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falco

Utilizar ou não Flash

53 mensagens neste tópico

Recomendo sempre que não usem flash.

Aviso no entanto também que se for para usar MySQL, convém que se especifique um engine que permita usar as chaves primárias (visto estar no código pressuponho que seja essa a intenção embora seja inútil neste exemplo). Por omissão o MySQL usa o engine MyISAM, que  não suporta chaves primárias, o InnoDB suporta.

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Concordo contigo, o flash já deu o que tinha para dar!.  :P

Mas ainda existe quem goste de trabalhar com ele.  :sick:

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Recomendo sempre que não usem flash.

tss tss

EDITADO:

Como é que podes recomendar tal coisa sem saber qual a finalidade da aplicação??

Concordo contigo, o flash já deu o que tinha para dar!.  :P

Por isso é que lançaram o AS3.0 e o Adobe Flex 3.

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Como é que podes recomendar tal coisa sem saber qual a finalidade da aplicação??

Tem a ver com a natureza do flash.

Flash:

* é proprietário e controlados exclusivamente por uma empresa;

* tem problemas de acessibilidade graves;

* não interage com os standards da web tão bem quanto estes o fazem entre si;

* cria problemas ao funcionamento normal da web (por exemplo os seus conteúdos não podem ser livremente indexados);

* Não está disponível para todas as plataformas e mesmo nas plataformas em que está disponível ele não é assim tão utilizado quanto se pensa. Ou seja, utilizar flash significa, limitar a capacidade dos utilizadores de aceder aos conteúdos e/ou de navegar no site;

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Vamos supor que és webdesigner.

Um cliente solicita-te um site para promover por ex. um jogo de computador, dinâmico, com um mini-jogo on-line, em que o design e a imagem têm que prevalecer em relação ao texto e o público alvo situa-se entre os jovens que jogam jogos de acção. Como fazias? Animavas com javascript e usavas gifs animados?

O potencial máximo do flash pode ser retirado de sites promocionais, microsites e do mercado do produto onde e possível cativar através duma imagem dinâmica. Elaborar sites institucionais em flash é um erro que felizmente vai sendo cada vez menos frequente.

Editado:

* Não está disponível para todas as plataformas e mesmo nas plataformas em que está disponível ele não é assim tão utilizado quanto se pensa. Ou seja, utilizar flash significa, limitar a capacidade dos utilizadores de aceder aos conteúdos e/ou de navegar no site;

É o mesmo que dizer que determinado utilizador nunca foi ao youtube, facto esse que me parece extremamente improvável.

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Como fazias? Animavas com javascript e usavas gifs animados?

Em primeiro lugar, não o fazia. Não acho que haja condições ideiais para o fazer.

Em segundo lugar, se o fosse fazer faria utilizando standards da web, como por exemplo SVG.

É o mesmo que dizer que determinado utilizador nunca foi ao youtube, facto esse que me parece extremamente improvável.

Eu nunca vi um filme no youtube. E conheço mais pessoas que nunca foram. E sei que há ainda mais pessoas que nunca viram. Porque segundo as estatísticas há quem não tenha plugin de flash e há quem tenha versões do plugin que não suportam as features necessárias para ver um filme no youtube.

A Adobe pode dizer que o flash está em 96% (ou se calhar até mais) dos computadores que são usados por pessoas para acederem à WWW, no entanto há estatísticas independentes que demonstram que não é bem assim: http://www.webhits.de/deutsch/index.shtml?webstats.html

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Também curti o site.

Tem excelentes indicadores.

Eu nunca vi um filme no youtube. E conheço mais pessoas que nunca foram. E sei que há ainda mais pessoas que nunca viram. Porque segundo as estatísticas há quem não tenha plugin de flash e há quem tenha versões do plugin que não suportam as features necessárias para ver um filme no youtube.

Ya, eu confesso, também nunca vi nenhum vídeo do youtube. A net é um recurso demasiadamente limitado para suportar tal característica. Vídeos só no clube de vídeo.

