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vdap

O que é que podemos considerar Inteligência Artificial?

32 mensagens neste tópico

Boa tarde, queria saber as vossas opiniões sobre Inteligência Artificial. Até que ponto podemos considerar que existem sistemas periciais (como o Prolog) capases de desenvolver algum tipo de inteligência??? Será que podemos dizer que um programa "auto-didacta" consegue ter algum tipo de inteligência? O que é a inteligência Artificial? Qual a vossa opinião?  :hmm:

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do meu ponto de vista, estamos perante um programa inteligente quando este tem a capacidade de aprender e de se adaptar a novas situações que não existiam na altura da sua criação.

o ProLog é apenas uma linguagem onde podemos desenvolver este tipo de programas (se calhar aquela em que é mais fácil de o fazer), mas parece-me que em quase todas as linguagens de programação poderiamos desenvolver programas inteligentes.

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Não sei até que ponto se pode considerar isso um acto inteligente, já que o programa não decide nada nem aprende nada, que não tenha sido programado para o fazer.

Se a função deste é aprender, logo não é um acto inteligente, já que não agiu por si mesmo. Eu penso que inteligência terá mais a ver com a capacidade de improvisar, e reagir e contornar o problema se aparecer algo de novo, e um programa não contorna nenhuma situação se não estiver devidamente configurado para tal situação.... logo não pode ser considerado que tenha havido algum tipo de inteligência, ou acto inteligente..... :hmm:

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Epa... inteiligencia artificial é uma expressão que me causa um certo pó.

Uma vez precisei de fazer um projecto que envolvia tecnicas de inteligencia artificial, mas o meu colega de grupo é que tratou disso, escreveu as rotinas dele em C enquanto e batia PHP sempre a aviar :P.

Inteligencia artificial é um conjunto de técnica de programação com determinadas caracteristicas. Não é um espirito vivo das máquinas como se vê nos filmes. "Existir" ou não não é a pergunta que se coloca, isso seria o mesmo que perguntar: "até que ponto existe programação orientada a objectos?"

Penso que a pergunta pode ser: "qual o potencial deste tipo de abordagem?"

Já agora, eu percebo que a pergunta tenha surgido, penso que "inteligencia artificial" foi uma escolha muito pobre de palavras por parte dos teóricos, penso que se deixaram levar pelos filmes de sci-fi. o resultado está à vista: o pessoal ouve "intiligencia artificial" e associa logo a tecnologias extra-terrestres e mais n sei o q.

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Já agora, eu percebo que a pergunta tenha surgido, penso que "inteligencia artificial" foi uma escolha muito pobre de palavras por parte dos teóricos, penso que se deixaram levar pelos filmes de sci-fi. o resultado está à vista: o pessoal ouve "intiligencia artificial" e associa logo a tecnologias extra-terrestres e mais n sei o q.

penso que o termo "Inteligência Artificial" surgiu na antiguidade clássica (embora não no contexto da informática ;)), quando ainda não haviam filmes...


Não sei até que ponto se pode considerar isso um acto inteligente, já que o programa não decide nada nem aprende nada, que não tenha sido programado para o fazer.

Se a função deste é aprender, logo não é um acto inteligente, já que não agiu por si mesmo. Eu penso que inteligência terá mais a ver com a capacidade de improvisar, e reagir e contornar o problema se aparecer algo de novo, e um programa não contorna nenhuma situação se não estiver devidamente configurado para tal situação.... logo não pode ser considerado que tenha havido algum tipo de inteligência, ou acto inteligente..... :hmm:

uma coisa é tu criares um programa que está preparado para responder a um determinado conjunto de situações ou aprender a lidar com situações que os programadores previram que poderiam ocorrer  (como vemos em jogos, isso não considero IA), outra coisa é tu teres uma aplicação que te consegue resolver o problema independentemente das alterações do contexto que venham a ocorrer, ou seja, uma aplicação que esteja preparada para se adaptar a novas situações (que eventualmente ainda nem existam ou estisse previsto que viriam a existir) sem a intervenção humana.

