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esquiso

Orientação Política [com votação!]

Qual a sua orientação política?   40 membros votaram

  1. 1. Qual a sua orientação política?

    • Anarquista
      3
    • Comunista
      2
    • Liberal
      5
    • Nacional-Socialista
      1
    • Socialista
      8
    • Social-Democrata
      7
    • Verde
      1
    • Outro [especificar qual]
      1
    • Sem orientação definida
      12

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18 mensagens neste tópico

Ora viva.

Em primeiro lugar, numa rápida pesquisa, não encontrei nada semelhante. Portanto, resolvi criar.

A ideia deste tópico era para fazer uma prospecção das diferentes orientações políticas dos utilizadores do fórum e quem sabe criar um espaço de discussão (mas como o vinho, com moderação!) sobre as diferentes escolhas e pontos de vista.

A votação contempla 9 opções diferentes; podiam ser muito mais (todas as ramificações das principais teorias), mas resolvi deixar a que, do meu ponto de vista, terão mais votos. Podem sempre votar "Outro" e especificar no tópico qual, se acharem que as opções existentes não traduzem fielmente a vossa opção. A ordem é alfabética, como podem reparar, portanto, nada de bias! A votação não contempla a visão "esquerda-direita", porque dentro de cada opção, há quem se considere mais à esquerda ou mais à direita.

Como a votação em si é um pouco limitada, propunha que os votantes fizessem um post a especificar melhor a sua visão (no caso de ser necessário) e/ou a explicar o porquê de a vossa escolha ser essa. Penso que não custa nem doi :(

Posto isto, façam o favor de responder.

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Quanto à minha pessoa:

Sou uma espécie de ave rara no nosso país de esquerdismos. A minha visão política, neste momento, será algo próximo do Liberal clássico - o liberalismo de Adam Smith, David Hume, Hayek e demais senhores. Acredito que a maximização da liberdade individual deverá ser o principal objectivo de cada um, e que, para isso, o Estado deverá cingir a sua acção ao mínimo possível para a manutenção da vida em sociedade (e talvez mais uns pózinhos): deverá assegurar a segurança, a justiça e a defesa do país (no caso de ser necessário), e assegurar o ensino para todos (por outras palavras, garantir que toda as pessoas têm acesso a uma educação digna e competente). Acredito também que as liberdades são indivisíveis, e sou por isso um defensor do mercado livre e da livre iniciativa económica, fora da esfera estatal. Não pertenço, apesar de tudo, a esta vaga de liberais sociais que acabam por defender o Estado Social. Não sou também um minarquista ou o libertário, apesar de partilhar alguns pontos de vista com eles.

Penso que é tudo.

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Sou socialista. Não tenho como aprofundar muito a coisa porque não sou dado à política, mas ainda tenho na memória a "jabardice" que foi o governo do PSD há uns anos atrás e sinceramente até me dá medo se esses gajos voltam ao poder, e acredito piamente que se o BE ou o partido comunista ganhassem íamos à falência em menos de seis meses e tínhamos de ser adoptados pelos espanhóis.

Eheh as minhas opiniões não são para ofender ninguém, muito menos são uma campanha. Que ninguém se enerve comigo por política.  :wallbash:

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O criador do tópico sabe em que votei. :)

Verde, não foi? ;)

Gostava de pedir às pessoas que votam que divulgassem (se assim quiserem) o voto, já que na poll não há a possibilidade ver quem votou :)

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Verde, não foi? ;)

Gostava de pedir às pessoas que votam que divulgassem (se assim quiserem) o voto, já que na poll não há a possibilidade ver quem votou :)

Verde alface! :) Não confudamos. :)

Anarquista

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Nada definido, acredito que o melhor que há é a mistura das diversas ideologias.