A Adobe pode dizer que o flash está em 96% (ou se calhar até mais) dos computadores que são usados por pessoas para acederem à WWW, no entanto há estatísticas independentes que demonstram que não é bem assim: http://www.webhits.de/deutsch/index.shtml?webstats.html

Shockwave Flash 52.8%

Atenção que shockwave player é diferente de flash player... Fico sem saber a qual é que eles se referem. Mesmo assim, a ser esse o número, já é significativo. 52.8% de todos os utilizadores da net já é muita "fruta".

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Atenção que shockwave player é diferente de flash player...

Shockwave Flash é o formato SWF... Com isso eles queriam referir todos os plugins para esse formato.

Mesmo assim, a ser esse o número, já é significativo. 52.8% de todos os utilizadores da net já é muita "fruta".

Também significa que muita gente fica de fora... Mas mesmo muita! E que utilizar SWF significa excluir muita gente.

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Shockwave Flash é o formato SWF... Com isso eles queriam referir todos os plugins para esse formato.

Adobe Shockwave Player

Although Shockwave was designed for making a wide variety of online movies and animations, its actual use has become concentrated in the area of game development. It is often used in online applications which require a very rich graphical environment.

Adobe Flash Player

Adobe Flash, or simply Flash, refers to both a multimedia authoring program and the Adobe Flash Player, written and distributed by Adobe, that uses vector and raster graphics, a native scripting language called ActionScript and bidirectional streaming of video and audio.

(fonte wikipedia)

São players diferentes e consequentemente ficheiros de instalação diferentes.

Também significa que muita gente fica de fora... Mas mesmo muita! E que utilizar SWF significa excluir muita gente.

Linux 0.4% (fonte: http://www.webhits.de/deutsch/index.shtml?webstats.html)

O mesmo se pode dizer de quem faz software para o Linux. "muita gente fica de fora... Mas mesmo muita!" Fazer programas em Linux significa excluir muita gente.

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Linux 0.4% (fonte: http://www.webhits.de/deutsch/index.shtml?webstats.html)

O mesmo se pode dizer de quem faz software para o Linux. "muita gente fica de fora... Mas mesmo muita!" Fazer programas em Linux significa excluir muita gente.

Nunca vi ninguém a fazer uma página web para linux  ;)

O que é que o software para linux tem haver com com página web?, estás a arranjar argumentos que não fazem sentido nenhum.

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Fazer software para a web e fazer software para correr num sistema operativo é completamente diferente. A web é um sistema distribuído que foi desenhado com a intenção de ser independente de plataforma cliente.

Fazer software para seja para que sistema operativo, não exclui necessariamente ninguém, por exemplo se publicares o software como Software Livre, qualquer pessoa pode portar para outro sistema operativo (ou arranjar alguém que o faça por eles).

Mas de quem não sabe fazer distinção entre formatos e aplicações. Não podemos esperar muito.

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Nunca vi ninguém a fazer uma página web para linux  ;)

Nem eu... Existe aí alguma confusão.

Eu disse:

software para o Linux - Software != páginas web

A razão de ser da minha comparação é:

Também significa que muita gente fica de fora... Mas mesmo muita! E que utilizar SWF significa excluir muita gente.

Assumir que, num cenário de 50% de flash player, fazer sites em flash é excluir muita gente então o que dizer do software que é feito para os utilizadores de Linux, num universo de 0,4%.

Ambos os exemplos, independentemente da finalidade, se destinam a pessoas.

Os cenários devem ser avaliados segundo o público alvo e não pelo universo total.

Mas de quem não sabe fazer distinção entre formatos e aplicações. Não podemos esperar muito.

Bom, parece-me que existe aqui alguma prepotência. Mas é na boa...

Cheers!

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Assumir que, num cenário de 50% de flash player, fazer sites em flash é excluir muita gente então o que dizer do software que é feito para os utilizadores de Linux, num universo de 0,4%.

Isso é uma comparação idiota. Porque são duas circunstâncias diferentes. E porque desvia completamente a discussão para algo completamente distinto.

