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CR_

Impressões do KDE4.0 RC2

7 mensagens neste tópico

Em: http://prof-david.blogspot.com/2007/12/kde-40-rc2-primeiras-impresses.html

kde 4.0 rc2 - Primeiras Impressões.

Essa semana, ao saber do lançamento da vesão RC 2 do kde 4.0. Uma das últimas antes do lançamento previsto para janeiro (isso se ninguém adiar de novo, rsrs) resolvi fazer um teste e ver como anda o meu desktop preferido e, na opinião de muitos (e na minha também), a plataforma de Desktop mais fácil, flexível e poderosa do mundo. Não deu outra, baixei uma versão do Kubuntu Live com kde4 RC 2 que pode ser encontrada e testada também aqui e fui conferir. Em meu ultimo teste, usei a versão Beta2 que apesar de muitas novidades ainda estava bem crua e não possibilitava uma análise mais minunciosa, porém, com essa versão quase pronta deu pra ter uma noção bem boa do que podemos esperar do Novo Kde 4.0. O resultado, nós conferimos agora..... Mas já posso adiantar que foi muito bom!! .

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Visual.

Eu sempre gostava de dizer que a equipe de desenvolvimento do Kde contava com ótimos programadores e péssimos designers (rsrs) pois toda a versão crua que se pega de um kde recém instalado é tão feinha que dá dó. Nessa versão parece que trocaram os designers. Não sei se este é o visual que vai prevalecer, mas é muito bom.

O tema visual é claro, tinha que ser preto e transparente, seguindo a moda imposta pelo Windows Vista. Idem para o visual dos ícones. Eu particularmente não gostei do visual do windows vista, e mantenho a minha posição quanto ao Kde, mas devo admitir que os tons azuis na barra preta, bem como os ícones grandes e um relógio visível na barra são muito animadores e não lembram nada a tristeza penumbrosa do Vista. O papel de parede também é muito agradável como pode ser visto no screenshot acima.

Gadgets?? Widgets?? Plasmoids!!

Outra tendência que acompanha o desktop KDE (mas isso eu não ouso dizer que é imitação) são os objetos de desktop, que no Windows Vista ganham o nome de Widgets e no Mac, Gadget. São mini aplicações, cada uma com uma função diferente que fazem coisinhas engraçadas no desktop além de embelezá-lo. Usuário do KDE usam um recurso semelhante a muuuuuuitos anos chamado SuperKaramba. No KDE 4.0 esses objetos tem o nome de Plasmoids mas só a semelhança lembra o Windows Vista. Aqui, os plasmoids são integrados ao Desktop, o que torna a aplicação muito mais leve (e como fica), no top, ele é lider em consumo de recursos junto com o X, porém, em meu computador, o consumo beirou os 36 mb. Uma micharia.... Não senti peso nenhum, achei superleve, daí.. Coloquei!!

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A forma de usar os plasmoids é bem legal e rápida, você coloca o mouse no canto da tela e instantâneamente (e rápido mesmo) um menu surge, onde voce pode dar zoom no desktop ou adicionar plasmoids. Na figura abaixo seguem alguns modelos de plasmoids que podem ficar pendurados em seu deskop. Eu optei pelo Relógio (só por charme já que o da barra de tarefas está lindo) e pelo Pager, o gerenciador de Multiplos Desktops, tendo em vista que é um recurso que eu uso muito e, como essa versão ainda não tinha o Kicker funcionando, não dava para tirar ou colocar qualquer objeto na barra de tarefas.

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Gerenciado de Mídias.

Esse eu amei! Você pluga um pendrive e, ao invéz de abrir uma janela escandalosa na frente do Desktop, um aviso discreto, oriundo daquele computadorzinho azul ao lado do relógio (que também pode virar plasmoid) aparece, onde voce tem as opções de abrir, gravar CD, assistir com kaffeine e outras coisinhas. Você manda abrir e surge o incrível, maravilhoso, prático e muito bonito Dolphin. O mais novo gerenciador de arquivos do KDE que entra para substituir o já consagrado Konqueror.

