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falco

Freeware/OpenSource - As Diferenças

20 mensagens neste tópico

Mesmo que o freeware e open source não sejam a mesma coisa, tanto o Poker TH como o Jooleem encaixam na definição de freeware.

Não existe consenso ao redor da definição de freeware, excepto no ponto em que tem que ser à borla (o free de freeware significa gratuito). O Software Livre e Open Source Software não tem que ser à borla, pode ser, dependendo da vontade de quem distribui, ou redistribui...

Outros aspectos comuns nas definições de freeware e que são incompatíveis com ser Software Livre e Open Source Software são:

* o autor controla totalmente o código fonte e várias falam em manter o código fechado (com excepção para os casos em que o código é interpretado).

* proibição de utilização comercial;

* proibição de venda;

* proibição de combinar com outro software que uses;

* proibição de modificação;

E de qualquer forma todos os que pensam e discutem sobre o assunto, fazem questão de destinguir o freeware do Software Livre/Software de Código Aberto. Por serem diferentes. Falar deles como se fossem o mesmo é apenas lançar a confusão.

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E de qualquer forma todos os que pensam e discutem sobre o assunto, fazem questão de destinguir o freeware do Software Livre/Software de Código Aberto. Por serem diferentes. Falar deles como se fossem o mesmo é apenas lançar a confusão.

Eu também tento distinguir um do outro. Mas isso não impede que o software open source seja também freeware. No caso, os softwares indicados são gratuitos, logo, para além de ser open source, são freeware.

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E de qualquer forma todos os que pensam e discutem sobre o assunto, fazem questão de destinguir o freeware do Software Livre/Software de Código Aberto. Por serem diferentes. Falar deles como se fossem o mesmo é apenas lançar a confusão.

Posso concordar com este raciocínio, mas com uma ressalva importante.

A FSF não é dona, ou se lhe reconhece essa garantia, sobre as terminologias existentes. A FSF desenvolveu um conceito à volta das questões de free software e open source que só interessa a ela e a quem que os decida adoptar. Isto implica que qualquer referência a essa terminologia --  e nos termos que a defines, falco -- deverá ser acompanhada de expressões como "de acordo com a FSF, ...", "Segundo a FSF, ...", et cetera. Isto também para evitar confusão. Mesmo dentro da comunidade de free software e open source existem diferenças importantes sobre a forma como estes nomes são utilizados, e a FSF é apenas uma voz de muitas.

...

Entretanto, se escrevo um tópico nos forums e peço para partilharem links de jogos free e open source, francamente falco não estarei muito interessado no que a FSF pensa da palavra "free". Isso é problema da FSF, não meu ou da esmagadora maioria da indústria. Tem lá santa paciência.

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Eu também tento distinguir um do outro. Mas isso não impede que o software open source seja também freeware. No caso, os softwares indicados são gratuitos, logo, para além de ser open source, são freeware.

Não são e mencionei no post as razões pelas quais são incompatíveis...

Em resposta o Marifg:

Não vejo em que é que a FSF é chamada para o caso.

Nem sequer é a definição de Free Software que está em discussão aqui. Mas sim a definição de freeware.

Já agora,não conheço ninguém que não aceite o conceito que tem que está na base da definição de Free Software criada pela FSF (a liberdade e não o preço), como válido. Nem mesmo os apoiantes do Open Source Software, nem outros defensores de Software Livre que não gostam das licenças da FSF usam um conceito base diferente da liberdade.

Até existem diferentes definições de Software Livre, por exemplo, a Debian tem a sua própria definição. Mas tal como a FSF, usa o conceito base da liberdade, e se analisarmos as várias definições, vamos ver que, apesar do texto ser diferente, o significado é mesmo.

A FSF nunca se opôs a que existam outras definições de Free Software, desde que signifiquem o mesmo e até agora é isso que tem acontecido. E que eu saiba nunca houve qualquer problema quanto à aceitação do termo.

A FSF criou o termo, a FSF divulgou amplamente a sua definição e ela é muito amplamente aceite. Não há qualquer razão para por isto em causa. Nem para criar qualquer celeuma à volta disto.

Já a definição de Open Source Software (Software de Código Fonte Aberto), é ligeiramente diferente (só conheço a do OSI por isso falo como se houvesse só uma), é mais complicada de absorver (é mais longa e complexa), mas tem um significado muito semelhante ao de Software Livre, ao ponto de se poder dizer que todo o Software Livre é também Open Source Software, já o contrário não é sempre verdade, mas são muito raros os casos reais em que não o é. Os significados são tão semelhantes e os casos reais tão compatíveis que é comum e bastante seguro utilizar um termo ou outro para dizer a mesma coisa.

