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pv2013

SAFT-PT: debate de dúvidas e ideias

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CrominhO

Obrigado @americob 🙂 

Além de responderes à minha questão ainda me explicaste porque é que os Diários reiniciam a numeração :D ... Nunca tinha percebido porquê isso acontecia, mas faz todo sentido.

Obrigado,


As mentes humanas são realmente um local estranho!

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Jose Lindo

Boa noite.

 

Desde de já obrigado pelas respostas.

Agora se não se importarem queria colocar mais duas questões respeitantes aquele grupo de documentos onde se inclui as Encomendas e as Proformes alem de outros.

1. Sabemos que estes documentos têm se ser enviados no SAFT mensal da Factuaracao. Até aqui tudo Bem.

A Questão é a seguinte. Quando eles mudam de estado (para Anulado ou Facturado), é também necessario efectuar o seu envio ou não. Se não como é que a AT sabe que eles mudaram de estado.

2. No envio das facturas tenho que referenciar quais as encomendas que foram manipuladas. Ou então no caso de uma encomenda alterada, esta tem de referenciar a encomenda origem que entretanto passou ao estado anulado.

Questão: Quando referencio encomendas nas facturas, ou Encomendas que deram origem a nova encomenda tenho tb de enviar novamente as encomendas referencias ou não. Se não como sabem que as encomendas que ja receberam, mudaram de estado.

 

Obrigado.

 

Já agora gostava de saber tb a vossa opiniao sobre Encomendas e alteracoes das mesmas.

As nossas encomendas ao longo de algum tempo de vida sofrem alteracoes. São então criadas novas versoes da encomenda mas mantendo sempre o mesmo numero que foi enviado ao clientes e que corresponde a Encomenda produtiva.

Basicamente sera "NEncomenda/Versao", e é de todo o interesse que o cliente ao receber nova versão Tenha sempre o NEncomenda Original.

Bom isto transitar para o SAFT com Documento assinado foi um bico de obra.

Deste modo idealizamos a identificação para a AT do seguinte Modo:

TipoDoc Serie/nDocumento <=> TipoDoc NEncomenda/Versao

 

Basicamente cada encomenda produtiva é a serie e NDocumento é a versao que cada Encomenda Sofre.

 

O que dizem deste metodo?

Como é que fizeram numa situação igual de se ter a mesma encomenda no cliente com as varias alterações?

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Gonçalo Tavares

Boa tarde,

 

Como poderei encontrar um exemplo de saft em XML, para poder desenvolver a minha aplicação?

Obrigado

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nunopicado
2 horas atrás, Gonçalo Tavares disse:

Como poderei encontrar um exemplo de saft em XML, para poder desenvolver a minha aplicação?

SAF-T de exemplo: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Pages/certificacao-de-software.aspx

Validadores, estrutura de dados XSD, portarias, etc: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/SAFT_PT/Paginas/news-saf-t-pt.aspx

  • Vote 1

"A humanidade está a perder os seus génios... Aristóteles morreu, Newton já lá está, Einstein finou-se, e eu hoje não me estou a sentir bem!"

> Não esclareço dúvidas por PM: Indica a tua dúvida no quadro correcto do forum.

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marcolopes
6 hours ago, Gonçalo Tavares said:

Boa tarde,

Como poderei encontrar um exemplo de saft em XML, para poder desenvolver a minha aplicação?

Obrigado

Um "SAFT" de exemplo é a forma errada para uma abordagem de implementação!

O meu conselho é começar pela especificação técnica (XSD), o dec. lei que descreve cada um dos campos, e usar uma linguagem que permita uma ligação transparente entre o XSD e o código fonte (que crie um MODELO de DADOS) e depois usar esse modelo de dados para criar a o XML de forma automática (e não "manualmente"... isso seria um suicídio...)

Edited by marcolopes
  • Vote 1

The simplest explanation is usually the correct one

JAVA Utilities: https://github.com/marcolopes/dma

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Gonçalo Tavares
7 horas atrás, marcolopes disse:

Um "SAFT" de exemplo é a forma errada para uma abordagem de implementação!

