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OldCoder

Google Chrome Operative System

49 mensagens neste tópico

A Google finalmente colocou em movimento o projecto que metade dos tecnófilos do mundo esperavam: o seu próprio sistema operativo.

Blog oficial com o anúncio.

Vai-se chamar Chrome OS, e será baseado no Linux. Espera-se que seja vendido como software incluído em netbooks a partir de 2010. O Chrome OS em si será open source, e o código fonte estará disponível publicamente a partir do final de 2009.

Esperemos que o mercado aceite este novo sistema, e assim dê lugar a mais concorrência num mundo ainda monopolizado pelo software da Microsoft. (Pessoalmente, espero que isto eventualmente force a MS a baixar o preço de futuras versões do Windows para valores mais razoáveis).

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"Google Chrome running within a new windowing system on top of a Linux kernel.", será o fim do X? :P

Se alguém tiver links com mais info que meta aqui sff.

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Adivinha-se mais uma batalha de titãs na Internet. Na sequência do lançamento pela Microsoft do seu novo motor de pesquisa, o Bing , a Google contra-ataca com o anúncio de um novo sistema operativo, o Goggle Chrome.

Em declarações à Reuters, Rob Enderle, analista principal do Enderle Group disse que "faz parte da cultura da Google perseguir a Microsoft", acrescentando: "Se forem capazes de cumprir o que prometem, a Microsoft poderá ceder perante um ataque deste tipo, e eles sabem-no bem". Mas o que promete a Goggle?

"Um sistema operativo em código aberto, leve e, inicialmente, destinado aos netbooks (pequenos portáteis de baixo custo) que deverá chegar ao mercado no primeiro semestre de 2010", pode ler-se num comunicado hoje enviado à imprensa. No documento, prometem ainda "velocidade, simplicidade e segurança".

Ao anunciarem que ainda este ano o código-fonte do Chrome será disponibilizado à comunidade open source, a Google está também a piscar um olho aos fãs do Linux, mas acima de tudo, a beneficiar da eventual colaboração de centenas de programadores em todo o mundo na correcção de eventuais bugs. Acresce que o Google Chrome corre dentro de um novo sistema de janelas em cima de kernel Linux.

Para já, a Google garante que está a "redesenhar completamente a arquitectura de segurança dos sistemas operativos para que os utilizadores não tenham de lidar com vírus, malware e actualizações de segurança". O dia-a-dia dos utilizadores do Windows.

Numa primeira fase, o novo sistema operativo da Google terá como principais destinatários todos aquele que "vivem na Internet - fazem pesquisas, acedem ao e-mail, fazem compras online, lêem jornais e mantêm contactos com os amigos", estando optimizado para correr navegadores e aplicações online.

Segundo a Google, este sistema operativo irá correr em x86, bem como chips ARM, sendo o interface mínimo já que a maior parte da experiência do utilizador decorrerá na Internet. Quem viver verá.

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A Google finalmente colocou em movimento o projecto que metade dos tecnófilos do mundo esperavam: o seu próprio sistema operativo.

Gostava de saber quem é que fez a medição...

O Google já lançou um sistema antes... O Google Android...

Sim porque o Google Android, não é GNU/Linux, apesar de utilizar o kernel Linux. Foi o primeiro sistema operativo com o kernel Linux que substituiu quase, ou mesmo, totalmente as ferramentas GNU.

Este outro sistema do Google anunciado hoje, também vai utilizar o kernel Linux. Mas ainda não se vai saber se é uma distribuição de GNU/Linux, se é o quarto sistema operativo com o kernel Linux (o terceiro é o SkyOS, apesar desde ainda só utilizar o kernel Linux a título de experiência).

"Google Chrome running within a new windowing system on top of a Linux kernel.", será o fim do X?

Não!

O serviço do X oferce muito mais, sem contar com a quantidade de coisas que ele suporta e esse ainda não vai suportar e as aplicações que nunca vão ser migradas. Acho completamente despropositado pensar que isso estará a par do X nos próximos 5/10 anos, quanto mais vir a ser tão usado quanto o X e muito menos substitui-lo.