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Tem um pequeno bug ainda (coisa de RC) que quando voce manda abrir com o Dolphin, ele abre, mas não já na pasta onde o disco está montado e sim no diretório HOME do usuário, obrigando o mesmo a clicar no ícone do pendrive, localizado na nova barra de localização do Gerenciador Dolphin.

Terminal.

O konsole chegou com roupa nova. Novos recursos e uma tela de configurações de ferramentas totalmente nova e repaginada. Um dos recursos muito bacanas que temos agora é a capacidade de dividirmos a tela do terminal em duas e usar em paralelo tarefas diferentes. O atalho para o recurso também tá fácil, é o mesmo que o konqueror usava para se dividir (ctrl+shift+L), logo, ficou fácil de decorar. Pena que ainda há um bug que impede que as sessões fiquem independentes e então o que você tem é um terminal espelho do outro.

O recurso de abas continua presente e com o mesmo atalho (ctrl+shift+N) e isso é ótimo pois eu usava muito.

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Outro pequeno Bug encontrado foi na alteração de temas. Eles surgem com uma animação muito legal e as mudanças são vistas na própria janela com um simples passar de mouse nos temas (lembrando um dos recursos do office 2007), porém quando o mouse perde o foco do modelo de tema, o tema padrão volta, impedindo assim a mudança do mesmo. Uma pena, pois não consegui deixar meu terminal branco.. :-(

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Kontact.

Taí uma suite que mata a paulada e, apesar de pouco usada (as pessoas ainda não descobriram seus incríveis recursos) continua muito boa com ótimos recursos. O Kmail está melhor e o Korganizer bem mais completo (e bem mais pesado) a novidade agora fica por conta do mais novo gerenciador de celulares que permite que você consulte a agenda de seu aparelho, sincronize as tarefas e até envie torpedos sms pelo computador. Tudo fácil, tudo integrado ;-)

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Menu de Programas (K menu)

O Menu de programas do KDE está em definitivo com o modelo que vem no SuSE. Abaixo, itens que destinam para locais diferentes e acima, os locais apontados pelos itens inferiores. Esses itens podem ser acessados simplismente apontando o mouse sobre eles, dispensando a clicada (ficou útil), novamente a velocidade assusta, as respostas para a maioria dos itens apontadores pelo mouse estão realmente muito boas.

Os subitens, tipo as aplicações devem ser clicadas e estes aparecem através de uma animação. No princípio vai ser um pouco chato para se acostumar com esse formato, até mesmo por que ele grava a localização da última aplicação aberta e, a opção para voltar ao menu principal é uma setinha discreta localizada a esquerda da barra. Nada que 20 minutos de uso não resolva para curar o mal estar.

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Dolphin, veio para ficar... Mas ainda gosto do konqueror.

O Dolphin é o novo gerenciador de arquivos do KDE. O konqueror, dessa versão em diante virou navegador web oficial, mas nada lhe impeça de ainda navegar pelos arquivos com ele.

De uma forma geral o Dolphin não deve nada a ninguém em termos de performance, velocidade e facilidade de uso. Os botões estão bem posicionados, os itens ficam bem visíveis e suas barras laterais ajudam bastante. Mas ainda há um quêzinho que me fez sentir falta do konqueror que era a capaciadade de navegação multi protocolo que esse cara tem. Nisso o Dolphin perdeu feio. O Konqueror é o unico gerenciador que eu conheço que em uma unica janela, você pode fazer ações integradas em vários protcolos diferentes: Web, SSH (pelo fish), ftp, nfs, smb, arquivos locais e midias de todo o tipo. Tudo integrado e funcionado perfeitamente. O Dolphin foi bem até a parte do fish (isso ele tem) mas foi só tentar um http ou um ftp e pronto!! Konqueror, onde você foi parar?

Fora isso, o Dolphin resolve.

