• Revista PROGRAMAR: Já está disponível a edição #53 da revista programar. Faz já o download aqui!

Ridelight

Microsoft colabora com o IST nos próximos cinco anos

80 mensagens neste tópico

A Microsoft e o Instituto Superior Técnico assinaram um acordo de cooperação para os próximos cinco anos. A parceria prevê que a empresa de software disponibilize à instituição o código do sistema operativo Windows, como base de trabalho para projectos de investigação.

O acesso à plataforma .NET, Microsoft Business Solutions, ao sistema de gestão de bases de dados SQL Server, versões mais recentes do Windows e às ferramentas de desenvolvimento do Visual Studio fica também facilitado com o acordo.

A Microsoft passa ainda a promover acções de formação TIC para professores e alunos e a facilitar o acesso dos alunos a oportunidades de estágios na sua rede de parceiros e em colaboração com o IST criará uma mini-biblioteca de Tecnologias de Informação que ajude a desenvolver competências técnicas dos alunos.

O apoio da empresa poderá também ser financeiro, no que se refere ao suporte de testes de doutoramento de alunos do IST. "A Microsoft prevê suportar parcialmente os custos directos de realização das teses de mestrado executadas em colaboração com o IST", detalha um comunicado.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Recomendo a todos os alunos do IST para não olharem para o código fonte da m$, para evitarem o risco de futuros processos relacionados com direito de autor se alguma vez na vossa vida profissional criarem software concorrente ao da m$.

As licenças segundo as quais a m$ publica o código fonte das suas aplicações são completamente inúteis para utilizações académicas e de investigação, por isso isto não é nada mais do que atirar areia para os olhos...

Não se deixem enganar!

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Recomendo a todos os alunos do IST para não olharem para o código fonte da m$, para evitarem o risco de futuros processos relacionados com direito de autor se alguma vez na vossa vida profissional criarem software concorrente ao da m$.

As licenças segundo as quais a m$ publica o código fonte das suas aplicações são completamente inúteis para utilizações académicas e de investigação, por isso isto não é nada mais do que atirar areia para os olhos...

Não se deixem enganar!

E tu que não viesses falar mal da Microsoft. Sinceramente, já cansa.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Cansa? Eu acho é que já é obsessão...

Estamos num fórum de programação com discussões extra-programação mas relacionadas na área de informática para que possamos todos fugir um bocadinho à rotina, tudo bem. Mas 95% dos posts que vejo do falco, pouco ou nada têm a ver com programação, sendo a grande maioria bash à Microsoft e/ou software proprietário.

Uma coisa é termos a nossa opinião, outra coisa é ser-se fanático. Sabem a que assemelho a atitude do falco? Aquele fanáticos religiosos e por ai, é tudo areia do mesmo saco.

Acho que a administração já fazia era alguma coisa... Estou num fórum de programação e informática ou anti-microsof? É que às vezes confundo...

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Uma sugestão era substituírem os M$  pela respectiva marca Microsoft.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Uma sugestão era substituírem os M$  pela respectiva marca Microsoft.

Boa sugestão e a intenção é boa, mas estás a perder o teu tempo...

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Isso até não parece mau mas não será todo o  código equivalente a uma biblioteca de folhas a4?

Quem conseguir entender alguma coisa...

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

A questão aqui como sempre, não é se é a companhia x, ou y. A questão é o acordo, e as eventuais vantagens e desvantagens para os alunos do IST. Foi disso que eu falei. O artigo apresentou as hipotéticas vantagens e eu apresentei as desvantagens. É importante que os alunos estejam informados. Que por exemplo as licenças que a m$ usa neste tipo de acordos obrigam têm uma série de restrições, como por exemplo:

* impõe restrições sobre re-distribuição e utilização do software;

* nem todo o código fonte do software em questão estará disponível;

* só permitir direitos se for para desenvolver software exclusivamente para window$;

* não permite fazer engenharia reversa;

* impõe limites arbitrários e subjectivos à quantidade de cópias que se pode fazer;

* a m$ pode suspender a licença em qualquer altura, com todas as más consequências que isso pode causar num trabalho para avaliação de um aluno, ou num dispendioso projecto de investigação;

* impõe restrições muito significativas relativas à investigação na área de segurança;

Também é importante saber-se que ao olhar para o código fonte de uma aplicação com restrições de licenciamento como estas existem implicações sobre o Futuro e existe o risco de poder vir a ser processado. Pois é muito fácil invocar uma eventual violação de direito de autor, ou em alguns países uma violação de patentes de software. Já aconteceram situações semelhantes, por isso é um risco significativo e não uma mera hipótese académica.

