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anolsi

Google Docs já suporta Office 2007

17 mensagens neste tópico

O serviço Google Docs já suporta alguns dos formatos de ficheiros do Office 2007, incluindo o DOCX e XLSX.

Apesar de o formato já existir há algum tempo, só agora a Google adicionou suporte aos formatos de ficheiros do Office 2007, ao serviço Google Docs.

Todavia, e segundo a PC Pro, a compatibilidade existe apenas com os formatos DOCX e XLSX. Os documentos PPTX criados pelo PowerPoint ainda não são totalmente suportados. Apesar de poderem ser importados e convertidos num formato usável pelo Google Docs, o utilizador perde a informação referente à formatação, temas e efeitos de transição.

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E certamente que a compatibilidade no para docs e xlsx também não é total, como não é em todos os outros programas do género.

Muitos pensam que isto são implementações do OOXML, quando na verdade não são, aliás a m$ não tem nenhuma aplicação que implemente OOXML. Nenhum ficheiro gerado por aplicações da m$ passa em parsers de OOXML sem deixar carradas de erros e a m$ disse que não tem planos para que isso passe a acontecer. Ou seja, isto é um formato que é parecido com OOXML, mas que não é OOXML, porque nem a m$ que criou o OOXML, consegue implementar o OOXML.

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E certamente que a compatibilidade no para docs e xlsx também não é total, como não é em todos os outros programas do género.

Muitos pensam que isto são implementações do OOXML, quando na verdade não são, aliás a m$ não tem nenhuma aplicação que implemente OOXML. Nenhum ficheiro gerado por aplicações da m$ passa em parsers de OOXML sem deixar carradas de erros e a m$ disse que não tem planos para que isso passe a acontecer. Ou seja, isto é um formato que é parecido com OOXML, mas que não é OOXML, porque nem a m$ que criou o OOXML, consegue implementar o OOXML.

Assim como não há nenhum browser que implemente a 100% o HTML/CSS e nenhum compilador que respeite a 100% o standard do C++. Não é por isso que essas soluções deixam de ser utilizadas e a ser ferramentas efectivas.

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Assim como não há nenhum browser que implemente a 100% o HTML/CSS e nenhum compilador que respeite a 100% o standard do C++. Não é por isso que essas soluções deixam de ser utilizadas e a ser ferramentas efectivas.

Não é o mesmo que acontece neste caso. Neste caso trata-se mesmo de ser intencionalmente incompatível com a norma. A ideia não foi implementar o OOXML, mas sim implementar algo parecido.

Com as ferramentas da m$ conseguimos gerar código HTML que passa sem erros num parser de HTML Transitional, ora o mesmo não acontece o parsing de um ficheiro docx num parser de OOXML transitional e ainda menos para o strict. E estamos a falar de uma enorme quantidade de erros (122000 erros com strict e muitas dezenas para o transitional). Sendo que a m$ não está interessada em resolver o problema (li num blog de um funcionário). Ou seja, tudo isto indica que a m$ não tenciona implementar o OOXML, mas apenas algo que tem algumas semelhanças.

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Isso é muito esquisito.

Não sei em relação ao docx, mas no trabalho usa-se muito xlsx através desta API. E até agora tem-se comportado sem problema nenhum.

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Claro que as aplicações da m$ são compatíveis entre si... Pelo menos ás vezes... Lá por eles dizerem que o SDK é OOXML não quer dizer que seja... Já passaste isso por um parser que implemente o standard o OOXML?? É que os resultados de que falei foram com uma amostra de ficherios do ECMA, criados precisamente para testar isto.

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Lá por eles dizerem que o SDK é OOXML não quer dizer que seja...

Mas não também não quer dizer que não seja... Supostamente a v1.0 respeita a ISO, pelo menos era a intenção deles, ainda não li em nenhum lado a contrariar isso.

Mas falhaste o meu ponto de vista, o que eu queria indicar é que é perfeitamente possível haver compatibilidade com os Google Docs. Porque na minha experiência profissional nunca senti problemas interagir com os xlsx. E na Google existem muitos mais leets que a minha pessoa...

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Mas não também não quer dizer que não seja... Supostamente a v1.0 respeita a ISO, pelo menos era a intenção deles, ainda não li em nenhum lado a contrariar isso.

