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Novo Serviço "ViaCTT"

10 mensagens neste tópico

Os CTT lançaram ontem este novo serviço, que disponibiliza gratuitamente dez milhões de caixas postais virtuais para que particulares e instituições possam receber correspondência electrónica.

Esta caixa é pessoal e pode ser usada para receber extractos bancários, facturas, entre outra correspondência.

No caso de facturas, se os utilizadores se esquecerem de ver a caixa de correio virtual, os CTT enviam o documento por papel, tal como até agora.

Para além de receberem a correspondência, só e exclusivamente das entidades escolhidas pelo utilizador, a caixa postal permite guardar os documentos durante dois anos e efectuar pagamentos, à semelhança do que já acontece com a banca virtual.

O pagamento pode assim ser efectuado a partir do próprio computador. Por outro lado, quem preferir pagar a facturas nos locais tradicionais só tem de imprimir o documento e apresentá-lo nas payshop, estações de correios ou usar os dados no multibanco.

O ViaCTT permite ainda definir alertas que podem ser enviados por ‘e-mail’, mensagens escritas (SMS) ou correio físico.

Vodafone, Portugal Telecom, EDP e o Banco Santander Totta são algumas das empresas que já se associaram à iniciativa – são elas que pagam o serviço – mas os CTT estão em negociações, neste momento, com 80 instituições.

O novo serviço de correio dos CTT foi anunciado ontem em Lisboa pelo presidente da empresa, Luís Nazaré, e aplaudido pelo ministro dos Transporte, Mário Lino, e pelo primeiro-ministro, José Sócrates.

Com um investimento de 2,5 milhões de euros, este serviço permite às empresas poupar em papel e selos e aos utilizadores concentrarem e organizarem a sua correspondência.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O SERVIÇO

Como posso ter uma caixa postal electrónica ViaCTT?

Os interessados poderão activar uma caixa através da página www.viactt.pt, do número 808202029 ou futuramente nas estações. Os CTT enviam, em papel, o código de acesso.

E se não tiver computador em casa?

Se não tiver computador em casa nem tiver acesso a locais públicos não terá vantagens imediatas em ter o serviço. Terá então de aguardar pela instalação de computadores nas estações.

As empresas vão deixar de usar o correio normal?

Não. Só usarão a correspondência digital com aqueles clientes que têm caixa postal e que, expressamente, tenham indicado que é esse o meio através do qual querem receber informação.

Outras pessoas podem ter acesso à minha caixa?

Não. Por um lado, só os CTT podem colocar correspondência, por outro, o acesso é feito mediante o código secreto, à semelhança do que se passa com o multibanco.

Nos pagamentos electrónicos, fico sem provas em papel?

Não. Se quiser pode imprimir em papel a factura electrónica, que é um documento reconhecidamente legal. Se já tiver sido paga, a factura incluirá a respectiva informação de liquidação.

O novo serviço implica o despedimento de carteiros?

Não. O ViaCTT é um serviço complementar à actividade quotidiana dos correios. Não implica pois o despedimentos dos profissionais que continuarão a entregar correio físico.

Fonte: Correio da Manhã

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Desde já a minha critica de vários aspectos:

Ao que me deram a entender não é um verdadeiro serviço de correio electrónico, pois serve apenas para receber/enviar facturas e outros documentos oficiais de entidades com acordos com os CTT. O que faz com que seja inutil. Já existem à muito tempo empresas a entregar facturas electrónicas via e-mail. E nunca houve necessidade de haver um serviço especifico para tal coisa, qualquer serviço de e-mail serve.

Não existe falta de oferta de serviços de e-mail pagos, nem gratuitos. Por isso não existe a necessidade de oferecer um endereço de e-mail a cada português.

Compreendo que os CTT queiram entrar no mercado de prestação de serviços on-line, é mesmo lógico que o façam, até porque para além de entrar em novos mercados em expansão, há de facto a possibilidade de oferecer serviços complementares com grande valor para os consumidores.

Concluindo, isto tem valor do ponto de vista empresarial, do ponto de vista politico não tem nenhum valor ao contrário do que o governo tem tentado transmitir.

Para além disso quem visitar a página do serviço hoje, depara-se com:

«The page cannot be displayed

There is a problem with the page you are trying to reach and it cannot be displayed.

Please try the following:

    * Click the Refresh button, or try again later.

    * Open the Web site home page, and then look for links to the information you want.

    * If you believe you should be able to view this directory or page, please contact the Web site administrator by using the e-mail address or phone number listed on the Web site home page.

404 Not Found - The requested item could not be located. (12028)

Internet Security and Acceleration Server»

Os certificados digitais para todos os portuguêses e o acesso on-line gratuito ao Diário da República sim são medidas com valor politico e que eu defendo à anos e por isso aplaudo quando forem realizadas e se forem bem realizadas.

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A extratégia dos CTT é excelente: baixar os custos à custa dos documentos digitais. O que os CTT estão a fazer não é disponibilizar uma caixa de correio electrónico mas sim uma pseudo-substituição da caixa de correio física por uma caixa de correio virtual.

Tal permite-lhe ter menos recursos e menos custos fixos (entenda-se carteiros, carros, carrinhas, papel, envelope, etc.) e assim aumentar a sua rentabilidade: os CTT passam a ter menos custos para entregar as mesmas cartar das entidades que pagam pela impressão e expedição do seu correio aos CTT.