Em contraste com as licenças de Software Livre as instituições, alunos, sociedade e mercado ficam claramente a perder. Sendo que para além disso existe software (licenciado como Software Livre) e material didáctico relativo a esse software que considerado como de referência para o ensino das matérias em questão.

Não é uma questão de dizer mal!

É  uma questão de informar!

Se acham que esta informação é má para o lado da m$, isso já é uma conclusão vossa (com a qual eu concordo).

Mas mau mesmo é não ter respeito pela liberdade de expressão. O facto de eu colocar a minha opinião, não impede outros de colocarem opiniões contrárias, nem eu tenho qualquer tipo de monopólio sobre o direito de colocar opiniões.

A diversidade de opiniões neste site será tão grande quanto a vontade dos utilizadores em manifestarem as suas opiniões. Mas não devo restringir a minha liberdade, apenas porque os outros não querem utilizar a deles!

E mais uma vez, volto a repetir que são livres de não lerem os meus posts. Assim como são obviamente livres de lerem e concordarem ou discordarem sobre o seu conteúdo e de manifestarem a sua opinião. O que eu não acho que têm o direito, é de querem obrigar-me a não dar livremente e dentro dos limites da lei, a minha opinião num fórum, porque é para isso que os fóruns servem.

Também acho, que será muito mais apreciado por mais gente, que coloquem posts sobre os assuntos em discussão em vez de colocarem sobre mim, porque isso sim, é um assunto maçador e certamente não era a intenção de quem iniciou a thread.

Eu falei sobre o assunto da thread? E vocês?

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Bem é assim, segundo ouvi dizer quando mandaram a documentação sobre os antigos formatos do office, aquilo era uma sarrabulhada que ninguém entendia nada.

Daí presumo que o código fonte do windows XP também esteja repleto de linhas de código assustadoras e de díficil compreensão.

No entanto acho que é muito bom que os alunos estudem o código fonte do Windows XP. Exactamente por ser uma confusão resultante de anos de trabalho em equipa.

Isto porque, pelo que tenho visto (não ando em nenhuma univ, mas pelas dúvidas que vejo por aí), o trabalho indívidual é mais valorizado do que  trabalho de grupo.

Se  um estudante for trabalhar para uma empresa onde lhe peçam para actualizar um programa cujo o código fonte está uma sarrabulhada e o programador anterior não criou muita documentação, que faz? Desiste?

Não! Deve tentar habituar-se aos problemas e entender a lógica por detrás do código.

Quanto mais experiencia a ler código "esquesito", melhor. :(

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Recomendo a todos os alunos do IST para não olharem para o código fonte da m$, para evitarem o risco de futuros processos relacionados com direito de autor se alguma vez na vossa vida profissional criarem software concorrente ao da m$.

Este comentário é simplesmente ridículo. A Microsoft não tem por onde pegar num processo, visto que o aluno não teve acesso aos termos da licença de visualização. Por algum motivo as licenças aparecem no inicio, e uma pessoa tem que aceitar os termos da mesma para poder usar o "produto".

Para não falar que os alunos não tem acesso ao código. O acesso é só na área de investigação. Portanto só os investigadores (que poderão ser alunos ou não) é que terão acesso ao código.

* impõe restrições sobre re-distribuição e utilização do software;

A quem referes como distribuidor? A Microsoft? O IST? O aluno? Que restrições?

* nem todo o código fonte do software em questão estará disponível;

Isto é uma desvantagem? Como é que ter acesso a 1% do código é uma desvantagem se antes tinham acesso a 0% ?

* só permitir direitos se for para desenvolver software exclusivamente para window$;

Não percebi. Todos os alunos agora do IST só podem desenvolver para a Microsoft?

* não permite fazer engenharia reversa;

Já antes não era permitido. Como é que isso é uma desvantagem? Ou antes era permitido fazer engenharia reversa aos produtos da Microsoft?

