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Direito de Resposta ED. 38

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Publica-se o Direito de resposta enviado pela autora do Livro "Exercícios em Java – Algoritmia e Programação Estruturada", relativa à review efectuada na Edição de Dezembro da Revista PROGRAMAR.

Leitura crítica do artigo Exercícios em Java – Algoritmia e Programação Estruturada, publicado na seção Review do número 38, da revista Programar, Dezembro de 2012, www.Portugal – AProgramar.pt

Carlos José Dias, autor desta leitura comentada do livro Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, publicado pela FCA, em outubro de 2012, é, como indica o seu CV, programador desde os tempos do Sinclair 48K (1982). Tendo deixado a universidade há muito, empenhou-se, com certeza, na descoberta de novos caminhos da programação, dedicando-se à sua própria formação. Ora este livro, cujo título é de facto Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada propõe a resolução de vários exercícios, aplicando os princípios e as regras reunidos no paradigma da programação estruturada. Este paradigma é ensinado nas Universidades que, de forma geral, o apresentam como contraponto da programação “spaghetti” resultante da técnica de tentativa e erro que se aplicava nos tempos idos do Sinclair 48K. Os programas desses tempos funcionavam, isto é, resolviam os problemas, mas não satisfaziam os critérios de boa programação ditados pelo paradigma da programação estruturada (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, pág. XVII).

Este livro de exercícios de Java visa aplicar os princípios da programação estruturada à resolução dos problemas que tradicionalmente se apresentam aos alunos de programação para que adquiram a agilidade de raciocínio que lhes permita avançar para outros paradigmas. O livro não procura debater as características do Java, pelo que remeto para bibliografia adequada a discussão dos comentários que Carlos José Dias faz ao Java.

A resolução dos exercícios propostos neste livro enfatiza a importância da Algoritmia que conduz à Programação e propõe a metodologia top-down ou abordagem descendente, do geral para o particular, para o desenho de programas (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, págs. XVII e XVIII). Assim, a resolução de cada exercício consiste na apresentação do problema (enunciado) , desenho de uma solução (top-down em Português Estruturado), definição das estruturas de dados (listas de constantes, variáveis, parâmetros e resultados) , desenvolvimento da solução (algoritmo em pseudocódigo), codificação do algoritmo numa linguagem de

programação (programa em Java) e teste do programa (Execução do programa para jogos de dados apropriados).

Carlos José Dias omite neste texto o top-down e confunde algoritmo com pseudocódigo. O pseudocódigo é apenas uma das muitas formas de descrever o algoritmo. O top-down em Português Estruturado descreve a solução que escolhemos. Poderíamos em alguns exercícios mais complexos ter apresentado mais do que uma solução. Porém, este livro não visa substituir a aprendizagem com

professor nem, muito menos, pretende inibir a imaginação do aprendiz que, à medida que se vai familiarizando com a metodologia, começa a desenhar as suas próprias soluções.

O top-down, o algoritmo e o programa são indentados segundo o formato da indentação apresentado na bibliografia portuguesa e anglo-saxónica (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, pág. 355).

Os erros ou gralhas detetados, até agora, por professores e alunos de cursos de licenciatura em Informática não são relevantes em termos de Algoritmia e Programação e constam de uma errata a divulgar na respetiva seção de www.fca.pt.

Carlos José Dias parece querer propor um outro formato para a edição deste livro. Será que pretende a rescrição do livro, listando um conjunto de problemas descritos de outra forma que não recorra a enunciados, debatendo a solução a escolher e apresentando as soluções de todos os exercícios nas páginas finais, talvez a cores diferentes, como nos livros tradicionais de Matemática do ensino secundário?

Adelaide Carvalho

27 de dezembro de 2012

Foram detetadas 12 gralhas e imprecisões neste texto de uma página da revista Programar:

1. O título do livro é Exercícios de Java e, não, Exercícios em Java

2. Culmatar é efetivamente colmatar

3. Memória muscular, a existir, significará logicamente a memória dos músculos

4. O pensamento não se molda aos conceitos usados. O pensamento pode obedecer à moldura

criada pelos conceitos.