Os cenários devem ser avaliados segundo o público alvo e não pelo universo total.

Não no que toca a aspectos que são meramente discriminatórios e que podem ser evitados utilizando e respeitando standards.

Usar tecnologias proprietárias, não acessíveis, nem disponíveis como flash significa por exemplo discriminar os invisuais e discriminar as pessoas com base na escolha da sua plataforma de computação (apesar de esta ter a capacidade de realizar o mesmo tipo de actividades). Também significa criar uma série de problemas técnicos ao funcionamento normal da WWW (por exemplo ao funcionamento dos crawlers dos motores de busca).

Não é uma situação comparável a qualquer outra. E compara-la a qualquer outra é simplesmente atirar areia para os olhos dos outros.

As tecnologias devem servir para quebrar barreiras, não para criar novas.

Os cenários devem ser avaliados segundo o público alvo e não pelo universo total.

Estava meramente  constatar que não consegues destinguir entre aplicações que usam o formato e o formato. O site que eu mencionei fala de plugins que suportam o formato Shockwave Flash (nem sequer são só os da Adobe), porque esse é o nome de um formato que é usado por diversas aplicações com nomes semelhantes e/ou iguais (o que é uma estratégia de marqueting comum para lançar desinformação comercialmente vantajosa e aumentar a visibilidade de produtos e/ou serviços). Se não consegues entender esta diferença, não podemos esperar que entendas o que está nas estatísticas, porque isto é um pressuposto.

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"Isso é uma comparação idiota. Porque são duas circunstâncias diferentes." --> É uma comparação idiota para um argumento idiota!

"E porque desvia completamente a discussão para algo completamente distinto." --> a partir do momento que o ilustre Falco decidiu tomar como referência um site que analisa o universo de 9300 navegadores, utilizadores?! Browsern?!

"...discriminar os invisuais... " tanto como os sites feitos em qualquer outra plataforma... Esses erros sucedem-se e não por causa da plataforma mas sim da forma como estão feitos. Tu não sabes mas eu posso-te explicar: é possível programar uma navegação acessível em Flash. Assim como é possível instalar de forma gratuita o flash player para poder visualizar um site em flash (mas que trabalheira... 1 min.... à distancia de 2 cliques - mas que grande barreira ao livre acesso!). Assim como se fazem sites com tabelas que confundem completamente a navegação feita pelos invisuais. Assim como as imagens sem títulos alternativos, etc, etc, etc, etc... Cada coisa no seu lugar HTML, XHTML, CSS, FLASH.

"por exemplo ao funcionamento dos crawlers dos motores de busca" --> pelos vistos também não sabes mas eu explico-te: esse problema está resolvido e será posto em prática brevemente. E mesmo não sendo os conteúdos pesquisáveis esse prejuízo será para o proprietário  do site, não do utilizador. Se o proprietário do site entender que pode ganhar mais dirigindo o site para o publico alvo porque não fazê-lo?! Se determinada pessoa quiser fazer um site exclusicamente sonoro, porque não fazê-lo?! Discrimina os surdos/mudos ;) Se calhar também devíamos acabar com o futebol, os invisuais não podem desfrutar dele.

"As tecnologias devem servir para quebrar barreiras, não para criar novas." --> as barreiras estão na tua cabeça. Espero que na vertical :|

"Não é uma situação comparável a qualquer outra. E compara-la a qualquer outra é simplesmente atirar areia para os olhos dos outros." --> Assim como a estatística que apresentaste, são completamente falaciosas. Não correspondem à realidade. 9300 ?!

"constatar que não consegues destinguir entre aplicações que usam o formato e o formato" --> infelizmente não consigo DESTINGUIR aplicações - formato - formato   :shocking:

"O site que eu mencionei fala de plugins que suportam o formato Shockwave Flash (nem sequer são só os da Adobe)" --> possivelmente da Black & Decker, não?

