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deathseeker25

Esclarecimentos sobre a OPA da Sonaecom à PT

4 mensagens neste tópico

Boas,

Certamente têm acompanhado por alto toda a história da OPA lançada pela Sonaecom á PT e existem muitos pormenores que ainda não compreenderam mas que estão desejosos de perceber.

Pois eu decidi esclarecer os utilizadores aqui do P@P com alguns textos de notícias escritas por gente especializada, pelo que os passo a postar:

Luz verde na OPA

Belmiro de Azevedo vai ter autorização da Autoridade da Concorrência para comprar a PT e terá uma outra “guia oficial” para vender alguns bocados dessa mesma PT. Ou seja, os remédios (sendo duros), como o Diário Económico avançou na segunda-feira, acabam por ser também a desculpa oficial para desintegrar o universo hoje governado por Henrique Granadeiro.

Paulo Azevedo, o homem que tem estado por trás desta ofensiva, não lançou foguetes, pelo menos durante a conversa que manteve ontem ao início da noite com o Diário Económico. Foi prudente: “Temos de pensar. Não podemos ainda cantar vitória”. Mas ele sabe que está a ser modesto - o essencial foi conseguido. Isto é, a possibilidade de fundir TMN com Optimus e, muito importante, de vender uma das redes fixas à sua escolha, como a Sonae sempre reclamara. Aliás, sabe que o projecto de decisão escrito por Abel Mateus nunca teria sido terminado sem um acordo de princípio em que a própria Sonae se compromete a não deixar cair a operação. Não é complicado: são as regras do jogo.

E neste jogo, a Sonaecom ficou a saber (de um modo geral) que esta OPA avança porque aceita que tudo o que surja neste novo mercado de telecomunicações – um novo operador móvel, concorrentes mais agressivos no fixo, na televisão ou na Internet – será quase exclusivamente à sua própria custa. Pergunta óbvia: este novo mercado criado à força dos remédios de Abel Mateus será mais concorrencial do que aquele prometido pela nova gestão de Henrique Granadeiro?

A Portugal Telecom, que ontem não fez declarações, dirá que não. Os accionistas que se reúnem em torno de Nuno Vasconcellos e do Grupo Espírito Santo insistirão na mesma ideia, acrescentando – estão a desmembrar o maior grupo nacional sem criar mais concorrência no mercado. Pior: estão a oferecer esse mercado à Sonaecom. E em que ficamos, pergunta-se?

Aí mesmo, num momento em que muito pode ainda acontecer. Cinco hipóteses (haverá seguramente mais). Uma: A Sonae baixa o preço da oferta, argumentando que os remédios são duros, e na prática deixa cair a operação de forma muito diplomática. Duas: A Sonae mantém tudo, mas os accionistas não vendem na mesma, preferindo a gestão de Granadeiro. Três: A Sonae aumenta o preço para implodir o núcleo duro. Quatro: A Sonae ganha e, com estes remédios, Miguel Pais do Amaral lança a tão falada OPA alternativa. Cinco: nada se altera e a PT entra mesmo no universo Sonae.

Serão tempos quentes, os próximos. O Diário Económico, que hoje lhe traz um extenso trabalho, promete seguir assim, bem de perto, o desenrolar dos acontecimentos.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/693400.html

"É cedo para cantar vitória"

A Autoridade da Concorrência (AdC) concluiu o projecto de decisão que aponta no sentido do “sim” à Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Sonaecom sobre a Portugal Telecom (PT), segundo apurou o Diário Económico.

Todos os contra-interessados na operação terão sido notificados até ao final do dia de ontem. A partir da data da notificação, as empresas directa ou indirectamente envolvidas na operação terão um período “não inferior a dez dias úteis” para analisar a versão tornada pública do documento com mais de 700 páginas. Versão essa que difere de contra-interessado para contra-interessado, consoante o seu grau de envolvimento no processo.

Abel Mateus aprova OPA com remédios agressivos:

1 - Vender uma das redes (fixo ou cabo)

2 - Suportar a entrada de um novo operador móvel

3 - Garantir que novos operadores de telemóveis virtuais surgem no mercado

4 - Vender os canais de cabo da PTM, os 50% da Sport TV e os cinemas Lusomundo

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/693405.html

Sonaecom não pode retirar oferta sobre PT

Carlos Tavares explicou que depois do anúncio preliminar de OPA "não pode haver retirada, só se houvesse uma alteração anormal das circunstâncias por razões que não são controláveis pela Sonae".

