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M6

IBM Announces Lotus Notes on Linux

24 mensagens neste tópico

IBM today announced the availability of IBM Lotus Notes on Linux, the industry's first business-grade collaboration software to support Linux on the desktop.

Lotus Notes on Linux now provides millions of Lotus Notes users worldwide with software that enables an open desktop alternative to proprietary desktop operating systems.

As organizations of all sizes become increasingly attracted to the openness and flexibility of the Linux desktop, the need for secure and re-usable applications grows as well. Using Eclipse, a platform-independent development environment, IBM has delivered its first mainstream business application for the Linux desktop while ensuring that all applications built in this environment will work with future versions of Notes for the Windows and Macintosh platforms. The Eclipse development model, embraced by IBM, will continue to play a key role in speeding up product delivery schedules and will provide Business Partners with the opportunity to save time and money with the ability to re-use applications and run them on multiple client platforms. Now, with end-to-end support for Linux on the Notes and Domino collaboration platform, this offering is expected to accelerate IBM's collaboration software on Linux growth, currently at over 200% per year.

According to an Evans Data Corporation survey of 400 developers, the number of Linux developers is expected to surpass Windows developers in the near future. With today's announcement, customers will be able to take advantage of the same reliable, flexible and secure benefits on the desktop that they can currently benefit by running Linux on multiple systems. Linux is easy to install and configure on the desktop and will help Lotus Notes users integrate standardized software applications that are available for no charge or at a low cost from a wide array of Business Partners and independent software vendors (ISVs). IBM Lotus Notes on Linux is also a significant development for the small to medium business (SMB) community. Since many SMBs and start-ups do not have the same level of legacy infrastructure as many enterprise organizations, the Linux environment is a particularly appealing option from a flexibility and cost standpoint. The ability to run Lotus Notes on Linux provides SMBs with an enterprise-level collaboration environment that can scale to fit their needs.

Delivery of Notes on Linux Desktop Expands Scope of 'Migrate to the Penguin' Rewards

In addition to addressing Linux customer demand, the arrival of Lotus Notes on Linux presents a new level of opportunity for the hundreds of IBM Business Partners who develop Linux-based applications. The 'Migrate to the Penguin' initiative will now offer Business Partners up to $20,000 for migrating customers from Microsoft Exchange to IBM Lotus Notes and Domino on Linux desktop.

"With Linux as the fastest growing operating system in the world in terms of unit share, we are challenged with making sure we keep up with our customer's evolving Linux demands," said XX BP. "IBM continues to support our efforts by delivering Linux-based technology and resources on an ongoing basis to help us address the specific needs of our customers. Enterprise Linux-support on the desktop has not existed to date so we've been anticipating the arrival of Lotus Notes on Linux. We share IBM's excitement about the Eclipse Rich Client Platform, as it enables software developers to create applications that work across operating systems without modification."

As of today, the expanding base of Linux users will be able to run Lotus Notes on Linux similar to the way users can run the technology on Windows or Macintosh. The underlying technology is based on the Eclipse open source framework and is the same technology to be used in the upcoming version of Lotus Notes code-named 'Hannover.' In addition, Linux users can now experience the full power of the Lotus Notes 7 collaboration platform including over 120 features unique to the version. This most recent version of Lotus Notes allows users to manage an increasing volume of information and work more efficiently.

A couple of these features include:

    * Memory Functions that will automatically save and return to open documents and applications upon shut down and restart, which will give users additional mobility without worrying about losing data or hindering productivity

    * Visual indicators to help users organize and manage their in-box by highlighting high priority messages, as well as differentiating between group emails and messages targeted for specific users

IBM Lotus Notes on Linux is now available as part of version 7 and supports Red Hat Enterprise Linux 4, Update 3 with support for Novell SUSE Linux Desktop For Enterprise 10 to be delivered to customers within approximately 90 days. There will be no additional cost associated with the use of Notes on Linux for currently licensed Notes users.

In ebizq, 10 de Julho de 2006


Uma estratégia que me parece fazer sentido.

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Para quem quer saber mais sobre o Lotus Notes: http://en.wikipedia.org/wiki/Lotus_Notes

Para quem quer saber mais sobre como programar com o Domino Designer, uma ferramenta incluída no Lotus Notes: http://en.wikipedia.org/wiki/Lotus_Notes#Programming

Fazer com que o Lotus Notes passe a funcionar em Linux é algo fantástico. Faltava um programa do género nos sistemas GNU/Linux. Como diz a notícia, esta programa vai facilitar a passagem de programadores de ambiente Windows para ambiente GNU/Linux, pelo que se prevê que no futuro existam mais programadores em sistemas open source. :)

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Não faltava um programa deste género em GNU/Linux! Existe à muito tempo o Evolution que é uma ferramenta do mesmo tipo (groupware).

O Evolution pode não ter todas as features que o notes tem, mas no entanto é uma excelente ferramenta de trabalho, mais que suficiente para a maioria esmagadora das pessoas.

Nunca é bom que exista software proprietário para GNU/Linux, seja ele de que fabricante for.

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Não faltava um programa deste género em GNU/Linux! Existe à muito tempo o Evolution que é uma ferramenta do mesmo tipo (groupware).

O Evolution pode não ter todas as features que o notes tem, mas no entanto é uma excelente ferramenta de trabalho, mais que suficiente para a maioria esmagadora das pessoas.

Não conheço o Evolution. Podes deixar aqui o link?

Nunca é bom que exista software proprietário para GNU/Linux, seja ele de que fabricante for.

Essa afirmação é, no mínimo e de forma simpática, "radical".

Por exemplo, ter DB2 e Oracle para Linux, mesmo pago, é excelente. Isso permite que o Linux seja usado como plataforma de entrada em muitas empresas, que preferem ter um Linux a correr um Oracle do que ter de desembolsar uns milhares por uma solução Sun ou um umas centenas por um Windows.

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Não conheço o Evolution. Podes deixar aqui o link?

O Evolution é o cliente de e-mail, news e groupware do Gnome Desktop. Se não o conheces dificilmente conheces suficientemente o GNU/Linux para dizer que lhe falta ou deixa de faltar.

http://www.novell.com/products/desktop/features/evolution.html

O Evolution foi criado pela Ximian, que acabou por ser comprada pela Novell.

Essa afirmação é, no mínimo e de forma simpática, "radical".

Por exemplo, ter DB2 e Oracle para Linux, mesmo pago, é excelente. Isso permite que o Linux seja usado como plataforma de entrada em muitas empresas, que preferem ter um Linux a correr um Oracle do que ter de desembolsar uns milhares por uma solução Sun ou um umas centenas por um Windows.

TODO o software proprietário é mau para os utilizadores, pois a sua forma de licenciamento foi criada para lhe tirar a liberdade.

Sem ter liberdade os utilizadores não têm todas as opções possíveis, e por isso podem não poder fazer as melhores as melhores escolhas, do ponto de vista económico, e técnico.

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Não conheço o Evolution. Podes deixar aqui o link?