5. A palavra panóplia não se aplica a exercícios de programação

6. Recursividade pretende significar procedimentos e funções recorrentes

7. O algoritmo está descrito em pseudocódigo

8. A resolução não consta de algoritmo, esquematização de variáveis, pseudocódico e código,

mas top-down (em Português Estruturado), lista de constantes, variáveis, parâmetros e

resultados, algoritmo (em pseudocódigo), programa (em Java) e execução do programa

9. Esquematização de variáveis é efetivamente lista de variáveis

10. Pseudo-código é efetivamente pseudocódigo

11. Programador iniciante não significa aluno ou aprendiz de programação

12. Processo estruturado de programação não significa paradigma de programação estruturada

As reviews publicadas reflectem apenas a opinião do autor da review relativamente ao livro, não sendo esta a opinião da equipa da Revista PROGRAMAR.


"A paciência é uma das coisas que se aprendeu na era do 48k" O respeito é como a escrita de código, uma vez perdido, dificilmente se retoma o habito"

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mjamado

Esta dos artigos de opinião agora serem passíveis de direito de resposta é nova para mim.

Isto não é uma notícia. É uma review, uma opinião parcial. Não há direito de resposta. O autor não gostou da review? Pode ir lamber sabão.

Se a posição do staff da PROGRAMAR é esta - dar direitos de resposta a situações que não a têm, e ainda colocar esse disclaimer em baixo - então boa sorte para continuarem a encontrar pessoas que escrevam à borla para a revista.

Fica aqui a minha solidariedade para com o autor do artigo.

  • Voto 2

"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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jpaulino

Se a posição do staff da PROGRAMAR é esta - dar direitos de resposta a situações que não a têm, e ainda colocar esse disclaimer em baixo - então boa sorte para continuarem a encontrar pessoas que escrevam à borla para a revista.

Esta mensagem já foi colocada em outro tópico e foi apenas duplicada para a na zona da revista.

Não se trata de defender ninguém e o disclaimer é apenas para lembrar aos menos atentos (como ao autor do livro) que uma review é a opinião de uma pessoa que voluntariamente está a contribuir para a revista, de forma a ajudar os leitores da mesma a escolher ou não a compra de um livro.

Quem escreve livros, artigos, reviews ou quaisquer outros documentos públicos está sujeito a criticas mais ou menos duras que pode encarar como uma oportunidade de melhoria ou como um ataque. Eu acho que é sempre uma oportunidade de melhoria e não há nada a esconder.

Fica aqui a minha solidariedade para com o autor do artigo

Em nem colocaria as coisas nesses termos ... ele escreveu a sua opinião (até fui eu que sugeri que fosse convidado para fazer a review deste livro) e ele deu a sua opinião. Se o autor não gosta da opinião, azar! Já fiz reviews de alguns livros e critico o que tenho de criticar.

Eu já vi filmes muitos filmes que detestei e que ganharam oscares e filmes que adorei e não ganham nada :(

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thoga31

Eu apoio o @mjamado. É desta que podem esperar uma quebra de artigos a entrar na Revista. Agora qualquer um chega aqui e lança um Direito de Resposta porque não gostou.

E secção No Code, que foi uma novidade muito boa da Revista, vai ter um tempo de vida de uma libelinha se isto se tornar a nova moda.

Opiniões são opiniões. Se a autora do livro não gostou, não tem de andar a publicar Direitos de Resposta ou outra coisa com nomes pomposos.

Da minha parte, a autora perdeu a credibilidade, e com isto qualquer livro com o nome dela na capa será automaticamente excluído das minhas hipóteses de compra, mesmo que tenha ganho todos os prémios possíveis e imaginários.

Mais ainda, acho exagerada a "errata" lançada no final. Há pontos que tudo bem, como o 1, mas há outros que são pura comédia: 2, 3, 5, 6, e 10. Como exemplo, erros ortográficos acontecem, e há quem ainda prefira escrever à moda mais antiga (p.e., "pseudo-código"), pelo que num Direito de Resposta (ou whatever) tem é de se indicar devidamente gralhas técnicas - a autora é licenciada em Estudos Portugueses e Filosofia? Se pretendia descredibilizar mais o artigo com uma "errata", então o feitiço virou-se contra a feiticeira.

