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Mais 8000 processos contra utilizadores de P2P

5 mensagens neste tópico

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) voltou a atacar. Em comunicado, a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) informou hoje que se iniciou uma nova acção concertada pelas várias organizações representantes da indústria discográfica mundial contra a distribuição de cópias de música piratas nos sites de Partilha de Ficheiros (P2P). Esta contra-ofensiva legal abrange 17 países – Portugal incluído – e prevê a abertura de mais de 8000 processos contra utilizadores de P2P.

O comunicado não detalha o número de processos que vai ser aberto em Portugal – apenas menciona que os representantes de autores e editores subscrevem as «queixas contra um grupo de utilizadores que disponibilizou ilegalmente dezenas de milhares de canções através da Internet».

A nova vaga de processos conta ainda com um aspecto inédito – pela primeira vez na história portuguesa todas as organizações dos vários quadrantes se unem contra o P2P (as acções legais têm o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores, da Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas Intérpretes ou Executantes e da Associação Fonográfica Portuguesa).

Com a nova investida legal, a IFPI eleva para 13 mil o número de processos legais contra a troca de música não autorizada fora dos EUA.

Na nova investida destaca-se ainda a estreia destas acções no Brasil, onde se estima que, nos últimos 12 meses, mais de um milhão de músicas tenham sido disponibilizadas ilicitamente através de P2P.

Em processos anteriores, os piratas do P2P foram obrigados a pagar, em média, multas de cerca de 2349 euros.

Fonte

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O que posso eu dizer... monopólio não obrigado...

Se querem música, a preços acessíveis usem o Emusic.com

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The IFPI, the international arm of the RIAA, reportedly barred a handful of university professors from entering their press conference.

The professors are from the Centre for Technology and Society, a part of the prestigious Brazilian think-tank Fundação Getulio Vargas.

The reason for barring the professors entry could be that the organisation they're a part of, the Centre for Technology and Society, has prepared a manifesto that proposes to “amend” Brazilian copyright law.

The IFPI probably didn’t want them around while they announced their new round of lawsuits where they try to catch another 8,000 alleged file sharers. Makes sense doesn’t it?

The International Federation of the Phonographic Industry or the IFPI (official website) represents almost 1500 record companies in 75 countries and has announced similar anti-piracy campaigns in the past.

The official explanation for barring the profs was that the seating room could only hold 40 people.

The funny thing is, however, that there were already 50 people in the room! So, they asked if they could stand and at least listen to the debate.

Apparently, there wasn’t even room for standing.

But what really adds the cherry to this tropical sundae of suspicious behaviour is the fact that the professors were officially invited and given permission to participate.

Later on it was discovered from various news agencies, including Reuters and the AP, that it was in fact a lie and that there was ample seating available in the room.

A petition has been started to support the manifesto prepared by the Professors’ organisation.

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Gostava de saber quantos dos € ganhos com as multas vão para os músicos.

Sem falar de que a internet se torna na melhor forma de divulgar vários tipos de música. Sem a ajuda dos "piratas" a música (sem ser a pop) seria muito menos divulgada e consequentemente menos vendida...

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Gostava de saber quantos dos € ganhos com as multas vão para os músicos.

Sem falar de que a internet se torna na melhor forma de divulgar vários tipos de música. Sem a ajuda dos "piratas" a música (sem ser a pop) seria muito menos divulgada e consequentemente menos vendida...

Para os músicos deve ir praí 1% das receitas das multas!

E não é só menos vendida, quantos e quantos não conheciam determinado cantor/cantora e depois de ouvirem a sua música vão aos concertos deles.

Esta é uma questão delicada...

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