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jviana

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jviana    1
jviana

Boas pessoal

Eu como estou a acabar o 9º ano e estão a pensar seriamente em seguir informática, eu gostava de saber qual a vossa opinião, para qual curso eu deveria seguir para ser programador.

Acham que deveria seguir um curso e depois ir para a universidade e frequentar um curso profissional? Porque? Quais são as diferenças?

Digamos que eu quereria frequentar a universidade, qual acham que seria a melhor escolha a fazer? Qual era a média necessária?

Peço que que me respondam e contem um bocado a vossa história para saber se foi a melhor coisa a fazer, e mudariam alguma coisa.

Desde já obrigado por aqui estarem e espero que este tópico não só me ajude a mim mas como outras pessoas na mesma situação que eu.

Cumps. J.Viana

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Warrior    68
Warrior

Acho que já existem alguns tópicos no forum sobre este assunto, nesta secção ou na sceção de Dúvidas Gerais. Quando tiver tempo vou tentar procurar para fazer merge, mas se encontrarem deixem o link sff.

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HappyHippyHippo    1140
HappyHippyHippo

Eu até gostava de seguir computação e assim mas... estou em humanidades...

ficas a saber que tirei o curso de programação (universidade) e estava em artes ... basta querer e escolher as cadeiras necessárias ...

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JoaoCastroPereira    0
JoaoCastroPereira

ficas a saber que tirei o curso de programação (universidade) e estava em artes ... basta querer e escolher as cadeiras necessárias ...

Que cadeiras foram essas?

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thoga31    594
thoga31

Quanto à questão do @jviana...

As diferenças entre um CCH e um CP são imensas. As disciplinas não são as mesmas, a carga de trabalho tende a ser menor em CP's (ou de menor dificuldade, porventura), e é mais direccionado à formação para se sair da escola e arranjar emprego.

Não acho isso propriamente uma coisa maravilhosa. A meu ver, tem é causado alguns problemas.

Os CP's foram criados para ter uma direcção mais prática, mas como é habitual, a teoria é mais papel e paleio. Regra geral, não obstante haver excepções, boa parte do pessoal que vai para lá está a fugir às matemáticas e às químicas.

Portanto, os CP's são mais um refúgio daqueles que querem dizer que têm o 12º ano mas não querem passar pelas disciplinas de um CCH (repito, há excepções, não me massacrem... falar de um modo geral não é dizer que são todos...).

Um CCH é de âmbito mais geral e abre as portas para uma panóplia de áreas, em especial o CCH-CT. Yah, tem umas disciplinas aparentemente inúteis, como a filosofia. Mas por acaso foi com filosofia que aprendi lógica formal, o que me permitiu compreender porque é que alguns programas que eu fazia davam "erro" - não estava a aplicar bem os AND e OR, aplicava-os de forma intuitiva e não lógica.

Como em tudo na vida, para se chegar a um objectivo temos de fazer coisas que não gostamos tanto. O que é que há na vida que não inclua sacrifício?

Entre um CCH e um CP, considero que um CCH, para quem tem capacidades para ele, é um desses "sacrifícios" que valem muito a pena.

Se eu tivesse seguido um CP, imaginemos, estaria muito mais preso a uma área do que àquilo que estou. Segui um CCH-CT, entrei em Arquitectura, que muitos diziam só ser possível (e até "aceitável") se seguisse Artes, e quando me fartei mudei para a área da Saúde - não tinha tido Biologia, mas tinha outras bases que me permitiram apanhar muito bem a carruagem em pouco tempo.

Havia de ser giro fazer esta gincana de total liberdade de escolha se tivesse seguido um CP... era possível? Sim. Mas não era definitivamente a mesma coisa. Fiz excelentes escolhas no meu CCH-CT, escolhi as áreas mais díspares e que me permitiram ter um leque enorme de conhecimentos básicos. E garanto que tenho dado uso à grande maioria deles, inclusive da tão temida Matemática...

Mas a escolha final é tua. Cada um sabe o que prefere. Eu preferi um CCH-CT, hoje voltaria a escolher o mesmo, e voltaria a escolher as mesmas disciplinas opcionais (tendo a sorte de abrirem as turmas). Não me passaria pela cabeça prender-me a uma só área num CP. Fui feito para perceber várias áreas e não para me prender a uma só. Mas isso sou eu. Tu é que sabes como és, quais as áreas que dominas mais facilmente, e o sentido de luta que tens.

