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Relatório europeu denuncia assimetrias no ritmo de adopção da banda larga

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O acesso à banda larga está a evoluir de forma cada vez mais diferenciada na União Europeia. Um relatório apresentado hoje dá conta das assimetrias cada vez mais acentuadas entre os vários países da comunidade. Segundo o documento, as diferenças chegam aos 30 pontos percentuais, como revela uma penetração de 37,2 por cento da tecnologia na Dinamarca, por oposição a uma penetração de 5,7 por cento na Bulgária.

No documento a CE elege como principais causas para estas diferenças a falta de concorrência, que trava o surgimento de ofertas alternativas à dos incumbentes, a que juntam deficiências ao nível regulatório, aspectos que serão alvo de debate no próximo dia 13 de Novembro, data de apresentação das propostas para a nova revisão do quadro regulatório das telecomunicações.

Já no final da semana passada a comissária com a pasta da Sociedade da Informação abordou o tema fornecendo dados sobre a quota dos operadores incumbentes no acesso directo, que em toda a UE ronda ainda os 90 por cento. O relatório vem agora revelar que numa análise mais global os operadores alternativos arrecadam hoje na Europa uma quota de 53,5 por cento no mercado da banda larga. Em Portugal a PT capta 70,1 por cento nas linhas fixas ADSL.

Outros dados constantes do documento de acompanhamento mostram que a 1 de Julho deste ano existiam 90 milhões de linhas fixas de banda larga. Embora o DSL continue a ser a tecnologia de acesso à banda larga mais usada pelos europeus (72,5 por cento) têm ganho terreno outras tecnologias alternativas como o cabo, fibra e Wi-Fi, que já representam 17,7 milhões das ligações. Em Portugal a quota do DSL é de 62,6 por cento, o que corresponde a pouco mais de 980 mil linhas. O total de linhas de acesso à banda larga, incluindo outras tecnologias é de 1,5 milhões.

Nesta comunicação a CE sublinha a necessidade de aumentar os incentivos ao investimento e de reforçar os mecanismos de concorrência na banda larga. Dados divulgados anteriormente mostravam que a penetração da banda larga aumentou no ano passado de 14,9 para 18,2 por cento na UE, frisando no entanto as baixas taxas de crescimento em alguns dos Estados-membros

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