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Rui Carlos

Google: Gphone não, Android sim

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Acabando com meses de especulação, a Google anunciou esta segunda-feira a criação de uma plataforma aberta para telemóveis, denominada Android. O projecto tem o apoio dos vários membros da "Open Handset Alliance".

A Google acredita que o desenvolvimento da Android é «mais significativo e ambicioso do que um único telemóvel», já que a plataforma representa os «alicerces para novos telemóveis e irá criar uma experiência inteiramente nova para os utilizadores, com novas aplicações e capacidades inimagináveis actualmente», pode ler-se no blog oficial da empresa.

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A empresa americana quer usar telemóveis para mostrar mais publicidade.

LG, Deutsche Telekom e Intel são alguns dos pesos-pesados da aliança.

Num muito aguardado anúncio, a Google revelou ontem que lidera uma uma aliança com outras 33 empresas, entre operadores de comunicações móveis (como a T-Mobile e a Deutsche Telekom), fabricantes (Samsung, LG, Motorola) e outras firmas na área da tecnologia (entre as quais a Intel e a eBay), diz o «Público».

Depois de muita especulação sobre a possibilidade de lançamento de um telemóvel da Google, a empresa acabou por desiludir os mais entusiastas ao explicar que não tem planos para fabricar um aparelho e que se vai ficar pelo desenvolvimento de todo o software necessário para que um telemóvel funcione, ao mesmo tempo que assegura que esta plataforma vai pode ser usada em vários modelos diferentes.

O projecto «é mais ambicioso do que um Google Phone», defendeu em comunicado o presidente da empresa, Eric Schmidt, argumentando que a nova tecnologia vai acelerar o ritmo a que a tecnologia móvel vai chegar a milhares de utilizadores.

Usar o mercado de telemóveis para aumentar o acesso à Internet e o número de utilizadores de serviços on-line beneficia directamente a Google, cujo modelo de negócio assenta na venda de publicidade on-line e que, com este aumento, passaria a dispor de uma maior audiência para os seus anúncios.

Chamada Android (nome de uma das várias start-up na área das comunicações móveis que a empresa tem comprado), a nova tecnologia é baseada no sistema operativo Linux.

A ideia da gigante on-line é oferecer uma plataforma para telemóveis aberta e gratuita.

Isto significa, por um lado, que os fabricantes vão poder modificar e adaptar o sistema aos seus aparelhos. Por outro, qualquer pessoa ou empresa poderá desenvolver aplicações e serviços que funcionem com esta tecnologia.

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