• Revista PROGRAMAR: Já está disponível a edição #53 da revista programar. Faz já o download aqui!

JoaoRodrigues

Linux Journal Readers' Choice Awards 2008

36 mensagens neste tópico

Já que ninguém se deu ao trabalho de comentar ( :P ), e eu gosto de discussão, deixo aqui algumas das votações:


Distribuição de Linux: Ubuntu (37,4%)

Clearly Ubuntu has morphed from the “little distro that could” to the “big distro that did”

Desktop Environment: GNOME (45,7%)

The result makes sense given that the GNOME-defaulting Ubuntu trounces all other distributions.

Web Browser: Firefox (86%)

Honorable mention for most creative response in this category goes to “All I know is that IE7 is worse than dreadful.”

Suite de Office: OpenOffice.org (85,1%)

OpenOffice.org has become the de facto default office suite for Linux.

Reprodutor de Som: amaroK (40,5%)

Perhaps the most feature-rich audio player on any platform, Amarok has won most of your hearts and minds for Favorite Audio Tool.

Reprodutor de Vídeo: MPlayer (34,6%)

VLC, a close second, is growing in popularity for its friendly interface and equally adroit ability to play pretty much any format you can throw at it.

Software de Comunicação: Pidgin (42%)

Despite Skype's popularity, it remains in Pigin's long shadow—maybe because its closed-source credentials tug at our consciences?

Editor de Texto: vi (35,3%)

Three years ago, it didn't even make the top three!

Linguagem de Programação Preferida: C (26%)

'Twas the battle of the Cs in the Favorite Programming Language category, with C taking first prize [...]

Linguagem de Scripting Preferida: Python (28.9%)

It's no surprise that Python grabbed top honors in the Favorite Scripting Language category [...]

Ferramenta de Desenvolvimento: Eclipse (29%)

This year, Eclipse easily eclipsed all of its competitors to win Favorite Linux Software Development Tool.

Servidor web: Apache (90.9%)

[...] we should just ask “Do you use the Apache Web server, yes or no?” [...]


E agora? Já alguém tem alguma coisa a dizer? :P

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Estou como tu, há ai resultados já eram previsíveis, tipo a distribuição de Linux, Suite de Office, Editor de texto, servidor web....

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O que tenho a dizer é que só há uma aplicação proprietária nos vencedores, sendo que tecnicamente há aplicações livres com performances melhores, o que falta é serem conhecidas.

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Vais-me perdoar a ignorância, mas de qual falas? :P

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Eles mencionaram a VirtualBox como runner-up, e é open-source :D E nem estava assim tão longe da VMWare (20.4%).

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O VirtualBox tem uma versão livre. Mas há mais e melhores que o VirtualBox. Como por exemplo o Xen e o KVM.

Quais são as suas vantagens? Várias!

Comecemos pelo KVM:

* Faz parte do kernel oficial e por isso já vem instalador por omissão em quase todas as distribuições;

* Consegue recorrer às extenções de virtualização dos x86, para virtualizar praticamente qualquer sistema operativo.

* Recorre a um suporte limitado para para-virtualização para correr em processadores x86 que não têm extenções de virtualização, conseguindo correr nesses casos GNU/Linux e window$.

* suporta livre migration;

* É totalmente Software Livre;

E o Xen:

* suporta as extenções e virtualização dos processadores mais novos;

* implementa totalmente para-virtualização (corre assim qualquer sistema cujo kernel possa ser modificado para ser guest) o que lhe permite uma performance superior;

* suporta live migration;

* a maior parte das distribuições modernas incluir imagens do kernel, serviços, hypervisor, ferramentas do xen, ferramentas para xen e documentação.

* É totalmente Software Livre;

Ou seja recorrer ao virtual-box e ao vmware é na maior parte dos casos um acto de masoquismo. Que implica ter de instalar software externo à distribuição (e que por isso não é suportado por esta). E custa-me entender porque é que os utilizam, quando a malta do kernel e das distribuições dá-se ao trabalho de preparar para nós algo que até é melhor. A única explicação que encontro é desconhecimento.

