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M6

Windows em sistemas criticos? Não, obrigado.

39 mensagens neste tópico

Pensem que estão na mesa de operações de um hospital, ligado a uma máquina critica de suporte à vida que corre Windows.

Assustador não?

Para quem ainda não está assustado, pensem em actualizações automáticas que fazem reboot a seu bel prazer.

Sabem o que vem a seguir, não sabem?...

Aposto que estão a pensar "basta desligar as actualizações automáticas e resolve-se o problema".

Ok, então desligamos as actualizações automáticas e, pensem em virus e worms.

Para quem ainda não está assustado, pensem na mesa de operações, no sistema de suporte à vida que corre o Windows que tem virus e worms porque os últimos patches de segurança não foram instalados porque as actualizações automáticas estão desligadas.

Sabem o que vem a seguir, não sabem?...

Para quem acha que este cenário apocalíptico é ficção cientifica, pois fiquem a sabe que já aconteceu nos hospitais de Sheffield.

E agora, já estão assustados?

Windows em sistemas críticos? Não, obrigado.

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Sinceramente, a culpa não é do Windows mas sim do departamento de TI que não criou rotinas personalizadas de manutenção dos sistemas (actualizações, etc).

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Estás a culpar a segurança de um sistema operativo (não interessa se tem falhas agora ou não) pelas más práticas de um departamento de IT. Não me parece muito justo.

O mesmo pode acontecer em qualquer outro sistema operativo, caso não seja actualizado.

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Sinceramente, a culpa não é do Windows mas sim do departamento de TI que não criou rotinas personalizadas de manutenção dos sistemas (actualizações, etc).

Essas rotinas iriam ter o mesmo problema que as actualizações do windows, reboot quando terminassem, sendo que exigiriam um grande controlo. Não sendo defensor de bater no windows por tudo e por nada, por mais conscientes que sejam os elementos do departamento técnico, o windows tem sempre uma forma de nos surpreender... pela negativa.

Esse é apenas um exemplo, na minha curta vida profissional e longa vida académica, tive muito contacto com essas pequenas situações, que até chegam a parecer anedóticas.

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Aplicações como o windows server 2003 ou mesmo o windows xp sp3 são bastante estáveis e com tempos de uptime muito bons.

Não se esqueçam que em ambientes criticos, como o acima descrito ou em processos de produção, supervisão, etc, as máquinas nunca estão ligadas a net, e grande parte destas nem se tem acesso com pens, cd's, etc.

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Por acaso, há cerca de um ano atrás escrevi um post no meu blog a criticar o facto do windows reiniciar automaticamente depois de um update, mesmo depois de já lhe ter dito que não queria reiniciar.

Embora fosse de esperar que os responsáveis pelo sistema informático soubessem lidar com o problema, acho que a forma de operar do windows incorrecta.

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Esta preocupação com os problemas do Windoes é toda muito sensata, mas leiam o artigo, pensem duas vezes e não exagerem.

"Pensem que estão na mesa de operações de um hospital, ligado a uma máquina critica de suporte à vida que corre Windows." - dá-me vontade de rir

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Pelo comentários que li, creio que urge algumas explicações.

Antes de mais, quando falo em Windows falo no produto em si, como foi concebido, pensado e como funciona.

Se um SO funciona de uma determinada forma que é comprovadamente estúpida e totalmente errada (como é o caso dos reboots forçados após as actualizações automáticas do Vista por exemplo) isto é culpa do produto (implicitamente do seu desenho e concepção). Empurrar as culpas desta idiotice para o departamento de TI é simplesmente não compreender o cerne do problema.

Cada vez mais a conectividade entre sistemas é uma realidade, independentemente do tipo de sistema.

Quem já viu uma máquina de ecografias, por exemplo, vê que aquilo é um PC encastrado numa mesa que com hardware específico. Mas não passa de um PC normal, com portas usb, placa de rede, placa com saída de vídeo, leitor de CDs, etc..

Esse tipo de sistemas são, na sua essência, idênticos: são computadores adaptados para funcionar com hardware específico, mas não deixam de ser computadores (mais ou menos) comuns.

