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vjoe

Why sharing matters more than marketshare to GNU/Linux

120 mensagens neste tópico

Aqui fica uma leitura interessante para quem ainda pensa que o objectivo da comunidade GNU/Linux é de ter o sistema operativo mais utilizado do mercado, e que explica alguns princípios da filosofia inerente ao software livre.

Why sharing matters more than marketshare to GNU/Linux

Thirty years of proprietary software thinking have conditioned us to think that marketshare is a critical measure of success, and so we've convinced ourselves that we have to “win” against Windows in order to “succeed”. But this is simply not true. GNU/Linux can be a very great success even if it never achieves more than 1% of the installations in the world. The reason is the difference between “power” and “freedom”

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Desculpas esfarrapadas é o que é!

Se a ideia é ter um sistema operativo para geeks, então não percebo porque que existem centenas de distros e coisas como o Ubuntu...

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Desculpas esfarrapadas é o que é!

Se a ideia é ter um sistema operativo para geeks, então não percebo porque que existem centenas de distros e coisas como o Ubuntu...

Pelo mesmo motivo que existem programas para costumizar o Windows.
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(...)leitura interessante para quem ainda pensa que o objectivo da comunidade GNU/Linux é de ter o sistema operativo mais utilizado do mercado(...)

Não preciso de ler a página, este comentário e a citação feita chegou-me perfeitamente. Se o documento fala sobre isto e tenta explicar que o objecto do GNU/Linux não é ter o sistema operativo mais utilizado do mercado, não preciso de ler o documento e continuo com a mesma opinião.

@tirácio

Que é que raio tem a ver os programas de costumização do Windows com as dezenas de distros que existem para Linux?

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Aqui fica uma leitura interessante para quem ainda pensa que o objectivo da comunidade GNU/Linux é de ter o sistema operativo mais utilizado do mercado, e que explica alguns princípios da filosofia inerente ao software livre.

se não é devia ser! O sucesso do sistema é medido pelo numero de pessoas que o usa!

É este o critério sempre o foi e sempre o vai ser, senão daqui a nada vem alguém dizer que o fedora é que tem sucesso porque é o sistema que mais azul usa!

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se não é devia ser! O sucesso do sistema é medido pelo numero de pessoas que o usa!

É este o critério sempre o foi e sempre o vai ser, senão daqui a nada vem alguém dizer que o fedora é que tem sucesso porque é o sistema que mais azul usa!

Será que o objectivo da Ferrari é fazer dele o carro mais usado?

Aqui fica uma leitura interessante para quem ainda pensa que o objectivo da comunidade GNU/Linux é de ter o sistema operativo mais utilizado do mercado, e que explica alguns princípios da filosofia inerente ao software livre.

Falar em comunidade Linux é capaz de não ser muito boa ideia aqui. Isto porque existem várias, e cada uma terá os seus objectivos.

Amanhã logo vejo se leio o artigo.

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@tirácio

Que é que raio tem a ver os programas de costumização do Windows com as dezenas de distros que existem para Linux?

No caso do Ubuntu, é uma costumização do Debian. Utilizadores de Debian não gostavam de certos aspectos da distro que usavam, o que fizeram? Criaram uma distribuição derivada com algumas alterações.

O que acontece no Windows? Não gostas da shell de origem, metes outra.

Qual a diferença entre as duas coisas? No caso do Ubuntu, várias pessoas podem usufruir da costumização do Debian sem ter de o costumizar "à mão". Esta é uma das virtudes do mundo GNU/Linux: podes ter o sistema que queres, não tens barreiras.

Em relação a "o objectivo da comunidade GNU/Linux é de ter o sistema operativo mais utilizado do mercado", isso são objectivos de algumas distribuições e não da comunidade em geral. É o mesmo dizer que os membros do P@P são parvos quando só 1 pessoa sofre de estupidez aguda ;)

se não é devia ser! O sucesso do sistema é medido pelo numero de pessoas que o usa!

