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5 mensagens neste tópico

Governo estuda requalificação de licenciados para combater falta de recursos nas TIC

O ministro da ciência, tecnologia e do ensino superior, Mariano Gago, admitiu hoje estar a ser estudada a possibilidade de avançar com um programa de requalificação de licenciados, que ajude a combater a falta de recursos especialização nas área de Tecnologias da Informação e Comunicação. Esta requalificação teria sempre em conta a formação base dos candidatos e seria uma forma de ajudar a ultrapassar a falta de mão-de-obra especializada nesta área, de que as empresas tanto se queixam.

O plano foi revelado por Mariano Gago na cerimónia de inauguração das novas instalações da Novabase onde Rogério Carapuça, presidente da tecnológica nacional, voltou a referir esta falta de recursos como um entrave ao desenvolvimento de projectos na empresa, que acolhe todos os anos cerca de 200 novos profissionais da área.

"Uma das limitações ao nosso crescimento é muitas vezes a falta de mão-de-obra especializada no mercado", referiu.

Mariano Gago fez eco das afirmações revelando que o Governo tem vindo a estudar o assunto, á luz da única experiência do género realizada na Europa, que teve lugar na Dinamarca, segundo o ministro, com grande sucesso.

"Espero que avance um programa de requalificação de licenciados de todas as áreas para as TIC. É algo que gostaríamos de explorar muito rapidamente, tendo em conta a área básica de formação", detalhou o ministro.

À margem do encontro, o TeK questionou Mariano Gago sobre o plano mas o ministro escusou-se a avançar mais pormenores, alegando que ainda está a ser estudada a forma como poderia ser implementado no terreno.

A Novabase concentrou no Parque das Nações a generalidade das suas actividades, até ao início deste ano dispersas por vários pontos da capital e arredores. Na cerimónia de inauguração das novas instalações, a empresa acolheu uma cerimónia de entrega de bolsas a seis funcionários e um futuro colaborador, para a frequência do mestrado que coloca em parceria a universidade americana de Carnegie-Mellon e a Universidade de Coimbra (Master of Software Engineering).

O evento acolheu ainda a cerimónia de comunicação dos primeiros resultados de uma formação intensiva em TIC e inglês, dada pela instituição a jovens do ensino profissional, no âmbito de um programa em que se promete a leccionar anualmente três semanas de formação intensiva a 60 jovens deste tipo de ensino.

http://www.novabase.pt/

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Como um ex-colaborador da Novabase eu sei porque é que lhes falta recursos humanos especializados. Ajudava se dessem melhores condições de trabalho e não levassem em vez disso muitas das melhores cabeças do país a irem trabalhar lá para fora. É que isto de exigir tecnologia de ponta quando se oferecem ordenados de segundo país mais pobre da Europa, simplesmente não dá.

Mas o problema não é exclusivo das TI ou qualquer outra ciência computacional. O problema também existe na ciências económicas e na ciências em geral.

No entanto, penso que a medida poderá (e deverá) agradar. Significa que o pessoal a entrar na faculdade nos próximos anos poderá vir a ter melhor preparação... mesmo que isso signifique que estará melhor preparado para ir exercer no estrangeiro.

EDIT: Já agora... gosto do novo avatar :D

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Não percebi, em termos reais, o que seria feito...:S

-Remodelações de cursos de informática e afins?

-Criação de cursos de especialização, para licenciados (à semelhança do que existe por exemplo na UM em informática)?

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Até parece que os licenciados são os unicos que existem. Mais uma medida de treta, como a dos estágios do IEFP que só se aplicam aos licenciados. Os outros ficam a ver passar o comboio...

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Noticia da treta, se os licenciados não são especializados em algo é porque as empresas não incentivam os seus colaboradores a se especializarem, ou não dão valor ao facto dos seus colaboradores investirem em especializações / certificações. Como tudo neste mundo empresarial isto resume-se a euros, as empresas não querem ser elas a investir nos seus colaboradores, o governo que o faça. Pois as especializações/certificações custam muito dinheiro, e se não forem as pessoas a investir nelas próprias ninguém investe.

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