Só uma pequena discordancia: do ponto de vista político tem muita importância. Mostra que os CTT estão na vanguarda, uma empresa modelo, cujos investimentos em tecnologia se pautam pela maior rentabilidade económica. Além de que passa outra mensagem política e social bastante forte: os carteiros que se cuidem pois aquelas greves que andaram a fazer tem os dias contados...

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Só uma pequena discordancia: do ponto de vista político tem muita importância. Mostra que os CTT estão na vanguarda, uma empresa modelo, cujos investimentos em tecnologia se pautam pela maior rentabilidade económica.

Isso é algo empresarial não tem a ver com a governação do país. Não é uma decisão feita a nível do governo mas sim da direcção dos CTT.

Além de que passa outra mensagem política e social bastante forte: os carteiros que se cuidem pois aquelas greves que andaram a fazer tem os dias contados...

Os carteiros continuaram a ser necessários durante muito anos.

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Só uma pequena discordancia: do ponto de vista político tem muita importância. Mostra que os CTT estão na vanguarda, uma empresa modelo, cujos investimentos em tecnologia se pautam pela maior rentabilidade económica.

Isso é algo empresarial não tem a ver com a governação do país. Não é uma decisão feita a nível do governo mas sim da direcção dos CTT.

E quem é que achas que manda nos CTT? Este projecto foi iniciado por um governo, não te sei dizer qual, e tem uma mensagem política até bastante forte, uma parte virada para o mundo empresarial.

Além de que passa outra mensagem política e social bastante forte: os carteiros que se cuidem pois aquelas greves que andaram a fazer tem os dias contados...

Os carteiros continuaram a ser necessários durante muito anos.

Óbvio. A correspondência física nunca vai terminar, nem que seja devido às encomendas e aos serviços expresso, mas a verdade é que vão ser necessários menos carteiros, o que quer dizer que as greves e manifestações de  descontentamento dos carteiros terão de ser revistos, pois agora ficam numa posição mais frágil.

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Pode ser que acabe todo o tipo de trasportes sim! eu pelo menos tenho esperança que um dia possa mandar vir camiões de batata pela net! eheheh (joking, claro!)

Em relação ao assunto, (se eu bem o entendi) para mim faria algum sentido sim era  haver(não própriamente  os CTT, mas servia) um correio electronico que fosse oficialmente do indeviduo x.  ou seja, haver uma garantia da entidade que o endereço joaquimfelipealcobia@blablabla.pt era do Joaquim Felipe Alcobia, havendo assim  no "mundo virtual"  ( por assim dizer)  uma certificação de quem a pessoa 'virtual' é a pessoa fisica. Mas mesmo assim talvez fosse algo mais complexo do que tenho em mente.

(não sei se me fiz entender)

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E quem é que achas que manda nos CTT?

Quem manda nos CTT é a direcção dos CTT.

Em relação ao assunto, (se eu bem o entendi) para mim faria algum sentido sim era  haver(não própriamente  os CTT, mas servia) um correio electronico que fosse oficialmente do indeviduo x.  ou seja, haver uma garantia da entidade que o endereço joaquimfelipealcobia@blablabla.pt era do Joaquim Felipe Alcobia, havendo assim  no "mundo virtual"  ( por assim dizer)  uma certificação de quem a pessoa 'virtual' é a pessoa fisica. Mas mesmo assim talvez fosse algo mais complexo do que tenho em mente.

Uma morada de correio electrónico não te permite certificar a identidade de uma pessoa, o mais perto que tens disso são as assinaturas electrónicas e para isso as pessoas têm que ter certificados digitais reconhecidos pelo estado.

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Em relação ao assunto, (se eu bem o entendi) para mim faria algum sentido sim era  haver(não própriamente  os CTT, mas servia) um correio electronico que fosse oficialmente do indeviduo x.  ou seja, haver uma garantia da entidade que o endereço joaquimfelipealcobia@blablabla.pt era do Joaquim Felipe Alcobia, havendo assim  no "mundo virtual"  ( por assim dizer)  uma certificação de quem a pessoa 'virtual' é a pessoa fisica. Mas mesmo assim talvez fosse algo mais complexo do que tenho em mente.

acho que era mais ou menos isso que era pretendido com este projecto, até porque para activares o email tens que receber uma carta registrada, ou seja, se tu não fores realmente quem dizes ser (caso usasses o nome ou morada de outra pessoa), não devias receber a carta. é claro que haverá sempre formas de contornar este aspecto...

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Uma morada de correio electrónico não te permite certificar a identidade de uma pessoa

Exactamente! O ideal seria mesmo contronar esse ponto.

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E quem é que achas que manda nos CTT?

Quem manda nos CTT é a direcção dos CTT.

Certo. :P

É como na PT, na EDP, na Galp e noutras empresas, quem manda são os conselhos de administração... :P

Em relação ao assunto, (se eu bem o entendi) para mim faria algum sentido sim era  haver(não própriamente  os CTT, mas servia) um correio electronico que fosse oficialmente do indeviduo x.  ou seja, haver uma garantia da entidade que o endereço joaquimfelipealcobia@blablabla.pt era do Joaquim Felipe Alcobia, havendo assim  no "mundo virtual"  ( por assim dizer)  uma certificação de quem a pessoa 'virtual' é a pessoa fisica. Mas mesmo assim talvez fosse algo mais complexo do que tenho em mente.

Uma morada de correio electrónico não te permite certificar a identidade de uma pessoa, o mais perto que tens disso são as assinaturas electrónicas e para isso as pessoas têm que ter certificados digitais reconhecidos pelo estado.

Exactamente.

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