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Sou socialista. Não tenho como aprofundar muito a coisa porque não sou dado à política, mas ainda tenho na memória a "jabardice" que foi o governo do PSD há uns anos atrás e sinceramente até me dá medo se esses gajos voltam ao poder, e acredito piamente que se o BE ou o partido comunista ganhassem íamos à falência em menos de seis meses e tínhamos de ser adoptados pelos espanhóis.

Eheh as minhas opiniões não são para ofender ninguém, muito menos são uma campanha. Que ninguém se enerve comigo por política.  :wallbash:

Tens razão no que referes ao PSD e partidos de Extrema Esquerda, mas o PS também tem adoptado medidas que nos levam para a falência em pouco tempo...

Os únicos políticos que vejo/oiço dizerem coisas decentes são os do CDS...mas também tem pontos em que discordo.

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num defendo nem simpatico com nenhum em especifico simplesmente vejo o historial e se cumpriram depois vejo as propostas e a possibilidade de comprirem ou nao, e mais isto :) mas acho que pa ja sou mais simpatizante do partido pirata portugues apesar de ainda nao ser um partido mesmo. mas esperoq ue venha a ser. e preciso gente  jovem a pensar em evoluir o pais e nao fazer obras que num ajudam

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Mas estamos a discutir partidos ou orientações políticas?

both? :)

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As minhas ideias são maioritariamente sociais democratas, embora me considere do centro. Neste momento por exemplo, votaria no PS porque parece-me que não há nenhum lider de partido melhor do que ele. Não vou na ideia que ele é mentiroso e  mais não sei o quê, porque mentirosos são todos. Admiro o homem porque é constantemente atacado de todos os lados (já o acusaram de gay, corrupto, e de mais umas 1000 coisas), e carrega essas calúnias ... sinceramente não sei como aguenta.

Para além disso conseguiu a nível tecnológico fazer progredir o nosso país, fazer aquilo que ha via de ser feito há uns 5/6 anos. Nunca pensei, por exemplo, em ver os meus pais a mexer num PC e pesquisar na internet.

À parte disto, sou completamente contra as ideias da extrema esquerda (PCP e BE) e da extrema direita (PNR por exemplo).

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Isto (a votação não ser partidária) cheira-me a conveniência ideológica proto-liberal ou pró-anarquista. Estarei certo?. :ipool:

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Isto (a votação não ser partidária) cheira-me a conveniência ideológica proto-liberal ou pró-anarquista. Estarei certo?. :ipool:

Ou só para evitar tornar isto numa luta de class.. partidos. Para isso, já basta a (pré-)campanha eleitoral.

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Eu claramente, não tenho orientação definida. Votei pela primeira vez para as Europeias este ano e admito que votei no Bloco de Esquerda. Mas para as legislativas não sei, não me estou a ver vivendo num regime comunista. Não me surpreendeu a maior parte do pessoal aqui do fórum, assim como eu, não ter orientação definida, com o crédito que os políticos em geral actualmente têm, é normal que isto se agrave cada vez mais...

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Eu sou comunista. Militante; mais ou menos activo; mais ou menos informado; mais ou menos... qualquer coisa.

Seguindo a ideia que o esquiso expôs no segundo post do tópico, e que me pareceu interessante, vou também esclarecer a minha visão ideológica, os meus porquês. Vender o meu peixe.

O comunismo é um sistema de relações socio-económicas e de relações de produção em que o sistema "burguês" ou "capitalista" de produção [estado -> empresa (patronato / proletariado) -> sindicato] está totalmente abolido. O nome comunismo como projecto ou "ideologia" é também aplicável. São as ideias que constituem o socialismo científico tendo em vista a sociedade comunista.

O socialismo científico é, em poucas palavras e numa redutora visão, o marxismo-leninismo, o instrumento científico de estudo das relações de produção capitalistas, da história e evolução científica e social do mundo e das sociedades do/no mundo.

Não há um documento de Marx ou Engels que possa resumir o socialismo científico, nem tão-pouco um texto de Lénine com toda a teoria de transformação revolucionária da sociedade.