É este o critério sempre o foi e sempre o vai ser, senão daqui a nada vem alguém dizer que o fedora é que tem sucesso porque é o sistema que mais azul usa!

O critério para avaliar um SO difere de pessoa para pessoa. Para mim um bom SO pode ser o que me deixa costumizar o máximo possível, para ti pode ser o que te poupa o máximo de trabalho possível. O sucesso da distribuição é avaliado consoante os seus objectivos. Se o seu objectivo é chegar ao maior número possível de utilizadores, usa-se o critério que indicaste. Se o seu objectivo é preencher uma lacuna que existe (vamos imaginar que a lacuna é a falta de uma distribuição com todas as ferramentas que um webdeveloper que use PHP, XHTML, CSS e MySQL), o critério usado é se preenche de facto essa lacuna.

Seria justo dizer que o Ubuntu é uma distribuição mais bem sucedida que o Arch, por exemplo? Para mim não, as duas distros têm filosofias diferentes, objectivos diferentes. É comparar alhos com bugalhos.

PS: Não li o link do post inicial.

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Será que o objectivo da Ferrari é fazer dele o carro mais usado?

Falar em comunidade Linux é capaz de não ser muito boa ideia aqui. Isto porque existem várias, e cada uma terá os seus objectivos.

Amanhã logo vejo se leio o artigo.

Não será esse o melhor exemplo, pois é uma marca elitista que se gaba do seu carro não ser  para todos , o que não se passa com o linux, eu entendo o que queres dizer, e é um segmento completamente diferente estás a comparar alhos com bugalhos!

O sucesso de um projecto informático de escala global mede-se pelo numero de utilizadores da mesma forma que a grandeza de um clube se mede pelos seus sócios, ou a de um fórum pelos numero de membros, não vale e nem sequer é intelectualmente correcto mudar os critérios de avaliação para enquadrar melhor esse sucesso

O que esta artigo fala é que o sucesso do linux é a liberdade que o tens em o poder partilhar e poder escolher usa-lo! essa liberdade existe desde o primeiro dia, então para que melhora-lo se já é um sucesso?

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Mas isso são duas distros em dezenas. Se fosse um par delas, eu não tinha nada dizer... Mas é que são tantas que deve haver algum propósito. É para satisfazer os caprichos de meia dúzia de geeks não? Bullshit... Já que é Linux é assim tão modular e tão bom, porque não fazem apenas meia dúzia de distro que satisfaça tudo e todos e que seja tão fácil de usar e tão configurável de tal forma que todos os geeks na comunidade fique satisfeito com ela?

Se assim fosse eu ate compreendia e aceitava que era assim. Agora, existem dezenas de distros, não me venham dizer que o objectivo nunca foi nem nunca será ganhar mais quota do mercado porque eu não acredito.

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O critério para avaliar um SO difere de pessoa para pessoa. Para mim um bom SO pode ser o que me deixa costumizar o máximo possível, para ti pode ser o que te poupa o máximo de trabalho possível. O sucesso da distribuição é avaliado consoante os seus objectivos. Se o seu objectivo é chegar ao maior número possível de utilizadores, usa-se o critério que indicaste. Se o seu objectivo é preencher uma lacuna que existe (vamos imaginar que a lacuna é a falta de uma distribuição com todas as ferramentas que um webdeveloper que use PHP, XHTML, CSS e MySQL), o critério usado é se preenche de facto essa lacuna.

mas não pode variar senão é como discutir bola, devem existir critérios objectivos, e a adopção é dos mais objectivos possíveis!

O gostar ou não gostar isso sim é subjectivo e varia de pessoa para pessoa!

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Porque embora o kernel seja uma obra de arte, o resto é uma m*rda ;) Para saberes configurar o Xorg quase que precisas de tirar um curso.