EDIT:

Quanto às médias... é uma média ponderada entre o total do secundário e as provas de ingresso, que são os exames nacionais. O peso de cada uma das partes depende de universidade. Se queres ter melhores notas num exame nacional, tens 2 hipóteses: a) segues um CCH (em especial o CT), e b) segues um CP e estudas nos tempos livres as disciplinas necessárias por ti, acabando por ter possivelmente mais trabalho e dificuldades do que seguisses logo um CCH.

E a média depende de onde queres entrar. Consulta a lista dos últimos colocados dos últimos 3 anos para veres as tendências.

Editado por thoga31

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JoaoCastroPereira    0
JoaoCastroPereira

Matemática A e Física

Teria de fazer 1 ano (ou teria de fazer os 3 anos de matemática A e Física?) com essas disciplinas... tenho de ver quando acabar agora o 12ºano.

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Rui Carlos    312
Rui Carlos

Teria de fazer 1 ano (ou teria de fazer os 3 anos de matemática A e Física?) com essas disciplinas... tenho de ver quando acabar agora o 12ºano.

Provavelmente até é suficiente fazeres o exame nacional. Há quem tenha feito os exames sem ter frequentado as cadeiras.

Mas isto implicava bastante estudo...

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bioshock    169
bioshock

Eu cá tenho uma opinião diferente.

Sem te querer tirar os sonhos, se fores auto-didacta o suficiente, não precisas de progredir os estudos para a Universidade. No entanto vai exigir mais esforço.

Mas isto é sempre relativo e há sempre um conjunto de diferentes opiniões. És um puto (no bom sentido) e tens muito tempo para pensar nisso. Até lá muitas coisas mudam.

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Warrior    68
Warrior

Hoje em dia é extremamente difícil arranjares um primeiro emprego na área sem formação superior. As pessoas do ramo sem formação são gente com muita experiência para mostrar, eu acho uma asneira muito grande não ir para a universidade só porque se é auto-didacta.

Se fores bom a universidade abre-te mais portas e oferece-te melhor progressão do que se fores logo trabalhar (assumindo que arranjas emprego), se fores mediano a universidade abre-te as primeiras portas que normalmente estão fechadas.

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bioshock    169
bioshock

Isso cria uma ideia errada. Estás, por outras palavras, a dizer que se não for para a universidade bem que pode esquecer a sua área de gosto. Ora, e se a pessoa não tiver possibilidades financeiras? Isso é cortar-lhe as pernas.

Vejo cada vez mais situações opostas à que dizes. As empresas, em geral, querem, como é normal, mão de obra barata. Se fores alguém que apresenta conteúdo, diga-se experiência, mesmo não tendo um curso superior, o teu currículo vai ser olhado praticamente da mesma forma que um recém-licenciado. Ainda para mais se esse recém-licenciado não tiver conteúdo palpável, que eu acho que acontece na maioria dos casos..mas corrijam-se se estiver errado.

Isto porque a pessoa sem formação, quase que obrigatoriamente se sujeitar-se-à a receber menos pelo mesmo trabalho. Quantas são as empresas que abdicam de um funcionário que faz o mesmo por menos preço?

No entanto, também acho que se se têm a oportunidade de investir na educação, deve-se fazê-lo. A Universidade abre certamente muitas portas assim como o diploma. Não se deve é esperar que, por se ter um diploma, automaticamente se tenha um trabalho. Aliás, o que vemos hoje na conjuntura nacional é totalmente o contrário.

Quero também deixar claro que não estou a fazer qualquer tipo de obstrução às universidades. É apenas uma ideia no meio de muitas.

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Warrior    68
Warrior

Acho perfeitamente possível defender que o melhor caminho é não seguir para a universidade, mas a forma como opresentaste os argumentos é completamente contraditória e muitas vezes completamente ao lado ou irrelevante.

Isso cria uma ideia errada. Estás, por outras palavras, a dizer que se não for para a universidade bem que pode esquecer a sua área de gosto. Ora, e se a pessoa não tiver possibilidades financeiras? Isso é cortar-lhe as pernas.

Se não tiver possibilidades financeiras tem menos opções na vida. (pernas cortadas?) Eu não estou a defender que o mundo é mais ou menos justo desta forma, estou a constatar a realidade. Se não for para a universidade vai ter que compensar de outra forma demonstrando experiência no ramo porque ninguém contrata alguém que não tenha curso superior nem tenha algo concreto para mostrar. Portanto se não consegues ganhar experiência sem curso superior numa empresa, só resta uma opção: ter algo relevante para mostrar o que se sabe mal se acabe o secundário. Eu acho que esperar isto de um aluno do secundário normal é irrealista, mas sei que existem excepções e conheço algumas pessoalmente. São excepções.