O Evolution é o cliente de e-mail, news e groupware do Gnome Desktop. Se não o conheces dificilmente conheces

suficientemente o GNU/Linux para dizer que lhe falta ou deixa de faltar.

Não sei onde foste buscar essa ideia, mas eu nunca disse que faltava ou deixava de faltar, ou seja, não tires conclusões precipitadas sobre o que eu penso ou acho. Além de que pensares que não conheço suficientemente bem o Linux só por desconhecer uma aplicação é uma tolice.

Uso mais shell do que KDE (o meu preferido) ou Gnome, por isso não é espanto nenhum não conhecer o Evolution.

http://www.novell.com/products/desktop/features/evolution.html

O Evolution foi criado pela Ximian, que acabou por ser comprada pela Novell.

Essa afirmação é, no mínimo e de forma simpática, "radical".

Por exemplo, ter DB2 e Oracle para Linux, mesmo pago, é excelente. Isso permite que o Linux seja usado como plataforma de entrada em muitas empresas, que preferem ter um Linux a correr um Oracle do que ter de desembolsar uns milhares por uma solução Sun ou um umas centenas por um Windows.

TODO o software proprietário é mau para os utilizadores, pois a sua forma de licenciamento foi criada para lhe tirar a liberdade.

;) Gosto dessas posições radicais sem pés nem cabeça...

Posso facilmente contrapor com todo o software proprietário é expetacular porque me disponibiliza soluções out-of-the-box, com suporte e documentação decentes... Mas esta afirmação é tão tola como a tua...

Que liberdade é que o software proprietário tira a um utilizador que um oss dá?

A resposta é simples: zero! Ou seja, não dá nada. Um utilizador usa a aplicação sem qualquer restrição quer esta seja oss ou proprietária.

Sem ter liberdade os utilizadores não têm todas as opções possíveis, e por isso podem não poder fazer as melhores as melhores escolhas, do ponto de vista económico, e técnico.

Desculpa, mas isso que disseste não tem pés nem cabeça.

Um utilizador tem um conjunto de escolhas e opta pela que melhor resolve o problema que tem. O facto do sw ser os ou proprietário em nada, repito, em nada impacta a escolha do utilizador a nível de liberdade.

O utilizador não tem de fazer escolhas técnicas, isso é com as equipas técnicas. O que um utilizador tem de escolher é a aplicação que melhor lhe resolver o problema, aquela em que ele é mais produtivo e a que se melhor se adqua às suas necessidades funcionais.

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Estive a ver o Evolution...

O Evolution é pouco mais do que o meu SeaMonkey com o plugin de calendário ou o Outlook junto com o IE...

Ou seja, não chega aos calcanhares do Lotus Notes...

Para quem não conhece, o Lotus é uma aplicação/sistema integrado que, entre outras coisas, suporta bases de dados locais, remotas, sincronização de dados, envio de relatórios e outras coisinhas...

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O Evolution é pouco mais do que o meu SeaMonkey com o plugin de calendário ou o Outlook junto com o IE...

Estás muito enganado!!!

O Evolution em termos de features é muito mais que isso. Fizeste uma análise demasiadamente superficial.

Quando tiver tempo coloco aqui uma mais detalhada.

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O Evolution é pouco mais do que o meu SeaMonkey com o plugin de calendário ou o Outlook junto com o IE...

Estás muito enganado!!!

O Evolution em termos de features é muito mais que isso. Fizeste uma análise demasiadamente superficial.

Li o "marketing bullshit" que têm no site...

Se têm mais e não apresentam essas mais valias, são burros ou maus vendedores! :D

Quando tiver tempo coloco aqui uma mais detalhada.

OK, fico a aguardar. Se tens know-how disso quero saber. É muito melhor ouvir uma opinião de quem já usou, sabendo os pontos fortes e fracos, do que ler a publicidade no site. :D

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Li o "marketing bullshit" que têm no site..

Então esquece! Aquilo não suficientemente informativo.

Se têm mais e não apresentam essas mais valias, são burros ou maus vendedores

Não têm todas. No entanto o objectivo deles não é vender o Evolution. O Evolution é Software Livre, e a maior parte dos seus utilizadores não têm nada a ver com a Novell.

OK, fico a aguardar. Se tens know-how disso quero saber. É muito melhor ouvir uma opinião de quem já usou, sabendo os pontos fortes e fracos, do que ler a publicidade no site

Fica para o fim-de-semana que até lá não tenho tempo para fazer nada sério.

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Li o "marketing bullshit" que têm no site..

Então esquece! Aquilo não suficientemente informativo.

OK, são maus vendedores. :D

Se têm mais e não apresentam essas mais valias, são burros ou maus vendedores

Não têm todas. No entanto o objectivo deles não é vender o Evolution. O Evolution é Software Livre, e a maior parte dos seus utilizadores não têm nada a ver com a Novell.

Como qualquer empresa que acenta o seu negócio em OSS, o que eles vendem são os serviços, tipicamente instalação, suporte, manutenção e costumização.

Se eles não sabem vender o Evolution, mesmo a preço zero, não conseguem empurrar os serviços associados ao mesmo.

OK, fico a aguardar. Se tens know-how disso quero saber. É muito melhor ouvir uma opinião de quem já usou, sabendo os pontos fortes e fracos, do que ler a publicidade no site

Fica para o fim-de-semana que até lá não tenho tempo para fazer nada sério.

OK, fico a aguardar. :D

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Eles estão a promover o Evolution como parte de um pacote. Daí ser informação pouco profunda. Ou então são mesmo parvos. Mas também é raro ver empresas que sabem mesmo fazer marketing quando se trata de Software Livre

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Boas, já agora, uma vez que se fala em lotus notes, quanto é que custa uma licenca por utilizador/mes? (tendo em conta que o contrato poderá ser de qualquer coisa como umas largas centenas)

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Tendo em conta que este é um país de m$ addicteds, provavelmente não vais ter resposta a essa pergunta aqui no site.

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Tendo em conta que este é um país de m$ addicteds, provavelmente não vais ter resposta a essa pergunta aqui no site.

A questão não é de ser M$ addicts, a questão é o que me dá mais funcionalidade e eficiência. Eu apoio 100% o Linux e a iniciativa de OSS, mas o problema do Linux é a pouca compatibilidade com as aplicações que até agora só dão para Windows e olha que ainda são muitas. Podem dizer que existem alternativas a essas mesmas aplicações, mas algumas não têm tanta funcionalidade. Depois os drivers é outro problema, já que por vezes, não se consegue ter tudo a funcionar como deve ser.

Apesar de muito ter evoluído estes últimos anos nesta perspectiva do Linux, o comum mortal ainda não tem 'capacidade' para usar, pois não é só chegar e ligar, é preciso saber configurar e usar um sistema Linux. Além disso se o Windows faz tudo o que se quer, qual é a razão para um simples utilizador mudar para Linux? Para ter problemas? Para perder tempo a saber usar um novo sistema operativo? Se sempre foram habituados ao Windows e se faz tudo o que eles querem, qual é a razão para mudar?