Se suposermos que as aplicações vão ser web, ainda teria-mos que ter aplicações web ao nível das aplicações nativas... Só isso chega para ver que não poderá substituir a médio prazo o X e ainda assim duvido que possa substituir o X a longo. No entanto poderá complementar e preencher nichos e parece ser essa a jogada do Google.

Eu acho que o google está a dispersar-se demasiado... Pode correr riscos muito grandes se continuar nesse caminho.

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O Android é um OS para smart phones, não tem nada a ver com este...

A comparação que fazes é o mesmo que comparar o WindowsCE com o XP...

O Chrome é suposto ser desenhado para correr em Notebooks, mas pode também (graças às semelhanças de hardware) ser instalado num laptop ou numa desktop. Isto, para além da decisão de fazer o Chrome funcionar em redor dos serviços online da Google, torna a notícia interessante.

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é o fim do imperialismo da Microsoft...  :biggrin:

Achas mesmo... LOL

Estou curioso mais para ver detalhes técnicos sobre o sistema, mas do meu ponto de vista de utilização, não me parece satisfaça as minhas necessidades.

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Também estou à espera de ver o que é que este novo sistema operativo nos tem para oferecer em comparação com os restantes. A google assemelha-se cada vez mais à Microsoft (como empresa).

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é o fim do imperialismo da Microsoft...  :biggrin:

joke of the day...

Quer gostem ou não, ainda está para vir a empresa que chegará aos calcanhares da Microsoft no que toca a vender sistemas operativos. Isto do SO da Google pode muito bem não dar grande espingarda, mas a Google nunca vai ficar arder, pelo menos enquanto houver internet... Mas se é para inovar, porquê escolher um kernel com 16 anos? Porque funciona? Tudo bem, mas não é inovador nem aproveita ao máximo o novo hardware

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joke of the day...

Quer gostem ou não, ainda está para vir a empresa que chegará aos calcanhares da Microsoft no que toca a vender sistemas operativos. Isto do SO da Google pode muito bem não dar grande espingarda, mas a Google nunca vai ficar arder, pelo menos enquanto houver internet... Mas se é para inovar, porquê escolher um kernel com 16 anos? Porque funciona? Tudo bem, mas não é inovador nem aproveita ao máximo o novo hardware

Sim, porque esse kernel até permanece igual há 16 anos...

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Yay e estamos de volta aos terminais VT100.

A ideia é de facto bastante interessante, mas na minha opinião não funciona. É impossível estar constantemente ligado à web para não falar na latência.

Quero jogar minas? Tenho de estar ligado à net.

Quero ouvir musica? Tenho de estar ligado à net.

Quero trabalhar? Tenho que estar ligado à net.

E para o pessoal que diz que será o fim do X. Nada haver, o funcionamento é completamente diferente.

The software architecture is simple — Google Chrome running within a new windowing system on top of a Linux kernel. For application developers, the web is the platform.
A única aplicação que irá correr no novo sistema será o Chrome.

Fazendo levantar a seguinte questão.

O que acontecer se a UE resmungar que o Goggle Chrome OS tem de suportar vários Browsers out of the box?

O OS será Open-Source mas será que a nível de arquitectura irá suportar tal? Pode depender de uma funcionalidade feita à medida no Chrome.

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joke of the day...

Quer gostem ou não, ainda está para vir a empresa que chegará aos calcanhares da Microsoft no que toca a vender sistemas operativos. Isto do SO da Google pode muito bem não dar grande espingarda, mas a Google nunca vai ficar arder, pelo menos enquanto houver internet... Mas se é para inovar, porquê escolher um kernel com 16 anos? Porque funciona? Tudo bem, mas não é inovador nem aproveita ao máximo o novo hardware

Achas mesmo... LOL

Estou curioso mais para ver detalhes técnicos sobre o sistema, mas do meu ponto de vista de utilização, não me parece satisfaça as minhas necessidades.

Lol! sim o objectivo era ser também uma "piadola", no entanto acredito que se muitas empresas produtoras de netbooks, aderirem ao projecto, e isto aliado também ao projecto android que poderá também "roubar" uma parte das vendas do Windows Mobile, creio que pode criar algumas "pequenas" dificuldades á Microsoft. Tendo como exemplo aplicações anteriores produzidas pela Google, como o browser Chrome, a aplicação Picasa, etc... Creio que o Sistema operativo não será de má qualidade...