Cada pessoa sabe a base que quer. Se tu queres ter controlo sobre tudo, começas a sacar as coisas uma a uma e a compilar e a criar o teu sistema. Se queres ter apenas um sistema que te instala automaticamente só a base, onde depois tu é que assumes o controlo, és capaz de instalar Gentoo ou Arch. Se queres um sistema que não queres ter qualquer trabalho na instalação, usas Ubuntu. Cada pessoa tem as suas necessidades, e várias distros existem para umas agradarem a gregos e outras a troianos. A arquitectura do sistema permite isso.

Quando falas em ganhar quota de mercado, estás a falar do quê? Do Linux? Dos sistemas GNU/Linux? Da distro X ou Y?

mas não pode variar senão é como discutir bola, devem existir critérios objectivos, e a adopção é dos mais objectivos possíveis!

Isso se para ti sucesso = ter 100% do mercado, é a mesma situação que as linguagens de programação: PHP é a linguagem bem sucedida para webdevelopment, no entanto não presta em relação a outras linguagens para criar browsers. Deveremos então dizer que C é uma linguagem mais bem sucedida que PHP?
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diz-me tu vou-te fazer a mesma pergunta que me fizeste

Isso se para ti sucesso = ter 100% do mercado, é a mesma situação que as ferramentas: Berbequim é a ferramenta bem sucedida para furar, no entanto não presta em relação a outras ferramentas para cortar. Deveremos então dizer que o serrote é uma ferramenta mais bem sucedida que o berbequim ?

lá estamos novamente com alhos e bugalhos, podes dizer que para web php é bem sucedida e para desktop c é bem sucedida agora comparar um berbequim com um serrote não faz muito sentido

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Isso se para ti sucesso = ter 100% do mercado, é a mesma situação que as ferramentas: Berbequim é a ferramenta bem sucedida para furar, no entanto não presta em relação a outras ferramentas para cortar. Deveremos então dizer que o serrote é uma ferramenta mais bem sucedida que o berbequim ?

lá estamos novamente com alhos e bugalhos, podes dizer que para web php é bem sucedida e para desktop c é bem sucedida agora comparar um berbequim com um serrote não faz muito sentido

Um berbequim não serve para cortar.  PHP por outro lado tanto faz uma coisa como outra. Ela não é bem sucedida por ser usada por 50% dos programadores, mas sim por satisfazer as necessidades dos webdevelopers, o mesmo se aplica a distros. Arch é bem sucedida entre os users que gostam de ter controlo total sobre o sistema sem complicações, Ubuntu é bem sucedida entre os users que não querem ter trabalho, ou seja, 99.99999999999999999% da população mundial. O objectivo do Arch está atingido, o do Ubuntu também. O Ubuntu é mais usado, isso significa que é mais bem sucessido a fazer aquilo a que se propõe?
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Um berbequim não serve para cortar.  PHP por outro lado tanto faz uma coisa como outra.

Atão não corta ? é um buraco de cada vez mas corta!

Não leves tudo tão à letra!

O objectivo cumprido é sucesso pessoal de cada projecto e nisso não tenho nada a dizer

o sucesso global mede-se pelo numero de pessoas que se identificam com esse objectivo e que aderiram a esse software

não confundas o cumprir os objectivos propostos com sucesso, a isso chamar-se-á eventualmente de realização!

o batido de laranja banana framboesa e goiaba cumpre o objectivo, tira a sede, agora se mais ninguém gosta dele e não o bebe posso dizer que tem sucesso ?

É óbvio que não!

E se todos o beberem, apesar de não tirar a sede, é um sucesso ?

É óbvio que sim!

É só isso que estou a dizer e que não queres entender! quero lá saber se o arch, o ubuntu, o fedora, o c ou o php cumprem ou não os objectivos que os seus criadores delinearam não interessa e é irrelevante, têm mais ou menos sucesso na sua área consoante o numero de seguidores

É assim em todas as áreas, em tudo, religião, politica, desporto, no software, até na escola, porque é que estão a teimar e a distorcer as coisas só porque o precioso linux tem que ter mais sucesso do que realmente têm ?

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Sven, algo tem sucesso se atinge os objectivos a que se propõe. O objectivo de um software não tem necessariamente que ser o domínio de mercado. Estás a ser demasiado redutor.