Alguns estão sempre a dizer mal da M$, mas este Windows XP até que nem está mau... é o sistema operativo mais estável que eles alguma vez desenvolveram. Com o Windows XP não tenho crashes, faço tudo o que quero, posso programar à vontade, até posso emular o Linux se quiser para testar. Eu também tenho o Fedora Core instalado mas não uso tanto porque ainda existem aspectos em que qualquer utilizador normal está dependente do Windows.

Para se adoptar o Linux no futuro, as empresas têm de começar a pensar em nós e dar-nos mais liberdade na escolha do sistema operativo. Todos sabemos que jogos comerciais no Linux são muito poucos, e alguns têm de ser emulados no Wine ou um software parecido. Eu já tentei ir por este processo e os jogos não correm como deve ser, o que se deve também aos drivers das placas gráficas não prestarem, principalmente os da ATI, embora se note algum esforço por parte destas empresas.

Enquanto não se resolver esses tipos de problemas, o Linux vai ser só para a comunidade pseudo-nerd, pois mais ninguém se vai chatear a configurar o Linux se tem o Windows que é tão bonitinho e tão fácil de usar.

Pensem nisso! :D

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Bem, de facto o windows pode não ter crash's, o windows pode-vos correr perfeitamente bem, inclusive podem nunca ter tido nenhum problema com o vosso Windows....mas, onde é que eu já ouvi isto?, parecem-me os argumentos dos defensores do IE. Será que isso quer dizer que é bom e/ou o melhor?

Vocês não têm problemas, há quem tenha.

Eu pessoalmente prezo bastante um sistema que só por si já garante alguma segurança, que o windows armadilhado com AV''s a gastar memória não garante. Mete-se mais uma firewall em Linux e fica-se realmente bastante seguro (mas não completamente claro).

Além do mais prezo um sistema bastante estável, e para isso nada melhor que GNU/Linux. Isto também vai um bocado com as distribuições, mas se escolhermos uma de jeito, de certeza que vamos obter a estabilidade que necessitamos (mesmo que isso passe por um debian ou um gentoo).

Agora, reconheço que o comum dos mortais está-se na tintas para se o programa é livre ou não, a maioria dos utilizadores não sabe programação, e mesmo dos que sabem nem todos tentam melhorar os programas que lhes chegam às mãos. Ora sendo assim o utilizador normal dá valor, como já foi dito, há melhor solução que lhe resolva o problema, e que dê menos trabalho para resolver esse mesmo problema, sendo portanto as soluções GNU/Linux várias vezes postas de parte em detrimento de outras opções que, até podem não ser melhores, podem ser pagas, mas são mais intuitivas e/ou são acentes num sistema que infelizmente nos entra pelos olhos, ou que pelo menos, entra pelos olhos do comum utilizador de pc.

No entanto GNU/Linux não está assim tanto nesse mundo da imcompatibilidade, aliás, é um sistema que tem muito mais compatibilidade de raiz que o windows. O problema está nas empresas, que fazem os seus drivers para windows e não para gnu/linux. Depois têm de vir comunidades de carolas sarar essas feridas, tornando possível aos utilizadores de gnu/linux terem acesso, dessa maneira, a certos standards ou pseudo-standards, que se encontram massificados.

[me=vbmaster]prepara-se para que falco diga que vbmaster é um idiota e que só diz parvoíces.... :spank:[/me]

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Concordo plenamente. :D

E como disse sou 100% defensor de Linux e a única razão porque não posso mudar definitivamente é o CS.  :nono1:

Espero que as empresas comecem a tomar consciência de que existem outros sistemas operativos sem ser o Window$, e outras work suites que não sejam o Office, de forma a que todos os utilizadores possam escolher o que mais se adequa às suas necessidades.

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Boas, já agora, uma vez que se fala em lotus notes, quanto é que custa uma licenca por utilizador/mes? (tendo em conta que o contrato poderá ser de qualquer coisa como umas largas centenas)

Contacta o fornecedor. Normalmente isso tem sempre alguma negociação, em especial quando estão envolvidas grandes quantidades.

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A questão não é de ser M$ addicts, a questão é o que me dá mais funcionalidade e eficiência.

É pois!

Mas de qualquer forma o GNU/Linux é mais funcional e mais eficiente.

Eu apoio 100% o Linux e a iniciativa de OSS

Então devias começar por aprender que Linux é apenas o kernel, o nome do sistema operativo é GNU/Linux.

E por favor, não reduzas isto a Open Source Software, ao menos diz Free Software (Software Livre) e Open Source Software. Porque eu falo de Software Livre.

mas o problema do Linux é a pouca compatibilidade com as aplicações que até agora só dão para Windows e olha que ainda são muitas

Em primeiro lugar não são os sistemas operativos que têm que ser compatíveis com as aplicações, é o contrário. Por isso começas logo a colocar a situação de forma incorrecta.

Em segundo lugar, estár preso a aplicações é ESTUPIDO!

Existem outras aplicações, que fazem o mesmo. E acredita que há para GNU/Linux aplicações para quase tudo o que se pode fazer em window$, e que também não há aplicações para tudo o que se faz em GNU/Linux e em outros sistemas operativos.

A maior parte das pessoas não sentirá a falta de funcionalidade.

Podem dizer que existem alternativas a essas mesmas aplicações, mas algumas não têm tanta funcionalidade

E o mesmo posso dizer em relação a muitas aplicações para window$. Existe um equilibrio. E as funcionalidades que a maior parte das pessoas usa e realmente precisa, estão presentes.

Depois os drivers é outro problema, já que por vezes, não se consegue ter tudo a funcionar como deve ser.

O mesmo acontece em window$. Estou farto de ver casos identicos em window$, É uma quesao de saber escolher o hardware. Eu tiro tudo o que quero do meu hardware.

Quando compras um carro não, compras um que só anda numa estrada pois não?

Então porque é que insistem em fazer isso para o hardware?

Apesar de muito ter evoluído estes últimos anos nesta perspectiva do Linux, o comum mortal ainda não tem 'capacidade' para usar, pois não é só chegar e ligar, é preciso saber configurar e usar um sistema Linux.

Isso é uma mentira descarada!

Existem pessoas sem qualquer conhecimento de informática a utilizar GNU/Linux de forma produtiva e sem dificuldades.

Não é verdade que seja mais preciso saber configurar um sistema GNU/Linux, do que qualquer outro sistema operativo.

Alias quase todas as configurações são automáticas não envolvendo práticamente qualquer user input, excepto quando é realmente necessário. Claro que isto também varia de distribuição para distribuição, mas só usa as menos completas e evoluidas quem quisér.

A nível de usabilidade o window$ ainda tem muito que penar para chegar ao nível do Gnome e do MacOSX.

Além disso se o Windows faz tudo o que se quer, qual é a razão para um simples utilizador mudar para Linux?