"esse é o nome de um formato que é usado por diversas aplicações com nomes semelhantes e/ou iguais (o que é uma estratégia de marqueting comum para lançar desinformação comercialmente vantajosa e aumentar a visibilidade de produtos e/ou serviços)." --> epá que sacanas!

"Se não consegues entender esta diferença, não podemos esperar que entendas o que está nas estatísticas, porque isto é um pressuposto." --> a diferença entre formato e formato?! sinceramente não entendo. Como também tenho alguma dificuldade em entender-te...  :wallbash:

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Nem eu... Existe aí alguma confusão.

Eu disse:

software para o Linux - Software != páginas web

A razão de ser da minha comparação é:Assumir que, num cenário de 50% de flash player, fazer sites em flash é excluir muita gente então o que dizer do software que é feito para os utilizadores de Linux, num universo de 0,4%.

Ambos os exemplos, independentemente da finalidade, se destinam a pessoas.

Os cenários devem ser avaliados segundo o público alvo e não pelo universo total.

Sendo que software não é exactamente a mesma coisa que páginas web, parece-me que não faz sentido fazer a comparação. Estamos a falar de duas plataformas diferentes, os SOs e a web, que têm objectivos diferentes. A web sempre teve a questão da interoperabilidade implícita.

No entanto, penso que a questão que se deve colocar não é quantos têm suporte para essa tecnologia, mas com que facilidade o poderiam ter. Se agora todos se lembrassem de dizer que não suportavam o XHTML, este não deixaria de ser um bom formato para a web... A facilidade não é ter disponível um leitor para instalar no meu browser, mas sim ter as informações necessárias, em tempo útil, para poder desenvolver o software necessário.

Para mim a questão que se deve colocar é se a especificação do Flash é totalmente aberta e quem é que a controla. Para mim, estas duas coisas são essências numa tecnologia web, para que qualquer pessoa possa desenvolver um browser que suporte a tecnologia, e mantê-lo actualizado. Não sei quais são as respostas a estas perguntas, mas parece-me que ainda não me permitem ver o Flash como um formato adequado à web.

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Não vou ler o post anterior do lugh, porque é completamente ilegível... Ele, ou algum moderador que meta os quotes como deve ser...

No entanto, penso que a questão que se deve colocar não é quantos têm suporte para essa tecnologia, mas com que facilidade o poderiam ter.

Desculpa mas as questões são ambas importantes. Não se faz conteúdos em formatos em que ninguém consegue aceder, porque para além de o ser tecnicamente possível ainda há outras coisas, como o querer fazer (independentemente das suas motivações). Por exemplo eu poderia aceder a flash com os computadores que tenho, mas escolho não o fazer.

Se agora todos se lembrassem de dizer que não suportavam o XHTML, este não deixaria de ser um bom formato para a web...

Tecnicamente não deixava de ser bom, para a tarefa.

Mas com o flash a questão é que não é apenas uma vontade de quem usa e de quem desenvolve, porque o flash é proprietário e boa parte da suas especificação é fechada (a parte mais avançada e as mais recentes). Para além de haver a questão das patentes de software (válidas apenas nos EUA, mas que afectam qualquer empresa que queira ter em conta esse mercado) que fazem com que a Adobe possa dizer quem pode, ou não pode implementar o flash.

A facilidade não é ter disponível um leitor para instalar no meu browser, mas sim ter as informações necessárias, em tempo útil, para poder desenvolver o software necessário.

Eu acho que são ambas questões importantes relativamente à adopção do flash, a que tu levantaste e bem, coloca-se é antes da outra (porque se não há software ele não pode ser instalado).

Acrescento ainda, que é preciso ter em conta as condições legais e de licenciamento para utilizar e desenvolver o software. Têm que ser condições que permitam o desenvolvimento, distribuição e utilização por todos de acordo com as condições que cada um acha necessárias para si, ou seja, é preciso que sejam livres para realizar essas actividades (não tenham que pedir autorização, ou dar conta a ninguém, nem ter outras regras que restrinjam as suas actividades). E isto só pode ser feito se as especificações forem livres.