* impõe limites arbitrários e subjectivos à quantidade de cópias que se pode fazer;

Presumo que isto seja a mesma coisa que na alínea da redistribuição.

* a m$ pode suspender a licença em qualquer altura, com todas as más consequências que isso pode causar num trabalho para avaliação de um aluno, ou num dispendioso projecto de investigação;

Podem? É que mesmo que seja legal, não estou a ver capacidades para efectuar tal proeza. Tenho Windows XP também devido a um protocolo com a universidade onde andei. Tenho licença de borla para usá-lo a vontade (para não falar que nunca li nenhuma licença sobre limites de utilização, portanto mesmo se tivesse a cometer alguma ilegalidade, o culpado seria a universidade e não a minha pessoa), presumindo que havia uma alínea onde dizia que a qualquer momento podia cancelar a minha licença do Windows XP, como é que eles faziam isso?

* impõe restrições muito significativas relativas à investigação na área de segurança;

Isto é tão vago, que nem sei o que dizer... Afinal acho que sei, vou contra-argumentar. A licença impõe liberdades muito significativas relativas à investigação na área de segurança; (até dou um exemplo) Por exemplo, a licença deixa ligar o PC, o que é muito importante, porque com o PC desligado a tarefa fica muito mais difícil.[/irony]
0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Realmente, a notícia fala muito do que a Microsoft vai dar, mas não fala das contra-partidas. Também gostava de saber quais são, uma empresa não investe por caridade :(

Outra coisa é que a notícia diz que vai ser disponibuilizado código do Windows, não significa que seja do Windows XP. Por muito mau que o código possa ser (não deve ser tão mau como dizem), deve ser uma experiência excelente.

Edit: Betovsky, também tenho acesso a licenças do windows xp. Eu li um bocado da licença mas já não me lembro bem. Tenho ideia que temos o limite de uso de um ano, renovável se continuarmos na faculdade (e o acordo se mantiver) e só podemos instalar o Windows num pc.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Realmente, a notícia fala muito do que a Microsoft vai dar, mas não fala das contra-partidas. Também gostava de saber quais são, uma empresa não investe por caridade :(

Se for como na universidade onde andei. Se não me engano o principal beneficio era acesso privilegiado à investigação feita na mesma.
0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

A questão aqui como sempre, não é se é a companhia x, ou y. A questão é o acordo, e as eventuais vantagens e desvantagens para os alunos do IST. Foi disso que eu falei. O artigo apresentou as hipotéticas vantagens e eu apresentei as desvantagens. É importante que os alunos estejam informados. Que por exemplo as licenças que a m$ usa neste tipo de acordos obrigam têm uma série de restrições, como por exemplo:

* impõe restrições sobre re-distribuição e utilização do software;

* nem todo o código fonte do software em questão estará disponível;

* só permitir direitos se for para desenvolver software exclusivamente para window$;

* não permite fazer engenharia reversa;

* impõe limites arbitrários e subjectivos à quantidade de cópias que se pode fazer;

* a m$ pode suspender a licença em qualquer altura, com todas as más consequências que isso pode causar num trabalho para avaliação de um aluno, ou num dispendioso projecto de investigação;

* impõe restrições muito significativas relativas à investigação na área de segurança;

Também é importante saber-se que ao olhar para o código fonte de uma aplicação com restrições de licenciamento como estas existem implicações sobre o Futuro e existe o risco de poder vir a ser processado. Pois é muito fácil invocar uma eventual violação de direito de autor, ou em alguns países uma violação de patentes de software. Já aconteceram situações semelhantes, por isso é um risco significativo e não uma mera hipótese académica.

Em contraste com as licenças de Software Livre as instituições, alunos, sociedade e mercado ficam claramente a perder. Sendo que para além disso existe software (licenciado como Software Livre) e material didáctico relativo a esse software que considerado como de referência para o ensino das matérias em questão.

Não é uma questão de dizer mal!

É  uma questão de informar!

Se acham que esta informação é má para o lado da m$, isso já é uma conclusão vossa (com a qual eu concordo).