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Penso que não há ainda nenhum programa verdadeiramente inteligente, e que para tal haja ainda vai demoras umas boas centenas de anos.

Qualquer jogo, mesmo o que nos pareça mais inteligente (como o F.E.A.R.), não é mais uma base de dados um pouco maior de causas e efeitos. Ou seja, enquanto o jogo antigo só tinha 4 ou 5 situações possíveis e suas reacções (por parte dos inimigos), um mais "inteligente" tem mais. Daí dá-nos a ideia que há vida do outro lado, mas infelizmente não há, e se o queremos ainda temos de jogar multiplayer. :P

Mesmo que haja um programa com a faculdade de adaptação, penso que isso só ocorrerá para situações imaginadas pelo autor do programa, e nunca haverá uma adaptação expontânea por parte do programa se não estiver programado para actuar face à alteração ocorrida.

Fiquuem bem ;):P;)

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Mesmo que haja um programa com a faculdade de adaptação, penso que isso só ocorrerá para situações imaginadas pelo autor do programa, e nunca haverá uma adaptação expontânea por parte do programa se não estiver programado para actuar face à alteração ocorrida.

investiga um pouco sobre Redes Neuronais Artificiais e vais ver que estás enganado.

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Mesmo que haja um programa com a faculdade de adaptação, penso que isso só ocorrerá para situações imaginadas pelo autor do programa, e nunca haverá uma adaptação expontânea por parte do programa se não estiver programado para actuar face à alteração ocorrida.

investiga um pouco sobre Redes Neuronais Artificiais e vais ver que estás enganado.

Pois, ok... também nunca tive nenhuma disciplina disso.

Mas acho um pouco estranho haver programas que decidem por eles próprios sem essa decisão estar implícita no código ou indirectamente ímplícita.

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Boas...

Na minha opinião Inteligência Artificial é um pouco complicada de definir... Por exemplo, fala-se da IA  nos jogos, eu não conheço muito bem os mecanismos de IA que são utilizados nos jogos actuais mas como já foi dito anteriormente aquilo não passam de acontecimentos pré-programados baseados em possíveis acontecimentos, eu jogo mais em jogos tipo FPS e no singleplayer reparo em certos acontecimentos e comportamentos dos "bonecos" que se vê bem que não há ali nenhuma inteligência... o que chamam de IA em jogos, para mim não passa de um conjunto de comportamentos pré-programados, o que mesmo assim não deixa de impressionar certos comportamentos.

Quando falo em IA, associo maioritariamente ao ser humano. O robot ASIMO da Honda é outro exemplo, eu não considero que ele tenha inteligência... Há e tal ele consegue memorizar não sei quantas caras de pessoas diferentes, tu dizes-lhe "Ping ele diz-te Pong".... não passam de instruções baseadas em condições pré-programadas. Se alguem lhe disser uma palavra à qual ele não esta Programado para responder, nem que passem 20 anos a falar 24h por dia com ele, ele não aprende a responder a essa palavra. Se não estou em erro actualmente não existe nenhum robot nem programa nem nada que a nível de inteligência seja sequer equivalente à inteligência de uma barata (e não quero com isto dizer que uma barata seja "burra", ate porque elas pensão algumas vezes mais rápido que nós  :-[)

Portanto, para mim IA é a capacidade de aprender, de contornar problemas.... é esta a minha definição de IA, talvez ate esteja errada mas pronto....

Cumps

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Bem, um exemplo onde se poderá considerar sequer que houve um pouco de IA, foi no computador "Deep Blue" desenvolvido pela IBM, que enfrentou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov em 1996, em que continha um mecanismo de aprendizagem, que o primeiro jogo perdeu mas aprendeu as jogadas do campeão do mundo, e em seguida como estava preparado com algoritmos de minimização de custo, ou seja, algoritmos que lhe tentassem dizer qual a menor probabilidade de o oponente ganhar sobre determinada jogada, este ganhou.