Ela que encare isto como uma critica por onde pode melhorar o seu livro e como possível fonte de ideias. As melhores ideias muitas vezes vêm após uma critica.

Quem escreve está sujeito a este género de criticas. Não se pode esperar que seja tudo pela positiva. Deve-se ter a humildade de reconhecer erros e aceitar opiniões.

E, para o caso da autora estar com visão selectiva, friso que o autor do artigo de opinião referiu que o livro tinha bons exercícios e que era bom para treinar a programação em Java, mas que havia, na sua opinião, algumas falhas que poderiam ser corrigidas mais tarde, dando um conselho pessoal no final sobre a compra deste.

Resumo: quando li o artigo, fiquei com uma impressão positiva do livro, apesar das falhas indicadas pelo autor do artigo. Após ler este Direito de Resposta, fiquei com uma má impressão da pessoa que escreveu o livro, pelo que, por conseguinte, me leva a não querer nenhum livro da sua autoria.

EDIT: não se esqueçam de lançar um Direito de Resposta às respostas deste tópico, é a única coisa que falta...

EDIT2: depois de ver algumas páginas do livro, concluo que o autor do artigo de opinião foi até bastante positivo. Não gostei nem um bocadinho do que vi. Se fosse um aluno ou aprendiz, acho que me sentiria mais parvo do que iluminado.

Editado por thoga31

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pwseo

Coloquei aqui a minha opinião sobre o assunto.

EDIT: HappyHippyHippo, não tinha visto o teu tópico, por isso respondi.

Editado por pwseo

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jpaulino

É desta que podem esperar uma quebra de artigos a entrar na Revista.

Porquê? Tu tens medo de fazer uma review? Não entendo o porquê esta afirmação.

Agora qualquer um chega aqui e lança um Direito de Resposta porque não gostou.

EDIT: não se esqueçam de lançar um Direito de Resposta às respostas deste tópico, é a única coisa que falta...

És advogado? Eu não sou e sinceramente não perdi muito tempo a ler a legislação em vigor sobre este assunto (Lei n. 2/99 de 13 de Janeiro) mas pelo que li, aplica-se também a artigos de opinião (Artigo 31º - Ponto 5).

Mas o mais importante é esclarecer o assunto para servir também de exemplo para reviews futuros.

A resposta já foi apresentada no tópico criado pela autora do livro

É desnecessário repetir ou continuar com a discussão

http://www.portugal-a-programar.pt/topic/58468-leituras-criticas-de-artigos-da-programar/#entry491756

Sim, foi apenas para esclarecer esta situação e situações futuras. A review é uma opinião de quem a escreve e se o autor do livro gostou, tudo bem, se não gostou só tem é de saber ouvir a critica e identificar oportunidades de melhoria.

Na revista não há censura e a publicação do artigo é a prova disso!

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Rui Carlos

Relativamente à crítica aqui apresentada, não tenho muito mais a acrescentar às opiniões dadas. Referia apenas que me parece que a mesma se focou demasiado no autor da review, que não é grande forma de começar uma crítica.


Isto não é uma notícia. É uma review, uma opinião parcial. Não há direito de resposta. O autor não gostou da review? Pode ir lamber sabão.

Estamos num fórum, que é um bom local para discutir opiniões. Não vejo razão para não permitir ao autor do livro exprimir também a sua opinião. Assim como todos os outros utilizadores têm a oportunidade de manifestar a sua opinião sobre o assunto, e vários já o fizeram, exercendo o seu "direito de resposta", e o seu direito de discordar da crítica à review.

De resto, não é a primeira vez que se discutem no fórum artigos da revista. Penso que essas discussões contribuem para enriquecer os artigos, permitindo clarificar e justificar os pontos abordados no artigo.

(A última parte do parágrafo citado também me parece desnecessária. Afinal, houve quem não concordasse com a opinião aqui expressa pelo autor do livro, e preferisse também expor a sua discordância.)

