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Adelaide Carvalho

Leituras críticas de artigos da Programar

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Adelaide Carvalho

Leitura crítica do artigo Exercícios em Java – Algoritmia e Programação Estruturada, publicado na seção Review do número 38, da revista Programar, Dezembro de 2012, www.Portugal – A- Programar. pt

Carlos José Dias, autor desta leitura comentada do livro Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, publicado pela FCA, em outubro de 2012, é, como indica o seu CV, programador desde os tempos do Sinclair 48K (1982). Tendo deixado a universidade há muito, empenhou-se, com certeza, na descoberta de novos caminhos da programação, dedicando-se à sua própria formação. Ora este livro, cujo título é de facto Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada propõe a resolução de vários exercícios, aplicando os princípios e as regras reunidos no paradigma da programação estruturada. Este paradigma é ensinado nas Universidades que, de forma geral, o apresentam como contraponto da programação “spaghetti” resultante da técnica de tentativa e erro que se aplicava nos tempos idos do Sinclair 48K. Os programas desses tempos funcionavam, isto é, resolviam os problemas, mas não satisfaziam os critérios de boa programação ditados pelo paradigma da programação estruturada (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, pág. XVII).

Este livro de exercícios de Java visa aplicar os princípios da programação estruturada à resolução dos problemas que tradicionalmente se apresentam aos alunos de programação para que adquiram a agilidade de raciocínio que lhes permita avançar para outros paradigmas. O livro não procura debater as características do Java, pelo que remeto para bibliografia adequada a discussão dos comentários que Carlos José Dias faz ao Java.

A resolução dos exercícios propostos neste livro enfatiza a importância da Algoritmia que conduz à Programação e propõe a metodologia top-down ou abordagem descendente, do geral para o particular, para o desenho de programas (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, págs. XVII e XVIII). Assim, a resolução de cada exercício consiste na apresentação do problema (enunciado) , desenho de uma solução (top-down em Português Estruturado), definição das estruturas de dados (listas de constantes, variáveis, parâmetros e resultados) , desenvolvimento da solução (algoritmo em pseudocódigo), codificação do algoritmo numa linguagem de programação (programa em Java) e teste do programa (Execução do programa para jogos de dados apropriados).

Carlos José Dias omite neste texto o top-down e confunde algoritmo com pseudocódigo. O pseudocódigo é apenas uma das muitas formas de descrever o algoritmo. O top-down em Português Estruturado descreve a solução que escolhemos. Poderíamos em alguns exercícios mais complexos ter apresentado mais do que uma solução. Porém, este livro não visa substituir a aprendizagem com professor nem, muito menos, pretende inibir a imaginação do aprendiz que, à medida que se vai familiarizando com a metodologia, começa a desenhar as suas próprias soluções.

O top-down, o algoritmo e o programa são indentados segundo o formato da indentação apresentado na bibliografia portuguesa e anglo-saxónica (Exercícios de Java – Algoritmia e Programação Estruturada, pág. 355).

Os erros ou gralhas detetados, até agora, por professores e alunos de cursos de licenciatura em Informática não são relevantes em termos de Algoritmia e Programação e constam de uma errata a divulgar na respetiva seção de www.fca.pt.

Carlos José Dias parece querer propor um outro formato para a edição deste livro. Será que pretende a rescrição do livro, listando um conjunto de problemas descritos de outra forma que não recorra a enunciados, debatendo a solução a escolher e apresentando as soluções de todos os exercícios nas páginas finais, talvez a cores diferentes, como nos livros tradicionais de Matemática do ensino secundário?

