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RA

Mestrados na era Bolonha: dispensáveis ou imprescindíveis?

27 mensagens neste tópico

Viva pessoal!

Fiz umas pesquisas no fórum, mas não encontrei o que queria... Peço desculpa, caso os meus dotes de pesquisa são maus! ;) Gostaria de conhecer a vossa opinião para a situação que passarei a explicar. Terminei agora a minha licenciatura em engenharia informática – a versão pós-Bolonha. O problema é que em 3 anos há muita coisa que fica por dar e sinto que não chega! A opção que me parece mais viável é o mestrado. É aqui, no entanto, que gostaria de conhecer a vossa opinião. Valerá o mestrado a pena? Por um lado, na era de Bolonha, parece-me uma coisa imprescindível, dado que é equiparável com o 4º e 5º ano dos currículos pré-Bolonha. No entanto passamos a ficar com o grau de mestre, o que sinceramente me assusta. A verdade é que quando falo com amigos sobre isto muitos me dizem que poderá ser má ideia porque depois posso ser recusado por “excesso de habilitações”. Uma frase que ouço muito é: “Se as empresas podem ter um licenciado a fazer o mesmo serviço, para quê pagar mais a alguém com mestrado?”. No entanto (por enquanto) não concordo com a parte: “se podem ter um licenciado a fazer o mesmo serviço”. Pelo menos um licenciado pós-Bolonha. Ou seja, resumindo isto tudo, assusta-me aquela ideia dos ordenados-mínimos-para-o-grau-de-mestre. Alguma opinião/ideia? Desde já vos agradeço.

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Só se fizerem confusão com o mestrado "antigo" que é uma pós graduação. O mestrado de bolonha é "equivalente" às antigas licenciaturas e as licenciaturas de bolonha são (pelo que me parece pelo período de tempo) "equivalentes" aos antigos bacharelatos. Duvido que só por causa de Bolonha e mantendo o mesmo número de anos o ensino tenha mudado para uma aprendizagem muito maior.

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Sem dúvida, mete-te no mestrado. Sem ele vais ficar sub-qualificado em relação aos outros que o fazem e aos que têm uma licenciatura "pré-bolonha". Só tens a ganhar. Escolhe é bem o sítio, a àrea, e aproveita a mobilidade europeia que bolonha te dá para teres uma formação óptima ;)

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Pelo menos cá na U.Minho, podes fazer módulos de especialização (em Criptografia, Sistemas Distribuídos, Engenharia de Software, Sistema Dados, etc.) sem fazer o mestrado (ou seja, não tens a parte da dissertação). Pelo menos estes módulos acho que são indispensáveis. É claro que poderá ser boa ideia tentar entrar no mercado de trabalho e ver aquilo de que vais precisar.

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Pelo menos cá na U.Minho, podes fazer módulos de especialização (em Criptografia, Sistemas Distribuídos, Engenharia de Software, Sistema Dados, etc.) sem fazer o mestrado (ou seja, não tens a parte da dissertação). Pelo menos estes módulos acho que são indispensáveis. É claro que poderá ser boa ideia tentar entrar no mercado de trabalho e ver aquilo de que vais precisar.

Pois eu estou a pensar em acabar a licenciatura e depois dependendo do que conseguir em trabalho vejo a parte de mestrado.

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Depois de teres entrado no mercado de trabalho de forma satisfatória o mestrado já não é preciso, a experiencia é mais valorizada. Não sei é se a falta de um mestrado fechará muitas portas ou poucas.

Outra coisa que pode acontecer é, depois de contratado a empresa onde trabalhar te obrigar a tirar um mestrado.

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Outra coisa que pode acontecer é, depois de contratado a empresa onde trabalhar te obrigar a tirar um mestrado.

Mas nesse caso é diferente, tens mais experiência, possivelmente mais suporte monetário e em muitos casos ajuda por parte da empresa.

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Aconselho-te a fazer o mestrado... Certamente aprenderás muito mais e isso poderá ser útil no futuro. Excesso de Habilitações é coisa que não existe. Isso acontece é noutras licenciaturas pois o mercado não precisa delas e quando se é licenciado não se quer ganhar tão pouco como se tivessem o 12º ano...

As pessoas pensam que ser licenciado vale alguma coisa... Eu penso que vale consoante a área de formação. Tirar uma licenciatura em História é bem capaz de ser a licenciatura do Desemprego...

