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NoObik

Revista Programar

33 mensagens neste tópico

Boas caros companheiros,

Por acaso não existe esta revista mas sem ser em formato digital??

Curtia muito era ter esta revista em papel, sabem ;) penso que era uma forma muito boa, tipo se nao quisessem envia-lo para as bancas pelo menos faziam do genero (ou tentavam) atraves de subscricao.

fica aqui a ideia de lancarem esta revista de outra forma sem ser digital ;)

Cumps[[]]

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Boas,

Vantagens da distribuição em formato papel? Achas que o custo/benefício justifica?

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Podes sempre levar tu o documento a um sítio onde a imprimam em condições. Claro que fica ligeiramente mais caro que se mandássemos imprimir uma quantidade maior de revistas, mas de momento é a única forma de a teres em formato papel. Este assunto já foi discutido internamente várias vezes e chegámos sempre à conclusão que não conseguiríamos suportar uma edição em papel. Talvez um dia, mas eu diria que esse dia ainda vai longe.

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Quanto a esta proposta, eu não a apoio de forma alguma. O mundo cada vez anda a ficar mais digital e cada vez menos faz sentido gastar papel neste tipo de coisas, aliás, até agora somos uma revista amiga do ambiente e que chega a toda a gente gratuitamente, se o staff da revista decidir começar a imprimir a revista quebra logo dois valores de uma vez, a revista começa a precisar de ser cobrada (mais que não seja os custos de impressão e envio) e começa a gastar recursos ambientais que não tinha qualquer necessidade.

Sim, talvez fosse interessante ter uma edição ou outra (daquelas "extra" ou de marcos importantes) em papel, mas não todas.

Deixo aqui a minha opinião, a decisão cabe ao pessoal da revista.

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A revista até se imprime na boa, a partir do PDF. Já imprimi algumas para poder ler no café ou assim, e em greyscale está óptimo.

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bom

concordo quando se diz que talvez pudesse abranger ainda mais pessoas tendo a revista nas bancas mas a revista ja teria outro caracter seria mais "comercial" enquanto que agora e mais para nos fazermos um update dos nossos conhecimentos e todos tem acesso a ela, ter se  uma tiragem da revista em papel exigiria que os colaboradores do forum ou da revista começassem a contribuir (cotas) com um certo valor para se aguentar com os custos e era preciso tirar um certo numero correndo se o risco de se imprimir  um numero que nao chegasse ou que excedesse a demanda, mas em digital isso tudo nao acontece, se alguem quer imprimir que imprima para ela se nao quer fica com o formato digital e como foi dito o mundo esta cada vez mais digital, ate bibliotecas estao digitalizar-se entao.

pensemos nisso

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Boa tarde,

Descobri hoje a revista, bom, interessou-me imenso, andei a pesquisar onde podia assinar a edição papel,infelizmente..n posso, vou ter de imprimir, mas digo-vos que o projecto para mim é tremendamente interessante. Façam um pré registo de assinaturas e terão uma ideia das receitas conseguidas, é possível que seja suportável, mas são questões que me ultrapassam....

Bom trabalho

Rui Miranda

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Isso eu não sou muito claro! :wallbash:

Madlem, este post já tem dois anos :thumbsup:

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Eu sou bastante sensível ao racional apresentado pelo Heckel.

Relativamente a tendências:

Concordo que o mundo tende a que a distribuição em massa de bens como revistas tende a ser cada vez mais feita de forma digital. Contudo, essa visão realista do futuro, não nos deve toldar a perspectiva em relação a presente. E se olharmos para presente, vamos ver que ainda estamos numa época, em que é mais comum, é não haver exclusividade do digital.

Relativamente à relação com o meio-ambiente:

Há uma certa ilusão de que utilizar meios exclusivamente digitais/eléctricos somos amigos do ambiente. Isso é uma ilusão de quem esquece os materiais e os métodos industriais que são utilizados para a criação dos dispositivos. Bem como os meios utilizados para criar electricidade (a principal fonte ainda são combustíveis como o diesel e o carvão).

Para além disso Portugal é um país produtor de papel. E embora não concorde totalmente com as soluções de gestão de floresta utilizadas pela industria de produção de papel e seus fornecedores. A verdade é que elas gerem floresta de uma forma eficaz, relativamente segura, e produtiva (e que tem que ser melhorada do ponto de vista ambiental).

Para além disso também esquecemos frequentemente que podemos podemos reciclar papel e utilizar papel reciclado.

Por tudo isto, utilizar papel, não é ser assim tão pouco amigo do ambiente e utilizar meios digitais, não é ser assim tão amigo do ambiente.

Relativamente à ideia, ela não me escandaliza absolutamente nada. Eu acho que a revista tem potencial. E acho que comercialmente até pode ser uma revista de sucesso.

Mantendo a actual edição, gratuita em PDF, qual seria o problema de haver uma edição de especial qualidade de impressão para assinantes?