Para mim a questão que se deve colocar é se a especificação do Flash é totalmente aberta e quem é que a controla. Para mim, estas duas coisas são essências numa tecnologia web, para que qualquer pessoa possa desenvolver um browser que suporte a tecnologia, e mantê-lo actualizado. Não sei quais são as respostas a estas perguntas, mas parece-me que ainda não me permitem ver o Flash como um formato adequado à web.

Não acho que seja a única questão, é no entanto uma questão fundamental.

E não te esqueças que de nada interessa ter uma tecnologia livre para o propósito de interoperar se os outros não a usam. Também é importante promover a sua utilização e disponibilizar ao público de forma conveniente para que possam utilizar.

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Não se faz conteúdos em formatos em que ninguém consegue aceder, porque para além de o ser tecnicamente possível ainda há outras coisas, como o querer fazer (independentemente das suas motivações). Por exemplo eu poderia aceder a flash com os computadores que tenho, mas escolho não o fazer.

Se escolhes não o fazer apenas porque sim, então problema teu.

Agora se escolhes não o fazer porque não tens disponível a informação necessária que te permita fazê-lo, aí já entram as outras questões de que falei.

Mas se o formato é totalmente livre e aberto, e é tecnicamente implementável, então eu não vejo razão para não o poder usar.

É claro que depois depende de que sites estamos a falar. Se for um site do estado, ou de uma empresa para prestar serviços que contratou com o consumidor, já haverá outros requisitos a serem cumpridos.

Agora se é um site pessoal, por exemplo, eu acho que apenas tenho obrigação de ceder aos outros as informações necessárias para a ele acederem. Caso contrário, os fabricantes de browser poderiam limitar a adopção de um formato só porque se lembraram, por muito bom que este possa vir a ser para os utilizadores...

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Se escolhes não o fazer apenas porque sim, então problema teu.

As pessoas podem ter imensas boas razões para escolher não utilizar uma tecnologia, como por exemplo:

* não concordar com os termos das licenças das implementações existentes;

* não poder suportar custos de licenciamento (caso seja necessário);

* ser proibido utilizar essa tecnologia (por lei, ou por regra interna de uma organização);

* não ter poder computacional suficiente;

Mas se o formato é totalmente livre e aberto, e é tecnicamente implementável, então eu não vejo razão para não o poder usar.

No post anterior, falei apenas de ser tecnicamente possível e não nessas condições todas: «porque para além de o ser tecnicamente possível ainda há outras coisas»

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As pessoas podem ter imensas boas razões para escolher não utilizar uma tecnologia, como por exemplo:

* não concordar com os termos das licenças das implementações existentes;

* não poder suportar custos de licenciamento (caso seja necessário);

* ser proibido utilizar essa tecnologia (por lei, ou por regra interna de uma organização);

* não ter poder computacional suficiente;

Continuo a achar que as questões de fundo se prendem com a abertura do formato, e com a facilidade de implementação.

Se a especificação do formato for totalmente aberto, tanto me faz que concordes com a licença ou não. Pois este argumento servia para criticares todos os formatos que tivessem uma licença, independentemente de qual seja a sua licença.

Os custos de licenciamento não se aplicam se o formato for aberto.

Se é proibido usar a tecnologia, azar. Se a China e a Índia (que representam uma parte considerável da população) se lembrassem de proibir o CSS, não o ia deixar de usar.

O poder computacional suficiente, está em parte ligado à facilidade de implementação. E mais uma vez, este argumento pode ser usado para muitos formatos, se levarmos a questão ao extremo (estivermos a falar de pcs com 50 anos).

No post anterior, falei apenas de ser tecnicamente possível e não nessas condições todas: «porque para além de o ser tecnicamente possível ainda há outras coisas»

Eu estava a referir os mesmos elementos que tinha abordado no meu primeiro post, e que considero necessários para poder usar a tecnologia.

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pelos vistos também não sabes mas eu explico-te: esse problema está resolvido e será posto em prática brevemente. E mesmo não sendo os conteúdos pesquisáveis esse prejuízo será para o proprietário do site, não do utilizador. Se o proprietário do site entender que pode ganhar mais dirigindo o site para o publico alvo porque não fazê-lo?!

