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Nazgulled

GPL ou LGPL para a minha próxima biblioteca?

21 mensagens neste tópico

Ando a preparar o meu wiki para lançar a minha biblioteca em C# para gestão de definições de aplicações, guardando as mesmas em XML (como já podem ter visto por diversos tópicos que por ai andam) mas estive a ler um documento sobre a licença LGPL e não sei se a devo usar ou não. Gostava da vossa opinião no assunto...

Sempre tive em mente lançar o código com licença open source e sempre pensei na GPL, mas na sua versão LGPL. Mas após ler o seguinte texto:

http://www.gnu.org/licenses/why-not-lgpl.html

Não sei bem o que fazer, apesar de continuar inclinado para a LGPL.

Proprietary software developers have the advantage of money; free software developers need to make advantages for each other. Using the ordinary GPL for a library gives free software developers an advantage over proprietary developers: a library that they can use, while proprietary developers cannot use it.
By releasing libraries that are limited to free software only, we can help each other's free software packages outdo the proprietary alternatives.

Tipo, todo este movimento open source e blá blá, é muito bonito e tal mas estas funções e o Stallman exageram demasiado. E eu simplesmente estou-me a borrifar se alguém pega na minha biblioteca e a usa em software proprietário. Óbvio que a licença diz que eles vão ter de lançar o código fonte (apenas da minha biblioteca) se lhe fizerem mudanças, portanto, não tenho qualquer problema que a usem no seu software proprietário desde que cumpram a licença.

Mas segundo o texto do link acima, do qual eu fiz duas citações, aquelas afirmações são exageradas na minha opinião. Tipo certas pessoas que andam por ai, querem fazer passar que todo o software proprietário é mau e que todas as empresas que desenvolvem software proprietário são maléficas e etc, mas isso é tudo teorias da conspiração por indivíduos que não têm mais que fazer à vida.

Gostava de saber a vossa opinião.

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Sem te querer ofender, não foi nada disso que eu perguntei.

Não estou interessado em licenças compatíveis, vou usar GPL ou LGPL e sei as diferenças entre as duas. Eu gostava era de opiniões sobre aquilo que expliquei no inicio.

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Esqueci-me de pôr lá o link... Editado.

Anyway, se te estás a cagar se ganham dinheiro com o teu código, as in usá-la em software pago, usa a LGPL. Se fores um ávido defensor do Open Source, do Free Software, GPL. Eu neste caso iria para a LGPL.

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Anyway, se te estás a cagar se ganham dinheiro com o teu código, as in usá-la em software pago, usa a LGPL. Se fores um ávido defensor do Open Source, do Free Software, GPL. Eu neste caso iria para a LGPL.

Concordo com o tirácio

ahh e pode ser que alguém a desenvolver uma aplicação comercial possa usar e gostar e precisar da tua ajuda quiçá

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Na minha opinião, numa biblioteca, não faz muito sentido usar a GPL. Eu optava pela LGPL.

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Na minha opinião, numa biblioteca, não faz muito sentido usar a GPL. Eu optava pela LGPL.

Epá, a biblioteca dele, se é para o que eu penso, faz mais sentido em LGPL :P

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Vocês, no geral, pensam como eu... Eu também acho que não faz muito sentido um biblioteca ser GPL, mas sim LGPL e eu tenho as minhas ideias por de trás desse pensamento. Mas gostava de saber as vossas ideias sobre isso, não apenas a licença por qual optavam. Para isso tinha feito uma sondagem :P

@joaoqalves

Podias ser mais explicito?

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É complicado explicar porquê...

Basicamente eu vejo uma biblioteca como uma componente exterior ao software, e não como parte dele. Ou seja, são duas partes relativamente independentes.

Assim, acho que não devo obrigar as pessoas que usam a biblioteca a disponibilizarem todo o seu software como software livre. Acho que apenas têm a obrigação de manter o código aberto, quando se baseiam num produto completo, o que não é o caso das bibliotecas, pois são coisas que por si só, não fazem nada.