Havendo assinantes suficientes pode ser sustentável e até poderiam haver pontos de distribuição dessas cópias assinadas pré-determinados, de forma a reduzir os custos.

Para além disso acho que a revista está na sua utilização do meio digital, muito à quem das suas potencialidades. Não usa o som, não usa o vídeo, não usa artigos que disponibilizam em si meios em-linha de testar algumas das coisas das quais retrata, etc...

Para além da fraca exploração do meio digital. Que me parece ser intencional (uma opção estratégica que foi feita). Também acho que a revista poderia ir para além destes meios. E entrar no meio físico e não estou a falar do papel, mas sim de apresentações/palestras.

Tudo isto tem um potencial muito interessante e há um conjunto de possibilidades excitantes, que poderiam fazer a revista descolar para sucessos muito maiores e sustentados. Tudo isto mantendo também a actual edição, como está com os seus actuais Valores.

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    Boa tarde,

    O formato actual permite ser impresso. Eu imprimo, por opção. E respeito a decisão de manterem a revista em formato digital, tal como ela está. Para mim tem a vantagem de poder ser facilmente impressa e sem perda de conteúdos.

    Sobre a gestão florestal e produção de papel, evitando alongar-me nesse assunto, só queria deixar claro que a industria do papel em Portugal, tem feito uma não muito boa gestão florestal. Alias basta ver as noticias para recordar um vídeo "cómico" que circula no youtube, a satirizar José Sócrates, que diz: "sentas-te e vês Portugal a arder", se a gestão florestal fosse boa, não via-mos Portugal a arder! (Deixa lá é pouquinho são 3% do nosso PIB), não é nada!

    De qualquer das formas, e apesar dos avanços nas tecnologias de informação e nos materiais sintéticos, eu prefiro uma publicação impressa, em papel de boa qualidade, se possível reciclado, que na minha humilde opinião traz valor acrescentado a um produto.

      A exemplo e não fugindo do tema, tenho um CD que comprei já faz uns anos a esta parte, de uma pianista portuguesa, que apesar de ser um bom CD com excelentes musicas tocadas ao piano, e eu já as tinha em CD tocadas por outro interprete, comprei aquele porque a caixa era em cartão reciclado, e no centro da caixa, onde o CD fica seguro, estava uma engenhosa "meia-lua" de cortiça".  Cativou-me por duas coisas: A caixa do CD ser em cartão reciclado, e demais materiais reciclados; ser produto nacional. Porque de contrario as musicas já as tinha tocadas por outros interpretes.

    Estar a colocar muitos mais conteúdos na revista que apenas possam ser acedidos no formato electrónico, não me parece assim tão boa ideia, pois creio que ainda exista quem goste de ler em papel e de puder escrever os seus apontamentos a lápis, etc... sem ter de se privar de conteúdos.

Cordiais cumprimentos,

Apocsantos

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E respeito a decisão de manterem a revista em formato digital, tal como ela está. Para mim tem a vantagem de poder ser facilmente impressa e sem perda de conteúdos.

Isto não é uma questão nem de respeito, nem de aceitação... Apenas de opinião.

    Sobre a gestão florestal e produção de papel, evitando alongar-me nesse assunto, só queria deixar claro que a industria do papel em Portugal, tem feito uma não muito boa gestão florestal. Alias basta ver as noticias para recordar um vídeo "cómico" que circula no youtube, a satirizar José Sócrates, que diz: "sentas-te e vês Portugal a arder", se a gestão florestal fosse boa, não via-mos Portugal a arder! (Deixa lá é pouquinho são 3% do nosso PIB), não é nada!

Só que a floresta que arde, não é a floresta que está nas mãos da industria e dos seus fornecedores. Essa não arde. Porque não só é limpa, como tem bons acessos, como monitorizada todo o ano e tem corpos de bombeiros profissionais a guardar-la todo o ano. Se o resto da floresta fosse tão bem gerida no que toca a prevenção de incêndios, como a que está nas mãos da industria, então, praticamente não haveriam fogos florestais de grandes dimensões em Portugal.

    Estar a colocar muitos mais conteúdos na revista que apenas possam ser acedidos no formato electrónico, não me parece assim tão boa ideia, pois creio que ainda exista quem goste de ler em papel e de puder escrever os seus apontamentos a lápis, etc... sem ter de se privar de conteúdos.

Nunca gostei de escrever nas obras que compro em papel.

Adicionar conteúdos não significa privar necessariamente os outros de conteúdos.

O facto é que quem lê em papel pode também aceder aos outros conteúdos.