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Ainda comparando com o Konqueror (o vicio) o dolphin tem novas maneiras de se visualizar um arquivo e, nesse quesito ele lidera. Coitado dos windows explorer da vida. Para navegar em diretórios gigantes, o método de visualização por coluna simplismnete arrebenta! Fica muito fácil visualizar e navegar por milhares de arquivos e arquivos dentro de arquivos nessa janela. Ponto pro Golfinho! Porém, senti muita falta dos recursos de filtragem do Konqueror. Fui até a barra de endereços que agora segue a tendência e mostra os níveis de pastas e não o caminho dos diretórios (Vista, Gnome, Mac) e fiz a pesquisa de arquivos JPG usando o famoso *.jpg. Nada feito!! No konqueror o recurso continua existindo.

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A visualização de miniaturas de imagens também ficou melhor. Há um botão muito simples na barra de ferramente onde você escolhe dar preview de imagens ou não. Isso é útil pois, como o recurso não é mais automatizado, você pode escolher a hora de ver as imagens. Muitas vezes, só estamos procurando um videozinho ou um arquivo de texto e, ao entrar num diretório com 300 imagens lá se vai o processamento. Agora pode-se decidir em usar ou não esse recurso. Aliás, todos os metodos de visualização, não só esse estão organizados em uma mesma família de botões. Ficou realmente gostoso de usar.

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As barras laterais, são o grande show do Dolphin. Existem vários tipos de visualização: Previews, visualização da árvore de diretórios, propriadades do arquivo (muito bom mesmo).

As barras se movem para todos os lados da janela e o encaixe delas é suave e confortável. O tamanho dos ícones também fica relativo ao tamanho da barra, deixando sempre tudo organizado e bonitinho.

Também tem um bug bem pequenininho que eu encontrei aí. Eu configurei o dolphin para ver triângulos e não sinais de mais e menos na árvore de diretório. O que eu consegui foi um sinal de mais feinho na árvore de diretórios. Mas tudo bem. Entre mortos e feridos, o Dolphin vai cumprir bem o seu papel.

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Painel de controle.

Eu estava usando uma versão do Kubuntu em live cd como eu já disse anteriormente, então não sei se o layout do painel de controle do KDE vai ser esse mesmo ou se esse é a janela de visualização do Kubuntu. O fato é que no CD que eu estava testando não havia kcontrol, então fica aí a imagem do, quem sabe, novo painel de controle do KDE, muito semelhante ao painel de controle do Kubuntu.

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A janela de configuração visual está bem legal também e bem organizada. Foi o ítem que eu mais fucei no painel de controle. Agora os novos temas do KDE não são mais o Plastik, como foi na versão 3.5 e nem o Keramik, presente nas primeiras versões 3 do KDE. Agora a bola de vez é um conjunto de temas chamados Oxigen. Na prática ele é bonito, mas não gostei da cor e nem do contraste na barra de titulos. Infelizmente, ainda não dava para configurar os detalhes dos temas. Os botões e as janelas estavam todos lá, mas nenhuma alteração funcionou de verdade. Quanto à decoração de janelas, os temas podem ser alterados, mas ainda ficam meio quadrados, e.. ainda não entendi o que é que temas da época do kde 2 como CDE e Redmond estão fazendo lá ainda. Um Desktop tão novo e revolucionário, coloca-se um temas desses e chega até a dar febre tamanho desconcerto no visual.

Enfim. Como eu já disse antes. Tá bonito. Mas eu ainda vou esperar a versão final pra fazer alterações.

Os temas 3D, outro lance que todo mundo tá curioso em saber ainda não funcionaram em meu computador. Portanto, também não pude matar a vontade :-(

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Konqueror. Navegar é preciso.

Ouvi falar muitos rumores sobre o Konqueror. Que ele usaria a tecnologia isso e aquilo outro e isso o deixaria muito bom e navegaria igual ao Safari e etc.. Bem.. Eu só queria navegar para fazer um teste e o que eu vi apesar de empolgante, não pode ser muito animador.