Aceito que este software tenha alguma capacidade de aprender mas não de inteligência. :hmm:

Para mim Inteligência Artificial, no verdadeiro sentido das palavras não existe. Eu penso que actualmente a nivel de de redes neuronais, ainda não existe sequer um avanço significativo para se atribuir essa palavras, a sistemas informáticos, passo a justificar. ;)

Na genética, medicina, ainda não se encontra preparada para explicar o funcionamento do cérebro, ou seja, sabe-se que existe diversas áreas no cérebro independentes, entre as quais se comunicam através de "pequenos choques eléctricos", mas no entanto não se consegue explicar como temos memória nem como os neurónios interagem entre si. As redes neuronais de IA, vem copiar o que ainda a ciência não consegue explicar muito bem :thumbdown:, ou seja, o programa avança até determinado ponto na sua base de conhecimento, e através de algoritmos de minimização e maximização de custos(probabilidade) decide o que fazer, comunicando assim entre todos os pontos da sua base de conhecimento.No entanto este, não responde a nada novo que seja inserido na sua base de conhecimento para o qual não esteja devidamente dimensionado, ao contrário do ser o humano, logo na minha humilde opinião, é um completo absurdo dizer que um programa computacional pode desenvolver qualquer tipo de inteligência.  :-[

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Boas...

logo na minha humilde opinião, é um completo absurdo dizer que um programa computacional pode desenvolver qualquer tipo de inteligência.  Embarrassed

Epa... eu talvez não fosse tão longe, mas sei que é bem complicado fazer tal coisa e enquanto não se souber como funciona o nosso cérebro ainda é mais complicado....

Cumps

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Mais cedo ou mais tarde, as máquinas terão inteligência. Nós não passamos da mesma coisa que elas: reacções (eléctricas/químicas) e átomos. Tudo depende da sua organização.

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Mais cedo ou mais tarde, as máquinas terão inteligência. Nós não passamos da mesma coisa que elas: reacções (eléctricas/químicas) e átomos. Tudo depende da sua organização.

Também leste "A fórmula de Deus" ? Desde que li esse livro fiquei modifiquei um pouco a minha forma de ver o universo e ainda não encontrei argumentos que possam contradizer o que está lá está escrito. De facto, quando a máquina atingir um determinado nível de inteligência, será capaz de ter emoções, sendo que o objectivo máximo do ser humano é fazer com que a máquina possa ter emoções, garantindo assim a vida. Isto só faz com que pensemos no conceito de vida directamente relacionado com o conceito de inteligência, seja em que grau for.

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Li, e por acaso lembrei-me do livro quando respondi, embora não seja necessariamente a mesma coisa. Não estou a dizer que a máquina ganhe sentimentos, pois isso não é um requisito de inteligência.

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Li, e por acaso lembrei-me do livro quando respondi, embora não seja necessariamente a mesma coisa. Não estou a dizer que a máquina ganhe sentimentos, pois isso não é um requisito de inteligência.

Olha que eu até acredito que seja. Não li opinião de nenhum especialista no assunto apesar de até gostar de ter lido, no entanto acho realmente que emoções (não confundir com sentimentos) é algo que é atingido através da inteligência. Podem não ser as mesmas emoções que caracterizam os comportamentos do ser humano, podem realmente ser emoções criadas por um deus (o Homem) menos capaz que o deus que criou o homem. Mas não é pelo facto de serem diferentes das emoções do homem que não serão chamadas de emoções... :)

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As redes neuronais de IA, vem copiar o que ainda a ciência não consegue explicar muito bem :thumbdown:, ou seja, o programa avança até determinado ponto na sua base de conhecimento, e através de algoritmos de minimização e maximização de custos(probabilidade) decide o que fazer, comunicando assim entre todos os pontos da sua base de conhecimento.No entanto este, não responde a nada novo que seja inserido na sua base de conhecimento para o qual não esteja devidamente dimensionado, ao contrário do ser o humano, logo na minha humilde opinião, é um completo absurdo dizer que um programa computacional pode desenvolver qualquer tipo de inteligência.  :-[

para haver IA não me parece necessário criar mecanismos que seja capaz de imitar a inteligência humana. o que eu quero dizer é que apesar de se considerar que cérebro humano é mais complexo do que as RNAs, ou que estas esteja longe de conseguir imitá-lo, não implica que uma RNA não possa ser "inteligente".