Isso é que por omissão acreditas no que a m$ diz. Eu não! A m$ já gastou todos os créditos comigo. Eles disseram que esse SDK ia ser 100% compatível, mas desde quando é que a m$ se tornou uma empresa na qual podemos confiar em termos de interoperatibilidade e respeito pelos standards?

A implementação que vem com o Office, não cumpre, nem vai cumprir assim tão depressa a especificação do ISO.

A implementação é anterior, à BRM o que justifica que assim seja. Mas não percebo porque é que após a BRM, a m$ não tenha lançado uma actualização para cumprir com a norma. Tendo em conta que ainda faltava tanto para a próxima versão software em causa ser lançada.

Segundo a m$, a próxima versão do office (2010), já vai trazer uma nova versão do OOXML, que a m$ afirma que já ser compatível com a norma do ISO. Mas só acredito quando a implementação existir e for tecnicamente provado que isso é verdade, porque à partida não acredito em nada que a m$ diga, sem ter uma boa razão para tal (o que não é o caso).

Não acham que é fantástico que exista uma norma, para a qual não há uma implementação de referência a provar que é possível implementa-la e utiliza-la?

Mas falhaste o meu ponto de vista, o que eu queria indicar é que é perfeitamente possível haver compatibilidade com os Google Docs. Porque na minha experiência profissional nunca senti problemas interagir com os xlsx. E na Google existem muitos mais leets que a minha pessoa...

Eu também acredito que é possível uma compatibilidade limitada. Mas tenho a certeza que quando tentares fazer coisas mais elaboradas, vão aparecer problemas. Até porque a especificação do OOXML tem pontos em que estão escritas coisas do género: "fazer como no word97", sendo que não se elabora mais sobre isso e a especificação do word97 é proprietária e fechada.

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Não acham que é fantástico que exista uma norma, para a qual não há uma implementação de referência a provar que é possível implementa-la e utiliza-la?

Já te disse que existem outros, como o de C++. Ainda não é possível utilizar as funcionalidades todas do standard de C++. Não é por isso que quase todo o software que usas deixe de ser feito em C++. A nova revisão do standard do C++ (0x) também vai sair este ano ou para o próximo sem implementação de referência. Vamos ter de esperar alguns anos para que este possa ser usado de forma efectiva.

A mesma situação se passou com o OOXML, pode ainda ter alguns problemas. Mas não é por ter erros que deixa de ser uma tecnologia que não seja útil. O Betovsky já disse que a empresa dele usa sem grandes problemas. Por isso deixa de fazer filmes, o que não faltam são tecnologias sem implementação de referência quando são standardizadas.

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Isso é que por omissão acreditas no que a m$ diz.

Alguém disse que eu acreditava. Por algum motivo usei a palavra "Supostamente". Eu apenas acredito em factos, a única referência do SDK ser compatível com a ISO foi o comentário de um rapaz da Microsoft antes do lançamento da v1.0, depois disso não vi/li nada a indicar se era compatível ou não. Se tivesse que apostar em umas das duas opções eu diria que suporta, mais rapidamente o mundo resmungava de não ser compatível (como é o caso do Office). Mas a Microsoft tem uma longa história e obviamente não ia apostar do meu dinheiro a dizer que é compatível...

A implementação que vem com o Office, não cumpre, nem vai cumprir assim tão depressa a especificação do ISO.

A implementação é anterior, à BRM o que justifica que assim seja. Mas não percebo porque é que após a BRM, a m$ não tenha lançado uma actualização para cumprir com a norma. Tendo em conta que ainda faltava tanto para a próxima versão software em causa ser lançada.

Como qualquer empresa, internamente há um sistema de prioridades. Como não trabalho para a Microsoft não sei, mas diria que o mais provável é eles estarem mais preocupados com o próximo Office do que colmatar essa falha.

Não acham que é fantástico que exista uma norma, para a qual não há uma implementação de referência a provar que é possível implementa-la e utiliza-la?

Como o Triton já referiu várias vezes o que não falta aí são mais casos desses.

Eu também acredito que é possível uma compatibilidade limitada. Mas tenho a certeza que quando tentares fazer coisas mais elaboradas, vão aparecer problemas.

Pois, talvez, não sei. Mas também não é algo que quero perder do meu tempo para descobrir. Para o nosso caso de uso (importação/exportação dados) funciona muito bem. Se numa dada altura tentarmos fazer algo mais complexo e der problemas, é uma questão de resolve-los então.

