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Governo alarga Programa e-escolas a associações juvenis

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O Programa e-escolas vai ser alargado a federações, associações juvenis e de estudantes, abrangendo um universo de mais de meio milhão de jovens. Os primeiros computadores são entregues já hoje numa cerimónia nas instalações do Instituto Português da Juventude, no Parque das Nações.

O Programa e-escolas, ou e-iniciativas, foi lançado em Julho de 2007 pelo Governo, envolvendo os três operadores móveis que suportam a operação através dos fundos criados para o desenvolvimento da Sociedade da Informação aquando da atribuição das licenças 3G. Inicialmente o programa foi desenhado para distribuir computadores portáteis e ligações de banda larga móvel a custos controlados aos alunos do 10º ano de escolaridade e aos professores mas o seu âmbito tem vindo a ser alargado, abrangendo agora alunos do 11º e 12º ano e ainda alunos com necessidades especiais.

Este novo alargamento do programa às associações juvenis e estudantis é feito no Dia do Associativismo Jovem e abrange as instituições que integram o Registo Nacional do Associativismo Jovem - RNAJ. Segundo dados do Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações, que tutela esta iniciativa, existem mil associações juvenis e duzentas associações de estudantes, distribuídas por todo o país, representando um universo de mais de meio milhão de jovens.

Não são ainda conhecidos muitos detalhes desta nova iniciativa mas pela informação fornecida pelo ministério depreende-se que os jovens destas associações terão acesso aos computadores portáteis por um custo máximo de 150 euros e a ligações de banda larga móvel com uma redução de 5 euros em relação ao valor praticado pelos operadores, tal como acontece para os restantes escalões de utilizadores. O objectivo é para já entregar 1 portátil a cada associação, podendo este modelo ser alterado conforme a adesão à iniciativa.

Recorde-se que os operadores móveis se dispuseram a investir neste programa os fundos reservados para o desenvolvimento da Sociedade da Informação, sendo a TMN a empresa que colocou mais alto a fasquia, definindo que queria distribuir pelo menos 50 por cento dos 600 mil portáteis estimados no arranque da iniciativa, prevendo um investimento de 150 milhões de Euros. Já a Optimus apontava para os 116 milhões de euros, uma verba que previa ser suficiente para a entrega de 250 mil notebooks.

Até agora já foram entregues cerca de 150 mil portáteis no programa e-escola e o TeK sabe que o programa já recebeu perto de 250 mil inscrições.

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