Mas mau mesmo é não ter respeito pela liberdade de expressão. O facto de eu colocar a minha opinião, não impede outros de colocarem opiniões contrárias, nem eu tenho qualquer tipo de monopólio sobre o direito de colocar opiniões.

A diversidade de opiniões neste site será tão grande quanto a vontade dos utilizadores em manifestarem as suas opiniões. Mas não devo restringir a minha liberdade, apenas porque os outros não querem utilizar a deles!

E mais uma vez, volto a repetir que são livres de não lerem os meus posts. Assim como são obviamente livres de lerem e concordarem ou discordarem sobre o seu conteúdo e de manifestarem a sua opinião. O que eu não acho que têm o direito, é de querem obrigar-me a não dar livremente e dentro dos limites da lei, a minha opinião num fórum, porque é para isso que os fóruns servem.

Também acho, que será muito mais apreciado por mais gente, que coloquem posts sobre os assuntos em discussão em vez de colocarem sobre mim, porque isso sim, é um assunto maçador e certamente não era a intenção de quem iniciou a thread.

Eu falei sobre o assunto da thread? E vocês?

Olha foste tu que uma altura disseste que preferias servir á mesa que trabalhar para a Microsoft não foste?

Eu também não sou o maior fã da microsoft, mas fico bastante contente com estes tratos entre as Universidades e a Microsoft. Só tem vantagens se os alunos souberem aproveitar bem o que lhes é oferecido.

Agora essa de que se tem que ter cuidado para depois não sermos processados é anedotico...

Anyway, um trato destes só serve para melhorar a qualidade e o prestigio que o curso de LEIC@IST tem vindo a ganhar nos ultimos anos, é a minha opinião =D

Só tenho pena que a Apple não faça o mesmo pois dava jeito a muita gente...

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Enfim a esses comentários acerca do código do Windows...

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Só um caso hipotético.... pode pode-se estender a muitos outros casos identicos.

Imagina que um desses alunos trabalha no projecto "wine"

que se trata de uma implementação da api do windows

em que é utilizado o reverse engeneering

neste caso esse aluno não pode nem deve ver esse código

porque ao ver o codigo está a cometer ilegalidade.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

O codigo para implementar determinada api do "wine"

não pode ser copiado. Se essa pessoa viu o codigo

previamente como pode não fazer igual ou parecido?

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Fazendo uma implementação melhor. A única coisa igual entre as bibliotecas implementadas pela Microsoft e as implementadas pelo Wine é mesmo as funções que são disponibilizadas, a API. O código por baixo não é obrigatoriamente igual.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Mas o contracto que a Microsoft disponibiliza não permite fazer isso. Isto é não permite

ver o codigo e ao mesmo tempo programar em projectos desse tipo.

É um contracto que tem de ser assinado pela pessoa que vai ver o codigo

e assume um compromisso.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Quem assina um contrato, tem que o ler primeiro. Duh.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Então o que esse programador tem a fazer é não assinar esse contracto e

portanto não pode ver esse "codigo" da Microsoft.

Que era isso que eu tinha dito

inicialmente.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Este comentário é simplesmente ridículo. A Microsoft não tem por onde pegar num processo, visto que o aluno não teve acesso aos termos da licença de visualização. Por algum motivo as licenças aparecem no inicio, e uma pessoa tem que aceitar os termos da mesma para poder usar o "produto".

O que estás a dizer baseia-se em pressupostos errados.

Em primeiro lugar no caso dos programas shared source tens acesso às licenças antes de ter acesso ao código fonte.

Em segundo lugar. as licenças são distribuídas com o software e cabe a ti ler a licença antes de utilizares, se leres a licença e recusares podes simplesmente devolver tudo. As licenças shared source não falam especificamente nisso (nem é preciso, pois é senso comum), mas as licenças que vêm com o software da m$ distribuído de forma comum e que são mostradas quando corres o software pela primeira vez, até detalham a forma como deves proceder se resolves não aceitar os termos da licença.

Para não falar que os alunos não tem acesso ao código. O acesso é só na área de investigação. Portanto só os investigadores (que poderão ser alunos ou não) é que terão acesso ao código.