A tela inicial do konqueror teve o seu visual redesenhado e, na minha opinião ficou lamentoso. Tudo bem. Vamos navegar e.. Uau!! A integração com os temas e os formatos de fontes do KDE bem como antialias e tudo mais tornam as páginas bem bonitas. Sim, parece estranho dizer isso, mas eu não sei direito, uma simples página como o google fica mais bonita quando vista do safari ou do konqueror. Opinião minha.. devem ser meus olhos..rsrs, mas o fato que o visual integrado com o resto do ambiente deixa tudo masi confortável para os olhos.

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Infelizmente, eu não pude fazer uma análise minunciosa de tudo por que infelizmente o konqueror tem um Bugão ainda que faz com que cada imagem a ser aberta pelo navegador seja baixada. Ora até aí tudo bem, mas..... tinha que aparecer a barra de download para cada objeto??!!? O resultado é que algumas páginas apareciam tantas janelas de downloads (todas muito bem organizadas, diga-se de passagem) que chegava a cobrir a tela inteira antes de uma página aparecer.

Outro terrível bug é que algumas páginas simplismente continuam sem funcionar adequadamente. O gmail aparece muito bonito, inclusive o formulário de preenchimento de campos de nome e senha do usuário, mas não dá pra escrever ainda. Logo, não consegui ver e-mail nenhum.

O docs, que não abria direito no Konqueror agora finge que não existe. E o Konqueror finge que acredita e mostra uma mensagem muito discreta em algum lugar que um erro ocorreu.

Infelizmente, ficou difícil testar o Konqueror. Mas como gerenciador de arquivos ele tá 10!!

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Conclusão.

Depois de 2 dias testando sem parar o KDE 4.0 nesse CD Live do kubuntu (que eu instalei) pude comprovar que o novo ambiente chega pra ficar e se mostra bem mais prático e eficiente do que muitos por aí. O consumo de Ram, diferente do windows Vista está muito agradável e o teste foi feito em um Celeron 1.0Ghz com 256 de memória e não reclamei de lentidão hora nenhuma.

Enfim. Amantes do KDE, preparem seus gerenciadores de Downloads. O "Uau!" acabou. Agora vem o "Bom". O KDE está altamente recomanendado.

Para verem as imagens no tamanho original acedam ao link. Sublinhado meu.

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"KDE 4.0 Reviewer Reminders

beineri's picture

Submitted by beineri on Tue, 01/01/2008 - 23:00. KDE General

Before everyone starts to spread his opinion about KDE 4.0 let me spread some reminders:

    * KDE 4.0 is not KDE4 but only the first (4.0.0 even non-bugfix) release in a years-long KDE4 series to come.

    * KDE 4.0 is known to have missing parts or temporary implementations (eg printing, PIM, Plasma).

    * Most changes happened under the surface and cannot be discovered in a "30 minutes usage"-review anyway.

    * User interfaces being unchanged in 4.0 compared to 3.5 may be still changed/improved during KDE4 life time.

    * KDE 4.0 will not be the fastest KDE4 release, like for KDE2 most speed optimizations will happen later during KDE4.

    * Most applications (many are not even fully ported yet) will take advantage of new features which the new Qt/KDE libraries offer only later.

    * Don't measure portability success (eg MS Windows) by current availability of application releases, they will come.

    * KDE 4.0 is only expected to be used by early adopters, not every KDE 3.5 user (and IMHO KDE 4.0 shouldn't be pushed onto other user types like planned for Kubuntu ShipIt [btw said to have only 6 months support for its packages]).

    * KDE 4.1 development will not require the same amount of time as the big technology jump 4.0, expect 4.1 later this year.

Last, again: KDE 4.0 is not KDE4. "

in: http://www.kdedevelopers.org/node/3174

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Estou ansioso pelo lançamento KDE é sem duvida um dos melhores gestores de Janelas se não o o melhor e a serie 4 promete inovar muito.

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Estou ansioso pelo lançamento KDE é sem duvida um dos melhores gestores de Janelas se não o o melhor e a serie 4 promete inovar muito.