Uma prova que o Software Livre é o meio ideal para que se desenvolvam diversas soluções (técnicas, quer a nível de princípio quer de implementação), é a quantidade de soluções de virtualização que existem para o GNU/Linux (e existem à já bastante tempo). Por exemplo: só o kernel Linux oficial em termos de virtualização tem User Mode Linux, Lguest, kvm... Depois ainda há os patchs não oficiais, como o FreeVPS e Linux-VServer (mecanismos de jail), OpenVZ (que é usado como base para outros produtos como o proprietário Parallels Virtuozzo Containers). Já para não falar do Xen, do QEMU (que pode utilizar o modulo de virtualização do kernel). E se não nos limitar-mos aos que funcionam a nível de kernel ainda há mais como Bochs, QEMU (sem o modulo do kernel), DOSBox, DOSEMU e Mac-on-Linux. E isto só para falar nos que são livres.

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Ou seja recorrer ao virtual-box e ao vmware é na maior parte dos casos um acto de masoquismo. Que implica ter de instalar software externo à distribuição (e que por isso não é suportado por esta). E custa-me entender porque é que os utilizam, quando a malta do kernel e das distribuições dá-se ao trabalho de preparar para nós algo que até é melhor. A única explicação que encontro é desconhecimento.

Ora aí é que está... O pessoal desconhece isso, logo parte do principio que tem que instalar software "externo" para emular outros sistemas operativos.

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Então comecem a pensar o seguinte: as distribuições de GNU/Linux já incluem TUDO!

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Ou seja recorrer ao virtual-box e ao vmware é na maior parte dos casos um acto de masoquismo. Que implica ter de instalar software externo à distribuição (e que por isso não é suportado por esta). E custa-me entender porque é que os utilizam, quando a malta do kernel e das distribuições dá-se ao trabalho de preparar para nós algo que até é melhor. A única explicação que encontro é desconhecimento.

Sim, concordo contigo plenamente e encaixo-me nesse tipo de pessoas. Se calhar falta é divulgação por parte desses softwares livres :cheesygrin:

Em defesa da VirtualBox, que apesar de ser parcialmente livre (tem a tal versão que referiste), acho que está BEM à altura do que o comum utilizador precisa de uma máquina virtual: configurar facilmente um disco virtual onde corra o seu SO virtual para executar tarefas que não pode executar no seu host. Basta um simples apt-get (no caso de Debian based, que é o que a malta mais usa) e está lá tudo ;)

Dou-te já agora uma sugestão falco: podes escrever um pequenito artigo sobre virtualização em Linux? Seria uma boa contribuição da parte da secção de Linux para a PROGRAMAR, ou mesmo aqui para a secção como um tutorial. E sempre seria uma boa maneira de propagar o conhecimento destas soluções que, como se viu, são algo desconhecidas :P

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Não sei o suficiente sobre virtualização, nem tenho tempo suficiente para escrever artigos... :cheesygrin:

Não sabia era que o VirtuaBox já tinha sido integrado nas distribuições. Isso é bom, é sempre mais uma opção que faz sentido (o que não faz sentido é usar software não integrado nas distribuições).

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E custa-me entender porque é que os utilizam, quando a malta do kernel e das distribuições dá-se ao trabalho de preparar para nós algo que até é melhor. A única explicação que encontro é desconhecimento.

Por uma simples razão: produtos como o VMware ou o VirtualBox apresentam interfaces agradavéis e fáceis de usar. Penso que no caso do KVM só no Fedora 8 ou Fedora 9 é que vêm com interfaces razoáveis. Se querem mesmo que o Linux seja uma alternativa viável para outros sistemas pagos, não podem só pensar em funcionalidade e estabilidade, mas também em facilidade de uso. Ainda existem montes de tarefas que só podem ser executadas com o uso de consola!

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Por uma simples razão: produtos como o VMware ou o VirtualBox apresentam interfaces agradavéis e fáceis de usar.

Também os outros!

Penso que no caso do KVM só no Fedora 8 ou Fedora 9 é que vêm com interfaces razoáveis.

Não sei o que queres dizer com interfaces razoáveis. Podes dizer ao menos quais são essas interfaces, para sabermos de que estás exactamente a falar?

Tratando-se de Software Livre, estas coisas raramente se limitam a uma distribuição (a liberdade de re-distribuição e de re-distribuição de versões modificadas permite isso :cheesygrin:. Por exemplo a aplicação gráfica Virtual Machine Manager (suporta KVM, QEMU e Xen), que foi criada pela Red Hat, também está presente em Debian, Ubuntu e em outros sistemas que se baseiem nos repositórios de Debian (e provávelmente em outras também).