O problema é que o window$ também faz o que não se quer.

Existem diversas razões para passar a usar GNU/Linux:

* passas a estar realmente em controlo do computador, não é o fabricante do software nem a industria de conteúdos que manda no teu computador;

* independência de fornecedores, quer de produtos quer de serviços;

* é mais seguro por design, por implementação e por atitude dos que o desenvolvem e mantêm;

* podes beneficiar de melhorias mais rápidamente e vindas de mais lados;

* podes aproveitar mais e melhor máquinas mais velhas;

* maior compatibilidade com os standards;

* não é fabricado por uma empresa que viola sistemáticamente a lei;

... enfim, pode-se resumir à palavra liberdade. Quem presa e sua vai usar GNU/Linux.

Para ter problemas? Para perder tempo a saber usar um novo sistema operativo? Se sempre foram habituados ao Windows e se faz tudo o que eles querem, qual é a razão para mudar?

Precisamente o contrário. Para deixar de ter problemas. Eu quando mudei para GNU/Linux deixei de ter problemas:

* Acabaram os crashes do sistema operativo;

* Deixei de ter de perder recursos da máquina com anti-virus;

* Passei a poder fazer mais coisas e cada vez mais facilmente;

* Passei a poder confiar que o meu computador só fazia o que eu queria;

* Passei a ter maior rentabilidade da maior parte do meu hardware;

* Pude re-aproveitar vários computadores antigos que tenho;

* Arranjo trabalho muito mais interessante;

* Acabaram-se as reinstalações porque foi preciso formatar o sistema;

* Acabaram-se as mensagen de erro em hexadecimal completamente incompreensíveis até para técnicos;

* o desktop com maior acessibilidade para pessoas com deficiências é o Gnome;

Mudar para GNU/Linux, não requer da maior parte dos utilizadores práticamente nenhuma aprendizágem. Claro que aqueles que querem aproveitar o sistema de formas que não aproveitavam o window$, vão ter de aprender bastante, mas os outros não. Ambientes de desktop como o Gnome são desenhados a pensar na usabilidade, e utiliza os mesmos conceitos que são usados no window$ (icones, clicks, janelas, etc...), com a vantagem de ter um menu principal com uma estrutura mais simples, e de ter ferramentas de configuração tremendamente mais simples. De resto as aplicações também tendem a ser muito parecidas e conheço casos de migrações em que as pessoas só se aperceberam que deixaram de ter problemas com o software, mas nem perceberam que mudaram de aplicações e de sistema operativo.

Vocês não têm problemas, há quem tenha.

Há muitos que têm. Por exemplo: já vi bastantes casos de problemas com hardware em window$. Claro que no entanto a maior parte das pessoas com esses problemas aceitam isso como algo normal em window$, mas se for com GNU/Linux já não aceitam; há pessoas que acham normal formatar os sistemas de x em x meses, etc...

A verdade é que a maior parte das pessoas estão tão acostumadas ao window$ e aos seus problemas, que acham que ter problemas faz parte da normal utilização de um computador.

Agora, reconheço que o comum dos mortais está-se na tintas para se o programa é livre ou não, a maioria dos utilizadores não sabe programação, e mesmo dos que sabem nem todos tentam melhorar os programas que lhes chegam às mãos.

Mas essa não é de forma alguma a única, vantagem do Software Livre. Aliás para beneficiarmos da existência dessa liberdade não precisamos de saber programas, por exemplo sempre que é publicado um patch e que o aplicas, estás a beneficiar dessa liberdade, é que alguém pode descobrir o bug, analizar o código fonte e corrigir o bug (não necessáriamente sempre a mesma pessoa) e publicar o patch para que todos o possam aplicar. Também beneficias dessa liberdade sempre que sai uma nova versão com novas features, ou sempre que alguém faz um fork com novas features. Para que além disso podes sempre pedir ou pagar a alguém que saiba programar.

É verdade que a maior parte das pessoas estão-se nas tintas para o licenciamento do software, mas isso é porque a maior parte das pessoas não cumpre a lei e porque a maior parte das pessoas também não tem consciência dos problemas que o software proprietário traz consigo. Isto ainda é uma coisa nova, tem apenas umas dezenas de anos, e só agora começa a ser vulgar usar computadores nas sociedades mais ricas, por isso é normal que as pessoas ainda não tenham consciência de muitos dos perigos que existem associados a algo que desconhecem.

Ora sendo assim o utilizador normal dá valor, como já foi dito, há melhor solução que lhe resolva o problema,

O utilizador normal não tem conhecimentos suficientes para saber o que é melhor.

podem ser pagas

Software Livre não é uma questão de ser, ou não ser pago, é uma questã de liberdade.

mas são mais intuitivas e/ou são acentes num sistema que infelizmente nos entra pelos olhos, ou que pelo menos, entra pelos olhos do comum utilizador de pc.

O window$ é tudo menos intuitivo!

Coloca uma pessoa que nunca usou um computador em frente ao window$ e vais ver o quão intuitivo ele é.

Até eu que já perdi o habito de usar window$, acho dificil fazer coisas básicas em window$.

Os menus, os wizards e as ferramentas de configuração são confusos, até a ferramenta de procura é confusa.

Um utilizador normal não consegue usar o window$, apenas decorou onde estava o icone para abrir a aplicação.

Em termos de usabilidade os desktops de GNU/Linux estão ao nível do window$ (KDE e XFCE), chegando a ser superiores em vários aspectos (Gnome).

Se quiséres fazemos aqui um desafio prático sobre usabilidade no desktop, para provar que tenho razão (combinamos depois como).

O problema está nas empresas, que fazem os seus drivers para windows e não para gnu/linux.

Sim e não!

Eu compreendo que as empresas não falam drivers para o Gnu/Linux, há várias razões razoáveis para isso:

* não o sabem fazer. Muitas empresas simplesmente não têm o know-how necessário para o desenvolver e não sabem como ultrapassar esse problema;

* se fizerem para GNU/Linux, qual a razão para não o fazerem para outros como os *BSD;

* é mais complicado e mais caro desenvolver mais drivers;

Contudo, não acho aceitável que não façam produtos completos! E que escolham limitar os utilizadores/consumidores às suas próprias capacidades/vontades.

Se os fabricantes não querem publicar drivers, estão no direito deles. No entanto, nesses casos deveriam publicar documentação para que outros pudessem criar e distribuir livremente esses drivers.

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Pois, de facto tens razão, o intuitivo é relativo.

Neste caso torna-se mais intuitivo apenas e só porque ao longo de toda a evolução informática de uma pessoa comum ela sempre trabalhou e funcionou num sistema (win), sempre desenvolveu os seus conhecimentos com base num único SO e, como tal, a mudança torna-se bastante mais complicada, apenas pela relutância do cerébro em aprender conceitos novos, não necessáriamente díficeis, mas apenas diferentes.