Não sei se deu para perceber a ideia  :P

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Tipo certas pessoas que andam por ai, querem fazer passar que todo o software proprietário é mau e que todas as empresas que desenvolvem software proprietário são maléficas e etc, mas isso é tudo teorias da conspiração por indivíduos que não têm mais que fazer à vida.

Não se tratam de teorias conspiração, infelizmente, muitos dos utilizadores que defendem Open Source fazem-no atacando outros modelos de licenciamento, o que enfraquece as vantagens do Open Source.

Software proprietário possui vários problemas e uma forma de controlo de utilizadores inerente, não quer dizer que todas a empresas se apercebam ou tentem usar essas formas de controlo para seu proveito, mas muitas outras fazem-no. Posso dizer que já senti na pele alguns dos problemas deste modelo de licenciamento, e nem foi por uma empresa que tivesse pensado nisso, como eles mesmo disseram, não tinham pensado que viessem a dar problemas aos seus utilizadores, mas nada podem fazer neste momento.

Não vou desviar o tópico :P, apenas queria corrigir um pensamento, nem os defensores de Open Source andam a criar teorias contras empresas nem todas as empresas que usam o modelo proprietário estão a tentar controlar utilizadores.

Pessoalmente, a minha escolha nesta situação iria para LGPL, passo a explicar: A licença GPL tem um pequeno problema, que embora não seja visto como um problema por quem a criou, causa algumas dificuldades práticas, mesmo considerando apenas outras licenças Open Source. Isto porque a licença GPL obriga a que qualquer utilização do código seja também lançado como GPL, devido a problemas de incompatibilidade entre licenças Open Source, especialmente entre a GPL e as restantes - sei que é uma generalização mas o problema é mais evidente no uso de GPL - torna-se impossível conjugar pedaços de software que usem licenças diferentes.

Por exemplo, a GPLv2 e a Apache License, são incompatíveis, isto significa que se quiseres usar uma biblioteca GPL e uma Apache no mesmo software não o podes fazer por incompatibilidades de licenças.

Existem formas de contornar esta questão mas são mais dúbias e podem causar problemas de licenciamento.

A licença LGPL não possui tantas incompatibilidades, dessa forma é dada mais liberdade a quem quer usar a biblioteca no sentido em que pode libertar o seu software, que usa a biblioteca e não altera nada, na licença que pretender.

Assim, para mim, e se estou a fazer uma biblioteca para utilização livre, é minha opinião que se deve dar liberdade ao utilizador da biblioteca de forma a que a possa usar da forma que lhe seja mais útil, mantendo os meus direitos como criador da licença e ao mesmo tempo não entrar nos direitos do utilizador como criador de software que usa a licença.

Mas a escolha por GPL pode ser uma estratégia de negócio, e algumas empresas usam essa licença para criarem oportunidades de mercado, no fundo a escolha depende muito do objectivo com que vais lançar a biblioteca.

Anyway, se te estás a cagar se ganham dinheiro com o teu código, as in usá-la em software pago, usa a LGPL. Se fores um ávido defensor do Open Source, do Free Software, GPL. Eu neste caso iria para a LGPL.

Um defensor de Open Source, por mais "ávido" que seja, deve ter a cabeça no lugar e olhar para as coisas de forma objectiva. E o facto de usares LGPL ou GPL não impede em nada a comercialização da biblioteca ou do software que é baseado nela. Open Source não é trabalho de graça e dá dinheiro, tanto ou mais que outro modelo de licenciamento.

Como utilizador de várias bibliotecas Open Source, vejo como uma vantagem ter um biblioteca que não seja GPL e logo que não me obrigue a lançar o meu código também como GPL, e me permita lançar com outras licenças Open Source.