disseste que uma RNA não é capaz de responder a nada que não esteja na sua base de conhecimento. discordo totalmente disso, até porque normalmente os valores com que a RNA é inicializada são aleatórios, apenas a sua estrutura da rede é que não. além disso às vezes recorre-se a RNAs para resolver problemas que o homem (ainda) não é capaz de resolver e, como tal, obviamente também não é capaz de programar a RNA para os resolver logo à partida. mas esta tem a capacidade de quando errar alterar a sua base de conhecimento, evoluindo no sentido de obter resposta cada vez mais correctas.

ou seja, uma RNA é um mecanismo que aprende com os erros e é capaz de evoluir de forma a responder a situações que os seres humanos não são capazes de responder sem a sua ajuda, e, ao contrário do disseste, não respondem apenas a situações prevista na sua base de conhecimento.

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Pois, eu discordo do que estás a dizer :-[.... pois os valores que iniciam a base de dados não são aleatórios(qualquer valor), tem a ver com o problema para o qual este foi dimensionado. Um programa para executar determinado acontecimento novo na sua base de dados tem que para isso ter axiomas que o possam sustentar. :thumbsup:

Um caso em que os sistemas periciais são utilizados, é na reconexão de redes eléctricas, mas para isso foi introduzido na sua base de dados os menores custos, e "vantagens" para o utilizador,  no entanto este pode aprender sobre determinada situação, e criar as suas próprias regras, mas no entanto nunca mas nunca altera ou elimina os axiomas que foi programado inicialmente, ou seja, o programa contem um conjunto de axiomas inquistionaveis para este, e uma série de regras que poderá vir a alterar no intuito de melhorar as suas opções de custo mínimo, no entanto ele só executa esta tarefa se o ser humano conseguir introduzir os axiomas correctos para que este altere as suas regras.

Eu não considero isto inteligência, e quando te referes a situações que o ser humano não consegue fazer... isso é muito questionável, claro que o ser humano não resolve um problema numa fracção de segundo como o computador, nem resolve por vezes cálculos complexos que demoram "n" iterações num espaço de tempo considerado razoável, mas no entanto teve que criar os axiomas para que o computador o conseguisse resolver.

Eu neste caso penso que temos definições de inteligência um pouco diferentes, para mim inteligência é a capacidade de se adaptar e a determinado meio sem que tenhamos tido qualquer tipo de experiência com esse meio, é a capacidade de interagir com algo sem que nunca tenhamos trabalho, ouvido, ou visto em situação alguma, é a capacidade de adaptação.

Uma rede neural é capaz de se adaptar se o problemas tiver relacionado com algum dos axiomas que estejam na sua base de dados, senão não sabe como o executar, pois esta não cria axiomas.

E já agora as redes neurais, tentam imitar o funcionamento do cérebro, foi daí que surgiu o nome advém de neurónios que estão no nosso cérebro. ;)

Cumprimentos.

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Pois, eu discordo do que estás a dizer :-[.... pois os valores que iniciam a base de dados não são aleatórios(qualquer valor), tem a ver com o problema para o qual este foi dimensionado.

os pesos dos arcos e os bias são normalmente valores aleatórios e é isto que, em conjunto com a sua estrutura, define a rede.

é obvio que uma rede só está preparada para resolver um determinado tipo de problemas, caracterizados por um conjunto de valores de input e um conjunto de valores de output, mas dentro deste tipo de problemas ela é capaz de lidar com novas situações que apareçam, totalmente diferentes daquelas que se verificavam quando ela foi programada.

ainda não percebi muito bem o que é que estás a considerar como a base de conhecimento ou os axiomas, mas se te referes aos casos de treino, um ser humano também não nasce ensinado, é necessária ensiná-lo tal como acontece com as RNs.

E já agora as redes neurais, tentam imitar o funcionamento do cérebro, foi daí que surgiu o nome advém de neurónios que estão no nosso cérebro. :)

sim, mas já se chegou à conclusão de que o funcionamento do cérebro é mais complexo do que uma RN.