Adelaide Carvalho

27 de dezembro de 2012

Foram detetadas 12 gralhas e imprecisões neste texto de uma página da revista Programar:

1. O título do livro é Exercícios de Java e, não, Exercícios em Java

2. Culmatar é efetivamente colmatar

3. Memória muscular, a existir, significará logicamente a memória dos músculos

4. O pensamento não se molda aos conceitos usados. O pensamento pode obedecer à moldura criada pelos conceitos.

5. A palavra panóplia não se aplica a exercícios de programação

6. Recursividade pretende significar procedimentos e funções recorrentes

7. O algoritmo está descrito em pseudocódigo

8. A resolução não consta de algoritmo, esquematização de variáveis, pseudocódico e código, mas top-down (em Português Estruturado), lista de constantes, variáveis, parâmetros e resultados, algoritmo (em pseudocódigo), programa (em Java) e execução do programa

9. Esquematização de variáveis é efetivamente lista de variáveis

10. Pseudo-código é efetivamente pseudocódigo

11. Programador iniciante não significa aluno ou aprendiz de programação

12. Processo estruturado de programação não significa paradigma de programação estruturada

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mjamado

Ah, ah, muito bom. :D

Quando o autor de um livro vem com este tom para cima dum reviewer, é a garantia absoluta que a) o reviewer acertou mesmo em cheio onde doía e b) que não se compram mais livros do autor.

Obviamente que o Carlos José Dias (que eu não sei qual é o nick handle do fórum) quer a reescrita (sim, é com dois "e" - lá está, é muito lindo dar uma de nazi da gramática para cima dos outros, mas quando nos toca a nós...) do livro; pois se ele acha que está mal estruturado... Uma autora (e uma editora) com meio cérebro usava as críticas para melhorar as edições seguintes e não para tentar impor um delito de opinião.


"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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HecKel

Cara Sra. Adelaide,

Antes de mais, quero clarificar que não faço parte da equipa da revista, e a opinião que se segue é a minha opinião pessoal e não representa de forma alguma a opinião de uma equipa (quer do fórum quer da revista).

Compreendo que uma opinião negativa ao seu livro suscite reacções negativas, mas opiniões são opiniões e cada qual deve ser ponderada e analisada individualmente, isto se sequer achar que a mesma deve ter tal consideração. Na minha opinião, cabe a si e só mesmo a si analisar essa mesma review e decidir se vale a pena tê-la em consideração, ou simplesmente ignorá-la, no entanto, todos estão no seu direito de darem a opinião que quiserem sem a mesma ser "manipulada" ou "controlada" seja de que forma for.

Para ser sincero ainda não li a review, mas confesso que fiquei com curiosidade de o fazer agora. É perfeitamente natural uma revista editada e mantida por amadores lançar opiniões mais emotivas, tal como vários jornais de renome o fazem, no entanto essa responsabilidade fica sempre do lado do autor e não me parece que faça sentido pedir uma reedição de uma opinião, por pior que a mesma seja. Isso poderia ser considerado censura, o que seria extremamente desmotivante para quem colabora voluntariamente e a troco de nada.

Vou deixar este tópico em aberto, mas receio que o mesmo se venha a tornar numa "guerra aberta", se preferir discutir este assunto mais em privado poderá usar a secção adequada para tal, à qual apenas os membros do staff têm acesso:

Contactar o Staff

EDIT:

A secção Propostas de Artigos também é uma secção privada, em que apenas os membros da REVISTA têm acesso a responder, e o autor do tópico.

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HappyHippyHippo

A suposição que a minha formação académica foi baseada na linguagem BASIC do Spectrum 48K, tendo sido o resto dos meus conhecimentos nos diversos paradigmas de programação, adquiridos ao longo do tempo, através de acções autodidactas, é errada. Na realidade é exactamente ao contrário. Foi nos tempos académicos que me foi apresentado os modelos de programação estruturada, tendo mesmo já sido apresentado o Java. É de lembrar que o Java é uma linguagem que apareceu em 1995, à 18 anos atrás.

Foi descrito no artigo qual a intensão implícita do livro após a sua leitura, e nunca foi apresentado um ponto sequer que o livro seja uma apresentação da linguagem, se bem que o faz nos primeiros capítulos. É obvio que não poderia de ser de outra forma, pois é impossível apresentar o paradigma sem apresentar a ferramenta usada para a apresentação.

Confundir uma parametrização dos assuntos a ser apresentados com o conteúdo em si, não é a melhor abordagem.

