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Apple apresentou os novos iPhones e Apple Watch


Rui Carlos
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A Apple apresentou à pouco as novas versões do iPhone (agora disponível com ecrãs de diferentes tamanhos), que deverá ficar disponível a 19 de Setembro. Foi também apresentado o tão falado smartwatch, que afinal não se chama iWatch, mas Apple Watch.

Outra novidade apresentada foi o Apple Pay, um serviço de pagamentos que permite usar um cartão de crédito através do smartphone.

Algumas notícias sobre o assunto:

Uma vez mais os rumores confirmaram-se: a Apple apresentou dois novos iPhone, sendo que mesmo entre os novos modelos há uma grande diferença de tamanho.

A Apple volta a repetir a estratégia do ano passado: em vez de um, a marca da maçã tem dois novos iPhone para introduzir no mercado. Os ecrãs de tamanho generoso acabam por ser a característica diferenciadora do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus.

A versão maior tem um ecrã de 5,5 polegadas com uma resolução Full HD, enquanto a versão "menor" tem um ecrã de 4,7 polegadas numa resolução de 1.333x750 píxeis. Apesar do maior tamanho, os dois modelos conseguem ter menos espessura que o iPhone 5s apresentando em 2013.

[...]

Fonte

Novo iPhone 6 sai em duas versões com ecrãs maiores e mais velocidade de processamento.

[...]

iPhone 6 e iPhone 6 Plus. São estes os modelos mais recentes de smartphones, aparelhos com ecrãs maiores que o último iPhone 5, mais finos na espessura (6,9 e 7,1 milímetros), com maior resolução e processamento de informação devido ao chip A8. O iPhone 6 tem um ecrã de 4,7 polegadas, 1334 por 750 pixéis. O Plus vem com 5,5 polegadas, 1920 por 1080 pixéis.

[...]

Fonte

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Brincadeiras à parte, foi a primeira vez que vi um evento da Apple pela stream, mesmo estando esta a ser dublada em tempo real para chinês..mas adiante.

Eu só queria ver o que é que eles iam apresentar em termos de relógio, porque de telemóveis é mais do mesmo: aumentam resolução; aumentam performance; aumentam tamanho; mudam os botões de sítio.

Não estou familiarizado com os relógios da concorrência, pelo que a ideia com que fiquei do Apple Watch foi boa em termos do que é capaz de fazer. Não gostei tanto do design. Pelo que consegui perceber muitas das aplicações já existentes poderão eventualmente correr no relógio o que é porreiro..para além disso eles lançaram também um kit (WatchKit).para futuros desenvolvimentos mais pormenorizados.

Reparei no entanto que é criada alguma dependência entre o Apple Watch e o iPhone em algumas aplicações e isso deixa-me reticente. A maioria das pessoas ficou surpreendida (pela negativa) pelo preço (350$) mas eu não vejo as coisas dessa forma. É mais do que um relógio..e se me suprimisse o facto de andar com telemóvel não me importava de desembolsar esse dinheiro.

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A história dos pagamentos é um pro muito grande para a Apple. A PayPal está a mexer 50 mil milhões de dólares em transacções a cada 3 meses com 120 milhões de contas. Mesmo limitando aos 200 (?) milhões de utilizadores que têm um iPhone, as compras estendem-se para além do domínio da PayPal, visto que suportam compras físicas e compras online. Não me admirava nada se a Apple ultrapassasse a PayPal no espaço de um ano.

Relativamente ao Apple Watch, é realmente fantástico a quantidade de tecnologia que conseguiram colocar num dispositivo daquele tamanho. E, ao que parece, um SoC que integra tudo. O investimento da empresa no sector dos semicondutores está certamente a trazer muita vantagem competitiva à empresa.

“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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O Apple Pay parece-me uma solução interessante, principalmente tendo em conta a forma como os cartões normalmente funcionam nos EUA (que é, na minha opinião, mais ineficiente e insegura do que em Portugal). Ainda assim, eu não lhe daria grande uso (tenho preferência pela utilização de dinheiro físico 😄 ).