Por isso é que eu acho sempre muita piada a quem se acha um grande informático apenas por dominar windows, e habilmente gerenciar a catrafada de antivírus e anti-spywares existentes no sistema. :lmfao:

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Neste caso torna-se mais intuitivo apenas e só porque ao longo de toda a evolução informática de uma pessoa comum ela sempre trabalhou e funcionou num sistema (win), sempre desenvolveu os seus conhecimentos com base num único SO e, como tal, a mudança torna-se bastante mais complicada, apenas pela relutância do cerébro em aprender conceitos novos, não necessáriamente díficeis, mas apenas diferentes.

A isso não se chama intuitivo, mas sim habituação.

Ainda assim a minha proposta de desafio sobre a utilização de um desktop permanece em pé. Quem discordar do que eu digo que prove que eu estou errado com a prática, num desafio justo.

Por isso é que eu acho sempre muita piada a quem se acha um grande informático apenas por dominar windows, e habilmente gerenciar a catrafada de antivírus e anti-spywares existentes no sistema.

Deve ser por isso que das raras vezes em que uso window$ nos PCs das outras pessoas fico logo stressado por não conseguir fazer as coisas facilmente. Afinal de contas preciso é de aprender a usar os anti-*.

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Ainda assim a minha proposta de desafio sobre a utilização de um desktop permanece em pé. Quem discordar do que eu digo que prove que eu estou errado com a prática, num desafio justo.

Agora estou curioso, em que consistiria esse desafio?

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Não morro de amores pelo Windows, antes pelo contrário, mas tenho de discordar com um conjunto de afirmações que aqui foram colocadas.

A questão não é de ser M$ addicts, a questão é o que me dá mais funcionalidade e eficiência.

É pois!

Mas de qualquer forma o GNU/Linux é mais funcional e mais eficiente.

Dizes isso baseado em que métricas?

Por acaso o Linux é menos funcional em alguns pontos, como por exemplo na configuração de impressoras e criação de directórios para partilha com sistemas terceiros.

[...]

mas o problema do Linux é a pouca compatibilidade com as aplicações que até agora só dão para Windows e olha que ainda são muitas

Em primeiro lugar não são os sistemas operativos que têm que ser compatíveis com as aplicações, é o contrário. Por isso começas logo a colocar a situação de forma incorrecta.

Não totalmente. A questão é extremamente pertinente. São as aplicações que fazem o sucesso do SO. De nada me vale ter um SO que é "o melhor do mundo" se não há ninguém utilidade para ele. Por exemplo, a escolha de um Mac não é só devido ao facto de ter um design espetacular e de ter uma arquitectura engraçada, é porque sobre o SO correm aplicações que as pessoas usam/necessitam. Se um SO não tiver nada para oferecer senão apenas o SO, então vai morrer porque ninguém vai querer aquilo.

Por isso a questão é bastante pertinente.

Em segundo lugar, estár preso a aplicações é ESTUPIDO!

Do ponto de vista do utilizador sim e não, do ponto de vista de quem vende definitivamente não.

Repara que há uma década que a larga maioria dos utilizadores de aplicações office estão presos ao MS Office e tal, além de não ser estúpido para eles, nunca foi um problema, bem antes pelo contrário, gostam, comem, calam (aquando dos blue screens) e ainda pedem mais. Se o cliente/utilizador está satisfeito isso definitivamente não é estúpido.

Existem outras aplicações, que fazem o mesmo. E acredita que há para GNU/Linux aplicações para quase tudo o que se pode fazer em window$, e que também não há aplicações para tudo o que se faz em GNU/Linux e em outros sistemas operativos.

A maior parte das pessoas não sentirá a falta de funcionalidade.

Essa afirmação é mais uma daquelas espingardadas para o ar. Estares a dizer que a maior parte das pessoas não sentirá a falta de funcionalidade é uma afirmação irreal. Lá porque tu não sentes falta de um determinado conjunto de funcionalidades não te permite extrapolar que a maioria das pessoas também não sentirá falta delas. As pessoas não usam todas o mesmo conjunto de funcionalidades.

Podem dizer que existem alternativas a essas mesmas aplicações, mas algumas não têm tanta funcionalidade

E o mesmo posso dizer em relação a muitas aplicações para window$. Existe um equilibrio. E as funcionalidades que a maior parte das pessoas usa e realmente precisa, estão presentes.

Mais uma vez, extrapolação atirada ao ar. Não tens um único facto a sustentar que indique que podes substituir um sistema por outro e que as funcionalidades que as pessoas necessitam estão presentes. Nenhum utilizador, modo geral, usa 100% das funcionalidades de uma aplicação. Digamos que, por exemplo, as secretárias usam 80% das funcionalidade de um editor de texto. Só que todas elas usam 80% de funcionalidades diferentes, ou seja, o somatório das funcionalidades usadas por todas serão os tais 100%, logo alguém (que não se sabe se é ou não a maioria) ficará a perder.

Depois os drivers é outro problema, já que por vezes, não se consegue ter tudo a funcionar como deve ser.

O mesmo acontece em window$. Estou farto de ver casos identicos em window$, É uma quesao de saber escolher o hardware. Eu tiro tudo o que quero do meu hardware.

Quando compras um carro não, compras um que só anda numa estrada pois não?

Então porque é que insistem em fazer isso para o hardware?

Isso que dizes não é verdade. Tenho um portátil, que cada vez mais é a solução adoptada pelas pessoas, e neste caso a escolha de hardware é mais díficil e limitada, além de que a troca/upgrada está quase exclusivamente limitada a RAM e disco.

Tenho todos os drivers de que necessito na treta do XP, mas no Linux não consigo usar o modem (dial up), nunca consegui usar a sério a placa de rede wireless e o bluetooth ainda estou para ver se o consigo colocar a funcionar. No Windows estes casos são marginais e totalmente insignificantes, pois um fabricante que não tenha drivers para Windows não vai vender o seu produto, além de que, muitas vezes o próprio Windows já tem uns drivers genéricos que permitem usar o hardware.

Pela analogia do carro que colocas: compras um carro que ande em 90% das estradas, e neste caso tens um Windows, ou compras um carro que não consegue andar em caminhos municipais, e neste caso tens um Linux. Esta é a verdade. Os drivers em Linux são uma dor de cabeça porque os fabricantes por vezes não querem investir nem tempo nem dinheiro nisso porque os ganhos são marginais e o Linux não é uma extratégia e, pior, por vezes não são simpáticos e não libertam a especificação do hardware, impedindo que alguma "alma caridosa" faça um driver e o distribua.

Isto é um facto, é indesmentível, é a realidade que temos actualmente.

Apesar de muito ter evoluído estes últimos anos nesta perspectiva do Linux, o comum mortal ainda não tem 'capacidade' para usar, pois não é só chegar e ligar, é preciso saber configurar e usar um sistema Linux.

Isso é uma mentira descarada!

Não, é um facto.

Acredito que o Linux vai continuar a ser um marginal nos desktops. O comum dos utilizadores mais depressa adquire/muda para um Mac do que para um Linux. Uma das razões é exactmante o facto de ser "out-of-the-box", extremamente facil de usar e muito "user friendly". Está  anos luz do Linux.

