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Sistema solar com 12 planetas

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O número de planetas do sistema solar poderá aumentar de nove para doze. Um projecto de resolução apresentado quarta-feira à assembleia-geral da União Astronómica Internacional (UAI), reunida em Praga até 25 de Agosto, prevê que passe a incluir um asteróide, Ceres, e dois outros planetas inscritos numa nova categoria, a dos "plutões". 

Esta categoria deve o seu nome a Plutão, até agora o nono da lista dos planetas "clássicos" e o mais pequeno e mais afastado do sistema solar, que passaria a integrar um grupo à parte com o que tem sido considerado o seu maior satélite, Caronte, e o "objecto" 2003 UB-313, cujo nome proposto é Xena.

Foi a descoberta há três anos deste último corpo celeste, um pouco maior que Plutão (2.398 quilómetros de diâmetro, contra 2.228 quilómetros), que suscitou a contestação da definição habitual dos planetas.

No projecto de resolução, que deverá ser votado no próximo dia 24, os peritos propõem uma nova definição de planeta: "um corpo celeste rígido com massa suficiente para ter uma gravidade interna que lhe dê uma forma hidrostática equilibrada (quase redonda), em órbita em torno de uma estrela, não sendo nem uma estrela, nem um satélite de um planeta".

Espera-se uma decisão para o próximo dia 24. A nova lista do sistema solar poderá passar a ser, em ordem de proximidade do Sol: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Ceres, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno, Plutão, Caronte e 2003 UB-313.

Editores admitem acrescentar adenda nos manuais escolares

Os editores admitiram hoje acrescentar aos manuais escolares do próximo ano lectivo uma adenda a "corrigir" o número de planetas do sistema solar se este aumentar de nove para doze.

Mas, segundo o vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Francisco Madruga, esta é uma hipótese remota, uma vez que "independentemente do que venha a ser decidido há sempre um tempo de entrada em vigor de novas descobertas de carácter científico".

Francisco Madruga esclareceu que esse tipo de alterações normalmente "não tem influência no imediato", pois mesmo após entrar oficialmente em vigor, para passar a constar dos manuais escolares tem antes que "passar pelo crivo e aprovação do Ministério da Educação".

Por isso, o vice-presidente da APEL considera que "está tudo muito embrionário", mas adianta que se fosse urgente a alteração para o próximo ano lectivo, a solução mais exequível seria a adenda, desde que aprovada pelo Ministério, uma vez que os manuais escolares já estão à venda e as aulas prestes a começar.

Com Lusa

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