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O Android é um OS para smart phones, não tem nada a ver com este...

É um OS optimizado para embeded devices, que é algo mais que smart phones... Mas pode correr em outros dispositivos, por exemplo em netbooks.

Afinal de contas o kernel Linux corre em muito mais dispositivos e o todo o resto da stack também permite uma grande portabilidade.

Quando sem tem algo assim tão flexível, até podemos ter feito com interesse em algo específico (smart phones), mas isso não quer dizer que se limite a isso. Numa demonstração da flexibilidade do ambiente Android, a Canonical, até já colocou aplicações de Android a correr em Ubuntu (http://www.theregister.co.uk/2009/05/26/ubuntu_android_applications_netbook/).

A comparação que fazes é o mesmo que comparar o WindowsCE com o XP...

Não fiz qualquer comparação desse tipo. Apenas fiz uma comparação de tool kits utilizados. Para demonstrar que não é o primeiro OS do Google, e que não há o sistema operativo Linux, mas sim diversos sistemas operativos que usam o mesmo kernel. De resto, não fiz qualquer outras comparação, nem me referi a mais nenhum aspecto.

A google assemelha-se cada vez mais à Microsoft (como empresa).

Discordo completamente!

São empresas com culturas e formas de actuar completamente distintas.

Isto do SO da Google pode muito bem não dar grande espingarda, mas a Google nunca vai ficar arder, pelo menos enquanto houver internet...

Não é por um projecto falhar que o Google pode ter problemas. Mas o Google não teria apenas esse problema. Diversos projectos do Google têm sido monumentais floops (não se fala é disso) e à medida que o Google se dispersa em áreas cada vez mais distintas maior é a probabilidade de ter mais projectos a falhar. Porque nenhuma empresa é boa em tudo.

Mas se é para inovar, porquê escolher um kernel com 16 anos? Porque funciona? Tudo bem, mas não é inovador nem aproveita ao máximo o novo hardware

Ter 16 anos não quer dizer que não seja inovador.

O kernel Linux tem sido o kernel que tem inovado e permitido inovações tornarem-se realidades práticas.

Por exemplo o kernel que permitiu a criação dos processadores x86 dual core e com extensões de virtualização, foi o kernel Linux, o primeiro kernel a suportar IP v6 foi o Linux, o primeiro Kernel a suportar USB 3.0 é o Linux (mais nenhum suporta),  foi o primeiro kernel a suportar a sério dispositivos SATA (o suporte no XP é no mínimo coxo), é o kernel que permitiu tornar realidade Solid State storage, é o kernel que mais hardware suporta (quer em termos de arquitecturas, quer de dispositivos), sem contar com a adopção realista de muitas outras coisas só se ter tornado realidade no Linux.

O kernel Linux pode não ter uma arquitectura inovadora. Mas é uma arquitectura sólida que permitiu inovação realista.

Quando ao tirar proveito do hardware. Isso depende do hardware. Existe algum "hardware de consumo", que de facto não tem o melhor suporte no kernel Linux. Mas o facto de algum hardware não ter o melhor suporte no kernel Linux, não permite que isso seja concluído de forma genérica para todo o restante hardware. Aliás há bastante hardware que tem o melhor suporte no kernel Linux. E é esse o caso do hardware mais frequentemente utilizado nos netbooks.

A verdade é que o kernel Linux tem sido o kernel que por motivos técnológicos, de comunidade de desenvolvimento, e de licenciamento tem permitido a investigação e desenvolvimento bem com a disponibilização de inúmeras tecnologias inovadoras. E essas mesmas características técnicas e não técnicas fazem com que o kernel Linux seja uma excelente e escolha comprovada, para plataforma, para novos sistemas operativos.

Eu acho que o Google já vai muito longe ao meter-se nisto. Mas desenvolver kerneis de raiz não é de facto o negócio do Google. E a pegar em alguma coisa que exista, o Linux é de facto a melhor escolha.