Até porque a especificação do OOXML tem pontos em que estão escritas coisas do género: "fazer como no word97", sendo que não se elabora mais sobre isso e a especificação do word97 é proprietária e fechada.

Diria que é melhor do que não dizer nada, como é o caso do ODF não especificar como se deve gravar as fórmulas de uma folha de cálculo. O que faz com que aconteça haver vários produtos com a sua implementação "caseira".
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Já te disse que existem outros, como o de C++.

Não acredito que não haja uma implementação de referência. Não quero dizer que seja utilizada para produção, mas não acredito que não haja uma implementação de referência.

A mesma situação se passou com o OOXML, pode ainda ter alguns problemas.

O problema é que até a norma tem problemas...

Mas não é por ter erros que deixa de ser uma tecnologia que não seja útil.

Depende do caso. Mas para interoperar, não é certamente útil.

Por isso deixa de fazer filmes, o que não faltam são tecnologias sem implementação de referência quando são standardizadas.

Implementações completas concordo. Mas já implementações parciais costumam existir sempre, nem que seja apenas para demonstração de conceito.

No caso da futura norma do C++, há diversas equipas a trabalhar em implementações de referência. E pelo que sei já existem implementações que estão bastante avançadas, tendo em conta que a especificação ainda não está fechada (por exemplo GCC & ConceptGcc, Intel C++ e C++ Builder 2009), que provavelmente poderão vir a funcionar como implementações de referência. Quanto ao 2003 desconheço o estado... Mas aposto que embora talvez não seja possível utilizar todas as suas features num só compilador, que será possível utilizar diferentes sub-sets em diferentes compiladores, que ao todo cobrem toda a norma.

Se tivesse que apostar em umas das duas opções eu diria que suporta, mais rapidamente o mundo resmungava de não ser compatível (como é o caso do Office).

Eu não acho que isso seja utilizado o suficiente, para que se chegue a resmungar. Para além disso ninguém se iria queixar, porque todos querem é ser compatíveis com o office 2007 e não com a especificação do ISO... É que o office 2007 é a única razão pela qual o formato é minimamente relevante. Ninguém o utilizaria se não fosse por causa disso, até porque boa parte do seu espaço já foi ocupado pelo ODF, que foi adoptado por várias aplicações que apenas não o OpenOffice.org.

Diria que é melhor do que não dizer nada, como é o caso do ODF não especificar como se deve gravar as fórmulas de uma folha de cálculo. O que faz com que aconteça haver vários produtos com a sua implementação "caseira".

Eu acho que é melhor não dizer nada.

O ODF não inclui ainda especificação de formulas é verdade. Mas está-se a trabalhar numa especificação para normas que vai ser normalizada e adoptada para utilização no ODF.

Para além disso como o código fonte do OpenOffice.org está disponível (e é a implementação de referência) e o seu desenvolvimento é comunitário e aberto (o que faz com que hajam mais fontes de informação), não há problemas significativos de compatibilidades entre aplicações que utilizam o ODF, com a excepção da implementação que m$ introduziu no sp2 do office 2007, que não é compatível com as outras implementações (que são muito compatíveis entre si), porque a m$ não quer que seja (fez birrinha por isto não fazer ainda parte do ODF).

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Eu acho que é melhor não dizer nada.

O ODF não inclui ainda especificação de formulas é verdade. Mas está-se a trabalhar numa especificação para normas que vai ser normalizada e adoptada para utilização no ODF.

Para além disso como o código fonte do OpenOffice.org está disponível (e é a implementação de referência) e o seu desenvolvimento é comunitário e aberto (o que faz com que hajam mais fontes de informação), não há problemas significativos de compatibilidades entre aplicações que utilizam o ODF, com a excepção da implementação que m$ introduziu no sp2 do office 2007, que não é compatível com as outras implementações (que são muito compatíveis entre si), porque a m$ não quer que seja (fez birrinha por isto não fazer ainda parte do ODF).

Pois, devias mesmo não ter dito nada. Assim evitavas dizer bacorada. A verdade é que enquanto não for definido o ODF 1.2 a interoperabilidade entre aplicações não está assegurada. Como próprio referiste e bem o Office 2007 SP2 não é muito amigo do OO.o apesar de ambos respeitarem o ODF.