O market share e os lucros financeiros podem ser o objectivo de algumas distribuições, isso é reconhecido inclusive pelo autor do artigo que indiquei. Contudo, isso só demonstra que o objectivo do GNU/Linux foi atingido: o de proporcionar um software livre, que qualquer um pode adaptar às suas necessidades.

Respondendo agora em particular a algumas coisas:

Desculpas esfarrapadas é o que é!

Se a ideia é ter um sistema operativo para geeks, então não percebo porque que existem centenas de distros e coisas como o Ubuntu...

Repetindo o que disse, a ideia é ter um sistema operativo que qualquer um pode adaptar às suas necessidades, daí haverem várias distribuições com diversos propósitos.

Falar em comunidade Linux é capaz de não ser muito boa ideia aqui. Isto porque existem várias, e cada uma terá os seus objectivos.

Eu referia-me, de forma muito geral, a isto. É claro que depois tens as comunidades associadas a cada distribuição.

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Não será esse o melhor exemplo, pois é uma marca elitista que se gaba do seu carro não ser  para todos , o que não se passa com o linux, eu entendo o que queres dizer, e é um segmento completamente diferente estás a comparar alhos com bugalhos!

O sucesso de um projecto informático de escala global mede-se pelo numero de utilizadores da mesma forma que a grandeza de um clube se mede pelos seus sócios, ou a de um fórum pelos numero de membros, não vale e nem sequer é intelectualmente correcto mudar os critérios de avaliação para enquadrar melhor esse sucesso

O que esta artigo fala é que o sucesso do linux é a liberdade que o tens em o poder partilhar e poder escolher usa-lo! essa liberdade existe desde o primeiro dia, então para que melhora-lo se já é um sucesso?

Apenas dei um exemplo de um caso em que controlar o mercado não é o mais importante. Há várias razões para isso acontecer, o serem elitistas será uma delas. E será que não há distribuições elitistas?

Mas no caso da Ferrari, eles não são apenas elitistas, eles têm também por objectivo ter os melhores carros em termos técnicos, terem os carros esteticamente mais apelativos, ter as fabricas que melhores condições dão aos empregados, etc.

Dizer que a grandeza de um clube se mede pelos seus sócios, parece-me totalmente errado. Para mim a grandeza de um clube mede-se pelos resultados.

Para mim, a grandeza do Linux mede-se pelas qualidade do SO, pelas funcionalidades que oferece, etc.

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A ideia não é ter um sistema operativo para Geeks o propósito do Software Livre é dar liberdade aos utilizadores, sejam eles geeks, ou não sejam geeks. Dentro da comunidade de Software Livre, há quem tenha mais objectivos (cada projecto tem os seus e cada pessoa dentro de cada projecto tem também outros para além dos que são partilhados no âmbito do projecto).

O projecto GNU tem como objectivo criar um sistema operativo completo que seja Software Livre.

O Linus como líder do kernel Linux, já disse mais que uma vez que o seu objectivo é fazer o melhor kernel que se conseguir.

Por isso sendo o GNU/Linux em boa parte a combinação do código produzido no âmbito dos dois projectos podemos dizer que os objectivos do GNU/Linux são em boa parte a combinação dos objectivos destes dois projectos.

se não é devia ser! O sucesso do sistema é medido pelo numero de pessoas que o usa!

Não é não!

O sucesso de um sistema é medido pela comparação entre os objectivos propostos opor quem o cria e os atingidos.

No caso do Ubuntu, o bug nº 1 define parte do objectivo:

Bug 1 (liberation):  Microsoft has a majority market share

https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/1

Isto significa que o objectivo do Ubuntu é libertar os utilizadores da m$. E faz isso de acordo com uma filosofia (http://www.ubuntu.com/community/ubuntustory/philosophy), código de conduta (http://www.ubuntu.com/community/conduct) e políticas (http://www.ubuntu.com/community/ubuntustory/licensing). Também significa que o objectivo é a Liberdade e que impede a existência dessa Liberdade que se procura é a cota de mercado da m$.