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Concordo contigo falco. Escolher o Linux como kernel é sem dúvida a melhor opção. ;)

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é o fim do imperialismo da Microsoft...  :biggrin:

e o fim da microsoft??? hum duvido . e mesmo que fosse era o fim da microsoft e o inicio do google. o mercado nao esta muito virado po linux. apesar de ser um SO gratuito e ja haverem muitos users,muita gente apenas aprende a trabalhar com o SO que vem no proprio computador na compra ou com o mais usual que e windows, por isso vamos esperar pa sair o tal GOOGLE SO pa depois vermos no que vai dar. se passar os users de MAC ja vai ser uma bela conquista .

em relação aos outros SO que a google lançou so conheço o android e para telemoveis. tirando esse nao conheço mais nenhum.

em relaçao ao kernel concordo com o falco . vamos começar por baixo, as casas fazem-se por baixo. depois e que vem o resto. neste caso começamos com o base e depois as melhorias virao.

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Yay e estamos de volta aos terminais VT100.

A ideia é de facto bastante interessante, mas na minha opinião não funciona. É impossível estar constantemente ligado à web para não falar na latência.

Quero jogar minas? Tenho de estar ligado à net.

Quero ouvir musica? Tenho de estar ligado à net.

Quero trabalhar? Tenho que estar ligado à net.

Gears.Google.com

What is Gears?

    Gears is an open source browser extension that lets developers create web applications that can run offline. Gears provides three key features:

        * A local server, to cache and serve application resources (HTML, JavaScript, images, etc.) without needing to contact a server

        * A database, to store and access data from within the browser

        * A worker thread pool, to make web applications more responsive by performing expensive operations in the backgroud

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Dizer que é o fim do imperialismo da m$, não é o mesmo que dizer que é o fim da m$...

Não que eu concorde que qualquer umas das coisas irá acontecer, pelo menos por causa desta situação...

Linux não é um sistema operativo!

Este é mais um exemplo de que o Linux é apenas um kernel. Que é usado actualmente por pelo menos 3 sistemas operativos diferentes (GNU/Linux, Google Android e SkyOS). Metam isso na cabeça!

O que não faltam são kerneis que são utilizados em mais que um sistema operativo e ninguém chama a esse sistema operativo o nome do kernel. Por isso para além de nunca ter feito sentido chamar Linux a um sistema operativo, cada vez faz menos sentido.

O GNU/Linux, não é um sistema operativo gratuito!

O GNU/Linux é um sistema operativo licenciado como Software Livre.

Livre e gratuito não são sinónimos!

Software Livre e software gratuito não são sinónimos!

O facto de não se poder cobrar por licenças de direito de autor, não faz com que seja gratuito, há casos em que se paga por exemplo pelo acto de distribuição, há casos em que só o distribuem se fizeres contractos de serviços pagos, etc... Apesar de se poder obter a mesma coisa de forma gratuita, não quer dizer que ele seja gratuito.

Se algo não é sempre gratuito, não podemos dizer apenas que é gratuito, pois isso é caracterizar de forma errada e enganadora.

O que caracteriza o GNU/Linux para além das suas características técnicas é a forma como é licenciado e não o ser gratuito.

o mercado nao esta muito virado po linux

Cada vez há mais utilizadores de GNU/Linux e ele é mesmo lider em alguns mercados (por exemplo nos servidores). Por isso podes explicar essa tua afirmação? Que querias dizer com isso?

em relação aos outros SO que a google lançou so conheço o android e para telemoveis. tirando esse nao conheço mais nenhum.

Até agora o Google só lançou mesmo o Android e nada mais. Internamente eles têm uma distribuição derivada de Ubuntu, que é popular entre os seus funcionários, mas não é distribuída para fora da empresa, mas uma distribuição de GNU/Linux não é um sistema operativo novo ao contrário do Android.

no baixaki, um bocado mais detalhado

Não vejo mais detalhe nenhum em relação às notícias publicadas ontem...

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Paula Gil.

San Francisco, 8 jul (EFE).- O gigante da internet Google decidiu se aventurar em uma das poucas áreas que ainda não explorava, e anunciou o lançamento de um sistema operacional para netbooks que concorrerá diretamente com o onipresente Windows, da rival Microsoft.

O Google Chrome OS será uma extensão do Chrome, o navegador da companhia lançado há nove meses, e seus criadores esperam que esteja disponível na segunda metade do próximo ano.