Basta vez a facilidade com que se configura a rede,  instala uma impressora ou um scaner em XP e em OS X para compreender que o utilizador comum vai preferir XP ou Mac. Puro bom senso.

Existem pessoas sem qualquer conhecimento de informática a utilizar GNU/Linux de forma produtiva e sem dificuldades.

Como disse acima: o uso do Linux em desktops é, e acredito que num futuro próximo também continuará a ser, marginal.

Conheço um caso desses, mas com uma nuance: teve de ser um tipo que percebe bastante de Linux a instalar e configurar a máquina, algo que o utilizador sem conhecimentos de Linux não conseguiria (já para não falar de conhecimentos de informática).

Não é verdade que seja mais preciso saber configurar um sistema GNU/Linux, do que qualquer outro sistema operativo.

A base de conhecimento pode ser a mesma, mas há certas tarefas em que a configuração num determinado sistema dá muito mais trabalho do que noutros.

Alias quase todas as configurações são automáticas não envolvendo práticamente qualquer user input, excepto quando é realmente necessário. Claro que isto também varia de distribuição para distribuição, mas só usa as menos completas e evoluidas quem quisér.

A nível de usabilidade o window$ ainda tem muito que penar para chegar ao nível do Gnome e do MacOSX.

Hummm... Configurações automáticas??? Curioso, tive de editar os ficheiros de configuração da rede para ter DHCP, tive de fazer download dos drivers da ATI, instalar e configurar os mesmos e mais umas coisas...

Efectivamente o som foi bem detectado, mas também detectar chips de som é "peanuts" nos dias de hoje (não evoluem da mesma forma que os gráficos)...

A tarefa não é assim tão simples como a pintas...

Além disso se o Windows faz tudo o que se quer, qual é a razão para um simples utilizador mudar para Linux?

O problema é que o window$ também faz o que não se quer.

Isso não é um problema. Basta ver que o Windows é dominante e a larga maioria das pessoas não se queixa.

Queres uma prova disso? Há uma década atrás estavamos todos a usar Windows e Office 95, os blue screens eram constantes e a maioria das pessoas vivia e convivia alegremente com isso, achando normal que o SO estoirace e lhes fizesse perder um dia de trabalho porque o ficheiro estava a ser gravado na altura ficou corrompido... E na altura havia um concorrente de peso que além de ser mais estábvel era 100% compatível com o 95, o OS/2 da IBM. A titulo de curiosidade, sabiam que as aplicações Windows corriam com maior performance no OS/2 do que no próprio 95? Tal resultava do facto da IBM ter usado um compilador melhor para o seu sistema. :D

Por isso, fazer o que não se quer não é um problema.

Existem diversas razões para passar a usar GNU/Linux:

* passas a estar realmente em controlo do computador, não é o fabricante do software nem a industria de conteúdos que manda no teu computador;

Não estou a ver em que isso é diferente do meu XP. A MS não manda no meu XP da mesma forma que não manda nos conteúdos e muito menos no meu computador.

* independência de fornecedores, quer de produtos quer de serviços;

Novamente, não estou a ver em que isso é diferente do meu XP. Escolho os fornecedores e os serviços que quero, aliás, tenho muito mais oferta em Windows do que em Linux.

* é mais seguro por design, por implementação e por atitude dos que o desenvolvem e mantêm;

Quase que tens razão desta vez. O problema da segurança é que qualquer um acha que sabe administrar um sistema, e depois o que tens é um "tarimbeiro" que martela umas configurações no sistema e acha que serve. Um Windows administrado como deve ser não possui mais problemas de segurança que um Linux

* podes beneficiar de melhorias mais rápidamente e vindas de mais lados;

Nem por isso. As melhorias e a rapidez de beneficio são distintas nos sistemas. Tenho muito mais oferta em XP do que Linux, logo tenho um conjunto maior ao meu alcançe, dada a concorrência esse beneficios estão constantemente a serem oferecidos vindos de muito mais lados.

* podes aproveitar mais e melhor máquinas mais velhas;

Esse argumento é totalmente falacioso. Se eu quizer aproveitar um chaço também lhe posso chapar um DOS ou um NT e usar isso para jogar ou servir de proxy.

* maior compatibilidade com os standards;

Compatibilidade com standards? Não se é compativel com um standard. Um produto ou implementa ou não implementa um standard.

O Linux não permite maior compatibilidade com standard nenhum...

* não é fabricado por uma empresa que viola sistemáticamente a lei;

:D:):D Essa foi la piece de resistance... Cómica, mesmo cómica... :)

Qual lei? A da concorrência? Assim de repente a única vez que vi a MS a violar a lei da concorrência foi no caso de um estado que trocou para outro office por causa dos formatos serem fechados.

Como se isso fosse impeditivo ou mesmo importante ou interessante para a maioria dos utilizadores. Os utilizadores da Europa estão-se a borrifar se a MS violou uma lei nos EUA, da mesma forma que os utilizadores na Ásia se estão a borrifar para a tolice do processo que a UE colocou à MS, da mesma forma que os utilizadores nos EUA se estão a borrifar se a MS violou alguma lei na India...

... enfim, pode-se resumir à palavra liberdade. Quem presa e sua vai usar GNU/Linux.

Quem presa e quem se sente preso e a verdade é que a larga maioria das pessoas não se sente presa.

Para ter problemas? Para perder tempo a saber usar um novo sistema operativo? Se sempre foram habituados ao Windows e se faz tudo o que eles querem, qual é a razão para mudar?

Precisamente o contrário. Para deixar de ter problemas.

Como já referi acima, os problemas não existem para os utilizadores, mesmo quando a aplicação estoira e perdes o teu trabalho, como isso é visto como normal e aceitável não há problema nenhum.

Eu quando mudei para GNU/Linux deixei de ter problemas:

* Acabaram os crashes do sistema operativo;

É pá, tens de ter uma conversinha com o meu Linux, já por mais de uma vez que na troca de utilizador na GUI do KDE sou obrigado a fazer hard reset, por vezes nem acesso a uma shell consigo ter para matar só o X e o CTRL+SHIFT+-BackSpace não responde...

* Deixei de ter de perder recursos da máquina com anti-virus;

Isso sim, é uma vantagem.

* Passei a poder fazer mais coisas e cada vez mais facilmente;

Isso também é uma vantagem real: a gestão de memória é muito mais eficiente.

* Passei a poder confiar que o meu computador só fazia o que eu queria;

Desculpa, mas ai és ingénuo... Não raras vezes foi necessário recorrer ao "hacker" cá da casa para colocar algumas máquinas a deixar de fazer o que nós não queriamos...

* Passei a ter maior rentabilidade da maior parte do meu hardware;

No meu caso foi o oposto: tive hardware que deixei de usar. Causa: drivers...  :thumbdown:

* Pude re-aproveitar vários computadores antigos que tenho;

Falsa vantagem. Podias fazer isso com qualquer sistema que usasses, depende dos objectivos, mas duvido que tenhas alguma coisa a correr numa dessas máquinas que um NT não pudesse fazer.