[...] Agora qualquer um chega aqui e lança um Direito de Resposta porque não gostou.

[...]

Opiniões são opiniões. Se a autora do livro não gostou, não tem de andar a publicar Direitos de Resposta ou outra coisa com nomes pomposos.

[...]

EDIT: não se esqueçam de lançar um Direito de Resposta às respostas deste tópico, é a única coisa que falta...

Penso que não temos por hábito remover mensagens a criticar opiniões de outros no fórum, por isso sim, qualquer um chega aqui, e publica um "direito de resposta" (com este ou com outro nome). Afinal, o fórum é aberto. Não estou a ver qual é exactamente o problema da Revista PROGRAMAR publicar a mensagem em causa (aliás a própria autora também o fez). (Embora me pareça desnecessário ter dois tópicos sobre o assunto.)

Do mesmo modo, já vários utilizadores deram a sua opinião sobre o direito de resposta, e também não me parece que haja problema algum nisso (e tanto quanto sei, ninguém viu o seu direito de resposta limitado). Assim, não me parece que falte lançar um direito de resposta, ele existe por omissão, e procuramos que a sua negação seja a excepção e não a regra.

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thoga31

Calminha aí. Reparo agora que não fui claro nesse ponto, e escrevi sem reler. My fault.

De facto poderia parecer que estava a criticar a existência do Direito de Resposta, mas todo o contexto do meu post poderia indiciar aquilo que é mesmo o meu ponto de vista: o que eu não gostei foi do tom deste Direito de Resposta por parte da autora.

Frisei isso ao dizer que não considerarei livros dela como escolha porque estou, por outras palavras, admirado com esta reacção.

O meu ponto é este: preocupa-me que esta reacção possa fazer com que alguns potenciais autores se retraiam e evitam "problemas" deste género.

O fórum é aberto, os Direitos de Resposta são um direito, e a minha crítica vai para a autora, a qual, a meu ver, não reagiu da forma mais correcta, antes pelo contrário.

Esclarecida (espero eu) que está esta questão que suscitou dúvidas (fora o resto, que está à vista desarmada), espero que entendam o meu ponto de vista.

Friso ainda que tenho sido autor regular da Revista, com excepção nas últimas edições por motivos de força maior, e não deixarei de escrever para lá. Contudo, não nego que ponderarei a publicação de uma review, no caso de ter o tempo de ler um livro da área e de a escrever. São pontos de vista sobre como abordar esta situação. O meu é de evitar "cenas", quando as posso evitar.


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mjamado
És advogado? Eu não sou e sinceramente não perdi muito tempo a ler a legislação em vigor sobre este assunto (Lei n. 2/99 de 13 de Janeiro) mas pelo que li, aplica-se também a artigos de opinião (Artigo 31º - Ponto 5).

Pois, devias ter perdido um bocadinho mais. O artigo (e ponto) que indicas refere-se à responsabilização em crimes cometidos através da imprensa, em que os autores de artigos de opinião podem ser responsabilizados (o que é absolutamente lógico).

O que baliza o direito de resposta é o constante nos artigos 24º a 27º, e chamo a atenção para o ponto 2 do artigo 24º, que indica em que situações alguém tem o direito de resposta:

As entidades referidas no número anterior têm direito de rectificação nas publicações periódicas sempre que tenham sido feitas referências de facto inverídicas ou erróneas que lhes digam respeito.

Realço: referências de facto inverídicas ou erróneas. Não é o caso. As opiniões não são referências de facto. E não são verídicas ou inverídicas - são opiniões. Não há direito de resposta a artigos de opinião (a menos que refiram factos inverídicos ou erróneos, tal e qual está na Lei).

Mas como diz alguém no outro tópico, isto nem é uma questão legal. É uma questão, acima de tudo, ética. E eu acrescento: de vergonha na cara também. Tanto da autora, como da equipa de edição da PROGRAMAR.