 

O mesmo responsável frisou que "essas circuntâncias teriam de ser mesmo muito extraordinárias".

 

"Não podemos, neste momento, falar da retira da oferta porque não há nada que o indice nem que o justifique", disse, aos jornalistas, Carlos Tavares, à margem de uma conferência do Institudo de Formação Bancária.

 

"O lançamento de uma OPA a partir do anúncio preliminar é por definição irreversível", adiantou.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/693489.html

Sonaecom ainda não decidiu qual das redes fixas vai alienar

O responsável acrescentou, durante um encontro com jornalistas, que a decisão da venda terá a ver com o valor de mercado das próprias redes.

"Só tomaremos decisão (venda rede fixa) depois de poder verificar em sede de mercado qual o preço que vou ter pela PT Comunicações e pela PTM", disse aquele membro da comissão executiva.

Este membro da comissão executiva adiantou que os conteúdos da PT Multimedia (PTM) que se compromete a vender são a Lusomundo Distribuição, a Lusomundo Cinemas e a PT Conteúdos, onde está a SportTv.

A mesma fonte adiantou que no capítulo dos conteúdos que terá de vender não se inclui o Público.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/693499.html

Estado pode vetar a operação em assembleia geral

Sem aprovação da Autoridade da Concorrência, a Sonaecom não poderia avançar para o registo da oferta da Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM), mas isto não significa que a aposta de Paulo Azevedo esteja ganha. Agora a Sonaecom terá que convencer os accionistas da Portugal Telecom e em última análise o próprio Governo.

Mário Lino, ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, tem ainda o poder de travar a operação, fazendo uso do direito de veto inerente à ‘golden share’ que ainda controla na Portugal Telecom. Mas o mesmo só deverá ser usado caso os accionistas da Portugal Telecom aceitem a oferta da Sonaecom, que será votada em assembleia geral extraordinária.

Na mesma reunião os accionistas terão que autorizar a Sonaecom a adquirir uma participação superior a 10% do capital social da PT, uma autorização que decorre dos estatutos da operadora controlada por Henrique Granadeiro, que impede qualquer operadora concorrente de deter mais do que 10% do capital. Pela mesma razão, Paulo Azevedo precisa que a assembleia geral da PT autorize a alteração dos estatutos, de forma a que não subsistam limites à contagem de votos quando emitidos por um só accionista.

Por fim, a Sonaecom tem defendido a eliminação dos privilégios especiais concedidos ao Governo através da ‘golden share’.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/693395.html

As propostas em cima da mesa para os accionistas da Portugal Telecom

1. Oferta de valor aos accionistas

- Paulo Azevedo até agora tem afirmado que não vai rever o preço da oferta, mantendo o valor de 9,5 euros por acção apresentado em Fevereiro. Para a Sonaecom esta proposta representa 16% sobre a cotação da PT na véspera do anúncio da OPA. No entanto, a manutenção da cotação da PT acima do preço oferecido coloca a Sonaecom sob pressão para subir o preço da oferta.

- Henrique Granadeiro, presidente do conselho de administração da Portugal Telecom propôs em Agosto passado um reforço da remuneração dos accionistas para o período de 2006-2008 de 3 para 3,5 mil milhões de euros – dos quais 1,9 mil milhões serão pagos nos próximos 12 meses –, para além da distribuição de acções da PT Multimedia. Por cada 25 acções detidas da PT os accionistas irão receber quatro acções da PTM.

2. Investimento

- O presidente da Sonaecom garantiu em entrevista ao Diário Económico, este Verão, que se a OPA for aprovada vai “acelerar o investimento na rede”. Não prevendo investir tanto quanto a PT investe nas duas redes, Paulo Azevedo acredita que o investimento total será superior, já que quem ficar com a rede que a Sonaecom alienar terá que investir para garantir a competitividade.

- A Portugal Telecom pretende continuar com a política de investimento no desenvolvimento de tecnologia e a aposta na investigação e desenvolvimento. Henrique Granadeiro anunciou, também no Verão, que a PT irá investir cerca de 900 milhões de euros ao longo de 2006, dos quais 600 milhões serão aplicados no desenvolvimento de infra-estrutura em Portugal.