* Arranjo trabalho muito mais interessante;

Subjectivo... Se bem que a maior parte dos projectos mais interessantes para mim ultimamente tem acontecido numa shell Unix.

* Acabaram-se as reinstalações porque foi preciso formatar o sistema;

Falsa vantagem. Não confundas a azelhice dos utilizadores e daqueles que acham que sabem administrar máquinas Windows com a necessidade de formatar e reinstalar. Essa é a solução de "tarimbeiros" que não sabem gerir uma máquina nem sabem como recuperá-la de quando existe um problema, esses "computer experts wanna-bes" só conhecem uma solução: formatar e instalar de novo.

* Acabaram-se as mensagen de erro em hexadecimal completamente incompreensíveis até para técnicos;

:P:D :D Nunca deves ter tido um core dump em Linux na tua vida... :D :D :D

* o desktop com maior acessibilidade para pessoas com deficiências é o Gnome;

Mais uma vez dizes isso baseado em quê factos?

Mudar para GNU/Linux, não requer da maior parte dos utilizadores práticamente nenhuma aprendizágem. Claro que aqueles que querem aproveitar o sistema de formas que não aproveitavam o window$, vão ter de aprender bastante, mas os outros não. Ambientes de desktop como o Gnome são desenhados a pensar na usabilidade, e utiliza os mesmos conceitos que são usados no window$ (icones, clicks, janelas, etc...), com a vantagem de ter um menu principal com uma estrutura mais simples, e de ter ferramentas de configuração tremendamente mais simples. De resto as aplicações também tendem a ser muito parecidas e conheço casos de migrações em que as pessoas só se aperceberam que deixaram de ter problemas com o software, mas nem perceberam que mudaram de aplicações e de sistema operativo.

Isso é tudo muito lindo, mas o cerne da questão é "mudar para quê se estou satisfeito"?

A larga maioria dos utilizadores não tem sentido crítico técnico, tecnológico nem funcional, comem com o que lhes dão habituam-se a isso, acham bom e não querem mudar.

A verdade é que actualmente as pessoas não sentem necessidade de mudar, por isso o Windows é um sucesso, já o era quando realmente havia razões para mudar (em 96 com os blue screens que referi atrás) e se nem assim as pessoas quizeram mudar, não vai ser por haver algo melhor que vão mudar...

Há uma coisa que é necessário ter em mente: só ser bom não basta. Há um conjunto de factores que influenciam as escolhas. Por exemplo, o leitor de MP3 da Creative é o melhor do mercado por um conjunto de factores e métricas, mas isso não impede a Apple de dominar mais de 90% do mercado com um leitor de MP3 mais bonito mas pior.

Vocês não têm problemas, há quem tenha.

Há muitos que têm. Por exemplo: já vi bastantes casos de problemas com hardware em window$. Claro que no entanto a maior parte das pessoas com esses problemas aceitam isso como algo normal em window$, mas se for com GNU/Linux já não aceitam; há pessoas que acham normal formatar os sistemas de x em x meses, etc...

A verdade é que a maior parte das pessoas estão tão acostumadas ao window$ e aos seus problemas, que acham que ter problemas faz parte da normal utilização de um computador.

Acho que isso mostra que compreendes o porquê do sucesso do Windows e porque o Linux não vai ser um sistema de desktop de massas.

Agora, reconheço que o comum dos mortais está-se na tintas para se o programa é livre ou não, a maioria dos utilizadores não sabe programação, e mesmo dos que sabem nem todos tentam melhorar os programas que lhes chegam às mãos.

Mas essa não é de forma alguma a única, vantagem do Software Livre. Aliás para beneficiarmos da existência dessa liberdade não precisamos de saber programas, por exemplo sempre que é publicado um patch e que o aplicas, estás a beneficiar dessa liberdade, é que alguém pode descobrir o bug, analizar o código fonte e corrigir o bug (não necessáriamente sempre a mesma pessoa) e publicar o patch para que todos o possam aplicar. Também beneficias dessa liberdade sempre que sai uma nova versão com novas features, ou sempre que alguém faz um fork com novas features. Para que além disso podes sempre pedir ou pagar a alguém que saiba programar.

A vantagem da liberdade não é uma mais valia para os utilizadores comuns.

É verdade que a maior parte das pessoas estão-se nas tintas para o licenciamento do software, mas isso é porque a maior parte das pessoas não cumpre a lei e porque a maior parte das pessoas também não tem consciência dos problemas que o software proprietário traz consigo. Isto ainda é uma coisa nova, tem apenas umas dezenas de anos, e só agora começa a ser vulgar usar computadores nas sociedades mais ricas, por isso é normal que as pessoas ainda não tenham consciência de muitos dos perigos que existem associados a algo que desconhecem.

Ora sendo assim o utilizador normal dá valor, como já foi dito, há melhor solução que lhe resolva o problema,

O utilizador normal não tem conhecimentos suficientes para saber o que é melhor.

Discordo. O utilizador comum tem conhecimentos suficientes para avaliar se uma determinada aplicação lhe é, ou não, útil, ou seja, sabe se uma aplicação lhe resolve, ou não, o problema que tem, logo sabe avaliar se essa é, ou não, uma boa ferramenta para si.

Como já referi, só ser bom não basta, e a maioria dos utilizadores contenta-se quando tem 80% dos seus problemas resolvidos (a conhecida regra dos 80 20).

[...]

mas são mais intuitivas e/ou são acentes num sistema que infelizmente nos entra pelos olhos, ou que pelo menos, entra pelos olhos do comum utilizador de pc.

O window$ é tudo menos intuitivo!

Por acaso não é verdade. As interfaces WIMP estão tão difundidads que o Windows é intuitivo.

Coloca uma pessoa que nunca usou um computador em frente ao window$ e vais ver o quão intuitivo ele é.

É pá esse exemplo é a mesma coisa que dizeres: coloca lá uma vaca à frente de dois relógios, um digital e outro de ponteiros a ver se ela sabe ver as horas em algum deles...

Coloca uma pessoa que nunca mexeu em nenhum computador à frente de qualquer sistema e o resultado vai ser o mesmo em todos os sistemas: nada vai acontecer.

Até eu que já perdi o habito de usar window$, acho dificil fazer coisas básicas em window$.

Os menus, os wizards e as ferramentas de configuração são confusos, até a ferramenta de procura é confusa.

Isso é porque, à semelhança da maioria dos utilizadores do Windows, te limitaste a usar o que o sistema já trazia.

Uso Windows há muitos anos e nem por isso como o que o mesmo tem para me dar. Por exemplo, shell uso TotalCommander, procura de ficheiros uso WinGrep, browser e mail uso SeaMonkey, telnet uso putty e por ai fora.

Um utilizador normal não consegue usar o window$, apenas decorou onde estava o icone para abrir a aplicação.