Respondendo de caminho ao Rui Carlos, enquanto a autora responde no fórum, como bem entende, o caso é só patético, como tive a oportunidade de expressar no outro tópico. A partir do momento em que um moderador republica a resposta na zona da revista, supõe-se que com o conhecimento e aprovação da direcção editorial da revista, não é mais um caso de "isto é um fórum e as pessoas são livres de se expressar"; passou a ser um caso de falta de coragem da direcção editorial para defender um reviewer e mandar pastar um autor com o ego dorido.

jpaulino, tu sabes muito bem que eu tenho o maior respeito pelas pessoas que fazem uma revista destas, a troco de coisa nenhuma; sabes muito bem que eu tenho imensa pena que a minha vida, sobretudo profissional, não me deixe tempo para colaborar mais com a revista; sabes muito bem que, se a coisa apertar, também não te deixo, nem ao resto do pessoal da revista, com o problema por resolver. Mas esta resposta, colocada pelo apocsantos (e não é pelo apocsantos em si, mas sim pelo que ele representa, a direcção editorial da PROGRAMAR), ultrapassa uma linha que eu já considero inadmissível.

Ainda bem que há dois tópicos diferentes. É que são dois problemas completamente diferentes: um é birrinha de autor que levou umas mocadas (e com razão - quando vi aquela formatação de código ia-me dando um treco); outro é muito mais grave do que isso.

Editado por mjamado

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apocsantos

Boa noite,

O que eu publiquei enquanto editor, foi apenas o direito de resposta no quadro da Revista. Sobre isso assumo eu responsabilidades, apesar de ter consultado outros elementos antes.

Quanto à review e ao direito de resposta da autora, não me vou pronunciar. A review reflecte a opinião de quem a escreve. Eu defendi e defendo como posso desde a primeira hora a Revista o que ela representa e os valores pelos quais se pauta. Defendi o autor da review, por e-mail, junto da autora, estando eu enquanto responsável pela Revista, ao lado dos autores e de toda a equipe que nela colabora.

Pelo que vejo, isto está a tornar-se num verdadeiro linchamento publico da minha pessoa, sem ter em conta que existem factos que não podem ser tornados publicos.

Se existe alguma coisa que queiram ver esclarecida, terei todo o gosto em esclarecer por PM.

Quanto a mim, já retirei as elações necessárias deste post, pelo que cesso a participação no mesmo.

Cordiais cumprimentos,

Apocsantos


"A paciência é uma das coisas que se aprendeu na era do 48k" O respeito é como a escrita de código, uma vez perdido, dificilmente se retoma o habito"

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Rui Carlos

mjamado, pelo que percebi a crítica foi enviada por email. Este tópico foi criado por que se pensou que o outro tópico tinha sido removido (e porque se entendeu que não havia razões para não se discutir a crítica).

Pessoalmente, acho que a discussão contribuiu para esclarecer as coisas, tendo o autor da review (e a restante comunidade) também a possibilidade de refutar as críticas feitas (e a forma como a crítica estava escrita).

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mjamado
Pelo que vejo, isto está a tornar-se num verdadeiro linchamento publico da minha pessoa, sem ter em conta que existem factos que não podem ser tornados publicos.

Não foi isso que eu quis dizer e tive o cuidado de o ressalvar. Não és tu que estás em causa - é a opção editorial de conceder direito de resposta. Que está errada, tanto por não haver lugar a direito de resposta, como ao não defender o reviewer acima de tudo.

Pessoalmente, acho que a discussão contribuiu para esclarecer as coisas, tendo o autor da review (e a restante comunidade) também a possibilidade de refutar as críticas feitas (e a forma como a crítica estava escrita).

Demonstrou várias coisas, Rui Carlos. Várias delas, altamente penalizadoras para a revista.

Editado por mjamado

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SarahPeky

Boas Noites a todos.

Como autora e leitora, venho aqui manifestar a minha opinião acerca do que aqui pude ler e do que se tem passado.

Não serei parcial mas sim, manifestarei a minha opinião com conhecimento de causa, bem como de toda a situação que se gerou à volta da review.

O autor deu a sua opinião. Está dada e publicada. A Revista não censurou nem pediu ao autor para escrever outra a dizer bem só para agradar à autora.

