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Vodafone promete lutar contra fusão de Optimus e TMN

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A Vodafone já saiu da Suécia e do Japão por não alcançar os objectivos pretendidos. Em Portugal, ninguém garante que o mesmo não possa vir a suceder, caso a OPA da Sonae sobre a PT, já aprovada pela Autoridade da Concorrência (AdC), venha a ser bem sucedida e a Optimus e a TMN entrem em processo de fusão. Por enquanto, esta é apenas a hipótese mais drástica – nos tempos que se seguem, a Vodafone vai recorrer a todas instâncias reguladoras, a fim de impedir uma fusão que pode levar à concentração de dois terços dos utilizadores de telemóvel num único operador, noticia o Diário Económico.

A Vodafone justifica a sua posição com as análises efectuadas por entidades reguladoras nos últimos tempos.

Num parecer preliminar enviado em Agosto à AdC, a Anacom, Autoridade das Comunicações, revela que a existência de três operadores tende a produzir melhores condições concorrenciais que um cenário em que a fusão de dois operadores é compensada com alguns remédios, que podem levar ao aparecimento de um terceiro operador.

Outro dos argumentos da Vodafone tem por base um inquérito da AdC (que aprovou a fusão na passada quinta-feira), que revela que, exceptuando a Cabovisão, todos os operadores de telecomunicações portugueses consideraram que a entrada de um terceiro operador celular (após uma possível fusão entre TMN e Optimus) tem um interesse comercial «duvidoso».

A Aprovação da OPA da Sonae sobre o capital da PT (e consequente fusão entre Optimus e TMN) contempla a atribuição de uma licença de comunicações móveis à empresa que adquirir a rede fixa (o cabo ou cobre actualmente detidos pela PT) que a Sonae terá de alienar, caso consiga realizar a OPA com sucesso.

Esta alternativa permitiria ao novo operador arrancar com uma base de clientes já estabelecida e ganhar estofo comercial para enfrentar um mercado celular saturado que, de súbito, passa a ser dominado por um único operador. Mas trata-se apenas de um remédio hipotético que não terá de ser concretizado obrigatoriamente.

Fonte: Exame Informática

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