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ruiguedes

paradoxo

22 mensagens neste tópico

toda a gente sabe que 1/b*b=1, com b diferente de zero. mas há maneira de provar o contrario. a/b*b=0!!!

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toda a gente sabe que 1/b*b=1, com b diferente de zero. mas há maneira de provar o contrario. a/b*b=0!!!

Não percebi. Que estás a tentar dizer?

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!!!! a/b *b = 0 claro com a=0.

Óbvio, qual é a dificuldade?

E já agora...

Já metias uns parentesis aí....

É (1/:) * b = 1 ou 1 / (b * :) = 1 ?

Os parêntesis não são obrigatórios, como só tens multiplicações e divisões, as operações são efectuadas da esquerda para a direita.

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Os parêntesis não são obrigatórios, como só tens multiplicações e divisões, as operações são efectuadas da esquerda para a direita.

Que eu saiba as multiplicações tem prioridade sobre as divisões...

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Os parêntesis não são obrigatórios, como só tens multiplicações e divisões, as operações são efectuadas da esquerda para a direita.

Que eu saiba as multiplicações tem prioridade sobre as divisões...

a prioridade é igual...o que estiver primeiro tem pioridade...

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a prioridade é igual...o que estiver primeiro tem pioridade...

:) Já confirmei na máquina. Por acaso não me lembrava...

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toda a gente sabe que 1/b*b=1, com b diferente de zero. mas há maneira de provar o contrario. a/b*b=0!!!

ruiguedes, quando criamos um tópico devemos tentar ser o mais explícitos possíveis naquilo que pretendemos. Não me parece que tenha sido esse o caso. Não me refiro só aos parêntesis, mas à forma como deixaste o tópico, sem se perceber o que pretendes ... por isso tenta lá explicar que paradoxo pretendes trazer.

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peço desculpa, onde aparece "a" deve aparecer "1".

o problema está bem formulado, 1/b*b=0.

por incrivel que pareça esta pergunta foi feita numa aula de programação da universidade. façam por exemplo um programa em c e atribuam um valor enorme a b e vejam o que acontece no resultado...

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Programando.... ok assim é correcto.

1/b por falta de resolução da máquina é reduzido a 0 e 0 * x = 0

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peço desculpa, onde aparece "a" deve aparecer "1".

o problema está bem formulado, 1/b*b=0.

por incrivel que pareça esta pergunta foi feita numa aula de programação da universidade. façam por exemplo um programa em c e atribuam um valor enorme a b e vejam o que acontece no resultado...

se eu percebi bem o que tu queres dizer, isso não é um paradoxo, mas sim uma limitação dos computadores. se algum dia tiveres uma cadeira de métodos/análise numérica vais-te deparar com montes de situações deste género.

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Queres um paradoxo? Então...

Seja x=y <=> x-y=0

multiplicando os dois lados por 2 dá:

2(x-y) = 0

Como temos uma igualdade no lado direito das equações x-y=0 e 2(x-y)=0 então podemos:

x-y = 2(x-y)

ou seja temos repetição de menbros em ambos os lados e podemos cortar (x-y) = 2(x-y) o que dá:

1=2 !!!!!!!

Paradoxo, não... o que está mal?

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Queres um paradoxo? Então...

Seja x=y <=> x-y=0

multiplicando os dois lados por 2 dá:

2(x-y) = 0

Como temos uma igualdade no lado direito das equações x-y=0 e 2(x-y)=0 então podemos:

x-y = 2(x-y)

ou seja temos repetição de menbros em ambos os lados e podemos cortar (x-y) = 2(x-y) o que dá:

1=2 !!!!!!!

Paradoxo, não... o que está mal?

para passares de x-y = 2(x-y) para 1=2 precisas de dividir os dois lados da equação por x-y, o problema é que x-y é 0 e não se pode dividir por 0...

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Carago... ainda não percebi o tópico de abertura. Alguem o expõe de novo.

tipo

1/(b*:)

por que carga de água havia isso de ser zero.

shummy.... esse é para o pessoal do sétimo ano :)

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Carago... ainda não percebi o tópico de abertura. Alguem o expõe de novo.

tipo

1/(b*:)

por que carga de água havia isso de ser zero.

shummy.... esse é para o pessoal do sétimo ano :)

devido aos erro de arredondamento de um computador é possível que isso aconteça...

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se 1/(b*:) for menor que a resolução do tipo de dados em causa em torno de zero.. ya... isso dá zero.

Mas não estou a perceber... seria possivel alguem re-afixar o tópico inicial de forma explicita?

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Não é 1/(b*:), é 1/b*b, embora também funcione com 1/(b*:D.

Para 1/b*b, que utilizando parêntesis fica (1/:D*b, quando b é muito elevado, (1/:D torna-se 0 por limites do hardware, e depois temos 0*b. Que dá 0.

Para 1/(b*:), para b muito elevado, b*b é ainda mais elevado, e novamente por limites do hardware 1/(b*:D = 0.

Neste 2º caso também se pode utilizar a teoria dos limites: quando b tende para infinito, 1/b² tende para 0.

  lim    1   =  1   =  0

b->inf  b²      inf

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Não é 1/(b*:thumbsup:, é 1/b*b, embora também funcione com 1/(b*:P.

Para 1/b*b, que utilizando parêntesis fica (1/:D*b, quando b é muito elevado, (1/:) torna-se 0 por limites do hardware, e depois temos 0*b. Que dá 0.

Para 1/(b*B), para b muito elevado, b*b é ainda mais elevado, e novamente por limites do hardware 1/(b*B) = 0.

Neste 2º caso também se pode utilizar a teoria dos limites: quando b tende para infinito, 1/b² tende para 0.

  lim    1   =  1   =  0

b->inf  b²      inf

Sendo assim não há paradoxo. Nos dois casos a resolução máxima é ultrapassada e a máquina arredonda para zero.

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