O meu conselho é começar pela especificação técnica (XSD), o dec. lei que descreve cada um dos campos, e usar uma linguagem que permita uma ligação transparente entre o XSD e o código fonte (que crie um MODELO de DADOS) e depois usar esse modelo de dados para criar a o XML de forma automática (e não "manualmente"... isso seria um suicídio...)

Boa Tarde,

 

O que pretendo fazer, é através do documento padrão SAFT, criar o meu próprio SFD, preenchendo com a faturação da minha empresa. No qual o irei fazer com PHP+MySQL, para que possa ser gerado de forma instantanea assim que o utilizador o desejar.

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jrabasilio

Boa Tarde,

Tenho uma duvida, não sei se já foi respondido, mas aqui vai.

Tenho um software certificado em que aceito nif invalido (123, 1212., ..)

Quando imprimo o documento é esse nif que é impresso no documento, é esse nif que é colocado no SAFT e comunicado a AT por ficheiro

A minha duvida é , sendo nifs inválidos deveria colocar como 000000000, ou 999999990 ?

Como está dá problemas na AT ?

 

Obrigado.

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bioshock

Viva,

Alguém que me relembre: é possível emitir facturas a zero euros, imaginando que o desconto é de 100%? Confesso que tenho limitação no meu software que proíbe que o total do documento seja zero euros e se bem me recordo foi porque existe uma regra que dita isso..

O problema em questão é: o cliente tem um cartão de fidelização e decide descontar todo o valor em cartão e este valor suprime o valor total da factura..

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Vitor Pereira
52 minutos atrás, bioshock disse:

Viva,

Alguém que me relembre: é possível emitir facturas a zero euros, imaginando que o desconto é de 100%? Confesso que tenho limitação no meu software que proíbe que o total do documento seja zero euros e se bem me recordo foi porque existe uma regra que dita isso..

O problema em questão é: o cliente tem um cartão de fidelização e decide descontar todo o valor em cartão e este valor suprime o valor total da factura..

Não existe qualquer problema legal em emitir Faturas a ZERO.

Apenas é aconselhável que o Software tenha um Parametro para o Cliente poder ativar esta função, de forma a que não aconteça por engano mas sim quando o pretende ( exemplo das Operadoras de Telecomunicações que fazem desconto de 100% na aquisição de certos produtos com fidelização )

  • Vote 1

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jacPereira
53 minutos atrás, bioshock disse:

Viva,

Alguém que me relembre: é possível emitir facturas a zero euros, imaginando que o desconto é de 100%? Confesso que tenho limitação no meu software que proíbe que o total do documento seja zero euros e se bem me recordo foi porque existe uma regra que dita isso..

O problema em questão é: o cliente tem um cartão de fidelização e decide descontar todo o valor em cartão e este valor suprime o valor total da factura..

Mas o cartão de fidelização é o meio de pagamento. Nao tem a ver com o valor do documento mas com a forma de liquidação… ou será que estou a ver mal o filme?

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bioshock
4 hours ago, jacPereira said:

Mas o cartão de fidelização é o meio de pagamento. Nao tem a ver com o valor do documento mas com a forma de liquidação… ou será que estou a ver mal o filme?

O cartão de fidelização acumula pontos e depois podes descontar esses mesmo pontos numa futura compra. A palavra chave é descontar. No caso em questão seria descontar o valor total da factura, mas eu permito que efectues o pagamento por diversos meios na mesma compra. Se tiveres uma factura de 20€, podes pagar:

  • 1,00€ vale de desconto
  • 4,00€ valor acumulado em cartão
  • 10,00€ dinheiro
  • 5,00€ multibanco

Os dois primeiros apesar de serem formas de pagamento, entram como descontos no documento para que o cliente perceba no talão que foi realmente descontado X valor ao total.

 

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ossadas

Boas,

 

Tem havido necessidade de incluir a contab. analítica.

Contudo a exportação para o plano ocorra sem problemas.

A questão é nos movimentos.

Até a data não os incluía, pois na portaria não os especifica. Mas neste fórum já li que vai.

O problema é que a estrutura dos movimentos obriga a ter uma linha a débito e outra a crédito.

Só que a analítica não obriga a existências de contrapartidas, bastando por tanto, imputar um registo.