Diz também que houve confusão entre algoritmo e pseudocódigo neste parágrafo :

“Os exercícios são apresentados de uma forma simples, com um enunciado. De seguida, são apresentados os passos a serem dados para a resolução: algoritmo, esquematização de variáveis, pseudo-código e no final, o código pedido pelo enunciado.”

Seria dizer que existe dois pseudocódigos na resolução do apresentada no livro. Não houve confusão nenhuma, a abordagem top-down é uma esquematização do algoritmo a ser usado.

Depois vem esta afirmação :

“Porém, este livro não visa substituir a aprendizagem com professor nem, muito menos, pretende inibir a imaginação do aprendiz que, à medida que se vai familiarizando com a metodologia, começa a desenhar as suas próprias soluções.”

É mais do que claro que o livro não é uma ferramenta completa, o mesmo foi descrito no artigo. No entanto, assumir que um iniciante de programação consegue desenhar soluções próprias extrapolando as apresentadas tanto no livro como numa sala de aulas, é completamente errada. É claro que existe um grupo de pessoas capaz de o fazer. Não são poucos, mas não deixam de ser uma minoria. Basta olhar para o sucesso escolar. Ou mesmo dar uma vista de olhos pelos tópicos criados no fórum.

Não vou entrar na discussão do ensino, digo só que o livro não questiona o leitor, não estimula a curiosidade do programador a arranjar novas soluções, nem sequer apresenta qualquer tipo de explicação do porquê de um algoritmo. É sabido que para problemas simples, não existe muita escolha entre o que fazer, mas basta subir a fasquia um bocadito que seja, que o mesmo já não acontece. Compreendo, até certo ponto, o porque da apresentação da solução minimalista. O objectivo é a apresentação do método e não da melhor solução. No entanto estamos a falar de pessoas. Pessoas que mais tarde ou mais cedo irão verificar que na realidade existe um caso que o algoritmo apresentado tem pequenas falhas, em caso específicos.

Se a indentação é a usada por alguns programadores, digo que nenhum deles segue os modelos habituais. Como a sintaxe de Java é baseada em C, é de supor que a mesma deverá ser apresentada dentro de uma das 4 mais comuns : K&R, Allman, Whitesmiths ou GNU.

A indentação apresentada segue moldes não convencionais, tendo o caso mais claro no if:

if (condicao)
 {instrução;
  instrução;}
  else
    {instrução;
     instrução;}

Isto, com a encadeação de if's e o fecho da chaveta sempre no fim da linha na última instrução é visualmente difícil de ler num livro com pouca área de apresentação

Ainda bem que irá ser feita uma errata, que garanto que não deverá ser pequena porque eu nem consigo folhear o livro devido à quantidade de post-it colados entre as folhas. Agora, dizer que as gralhas não são relevantes em termos de Algoritmia, sim, podem não ser, e se for será em um caso que agora me escapa. Mas em termos de Programação, é completamente errado. Os programas estão incompletos, e facilmente se encontra possíveis bugs/buracos no código capazes de demonstrar erros de implementação. Se bem que nos problemas iniciais, é compreensível devido à necessária apresentação da linguagem, o mesmo não se pode dizer nos pontos mais avançados.

É certo que a minha expectativa do livro era elevada. Afinal, seria uma apresentação de como pensar e não uma exposição de uma linguagem X. Existia uma esperança de um livro que estimulasse mais o leitor que os livros tradicionais de programação. No entanto, como é um review, e não deixa de ser uma opinião pessoal, no meu ponto de vista, é um em muitos outros que falham no mais importante : prender a imaginação do pensamento criativo do um programador iniciante.


IRC : sim, é algo que ainda existe >> #p@p

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pwseo

É de facto estranho estarmos a falar de um Direito de Resposta acerca de um artigo de opinião.

Mas já que estamos nisto, permitam-me uma leitura crítica da leitura crítica de Adelaide Carvalho (que é essencialmente um artigo de opinião também).

Antes de mais, parece-me implícito que um artigo de opinião reflecte apenas a opinião do seu autor e não a opinião da revista. De facto, a revista como um todo é desprovida de qualquer tipo de opinião sobre praticamente qualquer tema. Quem opina são autores individuais que assinam por baixo do que escrevem.