Os mais cépticos, parece-me que desconhecem a realidade dos problemas dos sistemas que usam Windows fora do ambiente desktop. Recordo mais um sistema, o iDrive da BMW e os PDA com Windows CE/Mobile que quando acabava a bateria perdiam toda a informação (mesmo toda) que lá estava.

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Acho que se estivesse na mesa de operações de um hospital tinha mais com que me preocupar.

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Não percebeste M6, Windows em sistemas críticos? Não, obrigado. -> OK, tudo bem.

O que não percebeste é que a forma como transmitiste isso foi pegar no caso do hospital e dar um ar de  alarmismo com o "sistema de suporte à vida na mesa de operações, nos cuidados intensivos, etc. que corre windows" que é bull-shit e tu sabes disso.

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(como é o caso dos reboots forçados após as actualizações automáticas do Vista por exemplo)

Uso o Vista há bastante tempo já, e tenho todas as actualizações instaladas e curiosamente nunca fez reboot sem me pedir autorização. :P

Os mais cépticos, parece-me que desconhecem a realidade dos problemas dos sistemas que usam Windows fora do ambiente desktop. Recordo mais um sistema, o iDrive da BMW e os PDA com Windows CE/Mobile que quando acabava a bateria perdiam toda a informação (mesmo toda) que lá estava.

Todo o software tem bugs, uns mais sérios que outros. Sim, PDAs como o Qtek S100 tinham esse problema, mas também, os PDA baseados em Palm OS são perfeitos? O OpenMoko?

É óbvio que várias versões do Windows têm bugs, mas qual é o software que não os tem? Mas também não nos podemos esquecer que o dito bug das actualizações não me parece ser um bug, mas sim uma falha de comunicação entre o software e o utilizador: devia, de facto, descrever melhor o que faz aquela opção.

PS: Uso Vista e XP no desktop e numa workstation e WM5 no Qtek S200 e estou satisfeito.

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Não percebeste M6, Windows em sistemas críticos? Não, obrigado. -> OK, tudo bem.

O que não percebeste é que a forma como transmitiste isso foi pegar no caso do hospital e dar um ar de  alarmismo com o "sistema de suporte à vida na mesa de operações, nos cuidados intensivos, etc. que corre windows" que é bull-shit e tu sabes disso.

Achas que "colori" a coisa, não foi? :P

Talvez sim... Ou talvez não...

O que sei é que este problema do Windows nos equipamentos médicos é real e não é de agora: http://www.networkworld.com/weblogs/security/005694.html

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djthyrax, vais-me desculpar mas perguntar "qual é o software que não os tem [bugs]?" é uma daquelas escapadelas do tipo "ah e tal isso é como tudo"!...

Quando falamos de bugs, por exemplo, estamos a falar essencialmente de duas coisas:

1. a quantidade de bugs que se manifesta num dado espaço de tempo;

2. a criticidade/consequência do bug.

Se usares uma aplicação durante um ano e apanhares com um bug durante todo esse tempo é diferente de usares uma aplicação onde apanhas com um bug todas as semanas.

A consequência do bug é outro factor: há uma enorme diferença entre comprometer o SO ao ponto deste fazer reboot automaticamente (blue screen of death, por exemplo) versus a tua aplicação rebenta e perdes apenas as últimas alterações do documento em que estavas a trabalhar.

Tenho um Palm Tugnsten T3 a correr Palm OS a apenas agora, volvidos uns 5 anos, tive o primeiro efeito indesejável em 5 anos: após uma pesquisa tive de fazer soft reset. Nunca, mas nunca perdi informação no Palm por este ter ficado sem bateria (uma das vezes por várias semanas seguidas).

Quando os Qtek sairam, já a Palm cá andava há uns anos valentes e é incompreensível como é que um novo player no mercado consegue vender algo tão mau assim! É um daqueles casos de sucesso em que "bad is good"...

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Pois, eu trabalho na industria e conheço diversos pc's/servidores, todos com o Windows como sistema operativo, e sem problemas/falhas. E não estou a falar de aplicações de escritório mas sim a trabalhar em máquinas em industria.