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@Rui Carlos

Eu percebi o que querias dizer :P

@Knitter

Mas ter uma biblioteca em LGPL, ao usares no teu programa closed-source (por exemplo), não vais ser obrigado a lançar o código fonte desse teu programa. Mas se pegares no código da minha biblioteca e o modificares, não vais ser obrigado, pela licença, a partilhar esse código (se realmente publicares o teu software) segundo a mesma licença, ou seja, LGPL?

Ou seja, é igual a GPL, obriga-te a pegar no derivado a relançar segundo a mesma licença. Sendo a diferença de uma para outra (que as marca mais) é que nuam (GPL) precisas de lançar o código todo e noutra (LGPL) apenas lanças o código respectivo à biblioteca, correcto?

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Se eu alterar uma biblioteca LGPL sou obrigado a devolver as alterações feitas na biblioteca para a comunidade, não o meu código.

Isto significa que o que eu tenho de publicar sob a licença LGPL é a tua biblioteca modificada, não o meu código que usa a tua biblioteca modificada. Difere na GPL que te obriga sempre a libertar todo o código, seja o da biblioteca seja o meu, como GPL.

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@Nazgulled , visto ser uma biblioteca penso que deveria poder ser utilizada tanto por software open-source como por software proprietário, ao contrário das frases supracitadas.

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@Knitter

Isso foi o que eu disse mas por outras palavras lol... Mas isso é a diferença entre as duas, coisa que eu já sabia e não era propriamente isso que queria perguntar/discutir, mas sim, aquelas citações feitas. Ou seja, o que acham das razões que aquele texto apresenta para usarmos a GPL em vez da LGPL.

@joaoqalves

Estás a contradizer-te então... Em cima disseste que fazia mais sentido a GPL, mas a LGPL é que serve para o que acabaste de dizer.

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@Knitter

Isso foi o que eu disse mas por outras palavras lol... Mas isso é a diferença entre as duas, coisa que eu já sabia e não era propriamente isso que queria perguntar/discutir, mas sim, aquelas citações feitas. Ou seja, o que acham das razões que aquele texto apresenta para usarmos a GPL em vez da LGPL.

@joaoqalves

Estás a contradizer-te então... Em cima disseste que fazia mais sentido a GPL, mas a LGPL é que serve para o que acabaste de dizer.

enganei-me :P , já edito :P

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As citações estão fora de contexto, para serem avaliadas correctamente será necessário lê-las no contexto de todo o texto e considerando o background do software Open Source e proprietário.

Sem bibliotecas Open Source, o software Open Source na existia, não seria possível estar a reescrever todo o código que já existe, vezes e vezes sem conta, só porque não temos acesso a uma biblioteca de forma livre. Simplesmente não existiria software livre de qualidade e em quantidade, não havendo assim liberdade de escolha.

De notar que a vantagem que se fala no texto não é apenas uma vantagem monetária, no sentido em que o software proprietário dá dinheiro e o livre não dá, ambos os modelos oferecem retorno monetário aos seus criadores, mas é uma vantagem de que, o software proprietário tem acesso a mais ferramentas que o software livre, se não existirem bibliotecas livres.

Criar software livre, no papel de bibliotecas, ajuda a que outros programadores possam criar software livre que seja útil aos utilizadores.

Num exemplo, o que as citações apo texto referem, é que se não existissem bibliotecas Open Source como a plataforma NetBeans, o Hibernate, HSQLDB, JackSum, Metadata Extractor, JayBird, jTDS e C3PO, o meu projecto de final de curso nunca seria uma realidade, estas são apenas algumas das bibliotecas livres que eu uso e que sem elas não conseguia fazer o meu software, que se destina a utilizadores domésticos de PC.

Agora, tudo isto tem de ser visto num contexto mais amplo, libertar sob GPL implica alguma falta de liberdade na escolha da licença, pelo que, face a duas bibliotecas, uma GPL e uma proprietário, muitas empresas escolheriam proprietário por lhes dar algumas garantias que julgam não ter em software livre e por ser um modelo que lhes é familiar e não lhe implica ficarem presos a GPL.

