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Projecto sobre gestão de fogos em tempo real da UM premiado

8 mensagens neste tópico

Plataforma idealizada por investigadores da Universidade do Minho integra dados importantes no combate às chamas e prevê evolução dos fogos em tempo real.

A IBM premiou um projecto de investigação sobre gestão de fogos florestais em tempo real nascido na Universidade do Minho (UM). Para já é apenas um projecto, mas com a ajuda da empresa de informática, que vai atribuir um rede de oito computadores de alto desempenho, os testes podem vir a acontecer ainda antes do Verão do próximo ano.

O "IBM Shared University Research Award" de 2005 foi atribuído ao projecto de construção da "Plataforma Nacional para a Gestão de Fogos Florestais em Tempo-Real", da autoria de Alberto Proença e Jorge Rocha, do departamento de Informática da UM. O galardão será entregue sexta-feira, numa cerimónia que contará com a presença do presidente da Unidade de Missão Inovação e Conhecimento, Luís Magalhães.

Os investigadores idealizaram uma plataforma de gestão de fogos florestais que integra informação georeferenciada em tempo real, reunindo dados importantes no combate às chamas, como fotografias de satélites, mapas meteorológicos e sensores de vento.

Neste momento, estes dados estão "dispersos por várias entidades" e nem sempre estão actualizados, diz ao JPN Alberto Proença. "As aplicações [actuais] não dialogam entre si" e "não estão integradas em linha".

O objectivo é "ajudar as equipas de bombeiros e da Protecção Civil, para que possam ser eficazes no terreno", dispondo de informação sempre actualizada e estimativas das previsões de evolução dos fogos (através de computadores portáteis e receptores GPS). Terá sido a "utilidade e premência" do tema dos incêndios em Portugal, um dos países da Europa do Sul com maior área de floresta ardida, que "convenceu a IBM", refere o investigador.

A qualquer momento, poderá ser desenhado um mapa de risco de determinado fogo. A solução permitirá também calcular rotas de acesso, indicar casas, populações em risco, pontos de fornecimento de água e a disposição dos meios terrestres envolvidos no combate às chamas.

A equipa da UM quer agora "construir um protótipo para ser validado" pelas entidades oficiais. A transformação em produto comercial "é trabalho das empresas ou entidades" que queiram pegar no projecto, refere Alberto Proença, que sublinha ainda a necessidade de existir "vontade política" para que as informações de várias entidades possam ser reunidas numa única plataforma.

O projecto será desenvolvido em parceria com diversos organismos, em particular com o Open Geospatial Consortium (OGC), uma organização voluntária internacional que promove a implementação de "standards" para conteúdo e serviços geoespaciais.

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Parabéns à UM, dedicou-se ao estudo de uma causa muito grave nos tempos que correm como são os incêndios. Era bom que esta investigação e este projecto passasse do papel para a prática. :cheesygrin:

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bom era k o proença se dedicasse a esses projectos e deixasse de dar aulas a f*der a vida as alunos, isso é que era... sempre fazia algo + interessante com a vida dele... :X

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bom era k o proença se dedicasse a esses projectos e deixasse de dar aulas a f*der a vida as alunos, isso é que era... sempre fazia algo + interessante com a vida dele... :X

Na minha opinião ele nunca "fo***" a vida aos alunos... só é um professor exigente...

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bom era k o proença se dedicasse a esses projectos e deixasse de dar aulas a f*der a vida as alunos, isso é que era... sempre fazia algo + interessante com a vida dele... :X

Na minha opinião ele nunca "fo***" a vida aos alunos... só é um professor exigente...

ser exigente de mais, se calhar, pode ser considerado "f**** a vida aos alunos".

embora eu não tenha muitas razões de queixa...

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pah, eu tenho... axo-o exigente de mais de mais demais e n sou o único a achar isso... ele implica com tudo... o ano passado num relatorio, a mim e aos meus amigos, deu-nos 90%, mas a m**** do relatorio parecia ter sido escrito a vermelho com as marquices de correções dele... passou-nos ao lado apenas um erro ortográfico, ele fez uma rodinha em volta da letra que tava mal... por favor... se eu tive 90% e tinha quilo cheio de correções, nem quero imaginar os que têm nega...

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pah, eu tenho... axo-o exigente de mais de mais demais e n sou o único a achar isso... ele implica com tudo... o ano passado num relatorio, a mim e aos meus amigos, deu-nos 90%, mas a me*** do relatorio parecia ter sido escrito a vermelho com as marquices de correções dele... passou-nos ao lado apenas um erro ortográfico, ele fez uma rodinha em volta da letra que tava mal... por favor... se eu tive 90% e tinha quilo cheio de correções, nem quero imaginar os que têm nega...

:thumbsup:... Eu fiz LESI, sou da classe de 1991.

Quando fiz SLAC (que agora é acI+acII+ conceitos de sistemas informaticos) na primeira chamada, admirei-me por termos chumbado todos. Alguem pediu a correcção do exame ao Proença...

Ele fez então a correcção do exame e colocou na repro.

A correcção continha 40 folhas escritas dois 2 lados...

Da realidade que conheço agora... do que era no "meu tempo" ... ou foi nos primeiros anos de LESI, ele está bastante mais moderado... mas continua a ser um professor exigente  :cheesygrin:

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Da realidade que conheço agora... do que era no "meu tempo" ... ou foi nos primeiros anos de LESI, ele está bastante mais moderado... mas continua a ser um professor exigente  :cheesygrin:

desde que ele se lembrou dos "contratos" (o que provavelmente vocês ainda não tinham em 1991) ele passou a exigir que perdessemos muito tempo com a cadeira. pessoalmente não achava as provas de avaliçaão difíceis, mas o tempo que tive de dedicar aos trabalhos de AC quase não me deixava pensar nas outras 4 cadeiras...

eu normalmente não me importo que as provas sejam complicadas ou que ele seja exigente na correcção, agora passar o semestre todo de volta dos trabalhos de AC é que já me preocupava...

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