Não nos podemos esqueçer que esses pc's estão fechados, ou seja, não entra lá disquetes, não entra lá pens, não se instala porcaria. Nem actualizações, sim porque grande parte das actualizações são para corrigir vulnerabilidades por causa da net/virus/etc.

A "má fama" do windows deve-se muitas vezes a instalações parvas e mal feitas em que as culpas vão cair no sistema operativo.

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djthyrax, vais-me desculpar mas perguntar "qual é o software que não os tem [bugs]?" é uma daquelas escapadelas do tipo "ah e tal isso é como tudo"!...

Quando falamos de bugs, por exemplo, estamos a falar essencialmente de duas coisas:

1. a quantidade de bugs que se manifesta num dado espaço de tempo;

2. a criticidade/consequência do bug.

Se usares uma aplicação durante um ano e apanhares com um bug durante todo esse tempo é diferente de usares uma aplicação onde apanhas com um bug todas as semanas.

A consequência do bug é outro factor: há uma enorme diferença entre comprometer o SO ao ponto deste fazer reboot automaticamente (blue screen of death, por exemplo) versus a tua aplicação rebenta e perdes apenas as últimas alterações do documento em que estavas a trabalhar.

Repara, o problema que a notícia relata podia acontecer noutro SO como Linux p.e. Infelizmente problemas desses não faltam por vários SOs.

Tenho um Palm Tugnsten T3 a correr Palm OS a apenas agora, volvidos uns 5 anos, tive o primeiro efeito indesejável em 5 anos: após uma pesquisa tive de fazer soft reset. Nunca, mas nunca perdi informação no Palm por este ter ficado sem bateria (uma das vezes por várias semanas seguidas).

Quando os Qtek sairam, já a Palm cá andava há uns anos valentes e é incompreensível como é que um novo player no mercado consegue vender algo tão mau assim! É um daqueles casos de sucesso em que "bad is good"...

O Qtek tinha um pouco o factor janelinhas a seu favor, e foi apenas isso. O S100 foi uma miséria, mas a partir daí, lançaram hardware com o boa qualidade. O meu Qtek S200 foi comprado em segunda mão, e o único defeito que vejo nele é mesmo ele não conseguir 25.00 fps num .avi (XVID + MP3 320kbps) (apenas faz 23.9 e tal). Tirando isso, também é excelente apesar dos 3-4 anos que já tem e das centenas de quedas que já deu. Curiosamente, até hoje nunca fiz um soft reset, apenas um hard reset à pala de um software bugado que corri sem ler tudo o que tinha de ler.
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Eu só tive um Qtek S100 e posso dizer que detesto a cena de perder tudo quando se fica sem bateria. Acho isso mesmo daquelas falhas inaceitáveis. :P

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De facto pintar um cenário de uma máquina de manutenção de funções vitais de um ser humano não é o melhor argumento na medida em que é demasiado simplista e podia eventualmente servir de argumento para o que se quisesse, ncluindo outros sitemas operativos.

O que eu sei e o que eu já testemunhei pessoalmente. Redes microsoft são significado de custos muito mais elevados em manutenção, obrigam a intervenções muito mais frequentes por parte de pessoal especializdo. Não é admiração nenhuma, estamos a falar de um emaranhado de tecnologias proprietárias de código fechado. As alternativas, nomeadamente todos os sistemas operativos baseados em UNIX que existem usam tecnolgias muito mais sólidas. Afinal de contas já estão a ser desenvolvidas há praí 40 anos e por carradas de pessoal.

Isto é simples de observar, comparem a contabilidade de uma empresa que usa tecnologias microsoft com outra que não use.

Outra coisa que já por algumas vezes testemunhei são os servidores que correm software miscrosoft. Por exemplo, quando estava na faculdade o departamento mantinha alguns servidores com windows par alguns serviços que o requeriam. Estavam sempre a dar encrencas, não tinham uptimes nem de um mês sequer.

