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Eutanásia, a favor ou contra ?

Concordas com a "legalização" da eutanásia ?   51 membros votaram

  1. 1. Concordas com a "legalização" da eutanásia ?

    • Sim
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    • Não
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    • Não tenho opinião
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62 mensagens neste tópico

Metade das pessoas com mais de 65 anos e que estão em lares concordam com a eutanásia. A conclusão é de um estudo realizado pelo Serviço de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

O estudo conclui também que grande parte dos inquiridos aceita o suicídio assistido. Os motivos prendem-se com o abandono e a solidão.

O objectivo do estudo coordenado por Rui Nunes foi identificar a opinião dos portugueses com mais de 65 anos e sem doença terminal sobre a eutanásia. Foram inquiridos 815 idosos institucionalizados em lares e residências de terceira idade de todo o País.

Em declarações à Rádio Renascença, o director do serviço de Bioética entende que o estudo não deve servir de pretexto para a legalização da eutanásia, mas sim para alterar o modelo de sociedade.

Fonte: TVI

Eutanásia (do grego ευθανασία - ευ "bom", θάνατος "morte") é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.

A eutanásia representa atualmente uma complicada questão de bioética e biodireito, pois enquanto o estado tem como princípio a proteção da vida dos seus cidadãos, existem aqueles que devido ao seu estado precário de saúde desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte.

Independentemente da forma de Eutanásia praticada, seja ela legalizada ou não (no Brasil esta prática é ilegal), é considerada como um assunto controverso, existindo sempre prós e contras – teorias eventualmente mutáveis com o tempo e a evolução da sociedade, tendo sempre em conta o valor de uma vida humana. Sendo eutanásia um conceito muito vasto, distinguem-se aqui os vários tipos e valores intrinsecamente associados: eutanásia, distanásia, ortotanásia, a própria morte e a dignidade humana.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que a eutanasia pode ser dividida em dois grupos: a "eutanásia ativa" e a "eutanásia passiva". Embora existam duas “classificações” possíveis, a Eutanásia em si consiste no ato de facultar a morte sem sofrimento, a um indivíduo cujo estado de doença é crônico e, portanto, incurável, normalmente associado a um imenso sofrimento físico psíquico.

A "eutanásia ativa" conta com o traçado de acções que têm por objectivo pôr término à vida, na medida em que é planeada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o ato.

A "eutanásia passiva" por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer ações que tenham por fim prolongar a vida. Não há por isso um ato que provoque a morte (tal como na Eutanásia Ativa), mas também não há nenhum que a impeça (como na Distanásia).

É relevante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", na medida em que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.

Etimologicamente, distanásia é o oposto de eutanásia. A distanásia defende que devem ser utilizadas todas as possibilidades para prolongar a vida de um ser humano, ainda que a cura não seja uma possibilidade e o sofrimento se torne demasiadamente penoso.

Argumentos a favor

Para quem argumenta a favor da eutanásia, acredita que esta seja um caminho para evitar a dor e o sofrimento de pessoas em fase terminal ou sem qualidade de vida, um caminho consciente que reflecte uma escolha informada, o término de uma vida em que, quem morre não perde o poder de ser actor e agente digno até ao fim.

São raciocínios que participam na defesa da autonomia absoluta de cada ser individual, na alegação do direito à autodeterminação, direito à escolha pela sua vida e pelo momento da morte. Uma defesa que assume o interesse individual acima do da sociedade que, nas suas leis e códigos, visa proteger a vida. Eutanásia não defende a morte, mas a escolha pela mesma por parte de quem a concebe como melhor opção ou a única.

A escolha pela morte, não poderá ser irreflectida. As componentes biológicas, sociais, culturais, económicas e psíquicas têm que ser avaliadas, contextualizadas e pensadas, de forma a assegurar a verdadeira autonomia do indivíduo que, alheio de influências exteriores à sua vontade, certifique a impossibilidade de arrependimento.

Quando o Homem; pai, chefe, cidadão, profissional, músico... passa a ser prisioneiro do seu corpo, dependente na satisfação das necessidades mais básicas; o medo de ficar só, de ser um “fardo”, a revolta e a vontade de dizer “Não” ao novo estatuto, levam-no a pedir o direito a morrer com dignidade. Obviamente, o pedido deverá ser ponderado antes de operacionalizado, o que não significa a desvalorização que tantas vezes conduz esses homens e mulheres a lutarem pela sua dignidade anos e anos na procura do não prolongamento de um processo de deterioramento ou não evolução.