Eu prefiro utilizar no entanto a expressão Free Software, porque evidência aquilo a que dou mais valor (a liberdade).

A questão aqui é o termo freeware ter sido cunhado ao redor de uma palavra que em Inglês tem mais que um significado diferente (o gratuito e o livre).

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Sem dúvida. Na base do conceito está toda a gente de acordo. No entanto, os sistemas de licenciamento determinam, de acordo com a FSF, o que é Free Software ou não. E aqui existem diferenças, como também existem em outras áreas da definição como a necessidade de código aberto.

Falei na FSF porque falaste em Software Livre (não deixa de ser curioso que a tradução latina é bem menos confusa) e quero apenas deixar claro que o termo é usado no seu conjunto por várias facções que o entendem de forma diferente. Muitos indies por exemplo, discordam em absoluto da definição de Free Software na sua componente de código aberto sendo que determinam free software apenas pela sua característica não comercial, ou a BSD discorda na sua componente de licenciamento.

A questão do licenciamento é premente (mais do que as características comerciais) já que é onde existem mais diferenças. Muitos grupos têm lançado licenças ditas públicas que consideram Free Software e que têm a concordância de alguns grupos, mas que não são reconhecidas como tal por outros. Licenças como a HESSLA (ver http://www.hacktivismo.com/about/hessla.php e http://www.gnu.org/licenses/hessla.html). Por outro lado, existem licenças públicas lançadas por empresas (normalmente com o nome dos produtos a que estão associadas) que merecem também o nome de free software por uns e não por outros. Já no extremo existe o activismo Free de quem considera que o GPL não é Free Software e que somente licenças como MIT ou WTFPL.

Portanto, a questão é política e deverá ser usada com algum cuidado quando se pretende apresentar o termo num contexto em que se discute a validade de um software ser ou não Free. E esse cuidado implica deixar claro qual a definição que estás a sugerir.

Já o termo freeware é ele também usado de formas diferentes. Entende-se muita coisa como freeware, sendo que alguns (eu inclusive) olham-no não como uma categoria específica de software, mas como um saco onde se coloca tudo o que não tem uma componente monetária directa -- o que inclui, software de borla, open source, free software, e mesmo algum shareware(1).

--

(1) Aquele (poucos hoje em dia) que não expira ao fim de algum tempo e, cortando em funcionalidades, ainda assim mantém as necessárias para funcionamento básico.

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Não são e mencionei no post as razões pelas quais são incompatíveis...

Os dois software indicados são distribuídos gratuitamente, logo são freeware!

Tu apenas disseste que o freeware não tem que ter as mesmas características que o opensource, o que não interessa nada para o caso.

Os softwares em causa têm outras características que os tornam Open Source, mas isso não os impede de serem freeware.

São OpenSource e Freeware.

A definição de freeware (pelo menos a minha), não diz que são softwares distribuídos gratuitamente que não tenham características de OpenSource.

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Marfig o que disseste está demasiado confuso e não suficientemente exacto.

Mas se entendi bem estás a falar no facto de haverem várias categorias de Software Livre, como por exemplo Software Livre com, ou sem, Copyleft, compatível, ou incompatível com a GNU GPL (a GNU GPL é tão importante que chega a ser uma referência de categorização de licenciamento).

A FSF reconhece como Software Livre, qualquer software cujo licenciamento tenha as 4 liberdades da sua definição, independentemente de ter, ou não, copyleft e de ser, ou não ser, compatível com a GNU GPL.

E isto inclui o software licenciado com licenças como a MIT, Apache, Mozilla Public License, etc...

O problema das licenças como a HESSLA, é que não permitem a utilização livre. E por isso não podem ser consideradas livres. Não há qualquer polémica nisto. Não cabe dentro da definição de Software Livre de ninguém.

Quanto à questão de quem diz que a GNU GPL não é livre. Nunca vi ninguém a dizer isso que não fosse para se armar em Troll. E mesmo esses são um grupo demasiado pequeno, para serem considerados como referência para o assunto. Existe aquilo a que se chama um standard 'de facto' para a definição de Software Livre e também é aceite pela maioria esmagadora dos interessados, que simplesmente existem diversos tipos de Software Livre e que este não implica a ausência de regras.

Os dois software indicados são distribuídos gratuitamente, logo são freeware!

Não!

Em primeiro lugar, pode haver quem não esteja a distribuir gratuitamente.