Outro caso bicudo é que a criação das contas analíticas, oficialmente nada obriga que as contas sejam começadas por 9...

Imaginemos, temos uma sub-conta geral de movimento 11001 e temos uma conta analítica 11001. No plano elas são diferenciadas pelo GM e AM.

Mas se é obrigatório exportar as movimentações analíticas como se distinguem nos movimentos?

Já me passou pela cabeça no momento de exportar acrescentar '9' nas contas, mas isso não é adulterar?

Como também me passou acrescentar um registo a zero para caso a analítica tenha só um registo....

Por isso reforço a minha pergunta se as analíticas vão nos movimentos?

 

Cps

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Larissa

Viva,

 

temos há 10 anos um software de faturação e contabilidade na Alemanha.

Fizemos o erro de querer certificar o software em Portugal. 😓 Estamos há meses implementando as mudanças pedidas pelo técnico do DSPCIT e, quando achávamos que estávamos no fim do processo, o técnico exigiu o ponto 2.4 do Despacho n.º 8632/2014, de 3 de Julho (“Integração de documentos processados manualmente em impressos emitidos em tipografias autorizadas, nos casos de inoperacionalidade do programa”).

 

Poderiam, por favor, ajudar-me a entender como implementaram esse ponto?

 

Pelo que entendemos, o processo é bem complicado e irá demorar ainda mais tempo:

Precisamos criar uma interface para o utilizador inserir os elementos de uma fatura, nota de crédito e outros documentos criados manualmente. Nessa interface, o utilizador pode fazer o que bem entender, como inserir datas no passado, guardar o número e série do documento manual e todos os campos devem ser editáveis (incluindo os cálculos do documento). Este documento deve ter uma série específica e uma hash deve ser gerada.

Para os documentos gerados a partir deste documento, deve ser usado como referência o número e série do documento manual ( e não a série específica do software).

 

Eu NUNCA vi essa função em softwares como o SageOne, Moloni, Jasmin e etc...

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Vitor Pereira
30 minutos atrás, Larissa disse:

Viva,

 

temos há 10 anos um software de faturação e contabilidade na Alemanha.

Fizemos o erro de querer certificar o software em Portugal. 😓 Estamos há meses implementando as mudanças pedidas pelo técnico do DSPCIT e, quando achávamos que estávamos no fim do processo, o técnico exigiu o ponto 2.4 do Despacho n.º 8632/2014, de 3 de Julho (“Integração de documentos processados manualmente em impressos emitidos em tipografias autorizadas, nos casos de inoperacionalidade do programa”).

 

Poderiam, por favor, ajudar-me a entender como implementaram esse ponto?

 

Pelo que entendemos, o processo é bem complicado e irá demorar ainda mais tempo:

Precisamos criar uma interface para o utilizador inserir os elementos de uma fatura, nota de crédito e outros documentos criados manualmente. Nessa interface, o utilizador pode fazer o que bem entender, como inserir datas no passado, guardar o número e série do documento manual e todos os campos devem ser editáveis (incluindo os cálculos do documento). Este documento deve ter uma série específica e uma hash deve ser gerada.

Para os documentos gerados a partir deste documento, deve ser usado como referência o número e série do documento manual ( e não a série específica do software).

 

Eu NUNCA vi essa função em softwares como o SageOne, Moloni, Jasmin e etc...

 

Boa tarde

Nas Configurações de cada Série, devem conter algumas informações como é o caso desta ( Origem do Documento 😞

- Pode ser interno 

- De outro Software 

- Manual e Recuperação ( documentos que foram perdidos na Base de dados )

Todos os Softwares tem isso pois é obrigatório

 

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bioshock

Boas,

Guias de transporte/remessa/etc. referentes a fornecedores (ou seja, embutidas no módulo de compras e não de vendas) são comunicadas à Autoridade Tributária?

Olhando para a página 24 deste documento http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Documents/Comunicacao_Dados_Documentos_Transporte.pdf, fico na dúvida se:

  • O campo SupplierID é meramente informativo para ser preenchidos nas Guias de Transporte de Vendas
  • O campo SupplierID é para ser preenchido caso a Guia de Transporte emitida seja nas Compras

Que sentido faz no módulo de compras - que supostamente é para efeitos meramente internos da empresa - serem comunicadas Guias?