Este sistema operacional de código aberto será pensado especialmente para navegar na internet e usar aplicações baseadas na rede, que muitos acreditam que acabará substituindo o modelo de software sob licença capitaneado pela Microsoft.

"É nossa tentativa de mostrar que é preciso reconsiderar como deveriam ser os sistemas operacionais", disseram Sundar Pichai e Linus Upson, responsável de gestão de produto e diretor de engenharia do Google, respectivamente, no blog corporativo da empresa.

A ideia é melhorar a experiência do usuário na internet, que é onde Google deseja que todos passem a maior parte do tempo, já que suas aplicações e serviços estão baseados na rede.

Apesar de o Chrome OS funcionar também em computadores de mesa, o sistema será especialmente criado para netbooks, portáteis de baixo custo que estão com a popularidade em alta.

Enquanto as vendas dos computadores de mesa caíram 23% no primeiro trimestre de 2009, segundo dados da iSuppli, a comercialização de netbooks subiu 10%, graças ao sucesso entre consumidores preocupados com o preço e porque querem, basicamente, um computador para ter acesso à internet.

A Microsoft certamente está muito consciente desta tendência, que interfere diretamente em suas vendas do Windows.

Aproximadamente 80% dos netbooks no mercado utilizam o Windows XP, uma versão mais antiga, barata e menos rentável para a Microsoft que o Vista.

Por isso, a empresa criou o Windows 7, um sistema operacional que vai rodar tanto em netbooks como em computadores de mesa.

O Chrome OS é, na realidade, a segunda incursão do Google na área dos sistemas operacionais.

A companhia já tinha lançado o Android, um sistema operacional para celulares que funciona também em netbooks e que já foi adotado por diversos fabricantes.

O Google reconhece que Chrome OS e Android se completam em alguns aspectos, mas insiste em que são sistemas independentes.

Além disso, afirma que a possibilidade de escolher entre os dois "vai impulsionar a inovação e beneficiará a todos, incluindo o Google".

Quem possivelmente sairá prejudicado desta nova investida é a Microsoft, que pode apenas observar o aumento do número de concorrentes do Windows.

Nos últimos anos, o Google lançou ainda diversas aplicações como o Google Docs, que concorre diretamente com alguns programas do Office. Estes programas são gratuitos, porque não são financiados com publicidade online.

Paralelamente, a Microsoft não poupa esforços para aumentar sua fatia entre os softwares baseados na rede e nos negócios da internet em geral.

O último capítulo desta luta foi o lançamento do "Bing", o novo buscador da Microsoft, apresentado no final de maio.

O gigante do software gastou US$ 100 milhões na promoção do "Bing", que recebeu boas críticas e conseguiu elevar levemente a fatia de mercado da Microsoft entre as ferramentas de busca.

No entanto, será complicado para a Microsoft ameaçar o domínio do Google nessa fatia de mercado. A popularidade da companhia é tão grande que em alguns países, seu nome é sinônimo do serviço que ela oferece em seu site.

Da mesma maneira, o Google encontrará dificuldades para popularizar seu sistema operacional em um setor no qual o Windows teve praticamente o monopólio durante 20 anos.

Apesar da crescente popularidade de sistemas de código aberto como o Linux, o Windows continua presente em quase 90% dos computadores de todo o mundo, e o Explorer é o navegador de 65% dos internautas, contra a pequena fatia de 1,8% conseguida pelo Chrome em seus nove meses de vida. EFE

A mim sinceramente parece-me que os únicos "SO" com que o do google pode concorrer é com "linux", em relação aos da Microsoft muito pouco ou mesmo nada irá afectar.

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A mim sinceramente parece-me que os únicos "SO" com que o do google pode concorrer é com "linux", em relação aos da Microsoft muito pouco ou mesmo nada irá afectar.

E em que fundamentas essa tua opinião?

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Em tudo o que tenho visto até agora, e por experiência de vida, as minorias terão sempre dificuldades em se implementar, basta vêr o (in)sucesso do chrome, o caso do Bing que pouco ou nada alterou a quota de buscas da Microsoft.