De acordo com os programas shared source, os alunos também podem aceder ao código e é tão simples como recorrer ao site do programa para isso. O requesito da m$ neste campo é mesmo apenas ter uma ligação à instituição de ensino com a qual há o acordo. Sendo que as licenças mencionam especificamente que os alunos podem aceder ao código.

A quem referes como distribuidor? A Microsoft? O IST? O aluno? Que restrições?

Não falei em distribuidor. Falei em re-distribuir, e no caso dos programas shared source, pode ser qualquer pessoa com um vinculo à instituição de ensino.

Que restrições? Por exemplo não podes distribuir a outras entidades sejam pessoas, ou instituições, mesmo que tenham acordos semelhantes com as mesmas licenças, nem podes permitir a sua utilização para fins comerciais (e como fins comerciais entende-se a operação, re-distribuição e até prestação de serviços). Já não me lembro das outras...

Isto é uma desvantagem? Como é que ter acesso a 1% do código é uma desvantagem se antes tinham acesso a 0% ?

A utilidade de ter acesso ao código fonte, depende da importância do código fonte ao qual vais aceder, e advinha lá qual é a utilidade daquele a que eles vão deixar aceder...

Isto é uma desvantagem? Como é que ter acesso a 1% do código é uma desvantagem se antes tinham acesso a 0% ?

Não!

Os alunos que utilizarem software licenciado neste programa, só podem utilizar este código e modificar este código de forma a poder correr nas plataformas da micro$oft (o window$).

Já antes não era permitido. Como é que isso é uma desvantagem? Ou antes era permitido fazer engenharia reversa aos produtos da Microsoft?

A lei Portuguesa permite engenharia reversa para alguns propósitos mas é algo muito pantanoso.

A qual é o propósito de ser dar acesso a estudantes e investigadores, se eles não podem fazer com ele o que é suposto eles fazerem (estudar)? Ou seja, faz com que se perca boa parte (se não toda) da utilidade.

Presumo que isto seja a mesma coisa que na alínea da redistribuição.

Não!

Copiar e re-distribuir são coisas diferentes. Podes copiar e não re-distribuir. Aqui fala-se e cópias para teu uso.

Podem? É que mesmo que seja legal, não estou a ver capacidades para efectuar tal proeza.

Podem!

É legal, pois é previsto no código de direito de autor.

Quase todas as licenças de software proprietário prevêm isto.

E não é nada complicado! Só têm de dizer: a sua licença está revogada, devolva-nos tudo o que lhes licenciamos e mesmo o que vocês modificaram.

Tenho Windows XP também devido a um protocolo com a universidade onde andei.

Este programa não é o mesmo programa que a que as universidades têm tido acesso até agora, os termos são diferentes.

Tenho licença de borla para usá-lo a vontade (para não falar que nunca li nenhuma licença sobre limites de utilização, portanto mesmo se tivesse a cometer alguma ilegalidade, o culpado seria a universidade e não a minha pessoa), presumindo que havia uma alínea onde dizia que a qualquer momento podia cancelar a minha licença do Windows XP, como é que eles faziam isso?

O código de direito de autor estabelece que o utilizador só tem direito de utilizar a obra para aquilo que é o propósito da obra. O autor pode aumentar o âmbito, mas se não disser nada então vale apenas o que está no código. Por isso logo de imediato, nunca podes dizer que podes usar para o que quiseres. Pois esse direito está restringido por lei e pelo que o autor te resolveu conceder (por omissão todos os direitos não concedidos pela lei são reservados ao autor).

O culpado das tuas acções és sempre tu. Não queiras atirar a responsabilidade pelo que fazes aos outros.

Em segundo lugar penso que tu és um licenciado caso contrário ao não teres qualquer relação com a instituição não terias o direito de utilizar o software e logo aí estarias a violar o Código de Direito de Autor. Aliás eu penso mesmo que esses programas se destinam exclusivamente a pessoas que têm (Presente) um vinculo com a instituição... Mas vou tentar confirmar...

Isto é tão vago, que nem sei o que dizer... Afinal acho que sei, vou contra-argumentar. A licença impõe liberdades muito significativas relativas à investigação na área de segurança; (até dou um exemplo) Por exemplo, a licença deixa ligar o PC, o que é muito importante, porque com o PC desligado a tarefa fica muito mais difícil.