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Bem eu quando me refiro a axiomas(quero dizer que são verdades que o programas nunca põe em causa, por exemplo: tu defines que soma é a adição de dois números) e este nunca põe em causa este axioma, mas podes definir como regra que o valor maior que obtens é pela soma de todos os valores, aí o programa já pode por em causa essa regra, pois recorrendo a outro axioma que tenhas definido por exemplo a multiplicação , este altera a regra e passa a saber que o maior valor não é a adição de todos os números mas sim a multiplicação destes. :)

Bem eu concordo contigo quando dizes que o sistema pode responder sobre determinada situação, que para o qual tenha um simples axioma, mas que não esteja verdadeiramente dimensionado para isso.... mas eu não considero isso inteligência, porque o método que este usa é o de tentativa erro, força bruta, porque tem capacidade para fazer milhares de cálculos por segundo. Claro que um ser humano não nasce com conhecimento, mas perante determinadas situações que lhe são impostas este reage de determinada forma, expressão de emoções, sentimentos, se a sensação é agradável o bebé ri-se se é desagradável chora etc... o computador sem nenhum axioma nada faz.... bem eu penso que a máquina sob determinado problema pode ser muito superior ao homem, e pode adaptar-se a um determinado ambiente em casos excepcionais, em que para isso tenha havido um pré-programação, mas daí até desenvolver inteligência..... vai um grande passo.... bem é a minha opinião. :D

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Inteligência Artificial na minha opinião não é possível de se atingir, pelo menos com a capacidade tecnológica que temos hoje. Podemos ter computadores que aprendem, computadores que executam milhentos de cálculos por segundo baseados em probabilidades e em teorias (os usados em proteómica e em genómica por exemplo), os computadores que interagem com o utilizador e até parece que pensam.

Mas de facto, como muitos de vós têm vindo a dizer, a inteligência só se atinge com a independência.

A partir do momento em que um computador seja capaz de improvisar, aí sim, é inteligente. Mas presumo que isso precise de bem mais do que meras linguagens de programação, uma vez que tal como o próprio nome indica, elas não passam de um conjunto de instruções que um utilizador humano criou. 

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Desculpem lá ter ressuscitado o tópico, mas não resisti! :cheesygrin:

Eu penso que é possivel desenvolver um sistema de intelegencia artificial.

Apenas precisamos de lhe dar as bases necessárias.

Se uma criança não visse como é que as coisas funcionam, mais tarde não aprendiam.

Imaginem.. Mandem uma criança de 5 anos fazer um algoritmo em qualquer linguagem de programação. Ela fazia? Sim se tivesse as bases para isso. Então esse sistema de IA teria de ter possibilidade de observar o mundo, pesquisar, ou ser ensinado..etc

E dependendo das influencias que tem, boas ou más.. a leva a fazer coisas certas ou erradas.

Não digo que consigam fazer uma réplica do 'cérebro humano' mas sim algo perto disso.

Cumprimentos!

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Repara, é aí que reside a dificuldade. Tenta fazer um computador aprender, tenta ensinar-lhe. Repara que o cérebro de uma criança já está desenvolvido para ela aprender. Aos computadores, temos de lhes ensinar a aprender.

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Repara, é aí que reside a dificuldade. Tenta fazer um computador aprender, tenta ensinar-lhe. Repara que o cérebro de uma criança já está desenvolvido para ela aprender. Aos computadores, temos de lhes ensinar a aprender.

Também ensinas a aprender a uma criança. Esse é até um dos problemas que me parece que temos no seio da sociedade escolar, não se ensinam as crianças a aprender nem a estudar.

Mas o que fazemos em IA é precisamente isso: damos as regras básicas para a aprendizagem e o sw consegue a partir adquirir conhecimento.

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Mas o próprio cérebro de uma criança já está preparado para aprender. Os computadores não.

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Mas o próprio cérebro de uma criança já está preparado para aprender. Os computadores não.

Não percebo como é que isso representa um obstáculo para o desenvolvimento de inteligência artificial. O cérebro de uma criança resulta de milhões de anos de evolução e selecção. Um computador "general purpose" não é feito com o objectivo de ser inteligente. 

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