3. Fundo de pensões

- No anúncio da OPA apresentado pela Sonaecom, lê-se que a empresa pretende “cumprir escrupulosamente as responsabilidades para com o fundo de pensões da PT”. Posteriormente seria veiculado que “a estratégia que temos para a empresa [PT] pode criar mais valor e por tanto arranjar outras fonte de receita” que poderão ser utilizadas para eliminar o défice do fundo .

- A administração da Portugal Telecom tem assumido o compromisso de reduzir o prazo de financiamento do fundo de pensões de 14 para seis anos, através da contribuição extraordinária de mil milhões de euros durante o período 2006-2008, “mediante a obtenção de um quadro de relações laborais mais favorável”. O défice era, no final do ano passado, de 2,6 mil milhões de euros, este ano já foram colocados 300 milhões.

4. Estratégia de internacionalização

- Não é certo que a Portugal Telecom venha a sair do Brasil, caso a OPA se concretize, mas Paulo Azevedo tem reiterado a intenção de por fim a qualquer presença em mercados estrangeiros onde a PT não detenha o controlo da operação, o que é o caso, por exemplo, tanto no Brasil como em Marrocos, onde se repete a parceria com a Telefónica.

- Henrique Granadeiro tem reafirmado a intenção de manter o “perímetro de expansão internacional”. Assegura, assim, a aposta no mercado brasileiro – onde controla a Vivo em ‘joint venture’ com a espanhola Telefónica – e em África, nomeadamente Cabo Verde, Angola e Moçambique.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/693394.html

Analistas atribuem preço médio de 10 euros às acções da PT

A oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom sobre a Portugal Telecom (PT) teve consequências óbvias no olhar de algumas casas de investimento. Se uns analistas reviram os preços em alta, outros lançaram novas recomendações. No total, são 20 as recomendações atribuídas à empresa liderada por Henrique Granadeiro.

Em média, os preços-alvo atribuídos pelos bancos registaram um incremento de 15%, quando se compara com o valor médio (8,67 euros) que serviu de base para a empresa liderada por Paulo Azevedo avaliar a maior operadora de telecomunicações, de acordo com os dados apresentados no anúncio preliminar da OPA a 6 de Fevereiro.

O preço-alvo médio actual ronda os 10 euros. A empresa continua a negociar abaixo deste valor e ligeiramente acima da OPA. Esta situação não significa que a Sonaecom vá rever em alta o preço da oferta. Aliás, com a possível alteração do universo de empresas a comprar, pela empresa de Paulo Azevedo, o movimento até pode ser inverso. Esta decisão só será considerada na versão final do anúncio da OPA, que tem que ser registado na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

Quando a Sonaecom lançou a oferta de compra sobre a PT, o seu presidente explicou que os 9,5 euros oferecidos por cada acção também tinham em linha de conta a média dos preços-alvo atribuídos por várias casas de investimento, na sua maioria estrangeiras. A esse valor, a Sonaecom juntou um prémio de 9,6%. Face à média das cotações dos últimos seis meses antes do anúncio da OPA, o prémio atingiu os 25,8%, se se incluir o dividendo de 0,385 euros proposto. Sem este lucro extra, o valor oferecido é 20,9% acima daquela média de preços.

Das nove novas recomendações, oito preços-alvo são acima do preço da OPA entre 0,5 euros e 2,2 euros (ver tabela). Apenas o valor atribuído pela Lehman Brothers fica bastante abaixo da actual cotação da empresa. Este banco de investimento chegou a um preço-alvo de sete euros e explicou que a redução da avaliação da PT assenta numa soma das partes baseada no modelo ‘discount cash flow”. A Lehman avalia a rede fixa da operadora em 6,1 mil milhões de euros, a rede móvel  (TMN) em 4,5 mil milhões e a posição de da PT na Vivo em 1,4 mil milhões de euros. Os resultados do semestre abaixo do esperado também contribuíram para esta revisão em baixa.

Mas com esta oferta de compra no mercado, a capitalização bolsista da maior operadora de telecomunicações cresceu quase 1,7 mil milhões de euros para perto de 10,9 mil milhões de euros. Ontem, a acção caiu 0,5% para 9,65 euros.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/693392.html

A Ofensiva da Sonaecom sobre a Portugal Telecom

ptsonae.jpg

OPA sobre a PT já rendeu 2 mil milhões aos accionistas

Praticamente oito meses volvidos desde que a Sonaecom lançou a oferta de compra sobre a Portugal Telecom (PT) nada está decidido. A Autoridade da Concorrência (AdC) ainda não se pronunciou sobre a operação, que continua em investigação aprofundada, mas tudo indica que o projecto de decisão será divulgado nos próximos dias.