Se querem mesmo que o Linux seja uma alternativa viável para outros sistemas pagos,

O nome do sistema operativo é GNU/Linux.

Isto não é uma questão de não se gostar do que é pago. Aliás também podes pagar pelo GNU/Linux e por todo o Software Livre. O oposto do Software Livre e Open Source Software é o software proprietário, não é software pago, nem software comercial. Porque podes pagar por todo o Software Livre e podes dentro dos limites definidos pelas leis fazer qualquer negócio em relação ao software e com o software licenciado como Software Livre (daí TODO ele ser comercial).

Não tenho também qualquer objectivo especifico de promoção do GNU/Linux (embora o possa fazer às vezes para outros efeitos), o meu objectivo é promover o Software Livre e o GNU/Linux não é o único sistema operativo que é Software Livre. O GNU/Linux é aquele que prefiro, mas não acho que seja a melhor solução para todos, em todos os casos (embora possa ser para a maioria, na maior parte dos casos).

não podem só pensar em funcionalidade e estabilidade, mas também em facilidade de uso.

Podes crer que isso é uma preocupação de alta prioridade na comunidade de Software Livre. Aliás se conheceres projectos como o Gnome, sabes que isso é verdade por politicas muito fortes como as linhas de orientação de usabilidade.

Ainda existem montes de tarefas que só podem ser executadas com o uso de consola!

Requerer a utilização de consola, não significa que não haja interface gráfica. Sim porque existem interfaces gráficas para consola à várias delas, e muitas delas são bastante boas (tendo em conta as suas limitações inerentes). Assim como também há texto fora da consola (basta abrires um editor de texto).

Ter que se utilizar texto, não significa que seja mais difícil, ou menos usabilidade. Tudo depende da interface especifica para cada actividade especifica.

A maior parte das pessoas não conhece as interfaces de linha de comando e por isso evitam utiliza-la. Acho isso natural!

No GNU/Linux só actividades extremamente técnicas que os utilizadores normais não querem realizar é que requerem a utilização de linhas de comandos e mesmo essas são poucas. Se achas o contrário desafio-te a dares exemplos.

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O nome do sistema operativo é GNU/Linux.

Quanto é que vais perder a mania que sabes mais que os outros e paras de fazer correcções completamente idiotas? Para quem escreve window$ e m$ devias era manter a boca calada...

E o resto do teu post é ridículo e sempre a bater na mesma tecla que eu nem vou comentar. Deixo-te um desafio: tem uma discussão sem fazeres testamentos sobre software livre/linux onde te repetes constantemente...

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Quanto é que vais perder a mania que sabes mais que os outros e paras de fazer correcções completamente idiotas? Para quem escreve window$ e m$ devias era manter a boca calada...

Eu não tenho a mania que sei mais que os outros, em algumas coisas sei mais que alguns, em outras não.

A correcção não é idiota. Linux é o nome do kernel, o kernel não é todo o sistema operativo. Daí fazer sentido a correcção, pois facilmente chamar o nome errado pode gerar confusões, pois uns podem pensar que se refere a uma coisa, quando na verdade se refere a outra.

E o resto do teu post é ridículo e sempre a bater na mesma tecla que eu nem vou comentar. Deixo-te um desafio: tem uma discussão sem fazeres testamentos sobre software livre/linux onde te repetes constantemente...

O meu post fala de vários assuntos diferentes, por exemplo:

* dei a minha opinião a respeito do eventual problema da usabilidade para a adopção das tecnologias que mencionei e porque é que acho que há solução (mencionei-a);

* e dei ainda a minha opinião a respeito de alguns tipos de tecnologias no que toca a usabilidade.

* expliquei que a solução que o outro utilizador tinha mencionado, existe em mais plataformas e porquê;

* expliquei porque é que acho que ele colocou a questão filosófica em termos errados;

* expliquei que a usabilidade é um tema muito importante na comunidade de Software Livre e dei um exemplo de uma iniciativa a respeito dela.

* Dei a minha opinião a respeito da usabilidade de vários tipos de interface de utilizador.

