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Facturamento da Microsoft cresce 11% no 1º tri fiscal

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Companhia encerra o período com receitas de 10,8 bilhões de dólares no trimestre encerrado em 30 de setembro. Lucro também cresceu, mas divisão de serviços online teve prejuízo.

Por Camila Fusco

27 de outubro de 2006 - 17h52

A Microsoft encerrou seu primeiro trimestre fiscal de 2007, em 30 de setembro, com faturamento de 10,8 bilhões de dólares, crescimento de 11% sobre o mesmo período fiscal de 2006.

De acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira (26/10), o lucro líquido atingiu 3,48 bilhões de dólares, elevação de 10,8%. O lucro diluído ficou em 29 centavos de dólar por ação, excluindo 2 centavos de dólar por papel em uma medida relacionada a cobranças legais.

A maior fatia da receita foi registrada pela divisão Microsoft Business Solutions – que inclui os pacotes Microsoft Office, além de soluções de gerenciamento e relacionamento. A área respondeu por 3,4 bilhões de dólares em faturamento, elevação de 4% sobre 2005. Na seqüência, aparece a divisão cliente, que oferece sistemas operacionais para servidores, computadores pessoais e equipamentos inteligentes. Tal área apresentou crescimento também na mesma faixa, atingindo 3,3 bilhões de dólares.

O faturamento com servidores e ferramentas registrou elevação de 17%, a 2,5 bilhões de dólares. O resultado ilustra o desempenho saudável de ofertas como SQL Server 2005, Windows Server, Visual Studio 2005 e BizTalk Server, segundo a companhia.

“Os resultados sólidos de faturamento no trimestre atingiram o máximo de nossas expectativas e representam um bom início para nosso ano fiscal”, declarou Chris Liddell, Chief Financial Officer (CFO) da Microsoft.

A divisão de entretenimento e equipamentos cresceu 70% em faturamento – atingindo 1,03 bilhão de dólares – impulsionada pela demanda pelo console Xbox 360, além de software e periféricos relacionados. O Xbox 360 já vendeu 6 milhões de consoles até o momento, informa a companhia. Por outro lado, a divisão continuou apresentando prejuízo operacional, ainda que 44% inferior ao registrado no ano passado. No período as perdas atingiram 96 milhões de dólares, frente a 173 milhões de dólares em 2005.

No comunicado, a Microsoft também declara que realizou progressos significativos em apresentar antecipadamente lançamentos vindouros, como o Windows Vista e o Office 2007. Segundo o documento, no trimestre o Vista foi disponibilizado para cerca de 5 milhões de usuários em todo o mundo, e a versão beta 2 do Office foi utilizada por quase 3 milhões de usuários.

“Os resultados fortes são reflexo de nossa execução sólida e foco constante na excelência operacional. (...) Acreditamos que o Windows Vista, o Office 2007 e o Exchange Server 2007 trarão valor de negócios sem precedentes para nossos clientes”, complementou Kevin Turner, COO da companhia.

Para o segundo trimestre fiscal, que se encerra em 31 de dezembro, a Microsoft espera receitas na faixa de 11,8 e 12,4 bilhões de dólares. O lucro diluído estimado está na faixa de 22 a 24 centavos de dólar. Para o ano fiscal de 2007, a ser encerrado em junho de 2007, a projeção de faturamento concentra-se entre 50 e 50,9 bilhões de dólares, com lucro por ação variando entre 1,43 e 1,46 dólar.

Queda nos negócios online

Apesar do crescimento geral de seus resultados, a Microsoft amargou perdas em uma das divisões que vem ganhando importância notável dentro da companhia: a de serviços online. No ano passado a área faturou 564 milhões de dólares, volume que recuou para 539 milhões de dólares – baixa de 4,4%.

Além disso, a divisão – que fornece serviços de comunicação pessoal como e-mail e mensagens instantâneas e ofertas de informação online como MSN Search, MapPoint e os próprios portais MSN – reverteu um lucro operacional de 68 milhões de dólares em 2005 para um prejuízo de 136 milhões de dólares.

Fonte: IDG NOW!

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A Microsoft continua a facturar em todos os mercados, excepto no mercado dos serviços online. O Google é dono deste mercado e a competição da Microsoft não chega sequer para a sombra. É preciso mais investimentos neste ramo para que consigam realmente fazer alguma concorrência ao Google. Mais do que investimentos em produtos já criados, é preciso inovação, algo que a Microsoft tem feito em pequena escala face ao concorrente Google.

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