A nivel doméstico (utilizador comum) e empresarial, há que admitir que não existe quem sequer faça sombra a Microsoft, não existem produtos á altura, somando todos os aspectos, desde a simpliocidade a usabilidade, podem ser melhores numas coisas, piores em outras, mas somando o global, a comunidade open source tem ainda um longo caminho para percorrer e a Microsoft certamente não se deixará adormecer, não é a toa que é um gigante mundial, a nivel de estratégia e de marketing tem uma máquina bastante poderosa e afinada que será dificil bater.

É bom para a competitividade e para novos produtos e serviços aparecerem, mas a nivel de fiabilidade e interoperacionalidade, facilidades de instalação e de manuseamento, mesmo de interface para o meio empresarial comum, (Sem olhar a especificidades) e para o comum do utilizador não existe alternativa a Microsoft, sejámos realistas...

Eu próprio já experimentei linux (ubuntu) e coloca mais problemas que o Xp, é mais lento, e tinha muito mais breaks.

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Gears.Google.com

Ou seja, o Gears é o .NET da Google  ;) </joke>

Para não desviar muito do tópico, a Google também acaba de anunciar os seus parceiros (leia-se, os fabricantes) que acederam a fornecer o Chrome OS com os seus produtos.

Link ao Blog oficial.

Is Google Chrome OS free?

Yes – Google Chrome OS is an open source project and will be available to use at no cost.

What companies is Google working with to support Google Chrome OS?

The Google Chrome OS team is currently working with a number of technology companies to design and build devices that deliver an extraordinary end user experience. Among others, these companies include Acer, Adobe, ASUS, Freescale, Hewlett-Packard, Lenovo, Qualcomm, Texas Instruments, and Toshiba.

De salientar que aparentemente, a Dell (que já distribui netbooks com Windows ou com Ubuntu) não está presente na lista.

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Gears.Google.com

Bem visto, não me lembrei do Gears.

Mas mesmo assim não deixa de ser limitativo. Está se a perder potencialidades da máquina.

Na minha opinião o SO encaixa melhor nos dispositivos designados de internet tablet tipo o N810, mas aí já vai estar a competir com o Android.

Sinceramente neste momento não vejo este projecto a ter sucesso. A única vantagem dele neste momento é a leveza do sistema e que rapidamente fica ligado à net, ou seja basicamente o tempo de arranque. No resto vai ser mais limitado, performance, nº de aplicações disponíveis, etc.

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Em tudo o que tenho visto até agora, e por experiência de vida, as minorias terão sempre dificuldades em se implementar, basta vêr o (in)sucesso do chrome,

Estás mesmo a querer julgar o sucesso de um browser que existe há tão pouco tempo?

Sabes quanto tempo é que o Firefox demorou a ter o sucesso que tem?

Tendo em conta o market share do Chrome já ser maior que o do Opera (segundo diversas estatísticas), eu só posso dizer que o Chrome para a sua curtíssima vida tem um sucesso assinalável. Embora ache que ainda é muito cedo para dizer se vai, ou não vai ser um sucesso.

A nivel doméstico (utilizador comum) e empresarial, há que admitir que não existe quem sequer faça sombra a Microsoft,

Estás enganado!

No que toca ao mercado ao qual este OS se vai destinar (netbooks). Existe concorrência significativa.

não existem produtos á altura, somando todos os aspectos, desde a simpliocidade a usabilidade, podem ser melhores numas coisas, piores em outras, mas somando o global, a comunidade open source tem ainda um longo caminho para percorrer

Discordo totalmente!

É bom para a competitividade e para novos produtos e serviços aparecerem, mas a nivel de fiabilidade e interoperacionalidade, facilidades de instalação e de manuseamento, mesmo de interface para o meio empresarial comum, (Sem olhar a especificidades) e para o comum do utilizador não existe alternativa a Microsoft, sejámos realistas...

M$ com interoperacionalidade ? LOLOLOL

Interoperável com o quê?

Usabilidade? LOLOL

Basta olhar para o menu do xp, para ver o caos de usabilidade que aquilo é.

O utilizador comum não sabe utilizar nenhum OS. No máximo decorou algumas operações comuns. E isso ele pode fazer com qualquer outro OS, desde que queira.