Tens uma imaginação muito fraquinha... O que a licença diz é que não podes desenvolver coisas como exploits e outras coisas, mesmo que seja apenas para prova de conceito, ou quaisquer outros propósitos de investigação e que nunca os distribuas.

Só tem vantagens se os alunos souberem aproveitar bem o que lhes é oferecido.

Podes dar um exemplo de uma vantagem?

Agora essa de que se tem que ter cuidado para depois não sermos processados é anedotico...

Não só não é anedótico, como já aconteceu.

Só tenho pena que a Apple não faça o mesmo pois dava jeito a muita gente...

O código fonte do Darwin está disponível licenciado como Software Livre, bem como vários outros softwares criados/modificados pela Apple e que são distribuídos como parte do MacOS X.

Aliás já existiram outros sistemas operativos livres com o kernel desenvolvido pela Apple como o OpenDarwin e o GNU/Darwin.

Falaram aí no caso do wine e é um bom exemplo de quem não deve olhar para esse código, a malta do samba também. Aliás a malta do wine pede mesmo para que não o façam.

Há um sistema operativo livre que tem por objectivo ser um clone do window$, que já teve de para o seu desenvolvimento para auditar o seu código devido a acusações de violações de direito de autor.

Já aconteceram acusações feitas a developers do kernel Linux, por alegadamente terem copiado código fonte do Unix, que foram a tribunal e não se provaram ser verdadeiras, mas que criaram problemas enquanto a situação não foi resolvida.

Lembro-me de no ano passado um empresário Italiano ter pedido ajuda à FSF Europe por estar a ser acusado por uma univerdade de violação de direito de autor (enquanto esteve a trabalhar para a universidade fez um software para a mesma coisa, que o que ele criou posteriormente na sua empresa).

Como podem ver isto são situações que já aconteceram, por mais incrível que vos pareça e  não é de forma alguma impossível de acontecer novamente. A própria m$ já foi alvo de vários processos deste tipo por diversas empresas com as quais tinha parcerias.

Fazendo uma implementação melhor. A única coisa igual entre as bibliotecas implementadas pela Microsoft e as implementadas pelo Wine é mesmo as funções que são disponibilizadas, a API. O código por baixo não é obrigatoriamente igual.

Isso é uma possibilidade, mas depois de ter visto código fonte a pessoa é automaticamente influenciada pelo que viu. É por isso que é comum em engenharia haverem equipas separadas sem que tenham contacto de forma a evitar que possam vir a fazer as coisas da mesma forma.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Em primeiro lugar no caso dos programas shared source tens acesso às licenças antes de ter acesso ao código fonte.

Em segundo lugar. as licenças são distribuídas com o software e cabe a ti ler a licença antes de utilizares, se leres a licença e recusares podes simplesmente devolver tudo. As licenças shared source não falam especificamente nisso (nem é preciso, pois é senso comum), mas as licenças que vêm com o software da m$ distribuído de forma comum e que são mostradas quando corres o software pela primeira vez, até detalham a forma como deves proceder se resolves não aceitar os termos da licença.

Epá então se os alunos tem acesso à licença porque raio comentas-te isso? Eu não sei se anda aqui alguém do IST, mas se fosse eu ficava ofendido. Até parece que eles são uns putos de 5 anos.

Não falei em distribuidor. Falei em re-distribuir, e no caso dos programas shared source, pode ser qualquer pessoa com um vinculo à instituição de ensino.

Vai-se redistribuir sozinho? Terá sempre de haver alguém, penso que esse alguém será o distribuidor. Português da primária.

Que restrições? Por exemplo não podes distribuir a outras entidades sejam pessoas, ou instituições, mesmo que tenham acordos semelhantes com as mesmas licenças, nem podes permitir a sua utilização para fins comerciais (e como fins comerciais entende-se a operação, re-distribuição e até prestação de serviços). Já não me lembro das outras...

Falco, sinceramente às vezes não sei se estás a falar a sério ou se estás apenas a ser troll. Porque raio que um acordo com vista a melhorar o método educativo iria contemplar o seu uso a nível profissional? Sou eu o único que acha a relevância desta limitação absurda?
A utilidade de ter acesso ao código fonte, depende da importância do código fonte ao qual vais aceder, e advinha lá qual é a utilidade daquele a que eles vão deixar aceder...
Por muita pequena utilidade que seja, sempre é melhor do que era antes. Continuo a não ver como é uma desvantagem.
Não!