“A dor, sofrimento e o esgotamento do projecto de vida, são situações que levam as pessoas a desistirem de viver” (Pinto, Silva – 2004 - 36) Conduzem-nas a pedir o alívio da dor, a dignidade e piedade no morrer, porque na vida em que são “actores” não reconhecem qualidade. A qualidade de vida para alguns homens não pode ser um demorado e penoso processo de morrer.

A autonomia no direito a morrer não é permitida em detrimento das regras que regem a sociedade, o comum, mas numa politica de contenção económica, não serão os custos dessa obrigatoriedade elevados?

Argumentos contra

São muitos os argumentos “contra” a eutanásia, desde os religiosos, éticos até os políticos e sociais. Do ponto de vista religioso a Eutanásia é tida como uma usurpação do direito à vida humana, devendo ser um exclusivo reservado ao “Criador”, ou seja, só Ele pode tirar a vida de alguém. “ A Igreja, apesar de estar consciente dos motivos que levam a um doente a pedir para morrer, defende acima de tudo o carácter sagrado da vida,...” (Pinto, Susana; Silva, Florido,2004, p.37).

Da perspectiva da ética médica, tendo em conta o juramento de Hipócrates, segundo o qual considera a vida como um dom sagrado, sobre a qual o médico não pode ser juiz da vida ou da morte de alguém, a Eutanásia é considerada homicídio. Cabe assim ao médico, cumprindo o juramento Hipocrático, assistir o paciente, fornecendo-lhe todo e qualquer meio necessário à sua subsistência. Para além disto, pode-se verificar a existência de muitos casos em que os indivíduos estão desenganados pela Medicina tradicional e depois procurando outras alternativas conseguem se curar.

"Nunca é lícito matar o outro: ainda que ele o quisesse, mesmo se ele o pedisse (...) nem é lícito sequer quando o doente já não estivesse em condições de sobreviver" (Santo Agostinho in Epístula)

Outro dos argumentos contra, centra-se na parte legal, uma vez que o actual Código Penal não especifica o crime de Eutanásia, condenando qualquer acto anti-natural na extinção de uma vida. Sendo quer o homicídio voluntário, o auxilio ao suicídio ou o homicídio mesmo que a pedido da vitima ou por “compaixão”, punidos criminalmente.

Fonte: WikiPedia

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Não li o post todo, e nem precisei.

Sou totalmente a favor da eutanásia, mas não em casos como os que foram referidos no inicio do post.

Isto é, doenças terminais em que o doente sabe que não há volta a dar, sou totalmente a favor da eutanásia. Para quê prolongar um sofrimento que já tem o fim marcado? É que nem é só o sofrimento do doente, também é da família.

Quanto a outros tipos de doenças/deficiências..., já sou um bocado mais reticente. Compreendo que um tetraplégico deseje a morte, e até sou a favor destes casos de eutanásia, mas tal como o aborto, com um acompanhamento psiquiátrico prévio durante alguns meses primeiro de forma a averiguar se é mesmo isso que o doente deseja ou se é apenas um "desabafo".

Quanto a solidão..., é pá..., totalmente contra. É desperdício de recursos por uma satisfação (?!) pessoal.

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Também sou favor, desde que a situação seja mesmo terminal, e não exista qualidade de vida, agora, não concordo que se assista o suicídio de alguém com depressão ou algo do género.

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Eu sou a favor em qualquer que seja o caso. A vida pertence a cada um e só ele é que deverá saber o que fazer com ela. Mas principalmente porque assim garante que haja um acompanhamento psicológico em vez de a pessoa abordar imediatamente o suicído como a via a seguir.

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Faço minhas as palavras do HecKel. ;)

Subscrevo.

subscrevo * 2

=)

SOu totalmente a favor.

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Não li o post todo, e nem precisei.

Sou totalmente a favor da eutanásia, mas não em casos como os que foram referidos no inicio do post.

Isto é, doenças terminais em que o doente sabe que não há volta a dar, sou totalmente a favor da eutanásia. Para quê prolongar um sofrimento que já tem o fim marcado? É que nem é só o sofrimento do doente, também é da família.

Quanto a outros tipos de doenças/deficiências..., já sou um bocado mais reticente. Compreendo que um tetraplégico deseje a morte, e até sou a favor destes casos de eutanásia, mas tal como o aborto, com um acompanhamento psiquiátrico prévio durante alguns meses primeiro de forma a averiguar se é mesmo isso que o doente deseja ou se é apenas um "desabafo".

Quanto a solidão..., é pá..., totalmente contra. É desperdício de recursos por uma satisfação (?!) pessoal.

Ridelight

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Sou contra, completamente...