Em segundo lugar, apesar de haver muitas diferenças entre a maioria esmagadora das definições de freeware, também é verdade que a maioria esmagadora das definições, não depende apenas de ser de distribuição gratuita. Implica obrigatóriamente a distribuição gratuita em todos os casos e também implica na maior parte dos casos o licenciamento proprietário (e por isso incompatível com ser Software Livre e/ou Open Source Software).

Quando comunicamos com os outros devemos utilizar a lingua da forma como está normalizada, ou então à falta de normalização da forma como é mais aceite, ou ainda mencionando especificamente o seu significado e se possível as implicações deste.

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Marfig o que disseste está demasiado confuso e não suficientemente exacto.

Não pensei (penso) que fosse. Em todo o caso, a definição de software livre não é propriedade da FSF. E este é o meu único ponto.

Também ninguém detém a definição de freeware, pelo que qualquer que seja a tua opinião, é tão válida como a de outra pessoa qualquer (dentro do razoável).

Ambos os termos (juntamente com muitos outros tais como Open Source) são largamente entendidos como podendo ter várias interpretações.

Está claro agora?

Quanto à questão de quem diz que a GNU GPL não é livre. Nunca vi ninguém a dizer isso que não fosse para se armar em Troll.

Bom... então sou um troll porque não considero qualquer versão do GPL, incluindo mesmo o LGPL, como sendo software livre uma vez que impõe restrições bastante importantes.

EDIT: E há mais trolls como eu. Não me sinto sozinho.

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Um gajo escreve um software... para não haver chatices e mal entendidos em relação à forma ocmo é usado... é incluir ou escrever uma licençazinha. Tudo bem até aqui, mas a licensa tambem teve que ser escrita por alguem e tambem é por si só um documento que qualifica como 'propriedade intelectual' pelo que tambem deve esta ser usada de acordo com a licença em que é distribuida.

Então ficamos com um software, uma licença, uma licença telativa ao uso da liçença , uma outra licença relativa ao uso da licença da liceça do software... e continuamos assim ad eternum.

A questão que se coloca é: sendo a situação que acabei de descrever completamente ridicula, até que pondo não é ridicula a situação actual que caminha a passos largos para aberrdações como este imbroglio de licenças?

Será que a inclusão de licenças para scripts com uma pagina de código faz sentido? Ou mesmo em pequenos utilitarios desenvolvidos em regime de hobby, será tão importante a licença quando a pessoa que se podia valer dela em caso de complicações nem sequer tem meios para mover esses cordelinhos legais?

Ou mais importante que isso tudo:

valerá a pena o esforço mental que tudo isto obriga? Não posso escrever uma página de código e despreocupar-me completamente com o seu uso? Não tenho esse direito?

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Absolutamente Pedro!

Tanto mais que o licenciamento é, antes tudo o mais, uma moda americana. Muitas destas licenças não têm sequer nenhum valor em muitos países pelo mundo fora e a esses somas aqueles para quem os tribunais não estão para se chatear.

Podes ainda, se quiseres, para deixar bem claro a mensagem, usares esta licença: http://sam.zoy.org/wtfpl/

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Não!

Em primeiro lugar, pode haver quem não esteja a distribuir gratuitamente.

Pode? No site oficial das aplicações, parece-me que estão disponíveis gratuitamente.

Primeiro falas em dois softwares, e depois vens generalizar? Já disse e repito, o open source não tem que ser freeware, mas nestes dois casos é!

Em segundo lugar, apesar de haver muitas diferenças entre a maioria esmagadora das definições de freeware, também é verdade que a maioria esmagadora das definições, não depende apenas de ser de distribuição gratuita. Implica obrigatóriamente a distribuição gratuita em todos os casos e também implica na maior parte dos casos o licenciamento proprietário (e por isso incompatível com ser Software Livre e/ou Open Source Software).

Quando comunicamos com os outros devemos utilizar a lingua da forma como está normalizada, ou então à falta de normalização da forma como é mais aceite, ou ainda mencionando especificamente o seu significado e se possível as implicações deste.

Eu apresentei uma definição de freeware, e uns critérios para considerar um software freeware. Em ambos os casos, são da autoria de outras pessoas, ou seja, não é apenas a minha visão das coisas.

Essa de implicar na maior parte dos casos o licenciamento proprietário é a primeira vez que ouço (mas já agora, em que casos é que ser freeware implica uma licença proprietária?). Aproveita e vai editar a wikipédia, e fala com o tipos que fazem o dicionário de Oxford. É que andam a enganar o pessoal.