Depois porque raio dizes que o OO.o é a implementação de referência? Que eu saiba os principais "mentores" no ODF é a Sun e a IBM, portanto pela lógica as implementações de referência (se é que alguma) seriam essas duas (OO.o e Symphony), que imagina, não são compatíveis entre si. Acho que escuso de continuar a bater na mesma tecla e indicar que o ODF como está não serve de nada para garantir interoperabilidade.

Depois não percebi essa boca foleira da Microsoft fazer birra. Que eu saiba a Microsoft foi a primeira a alertar para o problema das fórmulas no ODF já lá vão 5 anos (+-, não sei o tempo ao certo) ainda nem havia OOXML na altura.

PS: Já agora, provavelmente deves saber mas não sei porque omitiste. Se realmente não sabias fica então a informação.

Existe um plugin pro Office, que é um projecto Open Source, com apoio financeiro da Microsoft que torna o Office "compatível" com os demais programas. http://odf-converter.sourceforge.net/

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A verdade é que enquanto não for definido o ODF 1.2 a interoperabilidade entre aplicações não está assegurada.

Estás enganado!

E estás a enganar-te que existe uma implementação de referência cujo código fonte está disponível para todos poderem ver e isso faz com que seja possível fazer implementações compatíveis. Quando estiver definida especificação e adoptada pelo ODF, então vai ser mais fácil, mas isso não faz com que não se consiga fazer agora.

Há quem tenha testado as diversas implementações (http://www.robweir.com/blog/2009/05/update-on-odf-spreadsheet.html) e exceptuando a da m$, todas as outras são quase totalmente compatíveis entre si. E vá-se lá ver e até a incompatibilidade que afirmas entre o OO.o e o synphony, não existe...

Ou seja, não só estás enganado no aspecto teórico, como também a realidade prova que não tens razão.

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E estás a enganar-te que existe uma implementação de referência cujo código fonte está disponível para todos poderem ver e isso faz com que seja possível fazer implementações compatíveis. Quando estiver definida especificação e adoptada pelo ODF, então vai ser mais fácil, mas isso não faz com que não se consiga fazer agora.

ROFL, é essa a melhor desculpa que consegues? Desde quando para se implementar uma especificação tem de se andar a ver código de terceiros?

Há quem tenha testado as diversas implementações (http://www.robweir.com/blog/2009/05/update-on-odf-spreadsheet.html) e exceptuando a da m$, todas as outras são quase totalmente compatíveis entre si. E vá-se lá ver e até a incompatibilidade que afirmas entre o OO.o e o synphony, não existe...

Sim, eu tenho consciência desse teste. Se reparares, a entrada do CleverAge é o plugin que referi anteriormente. Mas, a nível de compatibilidade na verdade esse teste fica muito aquém. É uma folha de cálculo relativamente simples e que está longe de testar todas as possibilidades. Esse teste não prova que haja compatibilidade, a única coisa que prova é que existe incompatibilidade, se não compreendes a diferença então é um grave problema teu.

Mas devias ter te informado um bocado melhor. Podes ler este excelente artigo http://adjb.net/post/Notes-on-Document-Conformance-and-Portability-3.aspx, para veres como o corrente ODF não serve de nada no campo da interoperabilidade (aconselho-te também a ler os outros capítulos, são excelentes leituas). E se reparares, tem lá um link para http://blogs.msdn.com/dmahugh/archive/2009/05/09/1-2-1.aspx, em que demonstra uma falha de interoperabilidade entre o Symphony e o OO.o

PS: Gosto principalmente da "observação" do James Clark.

PPS: A minha realidade não deve ter mesmo nada haver com a tua...

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ROFL, é essa a melhor desculpa que consegues? Desde quando para se implementar uma especificação tem de se andar a ver código de terceiros?

Desculpa?

Não estou a desculpar nada.

Estou a dizer que para além do que existe no grupo de trabalho que está a prepara a especificação ainda tens o código para te ajudar. Isto não é uma desculpa. É que se queres interoperar com terceiros numa situação como estas (que é uma situação que não é ideal), ver o código deles ajuda de facto.

Mas, a nível de compatibilidade na verdade esse teste fica muito aquém. É uma folha de cálculo relativamente simples e que está longe de testar todas as possibilidades.

Nem pretende ser um teste exaustivo!

É que se não consegues compatibilidade com as coisas mais simples, não é com as mais complexas que vais conseguir.

para veres como o corrente ODF não serve de nada no campo da interoperabilidade

Isso é uma generalização absurda!