Outras distribuições/modalidades têm outros objectivos...

Não será esse o melhor exemplo, pois é uma marca elitista que se gaba do seu carro não ser  para todos , o que não se passa com o linux, eu entendo o que queres dizer, e é um segmento completamente diferente estás a comparar alhos com bugalhos

O exemplo dele foi bom, porque o que ele quis demonstrar é que os objectivos tais como as motivações não são sempre os mesmos. Por isso o sucesso não pode ser medido com as mesmas métricas para todos.

Se o meu objectivo for criar algo com alta qualidade, o meu sucesso a atingir esse objectivo não pode ser pela sua adopção (até porque muitas vezes o mercado não tem maturidade para escolher bem).

O sucesso de um projecto informático de escala global mede-se pelo numero de utilizadores da mesma forma que a grandeza de um clube se mede pelos seus sócios,

Estas claramente a confundir sucesso, com popularidade.

Por exemplo o sucesso de um clube de futebol media-se pela quantidade de troféus que conseguia conquistar, ou pela quantidade de resultados positivos que atingia, ou pela quantidade de jovens que ajudava a formar como pessoas...

Estás a ver agora a idiotice que é essa tua métrica?

Mas isso são duas distros em dezenas. Se fosse um par delas, eu não tinha nada dizer... Mas é que são tantas que deve haver algum propósito. É para satisfazer os caprichos de meia dúzia de geeks não? Bullshit... Já que é Linux é assim tão modular e tão bom, porque não fazem apenas meia dúzia de distro que satisfaça tudo e todos e que seja tão fácil de usar e tão configurável de tal forma que todos os geeks na comunidade fique satisfeito com ela?

As distribuições são em muito mais que dezenas...

As razões pelas quais existem tantas distribuições são muitas. Algumas são mesmo por uma questão de capricho. Mas a maior parte delas, são porque as necessidades na área das TI, são tantas e tão diferentes e por vezes tão especializadas, que facilmente o mesmo produto por mais flexível que seja, não vai conseguir satisfazer todas as necessidades de toda a gente, daí que haja especialização. Mas não se fica por aí, facilmente também se podem propor diferentes soluções para os mesmo problemas e facilmente também podemos discordar sobre qual a melhor. Como amigo, não empata amigo e como com o Software Livre temos liberdade, cada um cria e/ou usa a solução que acha melhor.

Porque embora o kernel seja uma obra de arte, o resto é uma m*rda Tongue Para saberes configurar o Xorg quase que precisas de tirar um curso.

Isso não é verdade!

E não é preciso um curso para configurar o X. Podes recorrer a ferramentas muito simples para configurar o X. Aliás nem precisas de configurar o X, porque existem ferramentas que fazem isso automaticamente por ti.

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O problema é todo esse!

É que cada um tem a sua definição de sucesso, a escala para medir o sucesso de qualquer coisa sempre se passou pelo numero de utilizadores, sempre foi assim e sempre o vai ser! É tão simples quanto isso

Para mim, a grandeza do Linux mede-se pelas qualidade do SO, pelas funcionalidades que oferece, etc.

e quanto mais funcionalidades, quanto mais qualidade, mais utilizadores

E uma coisa vos garanto se o linux tivesse uma share considerável podem ter a certeza que este tópico não existia, porque não ia ser necessário justificar a falta de quota de mercado

Tem que existir uma regra para medir o sucesso e essa sempre foi a quota de mercado, da mesma forma que no campeonato é o numero de pontos, ou para o ano o benfica é campeão porque foi quem sofreu mais golos?

O mercado é este, a guerra é está e as regras são estas

e embora respeite e entenda as vossas opiniões e forma de ver as coisas elas estão a milhas da realidade das coisas!

A crua verdade é que o sucesso mede-se pelo numero de utilizadores

É ou não é verdade que o mote de dos projectos opensource é a grande  e participativa comunidade de apoiantes ?

e não falo mais sobre isto porque estamos a andar em círculos!