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Pessoalmente gosto das licenças do estilo das Creative Common, são fáceis de entender e deixam bem claro o que é e não é possível fazer. Esta baralhada que existe agora, com as centenas de licenças diferentes, só mesmo um advogado experiente nesta área consegue perceber tudo sem fazer confusão.

Podes ainda, se quiseres, para deixar bem claro a mensagem, usares esta licença: http://sam.zoy.org/wtfpl/

http://www.portugal-a-programar.pt/index.php?showtopic=5092 :)

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Não pensei (penso) que fosse. Em todo o caso, a definição de software livre não é propriedade da FSF. E este é o meu único ponto.

Que não é ponto nenhum. Nunca ninguém afirmou que é proprietária da definição, mas no entanto é uma verdade incontestável que a maioria esmagadora aceita como a definição de Software Livre a definição da FSF e à luz disso e de outros posts recentes que fizeste a dizer que a FSF é um cancro, só se poss ver essa tua afirmação como uma tentativa de implicar com a FSF e não como afirmação sem qualquer outro objectivo.

Também ninguém detém a definição de freeware, pelo que qualquer que seja a tua opinião, é tão válida como a de outra pessoa qualquer (dentro do razoável).

No caso do freeware ão se trata de alguém deter uma definição mas de haver um conjunto de condições que são mais aceites pela maioria e que por isso é isso é espectável quando se diz que se trata de freeware sejam pelo menos essas algumas das premissas da definição de freeware.

Bom... então sou um troll porque não considero qualquer versão do GPL, incluindo mesmo o LGPL, como sendo software livre uma vez que impõe restrições bastante importantes

A LGPL não é uma versão da GPL. É uma licença com "vida própria".

As licenças com copyleft como a GPL e LGPL. Não impõem restrições importantes. Impõem regras para que todos possam ter as liberdades oferecidas pelo Software Livre, os termos da GPL (e outras licenças) servem apenas para dar as liberdades e garantir a manutenção dessas liberdades, não para tirar as liberdades.

Em resposta ao pedrotuga:

As licenças não precisam de ter licenças. Nenhuma obra precisa de um documento formal de licença.

Não conheço alias nenhuma licença que tenha para si própria uma outra licença.

Normalmente as licenças descrevem em si próprias os termos relativos a si próprias como obras.

Será que a inclusão de licenças para scripts com uma pagina de código faz sentido? Ou mesmo em pequenos utilitarios desenvolvidos em regime de hobby, será tão importante a licença quando a pessoa que se podia valer dela em caso de complicações nem sequer tem meios para mover esses cordelinhos legais?

Faz. Porque é a única forma verdadeiramente objectiva na maioria esmagadora dos casos de conceder de forma clara e objectiva, direitos que a lei atribui por omissão exclusivamente ao detentor dos direitos de autor.

Ou mais importante que isso tudo:

valerá a pena o esforço mental que tudo isto obriga? Não posso escrever uma página de código e despreocupar-me completamente com o seu uso? Não tenho esse direito?

Podes, no entanto isso não implica que se não concederes os direitos de forma objectiva (por exemplo com uma licença), os utilizadores da tua obra, não possam ser acusados e eventualmente condenados por violação de direito de autor. E acho que ninguém quer isso.

Pode? No site oficial das aplicações, parece-me que estão disponíveis gratuitamente.

O que não implica que não haja, ou possa haver quem o faça de outra forma.

Já disse e repito, o open source não tem que ser freeware, mas nestes dois casos é!

E eu já te disse que o freeware também implica sempre ser proprietário.

Eu apresentei uma definição de freeware, e uns critérios para considerar um software freeware. Em ambos os casos, são da autoria de outras pessoas, ou seja, não é apenas a minha visão das coisas.

Vai a um motor de busca, e procurar por: "freeware definition", e abre um número considerável de definições e vais ver que também não dei uma visão pessoal, mas que disse o que é proclamado pela maioria.

Essa de implicar na maior parte dos casos o licenciamento proprietário é a primeira vez que ouço (mas já agora, em que casos é que ser freeware implica uma licença proprietária?).

Talvez seja por não teres muito conhecimento deste tema. Mas já dei vários exemplos de termos muito comuns que são incompatíveis com ser Open Source Software e Software Livre.

Pessoalmente gosto das licenças do estilo das Creative Common, são fáceis de entender e deixam bem claro o que é e não é possível fazer. Esta baralhada que existe agora, com as centenas de licenças diferentes, só mesmo um advogado experiente nesta área consegue perceber tudo sem fazer confusão.

A organização Creative Commons utiliza licenças de terceiros como licenças, como por exemplo a GNU GPL, GNU LGPL e BSD.