No primeiro caso, porque, mesmo tendo as bases "completas" do materialismo histórico e do materialismo dialéctico, a sociedade capitalista, ela própria, evoluiu transformando-se para se perpetuar e resistir às crises sistémicas, às suas características crises periódicas. Essas "crises", como a que vivemos hoje. A crise da moda, tão da moda como a gripe A H1N1.

No segundo caso, pelas mesmas razões e porque Lénine em grande parte escreveu e descreveu as transformações sociais num universo peculiar pelas suas características geográficas, demográficas e económicas concretas, que nada têm a ver com as de outro país, ou com os tempos de hoje. Muda o espaço, muda o tempo, muda a Revolução. Se há coisa imortal em Lénine é precisamente essa constatação, ainda no início do século XX.

Olhando para o marxismo-leninismo, porém, podemos realmente encontrar mais do que as bases do que é o sistema político que hoje temos. Que hoje se globalizou. Se fortaleceu na luta com o Bloco Socialista e a sua derrota da Revolução das Telecomunicações. Mas muito do socialismo científico, quase tudo, mantém-se. E sem calhamaços de teoria económica pré-marxista, de filosofia como o Anti-Dühring (F. Engels), sem O Capital (K. Marx), podemos só retirar passagens destes e muitos outros textos e mostrar o comunismo às pessoas.

Num texto conhecidíssimo e de suprema importância, escrito há 161 anos pelos teóricos fundadores do socialismo científico Karl Marx e Friedrich Engels, resumem-se uma série de ideias, postulados, etc:

I - Burgueses e Proletários

Anda um espectro pela Europa - o espectro do Comunismo.

[...]

A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes.

[Homem] livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, burgueses de corporação e oficial, em suma, opressores e oprimidos, estiveram em constante oposição uns aos outros, travaram uma luta ininterrupta, ora oculta ora aberta, uma luta que de cada vez acabou por uma reconfiguração revolucionária de toda a sociedade ou pelo declínio comum das classes em luta.

Nas anteriores épocas da história encontramos quase por toda a parte uma articulação completa da sociedade em diversos estados [ou ordens sociais'], uma múltipla gradação das posições sociais. Na Roma antiga temos patrícios, cavaleiros, plebeus, escravos; na Idade Média: senhores feudais, vassalos, burgueses de corporação, oficiais, servos, e ainda por cima, quase em cada uma destas classes, de novo gradações particulares.

[...]

A nossa época [...] distingue-se, contudo, por ter simplificado as oposições de classes. A sociedade toda cinde-se, cada vez mais, em dois grandes campos inimigos, em duas grandes classes que directamente se enfrentam: burguesia e proletariado.

[...]

A grande indústria estabeleceu o mercado mundial que o descobrimento da América preparara. O mercado mundial deu ao comércio, à navegação, às comunicações por terra, um desenvolvimento imensurável. Este, por sua vez, reagiu sobre a extensão da indústria, e na mesma medida em que a indústria, o comércio, a navegação, os caminhos-de-ferro se estenderam, desenvolveu-se a burguesia, multiplicou os seus capitais, empurrou todas as classes transmitidas da Idade Média para segundo plano. [Aqui, pode ver-se, Marx e Engels já falavam em 1848 naquilo a que hoje a esquerda chama Globalização. (nota minha)]

[...]

[Agora muito importante, acerca do Estado como o temos hoje.]

[...] ela [a burguesia] conquistou por fim, desde o estabelecimento da grande indústria e do mercado mundial, a dominação política exclusiva no moderno Estado representativo. O moderno poder de Estado é apenas uma comissão que administra os negócios comunitários de toda a classe burguesa.

[...]

[Sobre a transformação dos laços de família e das relações meramente sociais e humanas levada a cabo pela burguesia - pelo capitalismo]

A burguesia desempenhou na história um papel altamente revolucionário.