No máximo poderias dizer que há problemas de inter-operatibilidade no domínio da utilização de folhas de calculo com formulas, quando os documentos são mais complexos, porque como demonstram o teste que apontei, existe bastante interoperatibilidade entre diversos fabricantes.

O Griffin, até discorda do que tu disseste. Diz mesmo que há interoperatibilidade com limitações no caso das folhas de calculo.

PS: Gosto principalmente da "observação" do James Clark.

Que não é verdadeira pois, é exagerada. Se ele disse-se que existem problemas significativos para alguns casos. Então sim, seria correcta.

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Estou a dizer que para além do que existe no grupo de trabalho que está a prepara a especificação ainda tens o código para te ajudar. Isto não é uma desculpa. É que se queres interoperar com terceiros numa situação como estas (que é uma situação que não é ideal), ver o código deles ajuda de facto.

Claro que ajuda. Por isso é que estou a dizer que o ODF como standard falha enormemente. Para elaborar uma implementação de uma especificação, deve ser só necessário olhar para a especificação. Se para garantir a interoperabilidade tem de se olhar para código de terceiros, então é porque o standard não serve para nada, é fogo de vista. Ter lá o "carimbo" do ODF é exactamente irrelevante, porque na pratica, para garantir interoperabilidade entre as aplicações é apenas uma questão de analisar código, algo que já podes fazer com os projectos open-source, para isso não precisas do standard para nada.

É que se não consegues compatibilidade com as coisas mais simples, não é com as mais complexas que vais conseguir.

Daí ter dito que servia para provar a falta de compatibilidade, não a existência do mesmo...

No máximo poderias dizer que há problemas de inter-operatibilidade no domínio da utilização de folhas de calculo com formulas, quando os documentos são mais complexos, porque como demonstram o teste que apontei, existe bastante interoperatibilidade entre diversos fabricantes.

Como disse antes, esse teste não serve de nada para mostrar que existe interoperabilidade, só a falta dela. O teste é extremamente simplista e está longe de analisar todos os casos de uso. Que queres dizer com documentos mais complexos? É complexo ter um documento a somar 2 células? É que como viste basta isso para dar cabo da interoperabilidade entre Symphony e OO.o.

O Griffin, até discorda do que tu disseste. Diz mesmo que há interoperatibilidade com limitações no caso das folhas de calculo.

Desculpa, referes a que? É que nos links que foram colocados aqui, nenhum deles é do Griffin. E o que é interoperabilidade com limitações?

Que não é verdadeira pois, é exagerada. Se ele disse-se que existem problemas significativos para alguns casos. Então sim, seria correcta.

Em que parte não é verdade?
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Claro que ajuda. Por isso é que estou a dizer que o ODF como standard falha enormemente.

É  de facto uma insuficiência, que tem que ser colmatada o mais rapidamente possível (e estão a tratar disso). Mas não diria que é assim tão grande como tu caracterizas. Seria mais grave caso a implementação de referência (a do OO.o), não fosse livre.

Para elaborar uma implementação de uma especificação, deve ser só necessário olhar para a especificação.

Teoricamente sim!

Mas na prática é sempre útil poder ver o código de uma implementação de referência.

Se para garantir a interoperabilidade tem de se olhar para código de terceiros, então é porque o standard não serve para nada, é fogo de vista.

Isso é um exagero!

Apenas é menos útil na parte em que não está especificado.

Daí ter dito que servia para provar a falta de compatibilidade, não a existência do mesmo...

Serve para demonstrar alguns níveis de interoperatibilidade, quer nos casos positivos, quer nos negativos. Claramente que foi demonstrado que há alguma compatibilidade entre diferentes aplicações.

Como disse antes, esse teste não serve de nada para mostrar que existe interoperabilidade, só a falta dela.

Novamente o exagero!

Demonstra claramente que pelo menos alguma interoperatibilidade limitada é possível. Logo não podes dizer que não serve para demonstrar interoperatibilidade. Não serve para demonstrar total interoperatibilidade, mas não haver total, não quer dizer que não haja alguma.

E o que é interoperabilidade com limitações?

É isso mesmo. Interoperatibilidade sem ser total, ou seja, num subset da norma.

Desculpa, referes a que? É que nos links que foram colocados aqui, nenhum deles é do Griffin.

Tens razão ele trabalha é para o Griffin...

Em que parte não é verdade?

Na parte em que é um exagero.

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