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jorang
2 minutos atrás, bioshock disse:

Boas,

Guias de transporte/remessa/etc. referentes a fornecedores (ou seja, embutidas no módulo de compras e não de vendas) são comunicadas à Autoridade Tributária?

Olhando para a página 24 deste documento http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/Documents/Comunicacao_Dados_Documentos_Transporte.pdf, fico na dúvida se:

  • O campo SupplierID é meramente informativo para ser preenchidos nas Guias de Transporte de Vendas
  • O campo SupplierID é para ser preenchido caso a Guia de Transporte emitida seja nas Compras

Que sentido faz no módulo de compras - que supostamente é para efeitos meramente internos da empresa - serem comunicadas Guias?

Uma Guia de Devolução é um documento de transporte emitido pela empresa para efetuar um transporte para o fornecedor, logo terá o SupplierID.

  • Vote 1

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bioshock

Sendo assim, as guias de devolução do módulo de compras, onde é referido o fornecedor, são comunicadas à Autoridade Tributária. Mas no meu caso, no módulo de compras, há guias de transporte; remessa; devolução & consignação. É tudo comunicado? Creio que mal não deve fazer.

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iznougudpt
2 horas atrás, bioshock disse:

Sendo assim, as guias de devolução do módulo de compras, onde é referido o fornecedor, são comunicadas à Autoridade Tributária. Mas no meu caso, no módulo de compras, há guias de transporte; remessa; devolução & consignação. É tudo comunicado? Creio que mal não deve fazer.

Sempre que existe um transporte em veículos da empresa e é emitido uma guia para acompanhar esse transporte, essa guia tem de ser comunicada. Operações internas como transferências de armazém (em que o armazém origem e destino se encontram no mesmo local) não comunico.

  • Vote 1

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jorang
3 minutos atrás, iznougudpt disse:

Sempre que existe um transporte em veículos da empresa e é emitido uma guia para acompanhar esse transporte, essa guia tem de ser comunicada. Operações internas como transferências de armazém (em que o armazém origem e destino se encontram no mesmo local) não comunico.

É isso mesmo. Todos os bens em circulação, em território nacional, que sejam objeto de operações realizadas por sujeitos passivos, devem ser acompanhados de documentos de transporte processados nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 147/2003, de 11 de julho.

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Solskajer

https://www.simplex.gov.pt/medidas

Fatura sem papel

Ministério responsável:

M. das Finanças

Descrição da medida:

Regulamentar a possibilidade de dispensa do impressão de faturas.

Prazo de implementação previsto:

2.º Trimestre 2019

Principais destinatários da medida:

Cidadãos | Empresas

Fonte da medida:

Processo participativo interno à Administração Pública

Etapa de vida:

Empresa

Edited by Solskajer
citação
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iznougudpt
7 horas atrás, trs80 disse:

Noticia do jn/comercial

https://radiocomercial.iol.pt/noticias/85541/faturas-em-papel-terminam-em-2019

Alguem ouviu algo sobre se isto vai ser obrigatório de alguma forma 

Obrigatório não será, pelo menos pelo que percebi. Só pode utilizar esse mecanismo quem tenha a comunicação em tempo real e para documentos com nº de contribuinte, pelo que as faturas simplificadas estão fora desse âmbito.

Finalmente vamos saber para que vai servir o ATCUD.

Isso do código de barras QR vai ser bonito de implementar em impressoras de talões antigas...

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pjmvc

Boa Tarde,

A A.T. publicou hoje uma nova versão do utilitário de comunicação do ficheiro e-factura (FACTEMICLI-2.5.10-cmdClient.jar)

Acontece que devolve sempre o seguinte erro:

Exception in thread "main" gK: Serviço temporáriamente indisponível. Por favor tente mais tarde.
        at oN.a(Unknown Source)
        at pt.at.factemicli.cmdProcessor.FactemicliCmdClient.main(Unknown Source)

Acontece a mais alguém?

Obrigado!

Edited by pjmvc

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