Ainda assim, se é pretendido demonstrar que a análise feita está errada, é necessário utilizar para isso argumentos válidos, não sendo necessário para tal explicar que no tempo do Sinclair 48K havia código "spaghetti" e tentar de alguma forma estabelecer uma ligação questionável entre isso e o facto de Carlos José Dias ser desse tempo.

O mesmo pode ser dito para o sarcasmo do qual faz uso quando coloca a sugestão de soluções no final do livro, às cores, "como nos livros tradicionais de Matemática do ensino secundário".

O restante conteúdo do Direito de Resposta acima publicado parece relativamente repetitivo, acusando Carlos Dias de confundir algoritmo com pseudocódigo e de não mencionar o top-down (questões tão subjectivas...), e esquecendo-se, no entanto, de responder às críticas feitas na análise, nomeadamente: o livro não fundamenta as escolhas feitas e a indentação do código é má.

Para Carlos Dias a indentação é má (disse que dificultava a leitura do código), mas para mim é mais correcto classificá-la como horrenda: se de facto este PDF representa fielmente o livro penso que não há muito mais a dizer. Não sou programador de profissão mas trabalho regularmente com várias linguagens classificadas como tendo "C-like syntax" e muito dificilmente vejo código escrito daquela forma. A escolha de tipos de letra também não foi a melhor.

Como foi referido na análise do livro: tem um bom conteúdo mas falha claramente na apresentação.

Para terminar, queria também salientar a minúcia com que foi elaborada a errata de 12 pontos dos quais meia dúzia está lá para meramente desacreditar o autor da análise: os pontos 3, 4, 6, 9, 10 e 11 (já agora, a memória muscular existe de facto, e pouco tem a ver com "memória dos músculos", visto ter substrato neuronal; é no entanto uma expressão bastante utilizada e uma analogia válida onde foi utilizada).

Acrescento que dificilmente a atitude tomada irá abonar a favor do livro, tendo em conta o tom da crítica feita à review.

Com os melhores cumprimentos,

António Pedro Cunha

Editado por pwseo
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jpaulino

Acrescento que dificilmente a atitude tomada irá abonar a favor do livro, tendo em conta o tom da crítica feita à review.

De acordo pois só está a cria confusão

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falco

Quando o autor de um livro vem com este tom para cima dum reviewer, é a garantia absoluta que a) o reviewer acertou mesmo em cheio onde doía e b) que não se compram mais livros do autor.

Esse comentário é pateticamente cínico e desprovido de qualquer sustentação comprovativa.

Demonstra apenas um autismo que ignora totalmente sequer a possibilidade de a resposta do autor da obra ao comentário escrito na revista ser sequer analisado para verificar se é correcto.

Uma critica a um livro, não está correcta, só porque é uma critica a um livro. E uma resposta de um autor, não está incorrecta, apenas por ser uma resposta do autor.

Uma autora (e uma editora) com meio cérebro usava as críticas para melhorar as edições seguintes e não para tentar impor um delito de opinião.

<sarcasmo>Sim porque aceitar como verdadeiras criticas que podem até ser incorrectas, só por serem criticas é "boa ideia"... Isso da correcção não interessa para nada.</sarcasmo>

Não conheço o livro, nem sequer a critica feita na revista, por isso não faço julgamentos de valor em relação a qualquer um deles. Mas essa resposta do mjamado é demasiado ridícula.

Acrescento que dificilmente a atitude tomada irá abonar a favor do livro, tendo em conta o tom da crítica feita à review.

Eu discordo completamente. Acho que a resposta da autora, é perfeitamente civil e moderada.

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pwseo
Eu discordo completamente. Acho que a resposta da autora, é perfeitamente civil e moderada.

Ninguém disse que foi agressiva ou nada que se pareça (eu pelo menos, não disse). Foi de facto muito "politicamente correcta".