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A organização Creative Commons utiliza licenças de terceiros como licenças, como por exemplo a GNU GPL, GNU LGPL e BSD.

Isso é irrelevante, desde que tornem a utilização de licenças mais fácil e para que qualquer utilizador perceba.

Mas acho isso estranho, falco. Porque as licenças GPL, LGPL e BSD são licenças de software com referência a object code e coisas assim no texto da licença. Não faz muito sentido usar essas licenças para obras como música, imagens, filmes, que me parece o foco das CC.

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As licenças com copyleft como a GPL e LGPL. Não impõem restrições importantes.

Dizes tu...

à luz disso e de outros posts recentes que fizeste a dizer que a FSF é um cancro, só se poss ver essa tua afirmação como uma tentativa de implicar com a FSF e não como afirmação sem qualquer outro objectivo.

É porque não me conheces, não sabes o que faço todo os dias, nem com quem debato estes assuntos ou em que organizações colaboro.

Tenho mais que fazer do que "implicar com a FSF", meu caro.

Se ao fim de três posts ainda não percebeste o meu ponto, não irás percebê-lo nunca.

No caso do freeware ão se trata de alguém deter uma definição mas de haver um conjunto de condições que são mais aceites pela maioria e que por isso é isso é espectável quando se diz que se trata de freeware sejam pelo menos essas algumas das premissas da definição de freeware.

E a maioria define freeware como software de borla, quer gostes quer não gostes. Paciência.

E eu já te disse que o freeware também implica sempre ser proprietário.

E já duas pessoas te disseram que estás errado.

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A CC tem vários tipos de licenças. Têm as deles, próprias para música, imagens, filmes e etc, mas depois têm outras que são as próprias GPL e assim. Acho que não mudam nada nem são licenças novas baseadas nessas, acho que são as próprias licenças mas de forma mais legível e compreensível para o utilizador comum.

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Mas acho isso estranho, falco. Porque as licenças GPL, LGPL e BSD são licenças de software com referência a object code e coisas assim no texto da licença. Não faz muito sentido usar essas licenças para obras como música, imagens, filmes, que me parece o foco das CC.

Creative Commons provides free tools that let authors, scientists, artists, and educators easily mark their creative work with the freedoms they want it to carry. You can use CC to change your copyright terms from "All Rights Reserved" to "Some Rights Reserved."

A CC tem vários tipos de licenças. Têm as deles, próprias para música, imagens, filmes e etc, mas depois têm outras que são as próprias GPL e assim. Acho que não mudam nada nem são licenças novas baseadas nessas, acho que são as próprias licenças mas de forma mais legível e compreensível para o utilizador comum.

Exacto.
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Ah ok. Não sabia que a CC tinha licenças de software (neste caso são apenas wrappers para a GPL, LGPL e BSD). :)

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E eu já te disse que o freeware também implica sempre ser proprietário.

O que tu disseste foi "[o freeware] implica na maior parte dos casos o licenciamento proprietário".

Qual é essa maior parte? Aqueles que tu te lembras?

Vai a um motor de busca, e procurar por: "freeware definition", e abre um número considerável de definições e vais ver que também não dei uma visão pessoal, mas que disse o que é proclamado pela maioria.

Se criar agora uma página web e disser lá que software livre é o mesmo que freeware, passavam a significar a mesma coisa?

Ainda não percebi como é que ainda não foste editar a wikipédia.

Ainda estou à espera da tua definição de freeware.


E já agora, ainda relativamente ao que tinhas dito anteriormente:

Quando comunicamos com os outros devemos utilizar a lingua da forma como está normalizada, ou então à falta de normalização da forma como é mais aceite, ou ainda mencionando especificamente o seu significado e se possível as implicações deste.

Qual é que achas que é a definição mais aceite?

Parece-me que foste o único que vi dizer que o freeware não pode ser opensource aqui no fórum... Já para não falar do que está escrito no dicionário.

Assim, a tua definição pode não estar errada (não acho que o facto de uma definição ser mais aceite, implique que eu também a tenha que aceitar), mas a apresentada por mim (e considerada pelo RL no tópico que deu origem a este) também não está.

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Em segundo lugar, apesar de haver muitas diferenças entre a maioria esmagadora das definições de freeware, também é verdade que a maioria esmagadora das definições, não depende apenas de ser de distribuição gratuita. Implica obrigatóriamente a distribuição gratuita em todos os casos e também implica na maior parte dos casos o licenciamento proprietário (e por isso incompatível com ser Software Livre e/ou Open Source Software).

E eu já te disse que o freeware também implica sempre ser proprietário.

Ficamos em quê afinal?

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