidos, senão quando fosse tirar o de Auditoria ia dar raia. 

As mentes humanas são realmente um local estranho!

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Carlos Pais
Em 06/02/2021 às 04:04, CrominhO disse:

lol  

Não quero, nem tenho de estar a defender ninguém, até porque não era software meu garantidamente 😄   ... Mas os importadores, foram criados recentemente face aos exportadores  , temos que dar o beneficio da dúvida. Já o facto de em vez de corrigirem o importador, pedirem-te para alterar na BD, não tem defesa possível  .... Percebo, ou melhor, imagino, o trabalhão que tiveram, para corrigir a situação (não o importador), ainda assim, não justifica alterar pedirem-te para alterar na BD. Até porque porque não tinhas de alterar só num sitio, tinhas de alterar em vários, nomeadamente nos documentos já emitidos, senão quando fosse tirar o de Auditoria ia dar raia. 

eu, apesar de ter um software de gestão comercial, e como há um universo muito grande de software, o nosso software de contabilidade, para não estar dependente dos saf-t dos outros, optamos por fazer a importação directa , das VENDAS, também pelo e-factura, como já fazíamos com as compras. importando assim, só valores verdadeiros ...

  •  😵😴🥵🥴  No Desenvolvimento as Possibilidades são Infinitas  😵😴🥵🥴 , podemos é ficar doidos ...
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americob
22 horas atrás, Carlos Pais disse:

eu, apesar de ter um software de gestão comercial, e como há um universo muito grande de software, o nosso software de contabilidade, para não estar dependente dos saf-t dos outros, optamos por fazer a importação directa , das VENDAS, também pelo e-factura, como já fazíamos com as compras. importando assim, só valores verdadeiros ...

Sim, a importação das VENDAS pelo e-fatura é importante. No nosso caso tivemos vários gabinetes de contabilidade a solicitar que fizessemos um SAFT de faturação a partir da Contabilidade (claro que seria ilegal!), para não terem de lançar 2 vezes as faturas manuais. A solução que lhes demos foi essa, lançarem no e-fatura e depois aproveitar essa importação para ficar lançado na contabilidade.

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americob
Em 06/02/2021 às 03:54, CrominhO disse:

Tava á espera da tua resposta, confesso lol 😄 ... Eu sabia que tinhas Contabilidade 😄 

Ora na primeira, eu percebo, e também sei que não nos compete. Mas a questão, é que se não validasse, porque não estava Anulado (eu falei nisso porque fui testar com a AT), ia-me gerar movimentos duplicados sem que eu desse por isso. E se for um cliente, que nos envie o SAFT para contabilidade e depois envie para o E-Factura, entrava no meu, esbarrava no E-Factura, mandava para a SH e voltava a submeter no E-Factura já sem o documento. No final do dia, ia-me dar valores diferentes no E-Factura e na contabilidade. 

 

No segundo post que fizeste, também vou por aí. Apesar de ser concorrência, tal como disse, se nuns "desconfio" da qualidade do desenvolvimento, noutros parece-me pouco provável, porque são softwares testados. Parece-me alguma questão de PC ou que o cliente tenha feito, que eles as vezes também inventam bastante. Mas a titulo de exemplo, a MS agora nas novas Builds do Win10 vem logo com o OneDrive, ora se um software estiver numa pasta do Onedrive, seja para Backup seja para transformar aquilo numa Especie de SaaS, fica logo dependente do tipo de Sincronização escolhido no OneDrive. E depois, se o software em causa usar uma BD com diversos ficheiros, só pode dar buraco. Ele vai sincronizando os ficheiros que sofrem alterações, ás vezes em ambos os sentidos, logo se o cliente lançar um Artigo, ele vai actualizar Online só os ficheiros que foram alterados, nao me parece coerente, para mais se usarem esse OneDrive em vários sitios. E nem sequer há sistema de "semáforos" como a AT obrigou que nos valha numa situação assim, porque o resultado final, será uma pasta com uma mistela de ficheiros de um lado e do outro... Eu acho que é algo do género, mas Olha, ainda não recebi nem resposta nem o SAFT lol... Devem andar à pesca para ver o que se passa. Neste caso, talvez o ATCUD ajude, não sei.

O ATCUD não vem acrescentar nada. Quem o pensou de início não devia estar nada à espera que se viesse a tornar nisto. Não vejo qualquer controlo adicional que ele venha trazer. Se o numero é o número do documento e o código da série é um código "secreto" que, como cliente, ficas a saber logo que fazes uma primeira compra naquela loja ...

 

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momceras
1 hora atrás, americob disse:

O ATCUD não vem acrescentar nada. Quem o pensou de início não devia estar nada à espera que se viesse a tornar nisto. Não vejo qualquer controlo adicional que ele venha trazer. Se o numero é o número do documento e o código da série é um código "secreto" que, como cliente, ficas a saber logo que fazes uma primeira compra naquela loja ...

 

Não haverá um maior controlo se não puderes apagar uma série e fugir aos impostos ?

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americob
3 minutos atrás, momceras disse:

Não haverá um maior controlo se não puderes apagar uma série e fugir aos impostos ?

Não me parece. E ainda pior da maneira que está pensado.

Se se vai comunicar e obter um código para cada par série/tipo de documento, já estou a ver os programas, quando se vai criar uma série, vai comunicar todos os pares série/tipo de documento possíveis, ficando dezenas de pares por utilizar em cada série de cada contribuinte. Às vezes, criam séries só para casos específicos e acabam por ser usadas só 2 ou 3 vezes por ano. Mesmo depois de criadas, ficam meses sem serem utilizadas.