Eu estou agora a acabar o Mestrado de Bolonha e é claro que hoje podemos não conseguir avaliar a sua importância mas no futuro poderá ser muito útil...

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Eu estou a terminar a licenciatura neste momento e faço contas em entrar já para o mercado de trabalho. Não acho o mestrado imprescindível, nem dispensável.

Passo a explicar, eu faço contas em tirar o mestrado mas é seguindo uma área de especialização, e não um mestrado normal pós-bolonha onde algumas faculdades leccionam o curso, e leccionam de uma forma geral. Acho isto desnecessário... agora se puderes escolhe ruma área em que estejas a trabalhar, ou escolher algumas cadeiras específicas deves tirar o mestrado sim.

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Eu estou a terminar a licenciatura neste momento e faço contas em entrar já para o mercado de trabalho. Não acho o mestrado imprescindível, nem dispensável.

Passo a explicar, eu faço contas em tirar o mestrado mas é seguindo uma área de especialização, e não um mestrado normal pós-bolonha onde algumas faculdades leccionam o curso, e leccionam de uma forma geral. Acho isto desnecessário... agora se puderes escolhe ruma área em que estejas a trabalhar, ou escolher algumas cadeiras específicas deves tirar o mestrado sim.

Pois eu tenho mais ou menos esse projecto, tenho a mesma ideia que tu.

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Não conheço as outras Universidades, mas por cá (UMinho) os mestrados pressupõem a especialização em duas área (havendo em cada uma das áreas um projecto integrada desenvolvido em conjunto em todas as disciplinas do módulo), não são apenas um conjunto de disciplinas desligadas.

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Eu estou a terminar a licenciatura neste momento e faço contas em entrar já para o mercado de trabalho. Não acho o mestrado imprescindível, nem dispensável.

Passo a explicar, eu faço contas em tirar o mestrado mas é seguindo uma área de especialização, e não um mestrado normal pós-bolonha onde algumas faculdades leccionam o curso, e leccionam de uma forma geral. Acho isto desnecessário... agora se puderes escolhe ruma área em que estejas a trabalhar, ou escolher algumas cadeiras específicas deves tirar o mestrado sim.

Como alguns já sabem, estou neste momento em Erasmus e estou a começar o meu mestrado agora..., no entanto nunca estive tão baralhado na vida quanto à área a seguir.

Neste momento pretendo gozar bem o meu erasmus, aprender o máximo que puder aprender sobre a VIDA (cultura, idioma, vida social, mentalidade e afins) e assim que regressar a Portugal procurar emprego e deixar o mestrado de lado durante uns tempos. Neste momento quero perceber o que realmente quero fazer da vida, já deveria ter percebido isso há uns tempos e sempre pensei que estava certo do que queria.

Se me vou arrepender? Capaz, mas se continuar a frequentar um mestrado sem saber bem que cadeiras escolher e em que área investir garantidamente que me vou arrepender mais no futuro, portanto prefiro fazer uma pausa nos estudos e descobrir o que realmente gosto no mercado de trabalho.

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Mestrado é uma especialização, não tens necessariamente de aprender coisas novas, apenas de aprofundar o que já existe.

De facto 3 anos podem parecer pouco mas são suficientes, em 3 anos aprendes o mesmo que os alunos aprenderam em 5, isto se o teu curso foi bem adaptado, é claro que se pressupõe um trabalho maior por parte do aluno, mas as qualificações são as mesmas.

Quando digo as mesmas não quero dizer que um aluno que tenha estudado 3 anos num curriculum bolonha tenha aprendido exactamente as mesmas linguagens, as mesmas técnicas, o conhecimento exactamente igual: Qualificações são a capacidade de um aluno cair no mundo de trabalho e possuir as ferramentas necessárias para aprender, sim aprender, o trabalho que tem a desenvolver.

Entrei em 200/2001, apanhei os dois planos, pré-bolonha e pós-bolonha, não me sinto desfavorecido ou com menos competências que os meus colegas que entraram no mesmo ano que eu e já acabaram o curso. Temos conhecimentos diferentes mas as mesmas competências.

Quanto à necessidade de mestrados, e doutorados já agora, acho fundamental que os existam e que cada vez mais se procure valorizar a aprendizagem e o conhecimento, a experiência é boa, fundamental também, mas não acho que chegue para que possamos considerar-nos um país mais evoluído e com um nível de escolaridade maior.

