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Revista PROGRAMAR

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Entrevista a: Edite Amorim


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Revista PROGRAMAR – (RP): Fale-me um pouco de si e do seu percurso.

Edite Amorim-  (EA):  Hum… Nasci no Porto em 80, e estudei na Póvoa de Varzim, onde vivi até aos 26 anos. Era muito distraída na escola, estava sempre a mil com cem ideias e demasiada energia. Falava muito. Fiz patinagem artística 12 anos, estive para ir para a Escola Profissional de Teatro e em vez disso fiz o Secundário na área de Desporto.

Só consegui entrar na faculdade que queria – Psicologia, na Universidade do Porto – à terceira tentativa, o que me fez estar um ano de fora a lidar com a frustração de maneira hiperativa (dei dezenas de horas de explicações a miúdos, tirei a carta, escrevi imenso, fiz rádio, viajei pela primeira vez de avião) e um outro numa faculdade privada, de onde consegui transferência, depois de conhecer a que seria a minha grande sócia uns anos depois.

Aos 26 anos, com 2 de carreira como psicóloga e como empreendedora, deixei a casa nova com 2 quartos e fui partilhar um apartamento com 5 pessoas que não conhecia, para Barcelona, onde fiz o Master e trabalhei em tudo o que apareceu.

Desde então as viagens, os desafios, os encontros, as aventuras de dentro, a dança e o acreditar têm sido as coisas mais estáveis dos dias. Todo o resto tem mudado regularmente, inclusive os países onde vivi (Espanha, Irlanda, Suécia e França).

Ocupo-me a escrever para várias publicações, a dar aulas de Dança e Expressão e a ser coordenadora da THINKING-BIG, através da qual dou formações no que me apaixona e define (Criatividade e Psicologia Aplicada, usando dinâmicas de grupo, conceitos da Filosofia e storytelling). Troco o certo pelo incerto com muita frequência e mudo de papéis sociais com alguma facilidade (de conferencista internacional a lavadora de pratos, de professora de dança a voluntária num campo de Refugiados).

Continuo a falar muito, mas agora também medito e aprecio o silêncio.

 

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