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[...] a escala para medir o sucesso de qualquer coisa sempre se passou pelo numero de utilizadores, sempre foi assim e sempre o vai ser!

Devo mais uma vez concluir que achas um Opel, melhor do que um Ferrari.

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Sven, a definição de sucesso não é subjectiva, tu é que estás errado.

success

the achieving of desired results

success

the achievement of one's aim or goal.

succeed

If you succeed, you achieve something that you have been aiming for, and if a plan or piece of work succeeds, it has the desired results

e quanto mais funcionalidades, quanto mais qualidade, mais utilizadores

Pode haver outros motivos para alguém não usar determinado sistema operativo. Pela segunda vez, não podes ser tão redutor.

E uma coisa vos garanto se o linux tivesse uma share considerável podem ter a certeza que este tópico não existia, porque não ia ser necessário justificar a falta de quota de mercado

Quem é que quer justificar a pequena quota de mercado do GNU/Linux?

Tem que existir uma regra para medir o sucesso e essa sempre foi a quota de mercado, da mesma forma que no campeonato é o numero de pontos, ou para o ano o benfica é campeão porque foi quem sofreu mais golos?

O número de pontos num campeonato mede o rendimento, são coisas distintas.

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[...] ou para o ano o benfica é campeão porque foi quem sofreu mais golos?

Nem tinha visto isto... Não é só para o ano, o Benfica tem sido campeão todos os anos nas últimas décadas, visto que é o clube que tem mais adeptos.

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Em abono da verdade um dos principais objectivos do Linux era o de suplantar o Windows no mercado de sistemas operativos, tanto a nível de home consumers, como a nível de servidores. Se esse objectivo foi revisto, acho isso natural e perfeitamente aceitável sem que isso tire valor ao Linux ou ao seu objectivo anterior.

Em termos concretos o Linux é um player real neste mercado e tem influenciado comportamentos e decisões em outros players como a Microsoft e a Apple. Foi também (e ainda é) instrumental na criação de certas barreiras de segurança, fiabilidade ou interoperabilidade que outros sistemas operativos procuram imitar ou seguir. Para todos os efeitos o Linux é um tremendo caso de sucesso. Tão mais importante porque é sozinho, na minha opinião, o responsável pela prova irrefutável (e que faltava na altura) de que um modelo de Open Source é tecnológica e financeiramente viável.

Concordo sem dúvida que sucesso não é sinónimo de domínio no mercado. Que o que determina o sucesso é o atingir de objectivos pré-estabelecidos e também o de proporcionar aos seus utilizadores uma ferramenta que responde às suas necessidades. Se o mercado fosse determinante para o sucesso, então em cada nicho tecnológico só existiria uma história de sucesso. O que nem de longe é verdade. A Microsoft e a Apple são outras histórias de sucesso. O Solaris é uma história de sucesso...

Histórias de insucesso nem sempre o são por falta de capacidade no desenvolvimento de soluções. São-no quase sempre por adopção de objectivos que não foram devidamente pensados o que leva quase sempre à adopção de custos demasiado elevados que depois não são acompanhados de um necessário número de vendas. Assim de repente lembro-me do OS/2. Outra situação pode ser a de "a tecnologia certa no tempo errado" que foi o drama do NeXT e do sistema operativo NeXTStep que foi uma influência determinante em todos os sistemas operativos que se lhe seguiram, mas que nunca atingiu um número de vendas considerável porque apareceu numa altura em que a Microsoft e a Apple davam cartas e não existia ainda espaço para um terceiro player. Tive o prazer de mexer nestas máquinas lá por meados dos anos 80, quando então fazia parte da equipa da JUNITEC (Junior Empresas do Instituto Superior Técnico) e comprámos 5 (um "cubo" e quatro "pizzas", como eram chamados na altura). Éramos, por tudo o que se sabia na altura, os únicos a possuir máquinas NeXT em Portugal.

