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Internautas somam 694 milhões no mundo

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No mundo todo, 694 milhões de pessoas acima de 15 anos navegam na Internet, o que representa cerca de 14% da população total desse grupo etário, segundo pesquisa divulgada ontem, em Washington. O estudo, da empresa comScore Networks, garante ser a primeira estimativa verdadeira do tamanho e do comportamento da audigência global on-line.

A estimativa está baseada em observações de grandes mercados, que incluem China e Índia. "Hoje, a audiência on-line nos Estados Unidos representa menos de um quarto dos usuários de Internet no mundo, em comparação com os dois terços da audiência global que representavam 10 anos atrás", disse Peter Daboll, presidente da comScore Media Metrix.

Segundo o relatório, os EUA continuam à frente quanto ao número de usuários da Internet (152 milhões), seguidos pela China (72 milhões), Japão (52 milhões), Alemanha (32 milhões) e Grã-Bretanha (30 milhões). Em seguida, aparecem Coréia do Sul (24,6 milhões), França (23,9 milhões), Canadá (19 milhões), Itália (16,8 milhões) e Índia (16,7 milhões).

Completam os 15 primeiros lugares Brasil (13,2 milhões), Espanha (12,5 milhões), Holanda (11 milhões), Rússia (10,8 milhões) e Austrália (9,7 milhões). Em termos de tempo de navegação, Israel encabeça a lista, com uma média de 57,5 horas de conexão por pessoa em um mês, o dobro do tempo dos EUA. Entre os sites com mais usuários, o MSN da Microsoft lidera as preferências com 538,6 milhões de internautas, seguido de Google (495,8 milhões) e Yahoo (480,2 milhões).

Já 70% dos programas de informática que circulam na Internet para prejudicar o usuário são relacionados com crimes cibernéticos. Foi o que informou paralelamente outro estudo da empresa de segurança em computadores, Panda Software.

O relatório também destaca que os hackers, os piratas de computador, deixam de lado a utilização dos correios eletrônicos para transmitir vírus e optam por códigos mais difíceis de detectar.

Quarenta por cento dos problemas detectados pela empresa foram spyware, um tipo de código projetado visando a obter lucro, que a princípio foi criado para coletar dados sobre as atividades dos usuários da Internet. Dezessete por cento dos vírus eram do tipo cavalo de Tróia, que rouba dados confidenciais relacionados aos dados pessoais do usuário. (das agências de notícias)

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