* etc...

Por isso não posso entender que tenha estado o post todo a bater na mesma tecla, aliás nem sequer repeti algo que não tenha sido por outro prisma. Ao menos pega em algo que seja verdade.

Deixo-te um desafio: tem uma discussão sem fazeres testamentos sobre software livre/linux onde te repetes constantemente...

Repito ideias! E vou repita-las e a sua explicação as vezes que achar necessário, nos assuntos que achar necessário.

Quanto a mandares calar os outros e quereres que eles mudem de tema, sugiro que ganhes mais respeito pela liberdade de expressão dos outros. Se não gostas e não queres ler o que escrevem, então não sugiro que não leias.

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Não sei o que queres dizer com interfaces razoáveis. Podes dizer ao menos quais são essas interfaces, para sabermos de que estás exactamente a falar?

Tratando-se de Software Livre, estas coisas raramente se limitam a uma distribuição (a liberdade de re-distribuição e de re-distribuição de versões modificadas permite isso :cheesygrin:. Por exemplo a aplicação gráfica Virtual Machine Manager (suporta KVM, QEMU e Xen), que foi criada pela Red Hat, também está presente em Debian, Ubuntu e em outros sistemas que se baseiem nos repositórios de Debian (e provávelmente em outras também).

http://tombuntu.com/index.php/2008/04/14/virtualization-with-virt-manager-and-kvm-in-ubuntu-804/

Sabes quando saiu o Ubuntu 8.04?

O nome do sistema operativo é GNU/Linux.

Lá porque o Stallman quer que as pessoas chamem GNU/Linux eu não sou obrigado a fazê-lo. Senão devias dizer também GNU/Linux/GNOME/Whatevar/...

Isto não é uma questão de não se gostar do que é pago. Aliás também podes pagar pelo GNU/Linux e por todo o Software Livre. O oposto do Software Livre e Open Source Software é o software proprietário, não é software pago, nem software comercial. Porque podes pagar por todo o Software Livre e podes dentro dos limites definidos pelas leis fazer qualquer negócio em relação ao software e com o software licenciado como Software Livre (daí TODO ele ser comercial).

Não tenho também qualquer objectivo especifico de promoção do GNU/Linux (embora o possa fazer às vezes para outros efeitos), o meu objectivo é promover o Software Livre e o GNU/Linux não é o único sistema operativo que é Software Livre. O GNU/Linux é aquele que prefiro, mas não acho que seja a melhor solução para todos, em todos os casos (embora possa ser para a maioria, na maior parte dos casos).

Limita-te à discussão, por favor.

Podes crer que isso é uma preocupação de alta prioridade na comunidade de Software Livre. Aliás se conheceres projectos como o Gnome, sabes que isso é verdade por politicas muito fortes como as linhas de orientação de usabilidade.

Por mais que tentem dizer isso não é verdade! Basta experimentares qualquer distribuição de Linux que vais reparar que as interfaces gráficas são sempre horríveis, não existe consistência nenhuma entre aplicações. E as interfaces de texto apresentam quase sempre mais funcionalidades.

Requerer a utilização de consola, não significa que não haja interface gráfica. Sim porque existem interfaces gráficas para consola à várias delas, e muitas delas são bastante boas (tendo em conta as suas limitações inerentes). Assim como também há texto fora da consola (basta abrires um editor de texto).

Como já disse, as interfaces gráficas são sempre pensadas em segundo lugar. Até o package manager do Ubuntu é um wrapper sobre aplicações de consola...

Ter que se utilizar texto, não significa que seja mais difícil, ou menos usabilidade. Tudo depende da interface especifica para cada actividade especifica.

Interfaces gráficas são em 99% dos casos mais agradáveis, e se queres que o Linux seja utilizado pela maioria da população então as interfaces gráficas têm de ser pensadas em primeiro lugar. E já contratavam profissionais na área da usabilidade ou designers decentes! Se contratassem uns designers em vez de mais programadores talvez fizessem algumas interfaces de jeito.

A maior parte das pessoas não conhece as interfaces de linha de comando e por isso evitam utiliza-la. Acho isso natural!

Não conhecem nem querem conhecer.