Eu uso o Gnome, mas pelo que vi e já li talvez experimente a versão 4 do KDE ;) (já usei KDE na altura do Mandrake 9 e não gostei muito)

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Não gosto muito do visual por defeito.

Mas como o KDE é altamente personalizável.

Anyway agora não ando com vida para andar a experimentar distros, até porque agora tenho mac.

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in:  http://aseigo.blogspot.com/2008/01/talking-bluntly.html

"talking bluntly

Now that 4.0.0 is tagged and out and that bit of worry and concern is behind me for the moment, I wanted to take a moment to talk really bluntly about 4.0. In particular, I'm going to address some of the common memes in fairly random order that i see about kde 3.5 and 4.0. I'm going to speak bluntly (though not rudely =) so prepare yourself ;)

Meme 1: What is the future of 3.5?

This year, as with most years since KDE3 emerge, there have been huge deployments of KDE 3 based software. These deployments will not shift for years to come, no matter what KDE4 is. This is because large institutional deployments (government, corporate, educational, etc) typically have 3-7 year cycles (sometimes even longer) between major changes. Patches and security fixes? Sure. Major revamps? No. This alone ensures that KDE3 will remain supported for years. Why? Because there are users. That is how the open source dev model works: where there are users, there are developers; as one declines so does the other. The developers tend to be a step ahead of the users for software that is progressive, but you'll also find the have a foot in here and now (as well as the past, often).

KDE3 is still open in our svn so that bug fixes, security fixes, etc. can continue to be made. KDE 3.5.x is a rather solid desktop system and really doesn't need a huge amount of work given what it is today; the work to move it to the next level is what we refer to as KDE4, of course. This means that the efforts needed to put into it aren't huge to keep it viable. However, efforts that do go into it are welcome.

While the core KDE team will continue to concentrate our work on KDE4 since that is the long term direction of things, it is fully expected that our partners (which also include some core team members among them) will continue supporting and even developing on KDE3 issues. The central project will also be around to lend helping hand with advice and what not; I did that for a person the week before I left for holidays in December, actually, so it's not wild hypothesis but solid theory.

For those familiar with the open source method, the above probably sounds .. well .. obvious. That's because it is .. for those familiar with the open source method. We will find in this blog entry that many of the concerns people raise come from not acknowledging how Free(dom) software is created via the open source method.

Meme 2: KDE 4.0 isn't what a business would do

I've read exactly this statement with those literal words, but I've also read and heard what are essentially the same things put slightly differently. Well, not to play Captain Obvious too much here, but: KDE is not in the business of proprietary software. There are two parts to that statement:

KDE is not a business: we are not selling a product to the mass market. We are a development team creating the resource which can be sold to the mass market. This is an important distinction since we go through an R&D process that is very open, something that a business would have a hard time doing. We also don't pay volunteers per hour, commit or line of code. There are many things, you see, that we don't do that a business does, and vice versa. The fact that people are getting confused on this point shows how well we've done presenting KDE to the world, but we're not a business and we're not about to start pretending to be one to satisfy chin-waggers at the expense of what works for us.

... and that's a salient point: By asking KDE to behave like a proprietary company these people are asking KDE to abandon what has worked for us all these years. They are asking us to abandon our identity, to cease doing what has leap frogged the Free software desktop from non-existent in the mid-90s to parity in just over 10 years, after starting 15 years (and multi-billions of dollars) behind those who would come to be seen as our competition.

However, KDE does work with business. We have relationships at many levels, technical and otherwise, with companies. In order to provide good guidance to our partners we've been pretty blunt about what 4.0 is. That is because while KDE itself isn't a business, we have a large business ecosystem around us. We are a good business partner, even if we ourselves aren't a business. I know, this is rather paradigm shifting for a lot of people out there, but that's what makes it fun and enjoyable for so many of us.

KDE is not a proprietary software product: this is another obvious statement, but it's one people seem to forget. While there is proprietary software that gets written using KDE technology, KDE itself is not and never will be proprietary.