No entanto, quando falei em "tom", refiria-me ao tom ligeiramente "vingativo" que a crítica apresenta, como se fosse uma resposta ao mau feedback recebido (ex.: errata de 12 pontos questionáveis, colocar em causa o curriculum do autor da análise), em vez de tentar argumentar que a análise feita continha críticas infundadas.

Editado por pwseo

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mjamado
Eu discordo completamente. Acho que a resposta da autora, é perfeitamente civil e moderada.

Isso que andas a fumar é muito bom. Relê o primeiro parágrafo da resposta da autora: é um violento ataque ad hominem, do mais porco e reles que existe. Este parágrafo, sozinho, teria feito com que uma direcção editorial com os tomates no sítio rejeitasse liminarmente esta resposta. E o resto da resposta é mais do mesmo...

<sarcasmo>Sim porque aceitar como verdadeiras criticas que podem até ser incorrectas, só por serem criticas é "boa ideia"... Isso da correcção não interessa para nada.</sarcasmo>

Eu não espero de ti (aliás, acho que ninguém neste fórum que te conheça espera) que saibas aceitar uma crítica. Quando eu recebo uma crítica que é patentemente errada, a primeira coisa que penso é "o que será que eu disse que levasse alguém a esta conclusão?". Quando surge uma crítica que é errada, é indicador que não estamos a passar a mensagem convenientemente. Partir do princípio que os outros é que são burros é apanágio dos arrogantes. Mas, lá está, não espero que compreendas isto, como é patente em toda e qualquer discussão em que tenhas participado neste fórum.

De qualquer forma, não é o caso em apreço. Não há nenhuma informação (reforço, informação) errada no artigo. Há opiniões.

  • Voto 1

"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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falco

Isso que andas a fumar é muito bom. Relê o primeiro parágrafo da resposta da autora: é um violento ataque ad hominem, do mais porco e reles que existe. Este parágrafo, sozinho, teria feito com que uma direcção editorial com os tomates no sítio rejeitasse liminarmente esta resposta. E o resto da resposta é mais do mesmo...

Não vejo nada disso no texto.

Eu não espero de ti (aliás, acho que ninguém neste fórum que te conheça espera) que saibas aceitar uma crítica. Quando eu recebo uma crítica que é patentemente errada, a primeira coisa que penso é "o que será que eu disse que levasse alguém a esta conclusão?".

Quando surge uma crítica que é errada, é indicador que não estamos a passar a mensagem convenientemente. Partir do princípio que os outros é que são burros é apanágio dos arrogantes. Mas, lá está, não espero que compreendas isto, como é patente em toda e qualquer discussão em que tenhas participado neste fórum.

O que tu fizeste no teu post, não foi criticar o conteúdo da resposta da autora do livro, mas sim o facto de ter respondido. São duas coisas completamente distintas. Mas lá está, pessoas burras e arrogantes têm esse tipo de confusões como apanágio. E depois de criticarem os outros por fazer ataques baixos, porcos e pessoais, que não lhe são dirigidos, têm ainda coragem de fazer exactamente o mesmo em relação aos outros, mas de forma muito mais agressiva.

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Rui Carlos

Tal como dizes é pena que a equipa editorial do P@P, não saiba o que é moderar, alguns nem sabem o que é moderação e que outros simplesmente sejam tendenciosos.

O fórum tem uma política bastante permissiva (a.k.a. sem "tique ditatoriais"), que significa aceitar comentários que já estão no limite do aceitável de todos os membros do fórum (sim, quer sejam teus, quer sejam de outros membros).

De qualquer modo, convidava-vos a tentar discutir o assunto num tom mais amigável, como me parece que a generalidade dos membros fez.

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mjamado
Mas, lá está, não espero que compreendas isto, como é patente em toda e qualquer discussão em que tenhas participado neste fórum.

Quod erat demonstrandum. :D


"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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mAiN_iNfEcTiOn

Isso que andas a fumar é muito bom. Relê o primeiro parágrafo da resposta da autora: é um violento ataque ad hominem, do mais porco e reles que existe. Este parágrafo, sozinho, teria feito com que uma direcção editorial com os tomates no sítio rejeitasse liminarmente esta resposta. E o resto da resposta é mais do mesmo...

