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xtrm0

substituto a um goto

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xtrm0

Olá.

Estava a fazer um problema das ONI. E tive de fazer um loop triplo. Só que eu pretendia que quando ocorre-se um acontecimento, salta-se do 3 loop para o segundo, como ilutrado no seguinte pseudo-codigo:

for {

    for {

        for {

          goto prox;

        }

    }

  prox:

}

Há algula forma de faze-lo sem usar o goto?

O goto causa algum problema em termos de velocidade do programa?


<Signature goes here>

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KiNgPiTo

Utilizas uma flag...

int f=1;

for (ini=1; ini<69 && f; ini++){
     f=0;
     for (ini2=1; ini2<69 && !f; ini2++){
            for (ini3=1; ini3<69 && !f; ini3++){

                if (condicao) f=1;

            }     
     }
}

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Triton

Podes usar uma flag como disse o KiNgPiTo, mas neste caso é preferível usar um goto. E o goto deve ter um impacto reduzido em termos de performance. É só uma instrução assembly de jump / branch.


<3 life

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mogers

Eu acho que os programas com goto tipicamente ficam mais dificeis de ler e seguir o raciocinio. Mas a decisão de usar é tua, mediante a dimensão e o quão te sentes confortavel com essa instrução.


"What we do for ourselves dies with us. What we do for others and the world, remains and is immortal.", Albert Pine

Blog pessoal : contém alguns puzzles, algoritmos e problemas para se resolver com programação.

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Triton

Eu acho que os programas com goto tipicamente ficam mais dificeis de ler e seguir o raciocinio. Mas a decisão de usar é tua, mediante a dimensão e o quão te sentes confortavel com essa instrução.

Olhando para o código no primeiro post e o do KiNgPiTo, achas que a versão de goto é mais difícil de ler? Eu acho o oposto, e neste caso o use de goto é um idioma bastante conhecido e usado em muitos projectos, como no Linux kernel.


<3 life

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mogers

O 1º código é apenas uma lista de fors, nem considero aquilo um esqueleto de um pedaço de código, ao contrário do 2º código que já é código quase "compilavel".

No entanto, eu disse

Mas a decisão de usar é tua, mediante a dimensão [do código] (..)

Portanto, este exemplo parece-me um pouco simples demais. Em códigos com alguma dimensão acho que o abuso de gotos dificulta a percepção da lógica do pedaço de código.


"What we do for ourselves dies with us. What we do for others and the world, remains and is immortal.", Albert Pine

Blog pessoal : contém alguns puzzles, algoritmos e problemas para se resolver com programação.

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KTachyon

Mete-o a vomitar:

#include <stdio.h>

int main() {

int i, j, k, l, up = 1;

for (i = 0; i < 10; i++) {
	printf("at i\n");
	try {
		for (j = 0; j < 10; j++) {
			printf("at j\n");
			for (k = 0; k < 10; k++) {
				printf("at k\n");
				for (l = 0; l < 10; l++) {
					printf("at l\n");
					throw up;
				}
			}
		}
	} catch (int e) {}

	printf("back at i\n");
}

return 0;
}


“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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Triton

Exepções são um goto disfarçado, e estar a usá-las como sistema de controlo do flow do programa é muito má prática.


<3 life

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KTachyon

Pah, pois é. Eu só respondi a uma pergunta :thumbsup:

A questão não é só ser má prática. Utilizar o try catch neste caso reduz a performance vs. um goto.

A solução mais éticamente correcta é a do KiNgPiTo. E a solução com maior performance é com goto.

Existem outras soluções, como colocar os loops internos numa função e retornar quando a condição se verifica. Também não é uma solução correcta dado que os returns devem encontrar-se sempre no final das funções, igualmente por questões de manutenção de código.

A solução do try-catch só é mais divertida :P

De qualquer forma, se o código não for demasiado complexo, um goto não estraga a leitura e/ou manutenção. A utilização indiscriminada de gotos é que deve ser evitada a todo o custo.


“There are two ways of constructing a software design: One way is to make it so simple that there are obviously no deficiencies, and the other way is to make it so complicated that there are no obvious deficiencies. The first method is far more difficult.”

-- Tony Hoare

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