A burguesia, lá onde chegou à dominação, destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas [...] e não deixou outro laço entre homem e homem que não o do interesse nu, o do insensível "pagamento a pronto". Afogou o frémito sagrado da exaltação pia, do entusiasmo cavalheiresco, da melancolia pequeno-burguesa, na água gelada do cálculo egoísta. Resolveu a dignidade pessoal no valor de troca, e no lugar das inúmeras liberdades bem adquiridas e certificadas pôs a liberdade única, sem escrúpulos, de comércio. Numa palavra, no lugar da exploração encoberta com ilusões políticas e religiosas, pôs a exploração seca, directa, despudorada, aberta.

A burguesia despiu da sua aparência sagrada todas as actividades até aqui veneráveis e consideradas com pia reverência. Transformou o médico, o jurista, o padre, o poeta, o homem de ciência em trabalhadores assalariados pagos por ela.

[Mais uma coisa que, a não saber a data a que foi escrito o Manifesto, pensaríamos ter sido escrita nos dias de hoje.]

A burguesia, pelo rápido melhoramento de todos os instrumentos de produção, pelas comunicações infinitamente facilitadas, arrasta todas as nações, mesmo as mais bárbaras, para a civilização. Os preços baratos das suas mercadorias são a artilharia pesada com que deita por terra todas as muralhas da China, com que força à capitulação o mais obstinado ódio dos bárbaros ao estrangeiro. Compele todas as nações a apropriarem o modo de produção da burguesia, se não quiserem arruinar-se; compele-as a introduzirem no seu seio a chamada civilização, i. é, a tornarem-se burguesas. Numa palavra, ela cria para si um mundo à sua própria imagem.

[...]

A burguesia suprime cada vez mais a dispersão dos meios de produção, da propriedade e da população. Aglomerou a população, centralizou os meios de produção e concentrou a propriedade em poucas mãos. A consequência necessária disto foi a centralização política. Províncias independentes, quase somente aliadas, com interesses, leis, governos e direitos alfandegários diversos, foram comprimidas numa nação, num governo, numa lei, num interesse nacional de classe, numa linha aduaneira.

[...]

O proletariado passa por diversos estádios de desenvolvimento. A sua luta contra a burguesia começa com a sua existência.

[...]

[E sobre a "crise"? Há 161 anos já tínhamos este retrato.]

Basta mencionar as crises comerciais que, na sua recorrência periódica, põem em questão, cada vez mais ameaçadoramente, a existência de toda a sociedade burguesa. Nas crises comerciais é regularmente aniquilada uma grande parte não só dos produtos fabricados como das forças produtivas já criadas. Nas crises irrompe uma epidemia social que teria parecido um contra-senso a todas as épocas anteriores - a epidemia da sobreprodução. A sociedade vê-se de repente retransportada a um estado de momentânea barbárie; parece-lhe que uma fome, uma guerra de aniquilação universal lhe cortaram todos os meios de subsistência; a indústria, o comércio, parecem aniquilados. [...] As forças produtivas que estão à sua [da burguesia] disposição já não servem para promoção das relações de propriedade burguesas; pelo contrário, tornaram-se demasiado poderosas para estas relações, e são por elas tolhidas; e logo que triunfam deste tolhimento lançam na desordem toda a sociedade burguesa, põem em perigo a existência da propriedade burguesa. As relações burguesas tornaram-se demasiado estreitas para conterem a riqueza por elas gerada. - E como triunfa a burguesia das crises? Por um lado, pela aniquilação forçada de uma massa de forças produtivas; por outro lado, pela conquista de novos mercados e pela exploração mais profunda de antigos mercados. De que modo, então? Preparando crises mais omnilaterais e mais poderosas, e diminuindo os meios de prevenir as crises. [Nesta última frase percebemos porque é que, mais cedo ou mais tarde, as hipóteses de sobrevivência do capitalismo e da sociedade burguesa serão nulas ou quase nulas e o socialismo triunfará de forma inevitável.]