Quem lê a revista e está a aceder a conteúdos electrónicos até pode:

* não só adicionar conteúdos (notas) à versão electrónica antes de ela ser impressa, como partilhar notas com outros utilizadores;

* os editores podem escolher notas dos utilizadores para ficarem na edição impressa,  ou os utilizadores poderiam personalizar as notas de forma a que cada utilizador pudesse ter uma versão única da revista, que depois poderia mandar imprimir, ou não (há empresas que fazem impressão de obras personalizadas em pequenas quantidades).

Mesmo depois de já ter a versão em papel pode ao assistir a outros conteúdos electrónicos fazer notas relativas aos conteúdos digitais na versão em papel (aliá até se poderia adaptar a revista especificamente para isso).

Claro que fazer tudo isto, dá trabalho. Bastante trabalho! E implicaria ter que haver alguma profissionalização da revista. Mas não tenho medo nenhum disso, muito pelo contrário.

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Pessoal, este tópico foi desenterradíssimo e o post que deu origem ao desenterranço foi apagado (provavelmente pelo autor).

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E então?

Não podemos discutir estes assuntos por causa disso?

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Discutam à vontade, para mim tanto me dá. Agora muita coisa mudou nos dois anos e meio que separam o tópico dos dias de hoje, talvez faça mais sentido começarem uma discussão nova sem terem como base opiniões que muito provavelmente mudaram neste tempo que passou (e a mim me incluo).

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E se achas importante dizeres que mudaste de opinião, podes sempre dizer, até podes dizer qual é nova opinião se for essa a tua vontade. Não vejo drama nenhum nisso...

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Sim.

Tudo isso foi ponderado e discutido.

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Claro que fazer tudo isto, dá trabalho. Bastante trabalho! E implicaria ter que haver alguma profissionalização da revista. Mas não tenho medo nenhum disso, muito pelo contrário.

Este é um ponto chave ... para poder melhorar ou crescer mais á revista só existem (IMO) duas soluções: ter uma equipa que esteja disposta a trabalhar (a revista dá actualmente muito trabalho a várias pessoas) ou semi-profissionalizar introduzindo publicidade.

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@falco,

a revista é discutida recorrentemente.

Desde a hipótese a uma versão em papel até à inclusão de publicidade, posso garantir-te que a revista é um sem fim de discussões, algumas recorrentes e ciclicas.

Tudo é passível de discussão, e na verdade, tudo é discutido.

Por exemplo, pormenores de como a revista deve aparecer no PDF reader, uma página ou duas páginas lado-a-lado.

Como o jpaulino referiu, a revista dá muito, mas mesmo muito trabalho. Já passou por pontos muito criticos, onde se discutiu seriamente o fim do projecto - na altura tornámos isso público num editorial - mas foi sobrevivendo e, actualmente, encontra-se num estado em que goza de muita popularidade dentro e fora da comunidade.

E isto quer dizer duas coisas: (i) muito mais trabalho do que as versões inicias da revista e (ii) muito mais responsabilidade sobre toda a equipa que trabalha na revista.

Para teres uma ideia, há razão para a revista sair quase sempre uns dias atrasada. É necessário angariar artigos, revê-los, voltar a dá-los aos autores para que os modifiquem de acordo com a revisão, passá-los para o Publisher (o sw que se usa actualmente para criar a revista e até isto foi alvo de discussão), rever se tudo está ok e, por fim, lançar a revista.

Esta descrição por alto dá muito trabalho a muitas pessoas por muitas semanas, uma vez que todos fazemos isto pro buono, no tempo livre que (muitos de nós não) temos...

Edit: para teres uma ideia, ainda não lançámos a próxima edição (31), e já estamos a trabalhar na seguinte (32): http://www.portugal-a-programar.pt/index.php?showtopic=47233

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Este é um ponto chave ... para poder melhorar ou crescer mais á revista só existem (IMO) duas soluções: ter uma equipa que esteja disposta a trabalhar (a revista dá actualmente muito trabalho a várias pessoas) ou semi-profissionalizar introduzindo publicidade.

Publicidade não é a única solução... É uma parte dela. Mas sim, sou a favor de uma profissionalização.

Desde a hipótese a uma versão em papel até à inclusão de publicidade, posso garantir-te que a revista é um sem fim de discussões, algumas recorrentes e ciclicas.

E podes dizer quais as correntes de opinião e eventuais conclusões?

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Há de tudo.

Não me recordo que tenha havido uma discussão em que tenha havido unanimidade. Entre todos há quem goste do azul e do amarelo.

O resultado é, à data, o actual. Por exemplo, a revista não tem publicidade e não há ninguém pago para fazer seja o que for.

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Não me recordo que tenha havido uma discussão em que tenha havido unanimidade. Entre todos há quem goste do azul e do amarelo.

Não consegues fazer um pequeno resumo? Só para ficarmos todos com uma pequena ideia...

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Não consegues fazer um pequeno resumo? Só para ficarmos todos com uma pequena ideia...

Não queres antes deixar aqui a tua sugestão, ou seja, o que achas que devia de mudar e como? ;)

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