Vejo cada vez mais situações opostas à que dizes. As empresas, em geral, querem, como é normal, mão de obra barata. Se fores alguém que apresenta conteúdo, diga-se experiência, mesmo não tendo um curso superior, o teu currículo vai ser olhado praticamente da mesma forma que um recém-licenciado. Ainda para mais se esse recém-licenciado não tiver conteúdo palpável, que eu acho que acontece na maioria dos casos..mas corrijam-se se estiver errado.

Ou seja, estás a dizer que se alguém seguir o caminho incerto, ao fim de 5 anos a trabalhar (se arranjar emprego, ver ponto acima) vai ser visto da mesma forma que um recém-licenciado. Isto parece-me um argumento a favor da universidade.

Isto porque a pessoa sem formação, quase que obrigatoriamente se sujeitar-se-à a receber menos pelo mesmo trabalho. Quantas são as empresas que abdicam de um funcionário que faz o mesmo por menos preço?

Ou seja, estás a defender que se não fores para a universidade vais receber menos dinheiro, logo isso é melhor porque arranjas trabalho mais facilmente? Não existe nenhum valor mínimo de remuneração só por se ter um curso superior e digo já que aquilo que vejo no dia-a-dia vai contra esta opinião - as empresas não pagam mais ou menos por teres um curso, pagam pelas competências. Se fazes o mesmo recebes o mesmo, não fazes o mesmo por menos preço ou então estás a ser enganado.

Não se deve é esperar que, por se ter um diploma, automaticamente se tenha um trabalho. Aliás, o que vemos hoje na conjuntura nacional é totalmente o contrário.

Não, não vês. Quem tem um diploma tem mais possibilidades de arranjar trabalho. O facto de veres diplomados no desemprego não significa que quem não tem diploma tem mais facilidade de arranjar trabalho do que estes, isso é uma falácia.

Editado por Warrior

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bioshock    169
bioshock

Se não for para a universidade vai ter que compensar de outra forma demonstrando experiência no ramo porque ninguém contrata alguém que não tenha curso superior nem tenha algo concreto para mostrar. Portanto se não consegues ganhar experiência sem curso superior numa empresa, só resta uma opção: ter algo relevante para mostrar o que se sabe mal se acabe o secundário.

Estás a contrapor algo que eu havia dito? É que se for, em nenhum momento disse que não tinhas que ter conteúdo

palpável para ter um emprego na área.

Eu acho que esperar isto de um aluno do secundário normal é irrealista, mas sei que existem excepções e conheço algumas pessoalmente. São excepções.

Esse tipo de pensamento obsoleto é o que distingue as boas das más empresas. As empresas devem-se focar na produtividade que o trabalhador pode adicionar, e não nas suas origens.

Ou seja, estás a dizer que se alguém seguir o caminho incerto, ao fim de 5 anos a trabalhar (se arranjar emprego, ver ponto acima) vai ser visto da mesma forma que um recém-licenciado. Isto parece-me um argumento a favor da universidade.

Caminho incerto? Desde quando o caminho da auto-aprendizagem é incerta? Se não houvesse auto-aprendizagem não sabias o que sabes hoje.

Ou seja, estás a defender que se não fores para a universidade vais receber menos dinheiro, logo isso é melhor porque arranjas trabalho mais facilmente? Não existe nenhum valor mínimo de remuneração só por se ter um curso superior e digo já que aquilo que vejo no dia-a-dia vai contra esta opinião - as empresas não pagam mais ou menos por teres um curso, pagam pelas competências. Se fazes o mesmo recebes o mesmo, não fazes o mesmo por menos preço ou então estás a ser enganado.

Não. Estou a defender que, tendo em conta o grau educacional da pessoa, num período inicial serás sujeito a receber um valor inferior comparativamente ao de um licenciado. E é normal. Um licenciado, pelo menos na minha perspectiva, já tem um certo tecto salarial. Mas que, depois das provas dadas, o tecto salarial adequar-se-à ao nível de outra pessoa qualquer. Este tipo de procedimento é normal.

Não, não vês. Quem tem um diploma tem mais possibilidades de arranjar trabalho. O facto de veres diplomados no desemprego não significa que quem não tem diploma tem mais facilidade de arranjar trabalho do que estes, isso é uma falácia.

Também não disse isso. Centrei-me sempre no grau de competências, independentemente de teres ou não um diploma. Pelo menos era esta a mensagem que queria transmitir da minha penúltima frase.