Quanto a entrares para o mestrado agora, isso será uma escolha pessoal que dependerá muito do que queres fazer na vida, a frase de excesso de conhecimentos também eu já ouvi e não sou sequer licenciado, ainda não acabei o curso, como eu vários colegas sofreram do mesmo, mas não posso pensar que porque uma empresa está confortável a pagar a um técnico nível 3 não vou terminar o meu curso, se pensas assim então porque não ficaste com o 12º tecnológico? Há empresas para quem apenas lhes um colaborador com essa graduação, para quê pagar a um licenciado ou bacharel quando podemos pagar a um técnico nível 3 :P

A discussão acaba por ser mais filosófica que outra coisa, a nível de emprego na área penso que um licenciatura e um bacharel darão boas oportunidades de emprego, oportunidades diferentes certamente, mas mesmo assim boas oportunidades, a experiência depois ajudará no resto, no entanto há áreas onde o mestrado e o doutoramento serão obrigatórias, como o caso do ensino. No fim terás de saber o que queres fazer e se compensa aprofundar conhecimento numa determinada área.

Posso dar-te um ponto negativo dos mestrados e de bolonha, os excelentes professores que tinha foram quase todos embora porque não conseguiram terminar o mestrado a tempo ou não estavam interessados em tirar um mestrado, os que ficaram estão aflitos para terminarem os graus o mais rapidamente possível para manterem os empregos, o que se traduz numa menor disponibilidade para os alunos que têm.

Seja como for, qualquer opinião que te possa dar não passará disso e valerá o que as opiniões valem, tens de ser tu a decidir o que fazer, no fundo um mestrado pode valorizar a tua experiência mas a área onde vais querer trabalhar é que influencia bastante a necessidade do mesmo.

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"Posso dar-te um ponto negativo dos mestrados e de bolonha, os excelentes professores que tinha foram quase todos embora porque não conseguiram terminar o mestrado a tempo ou não estavam interessados em tirar um mestrado"

Como assim?

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De facto 3 anos podem parecer pouco mas são suficientes, em 3 anos aprendes o mesmo que os alunos aprenderam em 5, isto se o teu curso foi bem adaptado, é claro que se pressupõe um trabalho maior por parte do aluno, mas as qualificações são as mesmas.

Eu diria antes "isso se o teu curso antigo era mau"... É que no meu curso de 5 anos, nos últimos 2, tive 8 cadeiras que actualmente são leccionadas em mestrado (em 3 delas até tínhamos aulas em conjunto). Resumindo, o meu 4º e 5º, equivaleram a uma boa parte do mestrado.

O 4º e 5º anos do meu curso já era maioritariamente composto por cadeiras opcionais de especialização (para além do estágio). A grande diferença é que no mestrado têm dissertação (e mais um projecto), e eu tenho estágio. Qual é melhor? Isso parece-me que depende dos nossos objectivos.

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"Posso dar-te um ponto negativo dos mestrados e de bolonha, os excelentes professores que tinha foram quase todos embora porque não conseguiram terminar o mestrado a tempo ou não estavam interessados em tirar um mestrado"

Como assim?

Na ESTG do IPLeiria foram literalmente obrigados a tirarem mestrados para se manterem lá como professores, agora porquê já não me lembro (se foi por exigência do IPL ou de alguma alguma lei).
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Em qualquer universidade pública, de momento, professor, associado, assistente, têm que ser no mínimo, doutorados.

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Na ESTG do IPLeiria foram literalmente obrigados a tirarem mestrados para se manterem lá como professores, agora porquê já não me lembro (se foi por exigência do IPL ou de alguma alguma lei).

Não foram obrigados, foram incentivados até porque vai sair (ou ia sair, ou já saiu) uma lei que as faculdades têm de ter um mínimo de doutorados ou algo do género. E não é o mestrado de Bolonha que equivale a uma antiga licenciatura, mas sim o antigo mestrado que era uma pós-graduação, algo entre a antiga licenciatura e o doutoramento.

Em qualquer universidade pública, de momento, professor, associado, assistente, têm que ser no mínimo, doutorados.

Todos os assistentes doutorados? Tens a certeza?

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Em qualquer universidade pública, de momento, professor, associado, assistente, têm que ser no mínimo, doutorados.

Not so sure about that...