Depois de ler a resposta, acho que isso que andas a snifar bate mais do que aquilo que ele anda a fumar. Se procurares por ad hominem na wikipédia, poderás ver que, citando:

A observação da autora reflecte uma lógica posterior ao pressuposto que toma. Não há carácter insultuoso ou pejorativo na frase da autora.

Não é absurdo.

E por fim... Cito-te mas usando a tua frase para comentar os teus comentários:

Mas, lá está, não espero que compreendas isto, como é patente em toda e qualquer discussão em que tenhas participado neste fórum.

Get over yourself...

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thoga31

Depois de ler acerca dessa falácia, poderia concluir que a autora cometeu um argumentum ad hominem para com o autor do artigo de opinião, em certa medida.

Vejamos: conclui coisas acerca do autor e constrói um juízo de valor acerca do artigo de opinião tendo por base preliminar os seus primeiros passos no mundo da programação - negou as preposições do autor com base no próprio autor e não no conteúdo do seu artigo.

Mais, tentou descredibilizar o artigo com uma errata absurda, metade dela a indicar erros ortográficos, quando o próprio texto crítico dela contém tropeções ao português - simplesmente brilhante.

E quando tentou refutar as preposições do artigo, limitou-se a dizer o que ela pretendeu transmitir com o livro e qual a sua estrutura. Ora, o que ela pretendia com o livro já todos sabíamos, e foi bem referido no artigo que ela criticou.

Logo, a crítica dela está muitíssimo mal estruturada em termos lógicos - a argumentação baseia-se na vida do autor, que ela desconhece e se baseou apenas nos seus anos 80 - faltam 30 anos pelo meio, nos quais a autora fez uma mera suposição -, e baseia-se no que o livro pretende ser e na sua actual estrutura.

É como a minha professora de Português, há uns anos atrás, me dizer que a minha composição estava fraquíssima e eu refutar dizendo que ela, nos anos 60, começou a ler e a escrever e que, por conseguinte, actualmente também devia estar que-modos "influenciada" por esse tempo, ao mesmo tempo que refutava as críticas dela dizendo que a minha composição tinha um título, uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Pronto, professora, agora dê-me o meu 20...


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mjamado
Se procurares por ad hominem na wikipédia, poderás ver que

Se em vez de usares a Wikipedia estivesses estado atento às aulas de Filosofia, sabias o que era uma argumentação ad hominem (do qual esta frase é um exemplo - ou melhor, é um ad wikipedium :D).


"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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mAiN_iNfEcTiOn

Se em vez de usares a Wikipedia estivesses estado atento às aulas de Filosofia, sabias o que era uma argumentação ad hominem (do qual esta frase é um exemplo - ou melhor, é um ad wikipedium :D).

Estás a assumir que tive aulas de Filosofia :confused:

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thoga31

Estás a assumir que tive aulas de Filosofia :confused:

Se não tiveste, mais uma razão para não vires aqui argumentar com base em conhecimentos que não possuis e/ou que não dominas. Se tiveste, não foi um momento feliz, e devias definitivamente ter prestado atenção às aulas.

Editado por thoga31

Knowledge is free! | Occasional Fortnite player

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mjamado
Estás a assumir que tive aulas de Filosofia :confused:

Oh pá, eu estava precisamente a demonstrar o que é uma argumentação ad hominem: descartei completamente a tua argumentação e cingi-me a desacreditar a tua formação e/ou as tuas fontes.


"Para desenhar um website, não tenho que saber distinguir server-side de client-side" - um membro do fórum que se auto-intitula webdesigner. Temo pelo futuro da web.

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brunoais

Eu sei que cada um quer mostrar o seu ponto de vista e provar o que está a indicar mas isto está em perigo de desmoronar (embora ainda n o tenha contecido).

Tenham em atenção isso, ok? ;)


"[Os jovens da actual geração]não lêem porque não envolve um telecomando que dê para mirar e atirar, não falam porque a trapalhice é rainha e o calão é rei" autor: thoga31

Life is a genetically transmitted disease, induced by sex, with death rate of 100%.

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