A funçao de um médico é curar ou procurar a cura... nunca matar

o problema é que nem tudo é como a gente pensa, nao ha fins marcados, não acredito nisso, na vida ha sempre uma grande percentagem de incertezas e de variaveis a considerar... (os medicos deram 2 meses de vida á minha avó e ja passaram 14 anos depois desse dia e ela continua rija...)

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spec, se estiveres em grande sofrimento e souberes que muito dificilmente vais recuperar, preferes manter-te vivo e sofrer mais, fazeres os teus entes queridos sofrerem mais, tudo porque o médico não te quer deixar suicidares-te para acabar com o teu sofrimento? Uma pessoa é livre, e sendo livre, pode fazer o que quiser desde que essa acção apenas o afecte fisicamente a ele, logo não faz sentido ser um médico a decidir por ti.

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Não li o post todo, e nem precisei.

Sou totalmente a favor da eutanásia, mas não em casos como os que foram referidos no inicio do post.

Isto é, doenças terminais em que o doente sabe que não há volta a dar, sou totalmente a favor da eutanásia. Para quê prolongar um sofrimento que já tem o fim marcado? É que nem é só o sofrimento do doente, também é da família.

Quanto a outros tipos de doenças/deficiências..., já sou um bocado mais reticente. Compreendo que um tetraplégico deseje a morte, e até sou a favor destes casos de eutanásia, mas tal como o aborto, com um acompanhamento psiquiátrico prévio durante alguns meses primeiro de forma a averiguar se é mesmo isso que o doente deseja ou se é apenas um "desabafo".

Quanto a solidão..., é pá..., totalmente contra. É desperdício de recursos por uma satisfação (?!) pessoal.

Assino por baixo!

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Isso do tem razão é bastante subjectivo... Nem todos os casos são tão lineares, e o spec deu um bom exemplo de possíveis problemas.

Eu votei sem opinião, porque por um lado se estivesse a sofrer muito perdia a vontade de viver nem tinha uma vida condigna, por outro penso que não é muito bom retirar a vida a um ser humano. Talvez tenda para o Não mas é como disse: Sem opinião. ;)

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Vocês pensam assim, mas e os outros? Não lhes vão dar a oportunidade de escolher só porque vocês não o fariam? Iriam estar a retirar o direito de outra pessoa decidir o que fazer com a sua vida?

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spec, se estiveres em grande sofrimento e souberes que muito dificilmente vais recuperar, preferes manter-te vivo e sofrer mais, fazeres os teus entes queridos sofrerem mais, tudo porque o médico não te quer deixar suicidares-te para acabar com o teu sofrimento? Uma pessoa é livre, e sendo livre, pode fazer o que quiser desde que essa acção apenas o afecte fisicamente a ele, logo não faz sentido ser um médico a decidir por ti.

mas escolher o que? não é escolher entre o McDonals ou a PizzaHut..

isto é complicado de te explicar...

um médico que mata o paciente não é medico, são valores opostos... vai contra o juramento que fizeram...

se a eutanasia fosse legal e sem restrições a cada depressão era tudo a pedir a morte... (não havia mulheres)

se os teus entes queridos gostam de ti, nao acho que a tua morte seja a solução para qualquer problema deles por muito sofrimento que eles tenham (isto é tudo muito relativo, pelo menos na minha maneira de gostar deles eu nunca iria por esse caminho, e tenho a certeza que eles tambem não, uma questão de valores)

A liberdade é outra coisa muito relativa, não podes pedir isso, não tens o direito de por fim á tua vida nem de pedir isso a ninguem, o corpo é teu a vida é tua mas isso não é um direito, é um privilégio... ha sempre coisas que nao vais poder escolher nem decidir, não pediste para nascer e tás aqui... o direito á vida é das coisas mais elementares que ha, e ninguem pode decidir isso por ti... isso não é piedade, é a maneira mais facil de resolver o problema...

tudo é relativo, hoje uma doença pode não ter cura e daqui a uma semana descobrem a cura... hoje um doente pode ter 2 meses de vida (um médico a falar) e daqui a 10 anos ainda pode estar vivo...

Sou contra qualquer forma de "direito á morte"...

