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HecKel

Pseudo-código - Dúvida sobre instruções

4 mensagens neste tópico

Boas!

Ando a rever algumas coisas sobre pseudo-código e gostava de saber concretamente quais as instruções e se está padronizado (se sim, quais estas instruções).

De momento tenho o seguinte:

Afectação:

var <- exp

Comparações:

exp = exp

exp < exp

exp > exp

exp >= exp

exp <= exp

(não sei como é o diferente)

(não sei como é o Or e And)

Comandos:

Para expressão até valor faz comandos

Se expressão então comando senão comando

Inicio comando;comando;comando (...)  Fim    --- Isto é a indicação de sequência de comandos, pode estar nos comandos do para e do se

Dava-me jeito saber como funcionam as declarações de variáveis, arrays, chamadas de arrays, funções, classes e afins...

Se alguém souber isto davam-me uma enorme ajuda :D

abraços, HecKel

PS: Gostava mesmo de saber qual a forma padronizada de fazer isto.

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a ideia que tenho é que não existe nenhum padrão... acho que cada um inventa o seu.

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Pelo que sei também não há padrão. Tens é que mostrar algo que se perceba o objectivo e funcionalidade.

Mas pelos exemplos que já vi, geralmente é:

Diferente <>, or e and é mesmo e e ou.

Os ciclos normalmente usa-se Repetir para definir o ciclo.. ex:

Repetir Para ...

...

Repetir Até ...

...

Repetir

...

Até ...

Repetir Fazer

...

Enquanto ...

O uso do repetir pelo que vejo é usado muitas vezes em necessidade.

Uso de arrays podes usar: array(x)

Quanto a variáveis podes não declarar ou então antes de iniciares o código pões algo como:

var1 Inteiro

var2 Texto

var3 Real

var4(10) Texto

Também podes por o tipo de variável antes do nome. Já agora em pseudo-código os vectores tendem a começar em 1 não em 0.

Estes são os exemplos mais comuns para mim.

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Não existe forma padrão. Pseudo-código é mesmo isso (pseudo) e tem como objectivo inicial passar um algoritmo que está na tua cabeça para algo no papel.

É exactamente pelo facto de não ser um padrão (uma verdadeira linguagem) que se torna útil pois permite-te pensar no algoritmo sem teres de te preocupar com cenas inúteis que mudam de linguagem para linguagem tipo :

"Como é que se fazem comparacoes aqui?"

"Qual é a sintaxe para definir funcoes? etc etc"

Desta forma, cada um tem a sua sintaxe própria para definir pseudo-código sendo que tipicamente cada um tende a seguir a sintaxe da linguagem com a qual está mais à vontade. O objectivo é que seja claro para ti e para aqueles com quem estás a trabalhar. Não é para ser espetado num computador e metê-lo a executar, daí tipicamente se omitirem coisas que no contexto sejam inúteis.

Por exemplo, se estás a fazer um algoritmo e a dada altura precisas dum contador até podes escrever "seja i um contador" e usar o i à vontade pois nesta fase não tás preocupado se akilo há de ser um inteiro ou um float e qual a precisão etc. ou podes escrever "var contador" ou qq outra sintaxe.

Um exemplo típico é o diferente. Visto que pseudo-código escreve-se normalmente num papel usa-se muitas vezes o símbolo matemático do diferente em vez de <> ou != que são convenções para representar o mesmo conceito sem existir o simbolo de diferente.

Cumprimentos

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