No GNU/Linux só actividades extremamente técnicas que os utilizadores normais não querem realizar é que requerem a utilização de linhas de comandos e mesmo essas são poucas. Se achas o contrário desafio-te a dares exemplos.

Um cliente decente do género TortoiseSVN integrado com o File manager, montar imagens virtuais sem recorrer à consola ou instalar programas cheios de bugs, instalar programas sem usar o package manager (em Windows é extremamente fácil), instalar/remover drivers, etc... Não conheço ninguém que use Linux que não tenha sempre uma consola aberta. Em MacOS X ou Windows raramente vez uma consola aberta. Exemplos não faltam, é só pensar um pouco.

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Eu não tenho a mania que sei mais que os outros, em algumas coisas sei mais que alguns, em outras não.

Oh pah, que lol... I rest my case!

Por isso não posso entender que tenha estado o post todo a bater na mesma tecla, aliás nem sequer repeti algo que não tenha sido por outro prisma. Ao menos pega em algo que seja verdade.

Para gajo que sabe muito não entendes lá muito bem Português ou então é porque não lês as coisas como deve ser do principio ao fim. Mas eu explico-te outra vez: eu não disse que estiveste o post/tópico todo a bater na mesma tecla, mas sim, todos os teus posts, batem na mesma tecla. É raro ver um tópico teu onde não comeces a discutir software livre, raios, já nem me lembro do último que li que não fosse sobre isso...

Quanto a mandares calar os outros e quereres que eles mudem de tema, sugiro que ganhes mais respeito pela liberdade de expressão dos outros. Se não gostas e não queres ler o que escrevem, então não sugiro que não leias.

Respeito quem merece ser respeitado, tu não fazes parte desse grupo.

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@nazgulled:

Já tás a apanhar a mania das quotes ;)

pessoal, eu to a leste da vossa discussão, mas não seria melhor voltar ao assunto do topic? Digo eu...

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Sabes quando saiu o Ubuntu 8.04?

Sei! E qualquer pessoa que saiba o que significa o número de versão também sabe.

Lá porque o Stallman quer que as pessoas chamem GNU/Linux eu não sou obrigado a fazê-lo. Senão devias dizer também GNU/Linux/GNOME/Whatevar/...

O Gnome também faz parte do projecto GNU. Aliás o G de GNOME, significa GNU.

Tu não és obrigado a nada que não esteja na lei como uma obrigação! O que não me impede a mim e a outros de partilharem da opinião do Stallman quanto a este assunto. Não porque é a opinião do Stallman, mas por acharmos que a fundamentação da opinião do Stallman é correcta. Ele nem sempre tem razão quanto a tudo. Mas concordo com ele neste assunto.

Quanto ao nome não ser mais extenso a razão é simples, o que é comum a todas as distribuições de GNU/Linux é o kernel e as ferramentas essenciais criadas pelo GNU. Não existe nenhuma distribuição de GNU/Linux que não tenha as ferramentas GNU, e o kernel Linux, o resto é demasiado variável para que valha a pena incluir no nome do sistema operativo. Quando houver um sistema operativo que use o kernel Linux com outras ferramentas que não as do GNU, então esse sistema operativo apesar das semelhanças será outro sistema operativo, com outro nome (assim como há outros sistemas operativos com GNU no nome por utilizarem tão intensivamente ferramentas essenciais do projecto GNU). Quando às diferenças entre distribuições de GNU/Linux elas fazem-se notar nome de cada distribuição (cada uma tem o seu nome).

Limita-te à discussão, por favor.

Quando vir dito algo com que não concordo, vou se me apetecer dizer que não concordo e porque não concordo.

Por mais que tentem dizer isso não é verdade! Basta experimentares qualquer distribuição de Linux que vais reparar que as interfaces gráficas são sempre horríveis, não existe consistência nenhuma entre aplicações. E as interfaces de texto apresentam quase sempre mais funcionalidades.

Uso GNU/Linux no Desktop à perto de 8 anos. E embora o que digas possa ter sido verdade à alguns anos, não é verdade actualmente. Temos interfaces gráficas bonitas e consistentes. Quanto às interfaces de texto terem mais funcionalidades, isso é subjectivo, pois nem todas as aplicações têm interfaces de texto, e porque há coisas que podem fazer sentido em interfaces de texto e não fazer em interfaces gráficas (e vice-versa). Aliás a prova que há consistência e preocupação com a usabilidade é uma famosa flameware entre o Linus Torvalds e o projecto GNOME, na qual o Linus chamou «interface nazis» ao pessoal do HIG do GNOME, por fazerem cumprir tão afincadamente as regras de usabilidade e acessibilidade do GNOME. Aliás encontro mais consistência e usabilidade no GNOME do que no window$.