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thoga31    594
thoga31

Eu estou a compreender ambas as partes, e deixem-me colocar a questão de um ponto de vista igualmente pessoal com auxílio a um caso que conheço bem.

A verdade é que cada vez mais se exige um diploma todo catita para se ter emprego numa área como é as TI e se olha menos aos conhecimentos concretos. Sem entrar ainda na questão de se ser auto-didacta, vejamos um exemplo clássico que quase todos comentam, pelo menos quando estão doentes: médicos. O facto de um médico ter tido 18 no curso não me é indicador preciso nem exacto do quão bom médico é, há aqueles que tiveram média mais baixa e são génios da área. E isto é, claro, ubíquo.

Da mesma forma, podemos começar a fazer uma analogia, com as devidas diferenças, à questão de se ter o curso e os conhecimentos (ser-se auto-didacta).

Eu conheço quem saiba imenso de programação, tenha um raciocínio fenomenal para algoritmia e uma capacidade de compreensão que permitiu saber mais de 10 LP's, tendo conhecimentos a fundo em 3 ou 4 delas, tudo isto em menos de 7 anos.

Mas não o vão propriamente considerar a priori para um emprego na área, ainda por cima tendo ele um diploma na área da saúde...

E agora um auto-didacta sem qualquer diploma? Bem, coloca-se a questão: como sabemos que é mesmo bom naquilo que faz e que sabe aquilo que diz saber? A resposta: não é de certeza um diploma que confirma se sabe ou não.

Concluindo, ter um diploma, para mim, não é indicativo de muita coisa. Indica que a pessoa frequentou o curso, terminou com média de X e fez todas as UC's. A partir daí são incógnitas. A média não me indica muita coisa ao certo, fazer as UC's não me indica muita coisa ao certo, as notas das UC's também não, e o diploma pode ter, por fim, uma série de significados muito diversos, desde o extremo de se ser realmente bom com a garantia que vai ser bom profissional, ao outro extremo de apenas ter andado a passear os livros, ou passando ainda pela possibilidade de ter uma excelente "capacidade sanita" - decora tudo, despeja na frequência, e não volta a buscar as coisas ao esgoto.

Portanto, tenho pena que se exija muito um diploma em certas áreas (há áreas em que é exigível um diploma).

Voltando ao cerne da questão que nos trouxe até aqui...

Muito obrigado pelas vossas opiniões, o curso de programação é muito dificil?

Quem corre por gosto não cansa. Em todos os cursos há cadeiras que são uma seca, que de pouco servem (pelo menos aparentemente, mais tarde poderemos ver os seus benefícios), há matérias fáceis, há matérias assim-assim e há matérias de rachar cana. Vás para que curso fores, é sempre assim, será sempre assim e tens que lidar com isso.

Se gostas mesmo de programação e de informática, vais gostar do curso, e os obstáculos que aparecerem serão superados com o teu empenho e focagem nos teus objectivos pessoais para o teu futuro.

É que se formos pela dificuldade dos cursos, eu tenho a resposta perfeita: todos são fáceis, assim-assim e difíceis, sem excepção. Depois as dificuldades vão depender de pessoa para pessoa.

Por exemplo, no meu curso a Química Orgânica costuma ser um bicho de sete cabeças, mas para mim foi relativamente simples e acabei com 17 sem grande esforço. Mas para outros houve matérias que lhes foram simples, como electroquímica, e que para mim foram uma complicação e uma confusão tremendas.

Em suma: se tiveres possibilidades para tal, segue o que gostas e o que sonhas e encara os obstáculos como desafios a serem ultrapassados pois atrás desse obstáculo está oculto algo de muito bom que fará valer a pena o esforço.

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bioshock    169
bioshock

Concluindo, ter um diploma, para mim, não é indicativo de muita coisa. Indica que a pessoa frequentou o curso, terminou com média de X e fez todas as UC's. A partir daí são incógnitas. A média não me indica muita coisa ao certo, fazer as UC's não me indica muita coisa ao certo, as notas das UC's também não, e o diploma pode ter, por fim, uma série de significados muito diversos, desde o extremo de se ser realmente bom com a garantia que vai ser bom profissional, ao outro extremo de apenas ter andado a passear os livros, ou passando ainda pela possibilidade de ter uma excelente "capacidade sanita" - decora tudo, despeja na frequência, e não volta a buscar as coisas ao esgoto.

É basicamente isto que eu defendo. Por si só, ter um diploma não é indicador de competência.

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