Eu tenho professores que são mestres. Claro que os professores de aulas teóricas são todos doutorados (não sei como será nas outras faculdades), mas tenho professores de laboratório e de aulas práticas que são mestres ou até mesmo a acabar o mestrado.

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Normalmente as instituições de ensino superior oferecem a possibilidade de licenciados darem aulas, desde que tirem o mestrado e doutoramento num espaço de tempo. É o que está a acontecer com os meus professores, quando entrei em 2004 era raro haver algum mestre, agora já quase todos são doutorados! :P

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Não precisam ser todos doutorados :P

Existe uma percentagem mínima de mestrados e doutorados para que a escola possa continuar a leccionar, seja politécnico ou universidade, a questão é que na ESTG Leiria, onde estudo, a maioria de professores existentes era licenciado. Claro que existiam mestres e doutorados mas não em percentagem suficiente, há alguns anos o politécnico começou a incentivar os professores a tirarem graus de doutorados, caso tivessem mestrado, e mestrado caso fossem licenciados. Actualmente e dado a exigência governamental, a necessidade é de ter um corpo docente com mais graus. Resumindo,  o politécnico investiu, literalmente, dado que pagou alguns mestrados/doutoramentos, em formação. Quem tirar o grau fica, quem não tirar terá de ser substituído por outro docente mais qualificado.

Tinha bons professores, que por esta exigência, que não é do IPL, se foram embora, alguns estão cá apenas durante um período de transição até voltarem os que estão de licença.

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Em qualquer universidade pública, de momento, professor, associado, assistente, têm que ser no mínimo, doutorados.

Não sei de onde saiu essa mas é nova! :P Todos? Apenas 75% do corpo docente tem que ter um grau superior ao grau de mestrado, i.e., doutoramento. Mais ainda, o dito mestrado que é feito agora não é mestrado mas sim uma especialização que confere esse grau.

Tive professores meus que eram mestres. Tiveram 5anos de licenciatura e mais dois para serem mestres! No actual plano de bolonha tens 3+2 ou seja, quando muito, a competência seria de uma licenciatura "à moda antiga"!

Não concordei muito com a mudança em alguns aspectos. Em primeiro lugar trabalhei 70 vezes mais e os professores tinham sempre a deixa "ah, você tem que trabalhar! isto agora é bolonha!" e isto no meu último ano em que tinha o projecto para fazer/concluir! Nada! Não tínhamos apoios para quase nada.

Eu sempre trabalhei e achei aquilo injusto até porque as minhas bases em determinados aspectos eram nulas e tive que aprender por mim. Agora se, quando precisei de tirar dúvidas nunca tive ninguém no gabinete porque: "Ah, o professor hoje e amanhã não está! Foi para Coimbra por causa do doutoramento" pergunto: Isto é melhor a formação? É isto que é preciso? Tenho que procurar a informação por mim? Não me parece... Muitas vezes senti que o meu dinheiro não era sequer bem empregue! Aprendi tanto ou mais sozinho do que com alguns professores. Ainda por cima, a bibliografia recomendada era, muitas das vezes, requisitadas pelos próprio professores.

Outro ponte de vista é a mudança de estatuto -> licenciado para mestre. Esta subida pode resultar num "Tem excesso de qualificações" e numa nega num emprego. Nunca aconteceu comigo mas sei de muitos casos onde isso aconteceu... É complicado. Acho que sim, apostar na formação mas para sair do País. As coisas por aqui estão mal paradas. Tenho colegas em Espanha a ganhar o dobro de mim... Lá valorização a formação!

Fica a minha opinião!

1abraço

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Em qualquer universidade pública, de momento, professor, associado, assistente, têm que ser no mínimo, doutorados.

Penso que os assistentes ficam de fora destas contas. Os assistentes estão um pouco de lado, e têm funções bem mais limitadas do que os restantes.

Esqueceste-te foi dos auxiliares. Se não me engano, actualmente só podem ser recrutados para professores auxiliares quem já tem doutoramento (assim, todos os professores auxiliares, associados e catedráticos deveriam ser doutorados).

Isto é válido para as universidades, nos restantes estabelecimentos de ensino superior, não sei como funciona.

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Eu estava a achar estranho essa de os profs. irem todos a correr tirar mestrados/doutoramentos, porque pelo menos no IST todos os profs que tive até agora eram doutorados, e esse comentário parecia dar a entender que havia uma boa fatia de profs. que só tinham licenciatura.

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