Por exemplo lá em casa a minha mãe usa Ubuntu e OpenOffice.org . Sem eu nunca a ter ensinado.

Tu é que não és realista!

Eu uso GNU/Linux no Desktop há vários anos. E já vi muitos utilizadores não técnicos a utilizar sem qualquer dificuldade para além do sentimento normal inerente a ser algo a que inicialmente não estão acostumados.

O que não falta são casos como por exemplo os da administração pública de vários países em que se usa GNU/Linux no desktop. Ou como o caso da Rádio Popular, como o caso de um jornal (não me lembro do nome) na Madeira,

Eu próprio já experimentei linux (ubuntu) e coloca mais problemas que o Xp, é mais lento, e tinha muito mais breaks.

Não é verdade!

Podem ter acontecido problemas no teu caso particular, mas concluir de um caso particular para o geral, é um erro de lógica.

E a tua experiência não é o suficiente para se poder concluir isso. Podes ter tido problemas, mas a tua experiência pessoal, não permite concluir para o geral. Assim como nenhuma experiência pessoal de um indivíduo permite concluir por si só que o xp não presta.

Mas mesmo assim não deixa de ser limitativo. Está se a perder potencialidades da máquina.

Os netbooks não têm assim tantas capacidades para serem perdidas. Não esqueçamos que é para esse tipo de máquinas que o Google quer este OS.

Isto vai permitir que possam continuar a haver netbooks com especificações técnicas bastante simples e de baixa gama, fazendo com que sejam cada vez mais baratos. Pode eventualmente ser esse o objectivo do Google...

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Estás mesmo a querer julgar o sucesso de um browser que existe há tão pouco tempo?

Sabes quanto tempo é que o Firefox demorou a ter o sucesso que tem?

Tendo em conta o market share do Chrome já ser maior que o do Opera (segundo diversas estatísticas), eu só posso dizer que o Chrome para a sua curtíssima vida tem um sucesso assinalável. Embora ache que ainda é muito cedo para dizer se vai, ou não vai ser um sucesso.

Tendo em conta a dimensão do Google continuo a achar que não teve o sucesso que eles esperariam, mas como tudo são opiniões pessoais.

M$ com interoperacionalidade ? LOLOLOL

Interoperável com o quê?

Usabilidade? LOLOL

Basta olhar para o menu do xp, para ver o caos de usabilidade que aquilo é.

A nivel empresarial, e a nivel de ligações com diversos tipo de hardware nas empresas e comunicações e envio de ficheiros inter-empresas, continuo a achar o XP a escolha mais indicada, até porque a maioria das empresas utiliza o XP como software.

O utilizador comum não sabe utilizar nenhum OS. No máximo decorou algumas operações comuns. E isso ele pode fazer com qualquer outro OS, desde que queira.

Acredito, mas certamente não estão para isso, até porque para a utilização que fazem do SO, não há razões que justifiquem a alteração para outro software.

Não é verdade!

Podem ter acontecido problemas no teu caso particular, mas concluir de um caso particular para o geral, é um erro de lógica.

E a tua experiência não é o suficiente para se poder concluir isso. Podes ter tido problemas, mas a tua experiência pessoal, não permite concluir para o geral. Assim como nenhuma experiência pessoal de um indivíduo permite concluir por si só que o xp não presta.

Dizes tu, eu digo-te que é verdade, comigo aconteceu isso quer no pc de casa com ubuntu quer no trabalho com caixa mágica, eu tenho as minhas opiniões baseadas em experiência pessoal, não baseada nas opiniões dos outros, como toda a gente falava bem do ubuntu resolvi experimentar, e sinceramente não digo que seja mau, mas simplesmente o XP é melhor e mais rápido. No trabalho o caixamágica pecou logo na parte da impressora, quando a instalei, fazia imprimir qualquer documento, não só não imprimia, como bloqueava a impressora.

O que não falta são casos como por exemplo os da administração pública de vários países em que se usa GNU/Linux no desktop. Ou como o caso da Rádio Popular, como o caso de um jornal (não me lembro do nome) na Madeira,

Não deixam de ser excepções, pois a regra continua a ser o XP, podes não gostar, mas tens de admitir!

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