Parcialmente resolvido, http://www.portugal-a-programar.pt/index.php?showtopic=20005.
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O problema não está resolvido. E não está porquê?

Porque só duas empresas que têm acordos especiais com a Adobe é que têm acesso à tecnologia necessária para poder fazer isso.

O problema só vai estar resolvido quando todos puderem aceder à tecnologia e especificações necessárias, sem fazer acordos especiais e quando puderem implementar livremente essa tecnologia em quaisquer condições legais e de licenciamento para quaisquer plataformas. Porque caso contrário só uma parte dos motores de busca é que vão poder utilizar essa tecnologia para resolver o problema. Para além da solução paracer-me má.

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O Flash é hoje muito mais do que simplesmente uma aposta num website "engraçado". Muitos dos erros cometidos nas versões anteriores foram corrigidos. O Flash CS3 e o ActionScript 3 foram completamente remodelados (ao ponto de não ser backward compatible com a versão 2) para responder a uma série de desafios na área de design e melhor interpretar as especificações do ECMAScript.

É preciso perceber melhor a tecnologia antes de fazer comentários sobre a sua inutilidade. Na realidade, sempre me pareceu que fazer comentários dessa natureza é sempre mais difícil do que promover um determinada tecnologia. Negar a utilidade de uma tecnologia - ainda por cima uma tecnologia com a visibilidade do Flash - é simplesmente uma aposta arriscada. Isto porque é garantido que estás errado; se estivesses certo todos concordariamos e o Flash não teria passado do Beta.  Portanto aqui vão alguns pontos que me parecem importantes:

- A fundação do Flash é o ECMAScript. Este é um standard web, conhecido e respeitado desde 1997 e com um forte suporte por parte de todos os browsers. Portanto, o Flash é na realidade de muito fácil integração. Melhor na realidade do que tecnologias como Shockwave ou SVG (SVG está ainda na sua infancia e é pouco suportado por todos os web browsers). Já agora, SVG de forma alguma responde aos mesmos desafios do Flash. A própria tecnologia tem ainda um longo caminho a percorrer. Resumindo, o Flash é o actual standard para desenvolvimento de websites que precisem de recorrer a vector graphics. É também uma tecnologia largamnte utilizada em todo o mundo e por empresas respeitadas e de forte presença web. A questão portanto é, sabes mais do que eles?

- O Flash é apenas uma pequena parte da tecnologia que lhe está associada. No centro de tudo isto está o ActionScript. Esta linguagem script não deve nada a ninguém em termos de funcionalidade e capacidades. Suporta OO, é strongly typed, suporta JIT compiling, é event driven e integra bem com outras tecnologias como foi demonstrado nesta thread (na realidade a integração com PHP pode ainda ser melhor. Ver http://www.amfphp.org/). O Flash é apenas uma das utilidades a dar ao AcrionScript. Na realidade duas novas tecnologias baseadas no ActionScript estão rapidamente a destronar o Flash; Flex e AIR. O Flex é mais uma solução na linha de Rich Internet Applications (uma alternativa ao ActionScript/Ajax,por exemplo) mas com muitas mais vantagens e capacidades (a mais importante talvez, não é browser dependent). Existem numeros exemplos de websites já desenvolvidos em Flex. Basta procurar no Google por "Flex webites". O AIR é como o Flex, mas para o desktop.

- O Flash é uma tecnologia importante para certos tipos de mercado especificos. Publicidade, marketing, moda, design, etc... Já te ocorreu alguma vez que alguns dos anúncios que tu vez em televisão foram na realidade desenvolvidos em Flash? Não sabias pois não? Entretanto, muitas empresas precisam de apresentar o seu produto rodeado de tecnologia ou através de meios tecnologicos não compatíveis com  um media estático como o HTML/CSS/PHP/ASP.Net/JavaScript/AJAX/Whatever. Podes não gostar de Flash. Eu até aceito isso. Mas negar a sua utilidade ou aconselhar mesmo a não utilizá-lo é como dizer a um cozinheiro que o que conta é ao que a comida sabe, e não como se apresenta no prato.

