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herakty

Presidente da AMI Temos 40% de pobres

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herakty

Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos

uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a

esperança e estão à procura de novos horizontes...

acho que tudo o que tenho vindo a defender no fórum está bem exemplificado por uma figura de valor inquestionável.. a não ser que achem que o presidente da AMI não sabe com o que trabalha todos os dias

algo que me espanta é que a maioria de quem aqui anda é jovem... e os jovens estão num GRAVÍSSIMO problema... pois formaram-se mais pessoas do que o mercado de trabalho necessita... mts de vocês que falam aqui de certa forma, tenho a certeza que ainda os vou ver a pedir apoio por passarem fome.. tenham lá o mestrado que tiverem... diplomas não matam fome.. .é algo que me faz muita confusão, pois defendem o que é pior para eles... .um futuro sem esperança e de miséria.. mas um dia vão acordar e vão "reflectir" melhor

eu como sou voluntário lido com esta realidade todos os dias.. custa-me ver pessoas com trabalho, mas que não dá e precisam MENDIGAR depois de trabalharem por vezes 10 horas por dia... mas nada como o presidente da AMI

  "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir....

algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as

diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos

uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a

esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou

Fernando Nobre.*

antigamente dizia-se que a pobreza era devido à pouca produção...hoje vivemos com o excesso de produção e até se deita fora produtos por CAUSA DO MARAVILHOSO MUNDO DOS MERCADOS E PREÇOS

e agora qual é a razão para haver tanta fome no mundo, nomeadamente em Portugal? fiz uma pesquisa e as rendas em LX são em média 800 euros...mais que o ordenado mínimo... o patronato que anda em belos Mercedes, vivendas de centenas de milhares de euros, casas no Algarve e férias por todo o mundo têm a lata de dizer o que o presidente da AMI nos vai dizer... este foi um recente discurso

aumentou a miséria e aumentou os bens de luxo... que quer isto dizer?

em África morrem por dia milhares de crianças por fome quando se deita fora leite e alimentos para o preços não baixarem

é tão ridículo haver fome por excesso de produção que fico sem palavras... entrego-as ao presidente da AMI

  O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das

associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário

mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de

Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem

viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a

plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"

  Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes,

Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450

euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas

reformas".

  "Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram

nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça

e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos

40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda.

  "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir....

algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as

diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos

uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a

esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou

Fernando Nobre.*

  O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar

aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que

dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém

chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz

uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo

que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".

  No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena

parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia

de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado",

citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem

acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com

menos do que os vossos pais".

  Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem

chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200

euros...

Não é um Estado viável!

Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".

AMI em Números

http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p5p21&l=1

teckV

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