O Apple Watch não me convence... Até me pareceu ter um bom nível de usabilidade, mas ainda não vi nenhum use case que justifique um investimento no mesmo (possivelmente quando praticamos desporto para não ter que andar com o telemóvel? os rumores de que não é waterproof não ajudam aqui). À medida que forem surgindo aplicações, pode ser que esta situação mude.

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Eu passo a vida a fazer compras online e ter que utilizar o PayPal porque o serviço não suporta nenhum outro sistema de pagamento, na minha opinião é chato. Principalmente porque a implementação do PayPal implica que as pessoas tenham que sair do contexto do serviço para ir ao PayPal preencher dados. Sei que eles já deram conta que precisam de inovar o sistema de pagamento porque adquiriam a Braintree.

Ver a Apple entrar desta forma no negócio vai certamente colocar bastante pressão sobre a PayPal.

“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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Eu passo a vida a fazer compras online e ter que utilizar o PayPal porque o serviço não suporta nenhum outro sistema de pagamento, na minha opinião é chato. Principalmente porque a implementação do PayPal implica que as pessoas tenham que sair do contexto do serviço para ir ao PayPal preencher dados. Sei que eles já deram conta que precisam de inovar o sistema de pagamento porque adquiriam a Braintree.

Enquanto consumidor, prefiro esse sistema a usar directamente o cartão de crédito. Assim como prefiro usar um sistema de referências multibanco do que cartão de crédito. Assim, sou eu que faço efectivamente a transação, em vez de dar dados a terceiros para eles a fazerem por mim. Ter uma aplicação em vez de webpages para implementar processos deste género pode ser uma vantagem, mas pessoalmente estou satisfeito com o processo actual.

Por outro lado, tenho ideia que a implementação de um sistema de pagamentos destes tem alguma complexidade para os programadores. Talvez consigam melhorar alguma coisa aqui.

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Neste, como noutros casos, o todo não é igual à soma das partes.

O samsung S3 tem muito mais que o iPhone 4S e não aguentei usar o Samsung mais do que dois meses... Mas isto são experiências pessoais.

Relógios com software parece-me um desperdício bastante grande. Esta iteração do relógio poderá vender, mas se a Apple tornar os relógios obsoletos em dois anos, as vendas vão certameente cair.

include <ai se te avio>

Mãe () {

}

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Quem sabe se o Apple Watch não será o iPad de 2014. Lembro-me que muita gente questionou a utilidade do iPad quando ele saiu - e este foi um dos pontos de partida para o ideal de "iPad é um produto de mostra social". Hoje em dia temos tablets para todos os gostos e feitios com uma evolução tão rápida que até o mercado está a estagnar.

Admito que gosto da ideia de um smartwatch. Mas sinceramente eu não precisava de imensas funcionalidades. A mera capacidade de sincronizar com o telemóvel e avisar que tenho X mails e tal-e-coiso telefonou-me e eu não atendi basta-me e sobra. Evitava de ir de X em X tempo ao bolso - a minha vida exige-me andar quase constantemente com o modo Silencioso ligado.

Em vez de pensarem só em atafulharem o relógio com tudo e mais alguma coisa, podiam fazer uma versão paralela mais simples para pessoas como eu - duvido que seja o único a pensar assim. Seria mais barato, teria maior duração de bateria e seria útil na mesma (apesar de em medidas diferentes).

Quanto ao iPhone, é telemóvel que não me cativa muito, pelo que não teço grandes comentários. Da Apple, o que me cativa mais são as linhas de computadores. 🙂

Knowledge is free!

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Reparei no entanto que é criada alguma dependência entre o Apple Watch e o iPhone em algumas aplicações e isso deixa-me reticente.