Apesar destes contratempos que são sempre penalizadores para as empresas envolvidas no negócio - PT,  Sonaecom, Sonae-SGPS e PT Multimedia - a bolsa não pára e os investidores não deixam de tomar as suas decisões. Assim sendo, a capitalização bolsista das quatro empresas envolvidas - directa e indirectamente - na Oferta Pública Aquisição (OPA) cresceu mais de dois mil milhões de euros desde que foi conhecido o anúncio preliminar da oferta, a 6 de Fevereiro. Estas quatro empresas tem um valor bolsista de quase 18 mil milhões de euros, ou seja, 35% do principal índice bolsista PSI 20.

A PT conta com o maior incremento, vendo a sua capitalização aumentar 1,7 mil milhões para 10,9 mil milhões de euros. Actualmente, a operadora de telecomunicações está a negociar 200 milhões de euros acima dos 9,5 euros oferecidos pela Sonaecom de Paulo Azevedo na OPA. Esta situação reforça a tese de algumas fontes do mercado que não acreditam que Belmiro de Azevedo possa comprar a PT sem subir a oferta (uma hipótese que a Sonaecom continua a recusar).

Neste rol de ganhadores, a Sonae-SGPS fica em segundo lugar, com Belmiro de Azevedo a assistir a um aumento do valor bolsista da sua ‘holding’ Sonae-SGPS em 360 milhões para 2,72 mil milhões. Apesar desta empresa não estar directamente envolvida nesta operação de compra, as suas acções têm vindo a beneficiar da OPA. Se a aquisição for bem sucedida, todo o grupo Sonae ganha com este movimento, dadas as sinergias que pode obter com a integração de uma empresa como a PT no seu ‘portfólio’ de activos.

Já os ganhos da Sonaecom ficam-se por pouco mais de 35 milhões de euros. A empresa de Paulo Azevedo vale quase 1,1 mil milhões de euros na Euronext Lisboa. A valorização da Sonaecom está directamente relacionada com a dimensão que ganhará, caso a OPA tenha sucesso.

No fim da tabela, surge a PT Multimédia, cuja capitalização caiu 34 milhões desde que a oferta foi conhecida. No entanto, o título - que também é alvo de OPA da Sonaecom - continua a negociar acima do preço oferecido, ou seja os 9,03 euros. Ontem, na Euronext Lisboa a PTM fechou nos 9,5 euros. Caso a OPA não vingue a administração da PT já anunciou que vai avançar para a separação da PT Multimédia e distribuir 3,5 mil milhões de euros durante os próximos três anos.

Fonte: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/692961.html

Gostava de saber a vossa opinião sobre toda esta polémica. Tenho acompanhado com curiosidade todo o desenvolvimento e tenho aprendido muita coisa relacionada com economia nos últimos tempos.  :confused:

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Excelente apanhado. :confused:  Só tenho pena de não ter aguentado as acções da PT mais algum tempo, ganhava mais agora... :D Enfim, é o mercado especulativo...

Pessoalmente, acredito que vai passar a haver mais concorrência (que infelizmente já chega tarde). Quer seja a nível do cabo, a nivel do cobre ou ambos (era o melhor) a vitória será da concorrência e todos nós como consumidores ficaremos a ganhar.

A incompetência da TV Cabo vai começar a diminuir, basta haver mais um concorrente, e a nível de telefone fixo há mesmo que separar a infra-estrutura da operadora, como já acontece na electricidade com a REN e a EDP. Ai sim, poderei, sem qualquer problema, realmente optar por um operador de telefone... Pode ser que seja desta que a Clix me faça uma instalação lá em casa de ADSL+Telefone(+TV, previsto para breve)... :D

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Eu como já disse noutro post, tenho as minahs dúvidas no que diz respeito à concorrência entre as empresas de telecomunicações.

Mas negócios é isso mesmo, e negócios destes faltam muito ao nosso país, para ver se isto vai para a frente duma vez!

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Como percebo bastante desta OPA vou adoptar a máxima "ver para crer"  :confused:

Só espero que o final destas operações se traduza em melhores serviçoes a menor preço para os clientes. A net em Portugal ainda está muito cara.

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