Como já disse, as interfaces gráficas são sempre pensadas em segundo lugar. Até o package manager do Ubuntu é um wrapper sobre aplicações de consola...

A tua critica não faz sentido! E não faz sentido porque ignora a maior parte das condicionantes à resolução do problema que é criar um gestor de pacotes para a Debian (o gestor de pacote do Ubuntu é do projecto Debian).

Debian tem o objectivo de ser um sistema operativo universal. E como universal quer dizer várias coisas, incluindo servir para vários propósito em vários ambientes. Se o gestor de pacotes tivesse de raiz uma interface gráfica, ele não serviria para imensos casos de utilização, ou seja, iria contra o objectivo da Debian.

Não tendo de raiz uma interface gráfica, estaria-se a abrir as possibilidades técnicas de ter uma, ou mais, interfaces gráficas, permitindo assim não só resolver a questão de ter interface gráfica, como também ter pelo menos uma interface gráfica adequada para cada ambiente gráfico diferente, favorecendo assim as hipóteses de ter uma interface gráfica consistente com o ambiente gráfico e com um bom nível de usabilidade e acessibilidade. O facto de não ter de raiz demonstra que houve planeamento e preocupação de não se limitar a resolução de problemas incluindo os da usabilidade e acessibilidade, criando flexibilidade.

Interfaces gráficas são em 99% dos casos mais agradáveis, e se queres que o Linux seja utilizado pela maioria da população então as interfaces gráficas têm de ser pensadas em primeiro lugar.

As interfaces gráficas são boas para umas coisas, menos boas para outras. Não coloco de forma alguma a sua utilidade em causa.

Não tenho como objectivo que o GNU/Linux seja usado pela maioria da população. Quero sim que toda a população possa utilizar Software Livre, sem ser prejudicada pela liberdade dos que escolhem não usar Software Livre.

A usabilidade e a acessibilidade, são dois dos problemas a ser resolvidos durante a engenharia do software. Não são mais nem menos que outros problemas. Cada macaco no seu galho. E a usabilidade e acessibilidade não podem comprometer outros objectivos. Tem que haver um compromisso de acordo com as necessidades. Uma aplicação pode ter uma interface muito gráfica para PCs muito bonita mas se houver o objectivo de usar a aplicação também em telemoveis, então ter incluída na aplicação a interface gráfica, é uma limitação que obriga à duplicação de esforços, o correcto é desenhar a aplicação de forma a poder ter diferentes tipos de interfaces.

Um cliente decente do género TortoiseSVN integrado com o File manager

A maior parte dos utilizadores não usa, nem usará uma aplicação como o subversion (pelo menos directamente)

Quanto a ter integração com o gestor de ficheiros, isso é possível (e é por isso que por exemplo o nautilus é extensível e que existe uma extensão para o nautilus poder executar alguns comandos do svn sobre ficheiros), no entanto os IDEs gráficos já têm integração com alguns gestores de versões, e existem também interfaces gráficas para gestores de versões, nomeadamente para o subversion.

montar imagens virtuais sem recorrer à consola

Também é possível fazer graficamente com uma aplicação...

ou instalar programas cheios de bugs

Se estão cheios de bugs então deve ser má ideia instalar...

E isso é um problema em qualquer sistema operativo e não tem nada a ver com o poder ser, ou deixar de ser feito graficamente.

instalar programas sem usar o package manager

Isso é péssima ideia! E é facilmente prejudicial ao sistema, se não soubermos o que estamos a fazer e qual o seu impacto em todo o sistema.

Mas se o criador utilizar a mesma técnica que é comum usar em window$ (usar um instalador), é tão fácil quanto em window$.

instalar/remover drivers

Instalo e removo drivers graficamente, recorrendo à GUI do gestor de pacotes.