Quando publicada a revista, a outra entidade também manifestou o seu parecer quanto à review e foi diplomaticamente resolvida a situação, mantendo a posição da revista de defesa dos seus colaboradores e dos seus princípios.

Mais. O direito do autor manifestar a sua opinião foi SEMPRE defendido.

Em todos os contactos com a auutora, o Editor da Revista foi o mais diplomático possível no que diz respeito à educação, defendendo SEMPRE o direito de o autor manifestar a sua opinião e defendendo a Revista como um canal que prima por não Censurar os seus autores. Nunca o editor esteve do lado da autora ao publicar o "direito de resposta" da mesma. Mas sim do lado da revista Programar.

Ou preferiam que tudo isto fosse abafado com paninhos quentes e nunca chegasse a público?

Também não querem criticar... já que estão tão práticos nisso... as horas e horas que pessoas despendem do seu tempo, para rever e passar os vossos artigos... para criar iniciativas, para divulgar a revista, para que Vocês autores possam ter mais uma referência para os vossos currículos e mestrados?

Estamos em tempo de crise e temos que lidar com muitos políticos e já nos habituámos a criticar tudo e todos.

Mas muitas vezes quem criticamos com tanta vontade é quem dá a Cara pelo que os autores escrevem, é quem defende os autores, é quem tem de ter a diplomacia para lidar com situações delicadas que, se de outra forma fossem tratadas, poderiam levar à extinção ou difamação da revista Programar.

Tenho a certeza que TODOS os editores que por aqui passaram tiveram situações não menos agradáveis com as quais tiveram que lidar.

Faz parte. Mas não acho correto rebaixarem as pessoas só porque não gostaram de ver a opinião da Doutora publicada.

Da mesma forma que todos dizem o que lhes apetece e não se perguntam se é inadmissível para quem quer que seja, e lutam tanto para a liberdade de expressão dos autores... talvez devessem parar um bocadinho para pensar e se porem na pele de quem dá a cara pelas coisas menos boas que acontecem. Não apenas para receber louvores por artigos publicados .

Volto a frisar que falo com profundo conhecimento da situação em causa, não estando de todo a ser parcial.

Cumprimentos.

Editado por SarahPeky

"Leva tempo para alguém ser bem sucedido porque o êxito não é mais do que a recompensa natural pelo tempo gasto em fazer algo direito." (Joseph Ross)

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jpaulino

Mas esta resposta, colocada pelo apocsantos (e não é pelo apocsantos em si, mas sim pelo que ele representa, a direcção editorial da PROGRAMAR), ultrapassa uma linha que eu já considero inadmissível.

Ainda bem que há dois tópicos diferentes. É que são dois problemas completamente diferentes: um é birrinha de autor que levou umas mocadas (e com razão - quando vi aquela formatação de código ia-me dando um treco); outro é muito mais grave do que isso.

Acho que a principal falha foi haver dois tópicos ... não havia necessidade (admito) de ter dois tópicos abertos, mas não se reparou na altura. Acho que até se poderiam juntar os dois tópicos (como já foi sugerido internamente)

Eu fui das pessoas que defenderam a divulgação de parte do email recebido para poder haver diálogo sobre o assunto e para se poder esclarecer qualquer mal entendido. Não vejo qualquer problema com o publicado e existem questões que a autora coloca que acho bem que tenham sido esclarecidas (muitas delas já o foram em algumas respostas, como é o caso por exemplo, da indentação).

Acho muito mais correcto ser divulgado e esclarecido aqui (fórum) do que aparecerem comentários em outros locais denegrindo a credibilidade da revista ou mesmo da comunidade.

O review foi lido pelo staff antes de ser publicado e ninguém questionou a sua publicação. Acho que isto demonstra claramente de que lado está o staff da Revista.

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mjamado

jpaulino, só para clarificar mais uma vez: não há mal em existirem dois tópicos, per se. Há mal em existir um que foi colocado pela direcção da revista. Ao ser colocado pela direcção da revista, legitima a pretensão da autora ao direito de resposta, ao qual não tem direito. Coloca a direcção da revista na posição de ter apreciado as queixas da autora e ter decidido publicá-las por julgar haver fundamento. Não interessa se é o caso ou não: é o que parece. À mulher de César não basta sê-lo, et cætera.