Assim a existência de LGPL permite que o software livre tenha lugar no mercado, dado que passa a oferecer uma alternativa viável.

Por outro lado, usar apenas LGPL significa que será possível a utilização de software livre para criação de software que nada oferece de retorno à comunidade.

Resumindo, concordo que libertar software sob uma licença livre, nomeadamente GPL, embora não se limite a esta licença, promove a existência de mais software livre e ajuda a proteger o software livre e quem depende dele, porque é necessário considerar também que existem muitas empresas para quem software livre seja uma forma de pagar aos funcionários, algumas usam o sistema por acreditarem, outras por estratégia de negócio, mas também há as que possuem já um modelo que depende do software livre.

Em relação ao texto, considero apenas que alguns textos da FSF assumem um público alvo com conhecimentos da filosofia Open Source, dos problemas do software proprietário e com background na temática de software livre, e que alguns, como o actual, podiam ser reescritos para serem destinados a um público com menores conhecimentos ou sem consciência das questões relacionadas. Não considero que este texto seja explicito e esteja escrito de forma útil.

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Não percebi lá muito bem esse teu testamento... Mas não vejo o que é que te impede de fazeres o teu projecto de final de curso usando outras plataformas e bibliotecas. De certeza que não existem só essas para fazer o que tu queres. Mas também não vamos entrar por ai...

O que eu noto naqueles textos é que foi escrito por alguém que pensa como certas pessoas que andam ai. Ou seja, querem impor o pensamento de que todo o software proprietário é mau e o software livre é que é bom e isso é completamente errado.

O que eu leio no texto é que eles querem, de certa forma, que toda a gente use a GPL em vez da LGPL para desta forma prejudicar empresas que façam software proprietário impossibilitando-as de usar bibliotecas livres. Ou seja, tornar essas bibliotecas como o fruto proibido a que só a comunidade open-source tem direito e bla bla... Por mais que eles tentem apresentar que não é isso que pretendem e que também há vantagens para a comunidade open-source se eu usar GPL em vez de LGPL para a minha próxima biblioteca, eu não consigo ver isso. Apenas consigo ver alguém a tentar impedir-me de lançar código sob uma licença que permite a empresas de software proprietário a usa-la, porque não querem que eu lhes dê hipotese de provar esse fruto proibido.

É isso que eu vejo nesse texto...

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Não percebi lá muito bem esse teu testamento... Mas não vejo o que é que te impede de fazeres o teu projecto de final de curso usando outras plataformas e bibliotecas. De certeza que não existem só essas para fazer o que tu queres. Mas também não vamos entrar por ai...

Se quiseres posso enviar-te o conjunto de bibliotecas que uso e o quanto custaria fazer o sistema, sem essas bibliotecas não era possível fazer o software, não havia nem dinheiro nem possibilidade legal para isso, sem bibliotecas Open Source eu não consigo criar software Open Source, e essa é a essência do texto, apenas LGPL limita a liberdade de escolha, de desenvolvimento e de criação de software.

(...) querem impor o pensamento de que todo o software proprietário é mau e o software livre é que é bom e isso é completamente errado.

O que eu leio no texto é que eles querem, de certa forma, que toda a gente use a GPL em vez da LGPL para desta forma prejudicar empresas que façam software proprietário impossibilitando-as de usar bibliotecas livres. Ou seja, tornar essas bibliotecas como o fruto proibido a que só a comunidade open-source tem direito e bla bla...

Isso é um pouco irónico, dado que isso é o que o software proprietário faz, impedir-te de utilizares o software livremente, ainda há pouco tempo bati com um problema relacionada, não posso usar o driver de acesso a bases de dados MS SQL, porque o driver deles é proprietário e não me permite a livre distribuição com a minha aplicação, o que não deixa de ter piada, porque assim, indirectamente não poderei usar o MS SQL como motor de base de dados. A sorte é existir uma biblioteca Open Source.