Os alunos que utilizarem software licenciado neste programa, só podem utilizar este código e modificar este código de forma a poder correr nas plataformas da micro$oft (o window$).

E? Não estou a ver o que é que o aluno iria ganhar em modificar o software para este correr em outras plataformas? A utilização do código é meramente académico, serve apenas para os alunos adquirirem conhecimentos. O tempo de aprendizagem é demasiado precioso e escasso para eles agora porem-se a fazer ports em vez de aprenderem o que é suposto aprenderem.
A lei Portuguesa permite engenharia reversa para alguns propósitos mas é algo muito pantanoso.

A qual é o propósito de ser dar acesso a estudantes e investigadores, se eles não podem fazer com ele o que é suposto eles fazerem (estudar)? Ou seja, faz com que se perca boa parte (se não toda) da utilidade.

Mas já antes não podiam. Mesmo que percam toda a utilidade, porque raio seria uma desvantagem? Para ser uma desvantagem tinham que estar num "estado" pior do que antes do acordo.
Não!

Copiar e re-distribuir são coisas diferentes. Podes copiar e não re-distribuir. Aqui fala-se e cópias para teu uso.

Oky, não entendi antes ao ler. Mas também continuo sem entender. Qual é a relevância de copiar, se o que interessa é a licença e esta é singular? É que mesmo se podesses fazer n cópias, só poderias usar uma delas, já que terias apenas uma licença.
Podem!

É legal, pois é previsto no código de direito de autor.

Quase todas as licenças de software proprietário prevêm isto.

E não é nada complicado! Só têm de dizer: a sua licença está revogada, devolva-nos tudo o que lhes licenciamos e mesmo o que vocês modificaram.

Estás me a dizer que eu posso fazer um pedaço de software, vender a um gajo uma licença e no dia seguinte revogá-la por causa dos direitos de autor? Eu não sei, mas diria que seria uma chulice, daí ponderar se é legal.

É claro que se na licença tiver uma clausula a referir o mesmo, então aí tudo bem. O "cliente" aceitou os termos e portanto terá que acarretar os "incómodos" que daí vier.

O código de direito de autor estabelece que o utilizador só tem direito de utilizar a obra para aquilo que é o propósito da obra. O autor pode aumentar o âmbito, mas se não disser nada então vale apenas o que está no código. Por isso logo de imediato, nunca podes dizer que podes usar para o que quiseres. Pois esse direito está restringido por lei e pelo que o autor te resolveu conceder (por omissão todos os direitos não concedidos pela lei são reservados ao autor).
Oky, fui um pouco ambíguo. Ao referir-me que podia fazer o que quiser. Estava a referir que podia usa-lo no dia a dia sem qualquer restrições, jogar jogos, navegar na net, instalar/desinstalar aplicações. Obviamente vender a "chave" está fora de questão, uso comercial, etc...
O culpado das tuas acções és sempre tu. Não queiras atirar a responsabilidade pelo que fazes aos outros.
Nem sempre...
Em segundo lugar penso que tu és um licenciado caso contrário ao não teres qualquer relação com a instituição não terias o direito de utilizar o software e logo aí estarias a violar o Código de Direito de Autor. Aliás eu penso mesmo que esses programas se destinam exclusivamente a pessoas que têm (Presente) um vinculo com a instituição... Mas vou tentar confirmar...
Não sou ainda licenciado. E sim o programa só dá para alunos, funcionários e docentes. Mas agora que falas nisso aproveito para colocar uma questão. Visto que sou sócio do centro de estudantes (que é vitalício). Como era em relação ao programa?
Tens uma imaginação muito fraquinha... O que a licença diz é que não podes desenvolver coisas como exploits e outras coisas, mesmo que seja apenas para prova de conceito, ou quaisquer outros propósitos de investigação e que nunca os distribuas.
O problema é mesmo esse, a imaginação. É que é duas pessoas diferentes imaginarem a mesma coisa é praticamente impossível.
0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Tendo em conta que tenho também conhecimento de muitos dos casos que o falco falou, alguns não da mesma forma, mas em que a situação foi a mesma, vejo muito do que ele escreveu como a coisa mais natural no mundo do software em modelos proprietários.