Não vai ser assim que a AT vai conseguir saber quais foram as séries que foram criadas e nunca foram utilizadas. 

Ninguem vai deixar pares de série/tipo de documento por comunicar, à espera de serem precisos e quando forem, o portal da AT estar indisponivel.

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47 minutos atrás, americob disse:

Não me parece. E ainda pior da maneira que está pensado.

Se se vai comunicar e obter um código para cada par série/tipo de documento, já estou a ver os programas, quando se vai criar uma série, vai comunicar todos os pares série/tipo de documento possíveis, ficando dezenas de pares por utilizar em cada série de cada contribuinte. Às vezes, criam séries só para casos específicos e acabam por ser usadas só 2 ou 3 vezes por ano. Mesmo depois de criadas, ficam meses sem serem utilizadas.

Não vai ser assim que a AT vai conseguir saber quais foram as séries que foram criadas e nunca foram utilizadas. 

Ninguem vai deixar pares de série/tipo de documento por comunicar, à espera de serem precisos e quando forem, o portal da AT estar indisponivel.

Penso que isto será mais para os casos de séries criadas só para as faturas a consumidor final, e no final do dia desaparecem.

Como os clientes podem ir ao portal e comunicar a fatura que está a consumidor final como sua, logo não podem desaparecer e evita-se alguma fuga.

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americob
1 hora atrás, kalin disse:

Penso que isto será mais para os casos de séries criadas só para as faturas a consumidor final, e no final do dia desaparecem.

Como os clientes podem ir ao portal e comunicar a fatura que está a consumidor final como sua, logo não podem desaparecer e evita-se alguma fuga.

Sim, mas essa é a função do QRCode.

Para mim: "ATCUD = NIF do Emitente + InvoiceNo", ou seja, não acrescenta nada.

Já se podem comunicar faturas emitidas a consumidor final, porque já está na lei, basta entrar no Portal e preencher os dados.

Quanto a usar o QRCode para isso, é que a AT ainda não disponibilizou uma APP para os ler com descarga automática no Portal.

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CrominhO
9 horas atrás, americob disse:

Sim, a importação das VENDAS pelo e-fatura é importante. No nosso caso tivemos vários gabinetes de contabilidade a solicitar que fizessemos um SAFT de faturação a partir da Contabilidade (claro que seria ilegal!), para não terem de lançar 2 vezes as faturas manuais. A solução que lhes demos foi essa, lançarem no e-fatura e depois aproveitar essa importação para ficar lançado na contabilidade.

Top 🙂 

mas temos de continuar a Classificar os documentos na mesma ou não? 

As mentes humanas são realmente um local estranho!

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jorang
5 horas atrás, Carlos Pais disse:

bom dia

Alguém já sabe como vai ser o ATCUD ??? parece que a VIA VERDE, já sabe ... :):)🤪

Copia da Factura : http://www.infornos.pt/infornos/wp-content/uploads/2021/02/IMG_20210209_093734-scaled.jpg

A definição da composição do ATCUD já foi feita no art.º 3.º da portaria n.º 195/2020:

Citação

2 - O ATCUD é composto pela concatenação dos seguintes elementos, separados pelo carácter «-», sem aspas:
a) Código de validação da série, como definido no n.º 1;
b) O número sequencial do documento dentro da série

Como ainda não têm o código de validação da série, estão a colocar zero, sendo que na realidade todo o ATCUD deve ser zero enquanto não estiver definido o código de validação da série (obg @americob pela chamada de atenção).

Edited by jorang
bad info
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1 hora atrás, Cerzedelo disse:

Ao que parece os nossos amigos da AT já lançaram a "app" que permite a leitura das farturas através do Qrcode, alterando o e-factura

https://24.sapo.pt/economia/artigos/fisco-lanca-nova-aplicacao-para-contribuintes-registarem-e-verificarem-faturas

Ao testar a APP, em 10 códigos QR de diferentes software House só leu 1 código. Nos outros deu código inválido. Mas o código é bem lido pela camara do telemóvel.

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Cerzedelo
14 minutos atrás, edith disse:

Ao testar a APP, em 10 códigos QR de diferentes software House só leu 1 código. Nos outros deu código inválido. Mas o código é bem lido pela camara do telemóvel.

Ainda não testei, mas se em 10 só leu 1 correctamente, em algum lugar isto está a dar "bota". Será que a AT tem definições aplicadas ao Qrcode diferentes das SH, ou é mesmo incapacidade da aplicação. 

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Carlos Pais
16 minutos atrás, edith disse:

Ao testar a APP, em 10 códigos QR de diferentes software House só leu 1 código. Nos outros deu código inválido. Mas o código é bem lido pela camara do telemóvel.

também já estive a testar .. e não leu nenhum, deu erro em todos

  •  😵😴🥵🥴  No Desenvolvimento as Possibilidades são Infinitas  😵😴🥵🥴 , podemos é ficar doidos ...
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americob
16 horas atrás, CrominhO disse:

Top 🙂 

mas temos de continuar a Classificar os documentos na mesma ou não? 

Não sei se percebi a pergunta.

Estás a perguntar se se deve escrever nos documentos os numeros das contas e os valores que vão ser lançados na contabilidade?
Eu, já não faço isso à muitos anos. Só numero os documentos e identifico os diários em que ficam lançados. Acho que, em caso de inspeção, o inspetor tem é de verificar o que foi realmente lançado na contabilidade e não acreditar nuns numeros que algém escreveu num papel.
Quando o arquivo é digital, nem isso faço. Se for documento recebido, o nome do ficheiro PDF identifica o Nº/Diario em que fica lançado. Se for documento emitido fica com o InvoiceNo do SAFT da faturação.

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