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Eu trabalho para o estado português, cujos sistemas informáticos são Windows XP protegidos pela Symantec com actualizações e firewall inactivas e impossiveis activar por limitações de privilégios, sistemas onde estão armazenados dados de todos os cidadão deste pais, pelo menos os que estão registados, e o Sistema Operativo nunca foi problema, quando existem erros ou falha no sistema são mesmo responsabilidade das aplicações de terceiros, neste caso das nossas.

De referir que correm rumores que vamos migrar do XP para o 7 e nos casos em que as estações padrões não aguentarem correr o SO será utilizado um sistema Linux.

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Ridelight, esses XP guardam informação ou são apenas usados como clientes para sistemas (tipicamente web) onde ai sim estão guardados os dados dos cidadãos?

Em todas as entidades públicas por onde passei, o SO servia para pouco mais do que correr o office e o browser (este sim usado para aceder a sistemas com a informação dos cidadãos).

Neste caso, o SO é "apenas uma camada intermédia" entre o sistema critico (o sistema central) e o utilizador, mesmo que o XP se espatife todo tal não compromete a informação nem o sistema central.

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Nas estações padrão são apenas usados como clientes, depois há os servidores locais que correm windows servers onde estão guardadas algumas informações e onde são carregadas as actualizações (normalmente diárias) as aplicações utilizadas, aplicações web que  corram no browser que me recorde são apenas o Gera, o CNP e o UTS, as restantes são aplicações que correm em "ambiente próprio" como o caso do SIPS, do SISS entre outras que enviam e recebem dados dos servidores centrais que penso que tambem corram windows server mas não tenho a certeza.

Basicamente as estações padrão estão apenas limitadas ao office, ao internet explorer que normalmente não deixa aceder a internet, só mesmo a intranet, embora algumas chaves de acesso permitam navegar na internet, mas bloqueiam todo e qualquer tipo de download, bem como o acesso a maioria dos sites atraves de uma aplicação de controlo de conteudos denominada WebMarshal que mal detecte publicidade ou algum tipo de malware apenas apresenta um aviso com o logotipo do instituto a informar que o conteudo foi bloqueado e qual a regra que foi violada, ficando registado o acesso a quê e o numero do funcionário para análise.

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Triton, isso de perderes tudo não tem nada a ver com o Windows Mobile (que por sinal acho o melhor Windows de todos), mas sim com o facto de estar tudo na RAM.

O meu Qtek S200 foi comprado em segunda mão, e o único defeito que vejo nele é mesmo ele não conseguir 25.00 fps num .avi (XVID + MP3 320kbps) (apenas faz 23.9 e tal).

O meu Qtek S200 também comprado em segunda mão não consegue ler bem os .avi's a 25 fps, mas não te esqueças que estás a falar dum processador a 195MHz.

Aqui há uns tempos decidi por um programa de Overclock, e aquilo já lê tudo que é uma maravilha, vai até aos 280MHz, e aí já funciona tudo bem.

Tirando isso, também acho o S200 fantástico, nunca me deu assim grandes problemas (só tive uma vez que o flashar porque fui nabo lá com um programa).

Cumps

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Triton, isso de perderes tudo não tem nada a ver com o Windows Mobile (que por sinal acho o melhor Windows de todos), mas sim com o facto de estar tudo na RAM.

Cumps

Eu não falei do Windows Mobile.

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Triton, isso de perderes tudo não tem nada a ver com o Windows Mobile (que por sinal acho o melhor Windows de todos), mas sim com o facto de estar tudo na RAM.

Cumps

Exacto.
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Vamos lá ver... alguem aqui tem dúvidas que se pegarem em duas máquinas iguais e lhe puserem numa o window s e noutra um SO qualquer baseado em unix, e se lhe colocarem os mesmo serviços, se fizerem 10 'stress tests' a do windows vai dar encrenca primeiro nos 10?

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Vamos lá ver... alguem aqui tem dúvidas que se pegarem em duas máquinas iguais e lhe puserem numa o window s e noutra um SO qualquer baseado em unix, e se lhe colocarem os mesmo serviços, se fizerem 10 'stress tests' a do windows vai dar encrenca primeiro nos 10?

Por acaso tenho! Mete lá um Windows Server a sério ao lado de um Unix based a sério e faz os testes!

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