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Isto porque é garantido que estás errado; se estivesses certo todos concordariamos e o Flash não teria passado do Beta.

Há tanta porcaria que passou do Beta... E há várias possíveis explicações para isso (ignorância dos utilizadores, falta de alternativas no passado, etc.).

A fundação do Flash é o ECMAScript. Este é um standard web, conhecido e respeitado desde 1997 e com um forte suporte por parte de todos os browsers. Portanto, o Flash é na realidade de muito fácil integração. Melhor na realidade do que tecnologias como Shockwave ou SVG (SVG está ainda na sua infancia e é pouco suportado por todos os web browsers).  Já agora, SVG de forma alguma responde aos mesmos desafios do Flash.

O ECMAScript pode ser um standard web, mas tanto quanto sei, o Flash não. Isto para mim é logo uma razão para pensar duas vezes antes de usar Flash na web. Para melhorar as coisas, o Flash não é aberto, o que limita as possibilidades de utilização/implementação da tecnologia por parte dos utilizadores. Para mim, isto faz com que ache que este não deva nunca ser usado na web.

Já o SVG é um standard e é aberto. Não sei se é ou não alternativa ao Flash, mas não deixa de ser curioso que depois de a Adobe adquirir a tecnologia, tenha descontinuado o desenvolvimento do seu leitor de SVG.

O Flash é apenas uma pequena parte da tecnologia que lhe está associada. No centro de tudo isto está o ActionScript. Esta linguagem script não deve nada a ninguém em termos de funcionalidade e capacidades. Suporta OO, é strongly typed, suporta JIT compiling, é event driven e integra bem com outras tecnologias como foi demonstrado nesta thread (na realidade a integração com PHP pode ainda ser melhor. Ver http://www.amfphp.org/). O Flash é apenas uma das utilidades a dar ao AcrionScript. Na realidade duas novas tecnologias baseadas no ActionScript estão rapidamente a destronar o Flash; Flex e AIR. O Flex é mais uma solução na linha de Rich Internet Applications (uma alternativa ao ActionScript/Ajax,por exemplo) mas com muitas mais vantagens e capacidades (a mais importante talvez, não é browser dependent). Existem numeros exemplos de websites já desenvolvidos em Flex. Basta procurar no Google por "Flex webites". O AIR é como o Flex, mas para o desktop.

Eu pelo menos só me referi ao Flash. Mas se essas tecnologias continuarem a não ser abertas, também considero que não devem ser usadas na web. E depois, também é conveniente serem um standard.

O Flash é uma tecnologia importante para certos tipos de mercado especificos. Publicidade, marketing, moda, design, etc... Já te ocorreu alguma vez que alguns dos anúncios que tu vez em televisão foram na realidade desenvolvidos em Flash? Não sabias pois não? Entretanto, muitas empresas precisam de apresentar o seu produto rodeado de tecnologia ou através de meios tecnologicos não compatíveis com  um media estático como o HTML/CSS/PHP/ASP.Net/JavaScript/AJAX/Whatever. Podes não gostar de Flash. Eu até aceito isso. Mas negar a sua utilidade ou aconselhar mesmo a não utilizá-lo é como dizer a um cozinheiro que o que conta é ao que a comida sabe, e não como se apresenta no prato.

Mais uma vez, eu apenas me referia à área da web. Aqui a interoperabilidade é um requisito indispensável, logo não me parecem admissíveis tecnologias que não sejam abertas.

Se usam Flash em anúncios de TV, pelo menos não vejo nenhum problema nisso (não quer dizer que não exista).

De referir que não defendo (e penso que nunca o disse) que o Flash não tem utilidade em lado nenhum. Apenas acho que para a web (e possivelmente noutras áreas), tem defeitos que não são aceitáveis.