In the open source method you release early, you release often. By doing so, a progression is presented that people can follow with fairly blunt (often overly pessimistic) guidance along with it, e.g.: "foobar v 0.0.1: will eat your children". In theory you can't do that with proprietary software due to the distribution mechanism and economic repercussions (though many companies do anyways), but with open source it is exactly what one must do to get the production wheels turning.

KDE 4.0.0 is our "will eat your children" release of KDE4, not the next release of KDE 3.5. The fact that many already use it daily for their desktop (including myself) shows that it really won't eat your children, but it is part of that early stage in the release system of KDE4. It's the "0.0" release and the amount of new software in KDE4 is remarkable and we're going the open route with that. Which brings us to the next meme:

Meme 3: Just keep releasing alphas until it's ready

Ah, the "until it's ready" idea. Some would say 3.5 isn't ready; software never really is from a perfectionist's standpoint. It's so complex and full of ever springing promise that one can never reach that point of perfection; usually we are just happy with "better than good enough" and call it a day at that point.

KDE 4.0 isn't yet "better than good enough"; so why don't we just release more betas? When one perpetually releases alphas/betas a few things happen: people don't test it aggressively enough, third party developers don't get involved, core developers continue doing blue sky development rather than focusing on release qualities.

Between the rc's and the tagging of 4.0.0 the number of reports from testing skyrocketed. This is great, and shows that when I assert "people don't test when it's alpha or even beta" I'm absolutely correct. This is not about tricking people either: people seem to forget that the open source method is based on participation not consumption. So testers look for a cue to start testing; that is their form of participation. "alpha" and even "beta" is often not enough of a cue, especially today when so many of our testing users are not nearly as technically skilled with the compiler, debuggers, etc as the typical Free software user was 10 years ago.

The KDE4 libraries are ready for application development, as testified to by the quality KDE4 apps that exist today. However, third party application developers tend to be a conservative lot, and rightly so. They wait for user base migration, they wait for stability in the APIs, etc. They want to know when to start working with the new awesomeness, and for most of them that isn't "alpha" or "beta". The libraries crossed that stage in quality and reliability many months ago and so it is only fair to mark them as such.

Finally, the amazing maturation at all levels of KDE 4.0 software that has happened since the last beta shows just how focusing developers off of blue sky development and onto release quality code is important. The delta speaks for itself.

Meme 4: KDE doesn't do time based releases

When I hear this statement, I know I'm either dealing with someone who has been around the community for less than 2 years or has a long term memory problem. KDE has traditionally done time based, not feature based, releases: the project would set a target date, people would create a list of expected features they can do in that time, features that didn't make the target date would get punted to the next release.

In my time with the project we have done 2 feature based releases: both for major overhauls of the entire system. The first one resulted in the pedigree that would become KDE 3.5. The second one is KDE 4.0.

In that same time period we did 8 time based major releases (2.1, 2.2, 3.0, 3.1, 3.2, 3.3, 3.4, 3.5) and countless time based minor releases (8 for 3.5 alone). In each of these releases a target was set and in the overwhelming majority of these cases that target date was hit.

With 4.0 behind us and marching towards 4.1, we'll be back to these time based releases.

Meme 5: What's the quality of KDE 4.0?

KDE 4.0 rocks in a number of ways. Whether one looks at the new frameworks (solid, phonon, akonadi et al) or the revamped existing ones (kconfig getting multiple back end support, the UI-less kdecore), or examines the apps like okular or kdeedu or the games or dolphin or ksnapshot or konsole (ok, I won't list every app) or many of the new workspace features like composite and widgets or the new artwork or ... you get the picture. There's a lot that is just amazing.

What leaves people wondering about quality is that there is a disparity between our stated end goals and 4.0. This is, to be blunt, due to a lack of experience on their part: most people have never been involved in the creation of something great. We're involved in making something great that will end up spanning a decade of effort and be used for even longer than that. To be able to accomplish such a thing one requires the ability to see beyond today and into the uncertain future. They also need to be able to adjust and shift that vision as things evolve (ergo the shift from tenor to strigi/nepomuk, even though the end result is essentially the same ideas). It is simply not possible, without extreme luck similar to winning the lottery, to create something great without that vision. This is not my idea, this is the result of pretty much every bit of research and practical analysis from the business operations world.