Mas a minha pergunta será, qual a vantagem, para o ensino e para os alunos, terem acesso ao código fonte do MS Windows, seja que versão for? Porquê criar uma parceria com uma empresa como a Microsoft?

Se a vantagem é aprender como funciona um SO, existem vários, livres, que podem ser estudados, e quanto mais diversidade existir melhor, pelo que apenas com a Microsoft faz-me alguma confusão.

Qual a vantagem do acordo? O que ganharia eu, como aluno ou investigador, em ter acesso ao código?

Estás me a dizer que eu posso fazer um pedaço de software, vender a um gajo uma licença e no dia seguinte revogá-la por causa dos direitos de autor? Eu não sei, mas diria que seria uma chulice, daí ponderar se é legal.

É claro que se na licença tiver uma clausula a referir o mesmo, então aí tudo bem. O "cliente" aceitou os termos e portanto terá que acarretar os "incómodos" que daí vier.

Isso está nas licenças da Microsoft. Não sendo esta a única empresa a fazê-lo. A colocação de restrições a nível de utilização é muito comum.

Como exemplo deixo a licença da MSDNAA, a que várias instituições de ensino portuguesas têm acesso, e a que vários utilizadores aqui do fórum devem ter também acesso, eu sou um deles.

O acesso ao software Microsoft, excepto Office, é dado a qualquer aluno e funcionário, docente ou não docente, que tenha uma relação com um departamento da área de informática. A licença define que a permissão de utilização se estende mesmo após o utilizador deixar a instituição, desde que a mesma utilização cumpra os requisitos da licença, isto é, utilização apenas para fins de investigação.

A licença tem um ponto especifico para a utilização dos sistemas operativos, que define que apenas podes usar o SO se, e apenas se, o mesmo servir de base para utilização de, apenas, software sob o acordo MSDNAA.

Isto é, se quiseres usar o Visual Studio, a que tens acesso através do acordo MSDNAA, e precisares de um SO, porque não tens um teu legal, então podes usar um SO também sob o mesmo acordo, o problema é que não podes instalar nesse SO, software que não esteja sob o acordo MSDNAA, mesmo que seja Microsoft.

Um exemplo, precisas de usar o VS, não tens um sistema operativo onde possas instalar o VS, então usas o MS Windows XP que obténs do acordo MSDNAA e instalas o SO e o VS. Depois decides que queres jogar um joguito, no momento em que instalares o jogo, estás a violar o acordo MSDNAA, estás ilegal.

Mesmo que instales um software da Microsoft, por exemplo o Live Messenger, ou até o Office, mesmo que tenhas comprado o Office, então não podes ter o SO pelo acordo MSDNAA, tens de desinstalar o SO ou estarás ilegal.

Esta não é uma situação hipotética, é algo a que, suponho, todos os alunos que instalaram software MSDNAA e que instalaram o SO por lá disponível, estão sujeitos. Diria até que muitos estarão menos legais :(

A licença está disponível publicamente, pode, acontecer a tua instituição ter uma versão diferente da licença, mas os pontos sobre o SO estarão lá na mesma. Podemos dizer que esta situação é ridícula, mas é uma situação contemplada pela licença MSDNAA.

Claro que me poderão dizer que ninguém vai ver isso, e essa foi a resposta que um dos responsáveis do sistema ELMS me deu na minha instituição, mas que em última análise, eu até tenho um PC ilegal, isso é verdade.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

E eu só me pergunto porque é que isto é notícia. Não há já faculdades com o mesmo tipo de acordo? Eu pelo menos conheço uma - a minha.

Ainda há umas semanas numa aula, o engenheiro se enganou e abriu o projecto errado, e mostrou por instantes o código fonte do Windows.

0

Partilhar esta mensagem


Link para a mensagem
Partilhar noutros sites

Crie uma conta ou ligue-se para comentar

Só membros podem comentar

Criar nova conta

Registe para ter uma conta na nossa comunidade. É fácil!


Registar nova conta

Entra

Já tem conta? Inicie sessão aqui.


Entrar Agora