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Há tanta porcaria que passou do Beta... E há várias possíveis explicações para isso (ignorância dos utilizadores, falta de alternativas no passado, etc.).

A resposta é sempre dada pelo mercado. A "porcaria" (e concordamos aqui; tem havido muita) é aquela que depois não passa o teste final de adoptabilidade(sp?). O Shockwave, por exemplo, ou mesmo por muito que isto custe a alguns o XHTML 2.0.

O ECMAScript pode ser um standard web, mas tanto quanto sei, o Flash não. Isto para mim é logo uma razão para pensar duas vezes antes de usar Flash na web. Para melhorar as coisas, o Flash não é aberto, o que limita as possibilidades de utilização/implementação da tecnologia por parte dos utilizadores. Para mim, isto faz com que ache que este não deva nunca ser usado na web.

Não percebo... Claro que o flash não é um standard. Mas... o PHP também não é um standard, ou o JavaScript, ou ... qualquer outra tecnologia que não tenha uma descrição formal. Isto não impede o desenvolvimento destas tecnologias e a sua adopção. Deves estar a fazer confusão aqui.

Entretanto... claro que o Flash não é aberto. É uma tecnologia proprietária. Mas também o GIF não é aberto, ou o ASP.Net ou o JavaScript... e no entanto voltamos ao mesmo. São largamente utilizados. Sugeres portanto que deixemos de utilizar ficheiros GIF nas nossas imagens e que acabem com o javascript e o PHP? È que, não sei se reparas-te mas se formos por aí ficamos sem uma única linguagem de server-side ou client-side script.

Mas na realidade a pergunta que te faço é esta (porque me parece que é aí que queres chegar), desde quando é que o Open Source tomou conta da Web? Mas era só o que faltava! Que todos desse-mos um pontapé na iniciativa privada e no mercado livre e concorrencial e só aceitasse-mos tecnologia para a web que fosse Open Source, de borla e de preferência standardizada? Não contem comigo.

Não. A web é muito mais do que isso. O flash foi adoptado por todos (repara, todos) os web browsers. Não há volta a dares a isto.

Já o SVG é um standard e é aberto. Não sei se é ou não alternativa ao Flash, mas não deixa de ser curioso que depois de a Adobe adquirir a tecnologia, tenha descontinuado o desenvolvimento do seu leitor de SVG

Claro que sim. O SVG era insuficiente, e o input da comunidade para o seu desenvolvimento era fraco e muito lento, pelo que a industria não poderia ficar eternamente à espera que alguém se lembra-se. O mundo tem de continuar a girar e se uma standard aberto não está a encontrar a solução, outros têm de avançar.

De referir que não defendo (e penso que nunca o disse) que o Flash não tem utilidade em lado nenhum. Apenas acho que para a web (e possivelmente noutras áreas), tem defeitos que não são aceitáveis.

Quais exactamente?

Custa dinheiro? Cria problemas na área de SEO? É abusado por muitos programadores que acham que o Flash serve para fazer "coisinhas engraçadas"? Concordo com todas as tuas criticas, se forem estas. Mas nada a fazer. É esse o destino das tecnologias web. Olha para o HTML e o abuso que se faz dele com TABLE, BOLD e afins. Ou para o CSS e o facto de a maioria dos programadores continuarem a não o compreender e a utilizarem CSS para tudo menos separar a forma do conteúdo. Ou para o JavaScript e como tem sido abusado por muitos programadores... e o SEO, nem me falem do SEO. Entre clientes que acham que é minha obrigação colocar o website deles em 1º lugar, e os milhões de websites que são desenhados sem respeitar uma única norma Google (falando do google apenas) e no entanto estão colocados em primeiro lugar simplesmente porque na realidade a única coisa que sempre contou para a posição no Google foi o número de links ao website... venha o diabo e escolha.

A realidade é que apesar de ser principalmente um programador PHP (e C++) o Flash já por várias vezes colocou a comida no meu prato. E isso, meu amigo, é um argumento que bate qualquer outro que tu possas ter.

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