Esta resposta devia ter sido tratada com verticalidade e coragem: não publicamos. Ponto. Não, não e não.

Que a autora se inscreva no fórum e coloque os posts que entender, óptimo. Está lá no direito dela, e está no direito de se sujeitar a parecer uma adolescente que amarrou o burro. Como eu costumo dizer muitas vezes, dou o peito às balas pelo direito constitucional das pessoas serem idiotas todos os dias da semana.

Este tópico, publicado pela direcção da revista (e não é problema do apocsantos, não individualizemos), não devia existir. Mais, a direcção da revista devia denunciar publicamente quando este tipo de pressão existe, que é atentatório da liberdade de opinião, e rejeitar liminarmente a publicação de qualquer resposta - muito menos no tom persecutório em que esta, em particular, foi feita.

É só isto. Não há mais nada aqui: não é um ataque ao apocsantos, que todos nós respeitamos muitíssimo, e que é um dos participantes mais ponderados e apaziguador, e um moderador a todos os níveis exemplar; não é um ataque ao trabalho global à equipa da PROGRAMAR, que é absolutamente estelar para um projecto desta natureza (por isso, SarahPeky, podes enfiar essa viola no saco - não respondo a demagogias que servem apenas para colocar palavras na boca dos outros).

A única coisa que eu esperava (e ainda espero) da direcção da revista é uma resposta indicando que, em caso algum, este tipo de pressão vai ser aceitável; que nunca será publicado na revista um direito de resposta a opiniões, sobretudo quando vem escrito da forma que esta veio; e que não tolerará ataques a um participante da revista.

Editado por mjamado

"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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Rui Carlos

Continuo a defender que na ausência de outro tópico, era perfeitamente aceitável criar este tópico (ainda para mais porque se pensou que o outro tópico tinha sido eliminado).

A revista não cedeu a pressões, tendo publicando a review (mesmo perante esta e outras críticas, defendeu o autor/review). Mas a revista também não deve ter receio das críticas que lhe sejam feitas. E se as mesmas são desajustadas, melhor, mais fácil é rebatê-las.

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HappyHippyHippo

Ok, eu não pretendia estar a responder aos tópicos originados devido ao review mencionado, porque poderia dar a impressão de estar a meter achas na fogueira, visto ter sido eu o autor desta.

Compreendo a posição do @mjamado.

Não sei se já escreveu para a revista ou se encontra aberto para tal, mas acredito que como pessoa activa da comunidade, se sinta reflectir a imagem da revista em si. Acredito que o que despoletou a sua reacção em relação a isto tudo, não terá sido o próprio direito de resposta, mas sim o conteúdo da resposta apresentada. Como já foi apresentado em outros post, a resposta dada, tece argumentos dos quais a sua interpretação podem levar a uma ideia de que o intuito não seja refutar a apresentação do livro feita por mim. Ficaria então a se depreender que o problema fulcral terá sido a ideia de permissão e/ou a duplicação de um conteúdo que poderá ser ofensivo a um participante da revista em prol de uma melhor relação com uma editora.

Digo, como objecto alvo da resposta em causa, escolhi ignorar esses pontos no texto publicado pela autora do livro.

Compreendo também a posição do staff da revista Programa.

Não é da competência da revista/staff nem defender os direito do autor/editor/publicador, ou de quem apresentou a sua opinião. O que fez foi simplesmente apresentar publicar as duas opiniões. Não tomou partidos nem aplicou qualquer tipo de censura. Por outras palavras, não fez mais do que o esperado.

É certo que a opinião apresentada é minha, e a ela, toda a gente tem o direito de discordar. Se querem debater os pontos apresentados no review efectuado, sim senhora, estou aqui e com muito gosto o farei no outro tópico deixando este para a discussão do direito de resposta.


IRC : sim, é algo que ainda existe >> #p@p

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