Não conheço ninguém que use Linux que não tenha sempre uma consola aberta

Quando não estou a trabalhar em algo que não faz sentido existir sem ser em modo de texto, não tenho uma consola aberta. E conheço muitos mais utilizadores de GNU/Linux na mesma condição que eu. Sendo que muitos só usam a consola porque estão acostumados, porque há coisas que são mais produtivas dessa forma, ou por desconhecimento da existência da possibilidade de fazer isso graficamente.

Exemplos não faltam, é só pensar um pouco.

Não deste nenhum! Estou à espera que des algum...

Mas eu explico-te outra vez: eu não disse que estiveste o post/tópico todo a bater na mesma tecla, mas sim, todos os teus posts, batem na mesma tecla.

O que disseste anteriormente poderia ter a interpretação que eu fiz, dependendo do contexto em que cada se estivesse a situar.

E tópicos diferentes trato de temas diferentes embora com grande frequência (quase sempre) também fale em Software Livre, porque acho que é relevante.

Respeito quem merece ser respeitado, tu não fazes parte desse grupo.

Não pedi para me respeitares a mim, mas sim a determinados valores e princípios. Eu por exemplo respeito determinados valores e princípios, mesmo quando se aplicam a pessoas/organizações de quem não gosto.

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Estava a falar de remover drivers do kernel enquanto o sistema está a correr, como podes fazer no gestor de dispositivos do Windows. E aquela treta toda do Debian não interessou para nada. A interface gráfica continua a ser um wrapper sobre a interface de texto, logo significa que foi pensada em segundo lugar. E não vou dar exemplos porque toda a gente que experimenta Linux nas primeiros horas tem sempre de abrir a consola para fazer qualquer coisa. Pergunta a qualquer pessoa que use Linux quantas já usou a consola e faz a mesma coisa a utilizadores do Windows. Nem que seja para fazer tweaks de ficheiros, tens de abrir a consola e fazer login como root ou usar o sudo ou wtv...

Aqui fica um desafio: desinstala o terminal durante uns meses e vamos ver se nunca a vais precisar de usar tal como dizes. Ainda por cima metade dos pacotes que instales nem atalhos instalam nos menus...

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Ainda por cima metade dos pacotes que instales nem atalhos instalam nos menus...

Acontece o mesmo em Windows. Anyway, se não cria os devidos atalhos, é porque o mantainer do pacote não fez o serviço como deve ser.
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Acontece o mesmo em Windows. Anyway, se não cria os devidos atalhos, é porque o mantainer do pacote não fez o serviço como deve ser.

E caso isso aconteça é ir ao bug tracker das vossas distros e assinalar o problema.

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falco e Nazgulled, mantenham-se dentro do assunto se não se importarem. Enquanto se degladiarem com uma discussão mais acesa sobre o tema do tópico, eu agradeço e acho proveitoso, agora, frases como as que já se trocaram aqui em nada vos beneficiam, nos beneficiam, e não beneficiam com certeza a discussão.

Vocês são pessoas de ideiais e convicções fortes, e já sabemos disso perfeitamente. Já "vivemos" há tempo suficiente neste fórum para nos irmos conhecendo e saber como é a maneira de ser de cada um. Daí, não sendo nenhum de vocês novato cá no sítio, nem um míudo, não insistam em bocas pessoais ok?

Quando pedi discussão sobre o tópico, era SOBRE o tópico, não "sob" o tópico ;)

{serious mode: off}


@falco: ainda em relação ao pedido que te fiz do tutorial, nem seria preciso um grande conhecimento sobre as entranhas da virtualização. Bastavam uns pequenos highlights sobre aqueles programas que mencionaste, algo como o modo de instalação, facilidade de uso (ou não), casos mais indicados (servidores, desktops), guests suportados, etc :)

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Não pedi para me respeitares a mim, mas sim a determinados valores e princípios. Eu por exemplo respeito determinados valores e princípios, mesmo quando se aplicam a pessoas/organizações de quem não gosto.

Tens uma moral... Mais uma vez recordo-te que és tu a quem chama a Microsoft de m$ e Windows de window$ quando pede as pessoas que chamem GNU/Linux aos sistemas operativos em vez simplesmente linux (coisa que não tem cabimento nenhum). Deixa de ser cínico...

Pronto, a minha conversa acaba por aqui a não ser que "puxem" muito por mim... ;)

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