More on the concept of vision

To re-affirm: our stated goals for KDE4 remain and they haven't gone anywhere. In fact, KDE 4.0 is the first proof that this is not only vision or, worse, vapour: we're putting it into action. However, long term vision is not met in a short term effort. Vision of the end is what directs immediate efforts into mid-term and eventually long-term successes. We will get there, and probably beyond what we currently imagine, with the releases that will follow. Each stop along the way will rock harder, and none of them will suck. Importantly: nont of it would be possible without the vision.

So it's ironic that some would see the vision we are committed to as reflecting on us in a bad way, since it's what is enabling us to deliver a great product not just today but in the future. Companies usually keep this vision internal and you never really get to see it from the outside. Sure, the ghosts of the vision get communicated eventually through marketing slogans (if they do their job right, anyways =), executive communications, AGMs, etc. but generally it's internalized.

KDE is an open project, however, so we can't talk about our vision without it getting "out there". There is simply no way for us to "keep our light hidden beneath a basket". So while it's ironic, it's not an unexpected consequence: most of our audience is simply used to being on the outside. They are not used to freedom, they are not used to openness, they are not used to being privy to the internal world of others.

For better or worse, there is no way we can shield them from being able to see our vision. As a project we need to talk about it with each other a lot: openly, loudly, even argumentatively at times. So everyone gets to see it, and some mistake the vision creation and maintenance process for marketing effort or spin; they are unrelated. What's funny is that community news sites will actually pick up the evolution of our vision as news events; it's undeniable that people find it interesting, which is pretty cool.

So to achieve what we want to, I've come to realize that I'll take it on the chin, so to speak, from some people who aren't able (yet?) to internalize what this process is all about. I can't in good conscience suggest we divert in response to this particular set of feedback, though, as it would cripple the project in the long term.

Many companies in Europe and North America have been criticized by the business management community for a couple decades now of not investing enough in mid-term (let alone long-term) projects. They have trouble doing so due because they allow themselves to be led by the nose by the financial and consumer markets copuled with vision-lacking internal assignment of resources. Yes, you're reading that right: listening to the short term consumeristic demand of the populace has been a major component of the march towards much of the stagnation and crappy products and services we get to deal with today. Ignoring the short term is foolish, but not investing in the mid-term is equally so.

I don't expect the populace to suddenly get long-term vision; I do expect serious organizations to stop setting their agendas by the flawed clock of the short term thinking that (inevitably?) dominates large societies of people.

To bring it into high-relief: KDE3 is our current product line for production, and KDE4 is our mid-term production line. For there to be any KDE worthy of succeeding KDE 3.5, we needed a mid-term project. No short-term project would cut it. We're at the beginning of where we can bring KDE4 into "current produce line" condition, which is to say that KDE4 is that transition period from mid-term to short-term project. That's exciting, and one more reason 4.0 rocks.

Prologue Epilogue

To close I'd like to recognize that KDE as a project is not perfect; we are made of fallible humans engaged in an amazingly complex process. All the same, the people involved are pretty amazing and competent. We're on a good path right now as a result of those people. If you find this process hard to understand that, try to adjust your assumptions and deeply internalize the concepts of the open source method since that is our guiding light. In spite of some of you finding it hard to understand this process, we won't betray you by switching to an inferior plan just because it fits your assumptions better. Even those who are most concerned today will thank us further on down the road.

Ok, enough about that. I've said what needs to be said and won't say more about it from here on out. I have a huge backlog of blog topics to cover that are more interesting and positive in nature. I'll do my best to keep them shorter than this one .. but no promises there ;)"

Visto em: http://www.debianpt.org/node/1448

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Eu não sou fã do kde, mas confesso que fiquei bastante surpreendido com esta versão, parece-me bastante inovador e além disso está com um design muito agradável. Sou pessoa para dar uma espreitadela quando sair a versão final.

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