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mpc650

Acordos recentes do Governo deixam verdadeiro software livre de fora.

6 mensagens neste tópico

Boas,

A ANSOL considera que os acordos recentemente firmados entre o executivo português e empresas da área das tecnologias da informação têm "muito pouco software livre e ainda menos concorrência", ao contrário do anunciado.

Em reacção à parceria oficializada no passado dia 10 de Março entre a UMIC e a tecnológica Sun Microsystems Portugal, a ANSOL refere que "o conjunto de ferramentas mencionado é na sua quase totalidade, software proprietário da Sun Microsystems, e não software livre ou de código aberto, como é referido no comunicado de imprensa do Ministério da Ciência e Ensino Superior".

No texto enviado à imprensa, a associação de divulgação e promoção do software livre refere que os comunicados veiculados fazem apenas alusão à disponibilização do StarOffice 8.0, uma ferramenta da Sun construída sobre Open Office, sem sequer referirem esse mesmo produto de software livre. "Este protocolo é uma actualização de um protocolo anterior, de Março de 2004, com praticamente o mesmo conteúdo, mas com versões anteriores das ferramentas. Na altura, ao menos, existia a referência a um produto de software livre: o OpenOffice.org", escreve a ANSOL.

"Existem milhares de programas em software livre à disposição dos portugueses, sem a necessidade de qualquer acordo", continua a ANSOL, "no entanto assinam-se avidamente protocolos como o do apoio à formação (e não formação) da Microsoft a 50 mil funcionários do Ministério da Administração Interna (...) que resultará num custo anual superior a 1 milhão e duzentos mil euros só em licenciamento, considerando os preços actuais para a administração pública".

João Neves, presidente da direcção da ANSOL considera lamentável que o Estado, como maior cliente e regulador do mercado de TI em Portugal, se comporte de tal forma, ignorando a concorrência e a redução de custos. "Esperávamos que a prática [do Governo] reflectisse as posições assumidas anteriormente pelo PS na Assembleia da República e defendidas por actuais responsáveis governativos como José Magalhães e Carlos Zorrinho. Até agora, desilusão é a palavra que melhor se aplica", refere no comunicado de imprensa.

Embora a ANSOL acuse as entidades envolvidas no protocolo estabelecido a 10 de Março de apresentarem o StarOffice como um produto open-source e de lamentar a existência de referência ao OpenOffice, em declarações ao TeK nesse mesmo dia, Jorge Salamanca, director geral da Sun Microsystems Portugal, deu como exemplo das ferramentas que seriam disponibilizadas gratuitamente à AP, mediante a parceria, o OpenOffice.org. A informação é confirmada igualmente a partir do site da empresa, no press release sobre o protocolo.

Isto é sempre a mesma coisa, sempre tivemos e vamos ter a mania de gastar mais dinheiro do que aquele que seria preciso.  :wallbash:

Atentamente,

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Pois é.... era o que eu já andava a dizer....

O estado parece gostar de aumentar o défice....

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Pois... o Office é que é bom!

Para as coisas que o governo faz (documentos oficiais com muito pouco eye candy) o OpenOffice chegava perfeitamente...

Mas enfim caguei ;)

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Pois... o Office é que é bom!

Para as coisas que o governo faz (documentos oficiais com muito pouco eye candy) o OpenOffice chegava perfeitamente...

Mas enfim caguei ;)

e mesmo com eycandy... o openoffice está bem à frente em funcionalidades (o meu trabalho de geologia não estava assim tão mal... :D )

Por outro lado temos o eye candy todo nos novos offices da ms, mas não nos documentos, só na aplicação.... que na minha humilde opinião prejudica a funcionalidade, mas ele lá sabem......

ou talvez não saibam mais o que hão de inventar.... :\

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Imho, acho que se investiram tanto em acções de formação no passado podiam ter adoptado uma distro tuga (Caixa mágica) e tornar as coisas mais faceis...

O Brasil é que nesse aspecto rulla... Não têm dinheiro, mas também não é por isso que não têm computadores equipados! Nós aqui não temos dinheiro, mas gastamos naquilo que podia-mos poupar... Vira o disco e roda o mesmo :confused:

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portugal... portugal é, e sempre será mesma miseria... reparem na conversa q tive hj com um dos donos da simplesnet...

os tipos compram os modens lá no quinto mais velho... vem d barco... passa ali pelo porto - onde podiam já fazer a descargae o a "nota" ficava em territorio nacional... mas nao o faz... sabem pk???

porque o navio do porto vai para holanda... e da holanda paga a um camionista.. o transporte.. o gasoleo e todas as mariquices necessárias...

e sabem q mais??? sai mais barato!!! podiam fazer este ciclo logo aqui e ficarmos nos com os nossos rendimentos.. mas nao! é preferivel e dar ao estrangeiro...

isto é uma miseria...

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