Por isto é que disse que não concordava com a forma como esse texto está escrito, pode dar ideias erradas. Mas o facto de toda a gente usar criar software GPL prejudica empresas de software proprietário em quê?

Por eu lançar como GPL vou prejudicar alguma empresa? De que forma, por não poderem usar o meu software? Se realmente quiserem basta contactarem-me e eu posso, sem problemas, entregar sob uma licença diferente. Não tem sentido dizer que a GPL pode prejudicar uma empresa, muito pelo contrário, é objectivo da GPL que as empresas não se aproveitem do trabalho de programadores, como por exemplo aconteceu com o Cedega.

Apenas consigo ver alguém a tentar impedir-me de lançar código sob uma licença que permite a empresas de software proprietário a usa-la, porque não querem que eu lhes dê hipotese de provar esse fruto proibido.

Na verdade, vês uma associação a tentar defender os teus direitos e os direitos de quem acredita no software livre.

Se achas que tudo isto é uma grande teoria da conspiração e que esses textos apenas tentam enganar os programadores mais incautos a usarem uma licença que afugente e bloqueie os papões que são as empresas que usam um modelo de licenciamento proprietário, então não será mais simples não usares nenhuma dessas licenças?

Se esse texto podia ser escrito doutra forma?, sim podia. Se nele se tenta puxar para o lado do Open Source?, é natural que sim. Se pintam as empresas de software proprietário com cores falsas?, isso não fazem. Se pretendem prejudicar essas mesmas empresas?, se olharmos para esses textos sem preconceitos vemos que não.

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Isso é um pouco irónico, dado que isso é o que o software proprietário faz, impedir-te de utilizares o software livremente(...)

Isto é o que tu achas, eu discordo. Todo o software proprietário que uso, faço dele o que eu quiser, ninguém me esta a impedir de usar seja como for. Isto não é uma afirmação, é a minha opinião. Eu sei exactamente aquilo que vocês pensam relativamente a isto, mas não me faz mudar de opinião, continuo a ter a liberdade que quero na maioria do software que uso.  Mas isto é uma discussão que eu não quero ter...

Por isto é que disse que não concordava com a forma como esse texto está escrito, pode dar ideias erradas. Mas o facto de toda a gente usar criar software GPL prejudica empresas de software proprietário em quê?

Prejudica no sentido que se alguém quiser fazer uma cópia derivada tem de publicar todo o código e isso pode não ser a politica da empresa (que tem todo o direito a usar a politica que quiser). Óbvio que não estou a dizer para não usarem GPL que assim já podemos permitir a todos fazerem derivados do nosso software e fecharem-lhe o source. Só estou a dizer que usando LGPL, permitem a empresa usar a biblioteca e fechar todo o outro código, usando GPL para a biblioteca (como o texto sugere que se faça) obriga a empresa a publicar todo o código. Por esse ponto de vista, prejudica-os.

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O texto sugere que se pondere a questão e que em algumas situações se use LGPL, como eles próprios usaram e que noutras se opte por GPL. Não te diz para usares apenas GPL.

Quanto a usares o software como queres, se o mesmo estiver legal e fores apenas utilizador, sim, não deves encontrar grandes problemas na tua vida de utilizador, eu já encontrei, paguei por uma coisa que não posso usar e como é fechado não há nada a fazer.

E dei-te outro exemplo, o facto da biblioteca JDBC da Microsoft ser fechada eu não a posso usar.

Repara que o problema não é o código ser fechado, o SMF tem código acessível mas possui os mesmos problemas, não existe liberdade para o utilizador. O problema são as restrições que esse modelo impõem.

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Eu só ainda não percebi porquê que não o podes usar... Pagaste por algo que é fechado e não podes usar? Não percebo porquê...

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