...

Enfim... falando dos casos de sucesso, Windows, Linux, MacOS, Solaris, AS400, ... todos o são. Seria muito, mas mesmo muito estranho, afirmar que qualquer um destes não são casos de sucesso. Este med-se pelo cumprimento de objectivos. E nessa altura novos objectivos serão colocados, normalmente elevando a fasquia para os seguintes anos. Seria um mundo estranho este se a Microsoft fosse o único caso de sucesso. Seria também muito assustador.

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Em abono da verdade um dos principais objectivos do Linux era o de suplantar o Windows no mercado de sistemas operativos, tanto a nível de home consumers, como a nível de servidores. Se esse objectivo foi revisto, acho isso natural e perfeitamente aceitável sem que isso tire valor ao Linux ou ao seu objectivo anterior.

Não. O objectivo do Linux era criar algo melhor que o Minix.

Depois respondo ao resto.

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O problema é todo esse!

É que cada um tem a sua definição de sucesso, a escala para medir o sucesso de qualquer coisa sempre se passou pelo numero de utilizadores, sempre foi assim e sempre o vai ser! É tão simples quanto isso

Não, não é essa a medida. Não é essa a prática. E não vai ser só porque tu queres que seja...

e quanto mais funcionalidades, quanto mais qualidade, mais utilizadores

Não isso não é verdade!

E por exemplo o window$ é um bom exemplo disso, sempre teve menos funcionalidades, sempre teve menos qualidade e no entanto domina o mercado. Por exemplo o OS/2 era melhor que o window$ e tinha mais funcionalidade, o NeXT era melhor e tinha mais funcionalidade e quase ninguém o conhece, o mesmo se aplica ao BeOS, ao MacOS X, ao GNU/Linux, etc...

O mercado de tecnologias de informação não tem ainda competência, nem maturidade para funcionar dessa forma que tu dizes e pior ainda é vítima de diversos monopólios que impedem decisões livres e baseadas no mérito.

E uma coisa vos garanto se o linux tivesse uma share considerável podem ter a certeza que este tópico não existia, porque não ia ser necessário justificar a falta de quota de mercado

O GNU/Linux tem uma cota de mercado considerável, por exemplo em grandes sistemas, em "dispositivos embebidos" e em servidores. Em alguns mercados é mesmo líder. Por isso tem cuidado com as tuas palavras...

Tem que existir uma regra para medir o sucesso e essa sempre foi a quota de mercado

Isso não é verdade, até porque há muita coisa que se está a marimbar para o mercado.

da mesma forma que no campeonato é o numero de pontos, ou para o ano o benfica é campeão porque foi quem sofreu mais golos?

Ainda à pouco disseram que era o número de sócios!

DECIDAM-SE PORRA!!! ;P

Em abono da verdade um dos principais objectivos do Linux era o de suplantar o Windows no mercado de sistemas operativos, tanto a nível de home consumers, como a nível de servidores.

Isso é falso. Aliás já mencinei qual são os objectivos dos seus principais criadores e lideres.

Se esse objectivo foi revisto, acho isso natural e perfeitamente aceitável sem que isso tire valor ao Linux ou ao seu objectivo anterior.

O objectivo nunca foi revisto. E nunca foi esse que mencionaste. Mais uma vez entras num tópico a dizer coisas incorrectas!

Não confundas o que pasquins como as revistas de informática portuguesas e muitos sítios web dizem que é com o que as pessoas que fazem as coisas dizem que é.

Não. O objectivo do Linux era criar algo melhor que o Minix.

Não! Isso foi uma motivação e não o objectivo.

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Hmm... tirácio, um dos objectivos do Linux era o de suplantar o Windows. O objectivo de fazer melhor que o Minix é outro objectivo. Tal como muitas outras coisas, O Linux não viveu nem nunca viverá de um só objectivo. Não me obrigues a pesquisar na web por documentos e citações de elementos chave do Linux que comprovam que o Linux pretendiam suplantar o Windows.

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