Nem te vou perguntar em que métricas te baseaste para dizer isso porque essa afirmação não tem pés nem cabeça...

Em termos de usabilidade os desktops de GNU/Linux estão ao nível do window$ (KDE e XFCE), chegando a ser superiores em vários aspectos (Gnome).

Só que o Linux e o Windows não são apenas interfaces gráficas, são sistemas operativos.

Se quiséres fazemos aqui um desafio prático sobre usabilidade no desktop, para provar que tenho razão (combinamos depois como).

Isso não leva a lado algum. Não existe nenhuma métrica standard, nem sequer consensual, para medir interfaces, pelo que tal não levaria a nenhuma conclusão.

O problema está nas empresas, que fazem os seus drivers para windows e não para gnu/linux.

Sim e não!

Eu compreendo que as empresas não falam drivers para o Gnu/Linux, há várias razões razoáveis para isso:

* não o sabem fazer. Muitas empresas simplesmente não têm o know-how necessário para o desenvolver e não sabem como ultrapassar esse problema;

Falso. Não o fazem porque o retorno a nível do investimento não compensa. É uma decisão estratégica, nada mais do que isso.

* se fizerem para GNU/Linux, qual a razão para não o fazerem para outros como os *BSD;

A razão é a mesma de cima: não compensa e está totalmente fora do âmbito de negócio.

* é mais complicado e mais caro desenvolver mais drivers;

Falso. Fazer um driver para Linux é, normalmente, bem mais simples e rápido do que para Windows.

A razão da escolha do Windows e não do Linux tem a ver com o retorno de investimento, nada mais. Houvesse dinheiro envolvido no Linux para essas empresas e logo verias a quantidade de drivers que exsitiriam.

Contudo, não acho aceitável que não façam produtos completos! E que escolham limitar os utilizadores/consumidores às suas próprias capacidades/vontades.

Não só é totalmente aceitavel como é puro bom senso. As empresas desenvolvem uma solução para um determinado problema, quem quer compra, quem não quer não compra. Ninguém obriga a optar por essa opção, a escolha e a vontade está 100% do lado do consumidor/utilizador.

Se os fabricantes não querem publicar drivers, estão no direito deles. No entanto, nesses casos deveriam publicar documentação para que outros pudessem criar e distribuir livremente esses drivers.

Já expliquei isso acima. E mais uma vez é também por razões especificas de negócio, as empresas não querem que a concorrência saiba como o produto deles funciona por dentro, é puro bom senso.

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Mas de qualquer forma o GNU/Linux é mais funcional e mais eficiente.

Isso é muito relativo, depende de pessoa para pessoa o que é ser eficiente e funcional, mas eu digo-te que no Windows tenho muito mais eficiência em tudo o que faço do que no GNU/Linux.

Então devias começar por aprender que Linux é apenas o kernel, o nome do sistema operativo é GNU/Linux.

Epa, às vezes gostam de implicar por tudo, toda a gente sabe que neste contexto quando se fala de Linux está-se a falar no sistema operativo. Ao longo deste post vou falar de GNU/Linux como Linux.

mas o problema do Linux é a pouca compatibilidade com as aplicações que até agora só dão para Windows e olha que ainda são muitas

Eu estava a falar no contexto de Wine, que cria um layer de emulação para aplicações de Windows e que por vezes dá muito jeito.

Em segundo lugar, estár preso a aplicações é ESTUPIDO!

Existem outras aplicações, que fazem o mesmo. E acredita que há para GNU/Linux aplicações para quase tudo o que se pode fazer em window$, e que também não há aplicações para tudo o que se faz em GNU/Linux e em outros sistemas operativos.

A maior parte das pessoas não sentirá a falta de funcionalidade.

Não me faças dar exemplos de aplicações que existem em Windows que não existem em Linux pois nunca mais acabava de escrever. :D

E o mesmo posso dizer em relação a muitas aplicações para window$. Existe um equilibrio. E as funcionalidades que a maior parte das pessoas usa e realmente precisa, estão presentes.

Se querem que as pessoas mudem para Linux, então têm de dar as mesmas ou mais funcionalidades que as aplicações concorrentes em Windows apresentam, pois não vou mudar para pior.

Isso é uma mentira descarada!

Existem pessoas sem qualquer conhecimento de informática a utilizar GNU/Linux de forma produtiva e sem dificuldades.

A nível de configuração o Linux ainda tem muito que caminhar para chegar ao plug n' play do Windows, é simplesmente diferente... não estou a falar de simples coisas como mudar background's, criar contas, essas coisas que se fazem fácilmente, mas mexer nas configurações do sistema, embora também se tenha de dizer que no Linux se tem MUITOO mais liberdade, à custa de dificuldade. :)

O mesmo acontece em window$. Estou farto de ver casos identicos em window$

Nunca tive qualquer problema em Windows, e nunca vi tantos casos de incompatiblidades. Outro problema que tive no Linux foi não ter drivers para o rato (para mudar os dpi's) e para a câmara.

O window$ é tudo menos intuitivo!

Tenho de discordar dessa opinião... apesar de o Linux se ter tornado intuitivo ainda não chega aos calcanhares do Windows. Pede a alguém para instalar uma aplicação em Linux e vês o que te digo. Enquanto no Windows é clicar no .exe, no Linux é uma confusão. Acredito que para quem está habituado seja a coisa mais normal deste mundo, mas para um simples utilizador não. Aplicações em .rmps, depois mais depêndencias, às vezes tem de se compilar da source, não acredites que um utilizador normal aprende isso tudo se tem o Windows a que está habituado e que realmente nesse aspecto é mais fácil. Isto foi só um exemplo.  :D

* Acabaram os crashes do sistema operativo;

No pouco tempo que tive com Linux tive um ou dois crashes, enquanto no Windows XP ainda não tive crashes.

* Deixei de ter de perder recursos da máquina com anti-virus;

Também existem anti-virus para Linux e só não existem mais vírus porque não existe tanto interesse por parte dos hackers. Eu por exemplo não uso antí-virus e nunca tive problemas em Windows.

* Passei a poder fazer mais coisas e cada vez mais facilmente;

Epa, se a ti te aconteceu isso ainda bem, eu fiquei limitado.

* Passei a ter maior rentabilidade da maior parte do meu hardware;

Eu tenho menos rentabilidade, pois o que realmente me puxa pelo computador no dia-a-dia, não consigo fazer no Linux, e além disso as placas gráficas têm muito menos rentabilidade em Linux.

* Acabaram-se as reinstalações porque foi preciso formatar o sistema;

Isso depende de utilizador para utilizador, se conheces alguém que precisa de formatar o sistema de x em x tempo é porque não sabe gerir a instalação que tem.

Estas são só alguns pontos de visto que tentei esclarecer. Que continue a conversa!  :D:) falco, tenta ver os dois lados da questão, eu já disse que o Linux ainda tem as suas vantagens, mas não querias tornar Linux como no sistema perfeito, porque não é.

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