Pois, isso e o GPS. Para quem faz desporto, as leituras biométricas são uma grande vantagem, mas depois falta o GPS? A dependência com o iPhone chateia-me um pouco, talvez numa segunda geração me convença a comprar…

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Cheira-me que até estes dispositivos poderem deixar de depender do telemóvel ainda vai algum tempo. Apesar dos avanços da Apple para a criação do S1, a quantidade de chips que seriam necessários para se conseguir esse tipo de funcionalidade ainda iria ocupar bastante espaço. Com tempo deverá ser possível reduzir a dimensão destes chips (mais rapidamente se a Intel decidisse entrar no negócio, visto que são a empresa que está a anos da concorrência em termos de processos de fabrico), mas para já não me parece fácil de ver isso a acontecer tão depressa.

Respondendo ao thoga31, muita da funcionalidade apresentada nem precisa de mais que os chips base (um CPU e um chip de comunicação wireless). Não é propriamente atafulhar o relógio, visto que, no fundo, é só software que podes ou não utilizar. Aquele que queres precisa dos mesmos meios que aquilo que não queres. O que não queres, não usas. A funcionalidade que provavelmente querias, se calhar não é possível sem adicionar mais hardware (também um pouco como resposta ao HecKel).

Claro que existe um propósito para aquilo que a Apple apresentou. Existe muita coisa que serve claramente para apelar ao potencial cliente asiático (Emojis), que são a audiência com maior potencial de crescimento. Talvez possa haver um ou outro gimmick ali no meio.

Relativamente ao preço, não vejo como podem achar surpreendente que a Apple tenha colocado aquele valor. A empresa não compete nem precisa de competir no preço. Ter que competir por preço significaria que o produto não acrescenta nada relativamente à concorrência. E já se percebe que a Apple não introduz produtos tipo "mais um", especialmente tendo em conta que é uma empresa que tenciona ser disruptiva em todos os mercados em que entra.

“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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Eu não sei quais as exigências de hardware para fazer o que eu referi, mas se o smartwatch depende assim tanto do smartphone para algumas funcionalidades, o quão difícil será fazer apenas notificações de chamadas, SMS e meia dúzia de aplicações afins? Afinal já existe comunicação entre os dois, era uma questão de "simplificar"... digo eu, não sei. 😕

Eu digo isto de fazer um a segunda versão mais simples e com muito menos funcionalidades por um motivo muito simples: nem toda a gente precisa de tanta coisa no relógio, pelo que duas versões iriam inclusive apanhar uma maior massa de potenciais compradores. Eu não vou dar 349€ por um smartwatch que faz aquilo que quero e muita coisa que eu não preciso - pagar por coisas que não uso ou não preciso não faz parte de mim.

Nota: claro que em tudo o que é tecnologia pagamos quase sempre por aquilo que usamos e pelo que não usamos. Mas neste smartwatch, em termos pessoais, refiro-me mesmo ao facto de apenas ver utilidade em 10% do produto e não em 70, 80, 90% dele (percentagens aleatórias apenas representativas do meu ponto de vista e não da realidade).

Knowledge is free!

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Tens BLE, NFC e Wi-Fi. O BLE deve ser o essencial para a comunicação base entre o smartphone e o relógio. Gasta muito pouca energia e o chip é relativamente pequeno. O NFC será o chip que quererias tirar, mas o chip mais a antena são minúsculos (penso que estará na zona dos décimos de milímetro) e praticamente não gasta energia. O Wi-Fi, por outro lado, já deverá ser um chip maior. Provavelmente não quererás enviar grandes quantidades de dados para o relógio por BLE, visto que a velocidade de transmissão é bastante baixa (diga-se, updates de software ou apps).

Ora, acho que não vais querer tirar o processador. Talvez reduzir a quantidade de memória (storage). É difícil discutir isso, uma vez que não há valores da quantidade que o dispositivo possui.

“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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Este artigo fala sobre os interfaces dos dispositivos Apple e os objectivos e explica a necessidade do BLE e do WiFi no Apple Watch:

http://appleinsider.com/articles/14/09/15/apple-watch-airdrop-ibeacon-continuity-coax-advanced-features-from-bluetooth-wifi

“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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