[...]

II - Proletários e Comunistas

[...]

As proposições teóricas dos comunistas não repousam de modo nenhum em ideias, em princípios, que foram inventados ou descobertos por este ou por aquele melhorador do mundo.

São apenas expressões gerais de relações efectivas de uma luta de classes que existe, de um movimento histórico que se processa diante dos nossos olhos. A abolição de relações de propriedade até aqui não é nada de peculiarmente característico do comunismo.

Todas as relações de propriedade estiveram submetidas a uma constante mudança histórica, a uma constante transformação histórica.

A Revolução Francesa, p. ex., aboliu a propriedade feudal a favor da burguesa.

O que distingue o comunismo não é a abolição da propriedade em geral, mas a abolição da propriedade burguesa.

Mas a moderna propriedade privada burguesa é a expressão última e mais consumada da geração e apropriação dos produtos que repousam em oposições de classes, na exploração de umas pelas outras.

Neste sentido, os comunistas podem condensar a sua teoria numa única expressão: supressão da propriedade privada.

[...]

[E é por estas alturas que se entra numa parte interessante para os anticomunistas. É aqui que chegamos à altura de explicar o que é a propriedade privada, o que queremos abolir, o que é o abolir em si.]

Têm-nos censurado, a nós, comunistas, de que quereríamos abolir a propriedade adquirida pessoalmente, fruto do trabalho próprio - a propriedade que formaria a base de toda a liberdade, actividade e autonomia pessoais.

Propriedade fruto do trabalho, conseguida, ganha pelo próprio! Falais da propriedade pequeno-burguesa, pequeno-camponesa, que precedeu a propriedade burguesa? Não precisamos de a abolir, o desenvolvimento da indústria aboliu-a e abole-a diariamente.

Ou falais da moderna propriedade privada burguesa?

Mas será que o trabalho assalariado, o trabalho do proletário, lhe cria propriedade? De modo nenhum. Cria o capital, i. é, a propriedade que explora o trabalho assalariado, que só pode multiplicar-se na condição de gerar novo trabalho assalariado para de novo o explorar. A propriedade, na sua figura hodierna, move-se na oposição de capital e trabalho assalariado. Consideremos ambos os lados desta oposição.

Ser capitalista significa ocupar na produção uma posição não só puramente pessoal, mas social. O capital é um produto comunitário e pode apenas ser posto em movimento por uma actividade comum de muitos membros, em última instância apenas pela actividade comum de todos os membros da sociedade.

O capital não é, portanto, um poder pessoal, é um poder social.

[...] [...] [...]

[Acabamos.]

Por fim, por toda a parte os comunistas trabalham na ligação e entendimento dos partidos democráticos de todos os países.

Os comunistas rejeitam dissimular as suas perspectivas e propósitos. Declaram abertamente que os seus fins só podem ser alcançados pelo derrube violento de toda a ordem social até aqui. Podem as classes dominantes tremer ante uma revolução comunista! Nela os proletários nada têm a perder a não ser as suas cadeias. Têm um mundo a ganhar.

Proletários de Todos os Países, Uni-vos!

Além de faltar muito texto, faltam até passagens importantes que poderia ter posto. Mas isto já chega para uma ideia geral. Deixo entre parênteses rectos e a itálico notas que adicionei. Os sublinhados e destacados são também da minha selecção.

Não deixo textos modernos de autores modernos, não escrevo sobre o PCP. Só para dar a conhecer um pouco (mesmo muito pouco) o que é o socialismo científico. O que é o comunismo. E chocar-vos, talvez, com a actualidade e capacidade futurista deste texto - e asseguro-vos que muitos outros também a têm.

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Minarquista / Anarquista

Mas vou votar PS nas eleições. PSD é que não, irra.

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