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spec, tu esse é o teu ponto de vista, e eu respeito-o. No entanto, acho que há gente que não pensa assim. Se não tiveres qualidade de vida, com 60 anos, preferes morrer e acabar com o teu sofrimento e o dos teus entes queridos, ou continuar vivo e sofreres e manteres os teus entes queridos sempre a sofrer porque podes melhorar (mesmo que não haja qq tipo de possibilidade)? Se há gente que optaria por morrer, estão no direito deles, é a vida deles. Lá porque eu não o faria, não ia proibi-los de seguir aquilo que acreditam! Eu não apoio a eutanásia em todos os casos, apenas em doentes de estado muito grave/terminal porque chegaram a um ponto que é, ou dão sofrimento prolongado aos entes queridos enquanto não morre, ou morre logo e evita tanta dor. É tal qual o suicídio: não me posso enforcar se me quiser matar? A vida é minha, não é tua. Logo, não vais proibir de me venderem corda.

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eee se no dia seguinte , tipo 2 segundos depois de o tipo morrer , algum ter descoberto a cura, seria mortes para nada apenas com a ideia de morrer era a melhor, há tantas curas , todos os dias são descoberta curas, claro minguem e obrigado a morrer numa forma natural, nem crescer

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um médico que mata o paciente não é medico, são valores opostos... vai contra o juramento que fizeram...

É verdade, mas também não é necessário serem médicos. Desligar uma máquina não tem muito que se saber, dar um injecção não tem muito que se saber. Não têm que ser médicos a praticar a acção, qualquer pessoa comum tem a capacidade de administrar uma injecção. A minha avó toma injecções constantemente sozinha para as diabetes e não necessita de enfermeiros ou médicos.

se a eutanasia fosse legal e sem restrições a cada depressão era tudo a pedir a morte... (não havia mulheres)

Esse é na minha opinião o ponto mais forte da eutanásia. Se for ilegal, muitas depressões acabam em suicidio. Se a eutanásia for legar, antes da pessoa ter "autorização" para se suicidar irá passar por um aconselhamento psiquiátrico ajudando muitas vezes as pessoas a sairem da depressão. E só nos outros casos é que se dava autorização, mas sempre após o período de psiquiátrico. Na minha opinião a taxa de suícidio íria baixar drásticamente (mesmo contando com os suicidios autorizados). Como pequena nota, na Coreia do Sul, o suicidio é a 4º maior causa de morte da população e a 2º entre os jovens.

se os teus entes queridos gostam de ti, nao acho que a tua morte seja a solução para qualquer problema deles por muito sofrimento que eles tenham (isto é tudo muito relativo, pelo menos na minha maneira de gostar deles eu nunca iria por esse caminho, e tenho a certeza que eles tambem não, uma questão de valores)

Os entes queridos não interessa a ninguém e só entram no baralho se a pessoa em causa não tiver faculdades para se decidir por ela própria, tipo em coma. E mesmo assim nem sei se deveriam ter essa capacidade, já que estão longes de terem a capacidade de avaliarem a situação em condições. Só a própria pessoa é que deveria ter a capacidade de decisão e que seria de seguida sujeita ao período de acompanhamento psiquiátrico.

A liberdade é outra coisa muito relativa, não podes pedir isso, não tens o direito de por fim á tua vida nem de pedir isso a ninguem, o corpo é teu a vida é tua mas isso não é um direito, é um privilégio...

Como qualquer privilégio, uma pessoa pode optar por o usufruir ou não. Aliás direito e privilégio são sinónimos.
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Também eu subscrevo o que o Heckel disse.

Como já foi dito algures aí em cima, este assunto é um pouco como o do aborto, mas não é bem. Aqui é a própria pessoa a decidir, não os seu pais. E como no aborto, não é por ser legal que alguém é obrigado a fazê-lo.

Quanto a eutanásia por depressão... acho a ideia estúpida desde o seu âmago. Nem devia ser considerada. Eutanásia sim, mas só e apenas quando há uma debilidade ou sofrimento incurável. As depressões curam-se. Uma pessoa entrevada (não gosto desta palavra) e em sofrimento constante deve ter o direito a acabar com ele.

E a ideia de poderem encontrar uma cura pouco tempo depois de a pessoa morrer também é um tiro no escuro. Seria um caso muito pouco provável que acontecesse. Se acontecesse, bem, talvez a próxima pessoa já não quisesse eutanásia.

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eee se no dia seguinte , tipo 2 segundos depois de o tipo morrer , algum ter descoberto a cura, seria mortes para nada apenas com a ideia de morrer era a melhor, há tantas curas , todos os dias são descoberta curas, claro minguem e obrigado a morrer numa forma natural, nem crescer

Não vou usar preservativo numa relação sexual porque se apanhar o HIV, passado 2 segundos podem descobrir a cura para a SIDA e não me tenho de preocupar... É apenas um se, nada diz que aconteca. Além disso, podes ter um direito e não usofruir dele.
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