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Anacom diz que telefonia fixa tem espaço para crescer

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O inquérito ao consumo das comunicações electrónicas em Portugal, realizado entre Janeiro e Fevereiro pela Anacom e a Marktest, concluiu que a utilização da telefonia fixa ainda tem margem para crescer, embora seja reduzida.

Dos 2020 indivíduos abrangidos pelo estudo, «5,7 por cento afirmam pretender vir a ter um telefone fixo num prazo inferior a um ano», revela uma nota divulgada hoje pela entidade reguladora do sector das telecomunicações, Anacom.

O inquérito concluiu que 60 por cento dos lares portugueses têm rede fixa e que cerca de 80 por cento dos utilizadores considera «que a qualidade do serviço fixo é boa».

A maioria dos inquiridos que não usa rede fixa (cerca de 61 por cento) justifica o facto com a utilização do telemóvel.

Do total da amostra, 76,4 por cento sublinha que a «a principal vantagem» da telefonia móvel face à fixa «é a mobilidade, seguida da ausência da assinatura» (19 por cento).

Cerca de 20 por cento dos utilizadores da rede fixa é cliente de mais do que um operador, sendo que 31 por cento utiliza a selecção chamada a chamada e 49,2 por cento usa a pré-selecção de operador.

A maioria (83 por cento) é servida pela Portugal Telecom (PT), figurando a Tele 2 em segundo lugar por número de clientes (14,8 por cento), seguida pela Cabovisão (11,5 por cento).

Segundo a Anacom, 62,4 por cento dos inquiridos conhece a portabilidade, mecanismo que permite a manutenção do número de telefone ainda que se mude para a rede de outro operador.

Quanto à telefonia móvel, 84,5 por cento dos inquiridos possui telemóvel, sendo que 86 por cento têm um cartão activo, 11,6 por cento têm dois cartões e 2,4 por cento têm mais do que dois cartões, revelou o estudo.

Entre os utilizadores de telemóveis, 19,3 por cento já mudaram de operador.

Destes, 34,6 por cento fizeram-no para pertencer à rede da maioria das pessoas com quem contactam habitualmente, mas um terço apontou como razão «a insatisfação com os preços», revela a nota do regulador.

Quanto aos inquiridos que nunca mudaram de operador, 66 por cento refere estar satisfeito com o serviço, mas cerca de um terço justifica com o facto de os seus contactos habituais pertencerem à mesma rede.

A maioria dos inquiridos que usa telemóvel (78,9 por cento) considera que a «qualidade do serviço móvel é boa» e 59,4 por cento diz conhecer a portabilidade do número.

Os contratos livres e os pré-pagos são preferidos por 45,3 por cento e 42,8 por cento dos utilizadores de telemóveis, respectivamente.

Apenas 16 por cento dos utilizadores possui um telefone de terceira geração e, destes, 63 por cento usam-no para enviar mensagens MMS, 26,6 por cento para realizar vídeo-chamadas e só 8,8 por cento o utilizam para aceder à Internet.

A Anacom revela que mais de 20 por cento dos utilizadores de telemóveis adquiriu um aparelho nos últimos seis meses, enquanto cerca de 17 por cento adquiriu um telefone há mais de seis meses, mas há menos de 12.

Fonte: Diário Digital / Lusa

E eu e os meus colegas quase todos que estamos a pensar em cancelar os telefones.

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Este artigo deu para ter algumas noções relativamente a termos estatísticos no que toca a operadores telefónicos.  :)

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